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27/11/2007

Você prefere fazer negócios com quem você gosta, ou com quem gosta de você?

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"Dói amar alguém e não ser amado igualmente, mas a pior dor que existe é amar alguém e nunca encontrar a coragem para dizer a essa pessoa quais são os seus verdadeiros sentimentos."

"Filho, agradece ao moço, diga Muito Obrigado", desde criança nós aprendemos a agradecer às pessoas que fazem alguma coisa por nós. Esse princípio é universal, e muito usado na China, Japão, Alemanha, Holanda, Inglaterra, EUA, enfim, em todos os lugares civilizados. Significa que você é obrigado a retribuir às outras pessoas com o mesmo comportamento que você recebeu de outras pessoas. É uma obrigação! É o princípio da reciprocidade. Você precisa devolver e pagar o que você recebeu. Mesmo que a outra pessoa não queira receber.

Quantas vezes por dia você usa alguma ferramenta grátis do Google? Vamos ver, você procura alguma coisa na web utilizando a busca do Google? Você encontra pessoas na Orkut? Bate-papo no Google Talk? Viaja no Google Earth? Encontra o melhor caminho para chegar ao escritório do seu cliente com o Google Maps? Organiza e debulha o seu computador com o Google Desktop? Recebe centenas de e-mails todos os dias com o Gmail? Se você é um cara normal, com certeza você se beneficia do Google todos os dias.

Por outro lado, se você é um cara normal muito provavelmente ainda não gastou nenhum centavo com o Google, e muito provavelmente vai parar de usar os serviços dos caras se começarem a cobrar alguns reais, certo?

O ponto é: se você utiliza o Google de alguma maneira, você deve uma para o Google e precisa pagar. Você pode pagar em dinheiro ao utilizar os serviços de links patrocinados que eles oferecem, você pode pagar em indicações de negócios, você pode pagar ao fornecer feedback sobre o uso dos produtos Google, prestigiando um de seus eventos, ou mesmo fazendo alguma coisa semelhante (entregar gratuitamente o produto que você vende) para outra pessoa que nem mesmo utiliza o Google.

Se alguém faz alguma coisa que realmente beneficia você, você deveria compreender que realmente tem uma dívida com essa pessoa, e precisa honrá-la ao ajudá-la em retribuição.

Eu também não fico fora dessa. Eu mesmo estou devendo uma para muitos. Semana passada eu ganhei uma amostra grátis de um produto da Dove na entrada do Parque do Ibirapuera. De três uma, eu vou comprar o produto, recomendarei a alguém, ou darei feedback para os caras sobre o dito. Dois meses atrás, um parafuso da roda da bicicleta da minha filha caiu, com ela em prantos, eu fui até o borracheiro do Parque Villa Lobos. Depois de analisar o problema, o atendente desenterrou um parafuso do seu estoque desorganizado, instalou na bicicleta, se sujou - ainda mais - de graxa e não cobrou nada pelo serviço. Tô devendo uma para ele. O próximo pneu furado do meu carro - não interessa se eu estiver do outro lado da cidade - será consertado lá.

Eu também tô devendo uma para a Renault, que recentemente me atendeu emergencialmente sem precisar necessariamente fazê-lo. Tô em dívida com o departamento comercial da MTV, que se desdobrou recentemente para apresentar uma proposta muito bacana para um cliente da BIZ. Eu tô em dívida com todos que fazem algo por mim que vai além do mundo do dinheiro e do mundo legal. E pretendo pagar a todos, não com camisetas, canetinhas ou agendas, mas com inspiração, informação, conteúdo e negócios.

Se você não fizer algo nesse sentido, você estará ferindo, matando e esquartejando a lei da reciprocidade.

O que sobra depois que matarmos a lei da reciprocidade? O código de humurabi.

Radical? Não é! Eu estou falando aqui de um princípio ético e moral que rege os bons costumes, o bom senso e a civilização dos homens de bem.

Eu entendo que vivemos em um país de terceiro mundo repleto de pessoas e empresas que ainda não têm as necessidades básicas de Maslow bem supridas, mas ainda assim, a pobreza física do país não é desculpa para a nossa pobreza moral.

Durante os cursos de vendas da BIZ eu geralmente ouço vendedores dizendo que os clientes se importam apenas com preços baixos, e que não adianta nada fazer algo a mais porque no final do dia o cliente não dá valor, não reconhece.

Deixe-me dizer uma coisa. Eu sempre fui um cara tarado por revistas e livros. Quando pequeno, eu passava todos os dias depois da escola na mesma banca de jornal próxima de casa para namorar os últimos gibis da Turma da Mônica e Disney. Apenas namorar, porque naqueles dias eu não tinha dinheiro algum para comprar gibis.

Apesar de todos os dias visitar a mesma banca e comprar eventualmente uma revista aqui e outra ali, quando eu metia a mão em um gibi para folheá-lo, o jornaleiro dizia, "Tira a mão daí moleque! Se pegar para ler vai ter que pagar! Você pensa que eu tô aqui para trabalhar de graça, é?!".

Na mesma época, alguns quarteirões dali, uma pequena livraria no final da avenida paulista permitia que as pessoas mexessem nos livros à vontade, sem pressa, sem preocupações, sem forçar nada, sem vendedor gaiato querendo saber o seu nome sem ter feito algo para ganhar esse direito.

Vinte anos depois, me pergunta qual foi o fim da banca de jornal do jornaleiro mesquinho que não deixava mexer nas revistas em consignação? Sim, revistas em consignação, tudo que está exposto em uma banca de revistas nem do jornaleiro são.

A banca quebrou, não existe mais!

Agora, me pergunta o que aconteceu com a pequena livraria do final da avenida paulista que deixava você fuçar nos produtos sem pagar nada?

Transformou-se na melhor rede de livrarias da cidade de São Paulo, e provavelmente, de todo o Brasil, a Livraria Cultura.

Até aí nenhuma novidade, certo?

Então, se esse assunto não é nenhuma novidade, eu imagino que você esteja praticando a lei da reciprocidade todos os dias da sua vida, certo?

Se você ainda não faz nada do gênero, você está no século 18. Nos últimos dez anos a lei da reciprocidade virou carne de vaca. Hoje você vê um banco, o Bradesco, trazendo o Cirque du Soleil para o Brasil para fazer você botar dinheiro no banco deles; um cartão de crédito, Credicard, bancando uma sala de espetáculos, o Credicard Hall para fazer você usar mais o cartão deles; uma editora, a Abril, promovendo shows da Broadway através do Teatro Abril para fazer você assinar mais revistas; e uma cervejaria como a Ambev, editando uma revista sobre desenvolvimento profissional e pessoal chamada Notícias da Gente para fazer você viver melhor (Que paradoxo!).

Hoje é relativamente moleza influenciar os outros. Deixe-me revelar a você em poucas palavras quais são as leis que o marketing pratica para fazer a sua cabeça. Lei da Reciprocidade (eu te dou um pouco para conseguir um monte), Lei do Comprometimento e Consistência (se eu conseguir que você assuma em público que você vai fazer, você acaba fazendo), Lei das Provas Sociais (se você ver outros fazendo, você também fará), Lei da Autoridade (se você ver algum galã dizendo que é bom, você também dirá que é bom), Lei da Falta (se eu te der um pedaço e depois sumir com o produto ou serviço, você irá querer mais).

O mundo dos negócios, na grande maioria das vezes, é muito mesquinho, é tudo toma lá dá cá, ninguém tem tempo a perder com gente, apenas com business. Uma garota do tele marketing de uma distribuidora de vinhos acaba de ligar no seu celular, eu disse que não precisava de nada, ela desligou, e provavelmente nunca mais ligará. Mas existe algo de muito podre no reino da Dinamarca. Devido às exigências do próprio cliente, as coisas estão mudando. As empresas têm que ter responsabilidade social, ajudar o próximo, cuidar da natureza, respeitar as minorias, diminuir a diferença entre os salários dos bosses e dos operários, diminuir a corrupção interna (vai dizer que você não sabia que tem colega que leva bola?), pagar todos os impostos, e ainda fazer algo de graça e bacana pelo povo se quiser realmente alguns reais da nossa carteira.

O Natal se aproxima. Eu queria agradecer a todas as pessoas e empresas que vão além do que fazem para tornar os seus clientes mais inteligentes. É isso mesmo: MAIS INTELIGENTES. Escolha esse diferencial de marketing para o seu negócio e vá em frente. Pratique de coração, ou pratique para o fisco ver, faça com sinceridade ou faça do seu jeito, seja qual for o jeito, faça.

Parabéns a todos que acreditam que ensinar é mais importante do que vender; o relacionamento com os clientes não termina quando a empresa recebe; ser a mensagem é mais importante do que utilizar a mídia; ensinar os funcionários é mais prioritário do que ensinar os clientes.

Parabéns a todos que acreditam que a concorrência pode copiar tudo que você tem, exceto a maneira que você se comunica; comunicar-se direto com os clientes é sempre a melhor opção; comunicação sem design é reclame; blog é mais importante que a mídia tradicional; os clientes estão no comando, o processo de vendas mudou, os clientes querem ser inspirados, Seja a Inspiração!

Faça negócios com quem gosta de você.

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

Organize os créditos que você tem!

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Leverage é um web site bem bacana que nasceu para ajudar as pessoas a gerenciar os cupons, vale-presentes e programas de fidelidade que participa. Bela sacada para resolver um problema que todas as pessoas têm.

Live Documents

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Sabeer Bhatia ficou milionário ao vendero Hotmail para a Microsoft por $400 million em 1997. Agora ele vai encarar a Microsoft onde ela ganha mais dinheiro: Office. Conheça o LiveDocuments, o office web. Vai dar para o páreo?

Gilberto Freyre

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2258468 Gilberto Freyre é um dos mais importantes intelectuais latino-americanos da primeira metade do século XX. Nesta obra, seus principais livros, ensaios, artigos e correspondência são analisados em detalhe, inseridos no contexto de sua recepção, e revelam tensões do pensamento de um dos mais originais fundadores das Ciências Sociais no Brasil.. Este livro reconstrói a rede densa dos círculos sociais e ideológicos da formação de Freyre, expondo sua personalidade controversa em seus dilemas vitais. Compre agora na Cultura.

O gene egoísta.

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2271351 "O gene egoísta" foi publicado em 1976. Se propunha a condensar o enorme corpo teórico já produzido para compreender como espécies surgem e se diversificam, como indivíduos se relacionam e colaboram entre si - e a ir além. Richard Dawkins inovou de muitas maneiras. Introduziu uma linguagem informal e metafórica numa área dominada por reflexões densas e fórmulas matemáticas. Subverteu a percepção intuitiva da importância dos organismos e dos grupos; o gene é quem comanda, quem busca perpetuar-se. Os organismos são máquinas de sobrevivência construídas pelos genes, num processo competitivo em busca da máquina mais eficaz. E a influência dos genes não pára aí. Organismos interagem entre si e com o mundo inanimado, e assim alteram seu ambiente e promovem a propagação de genes presentes em outros corpos. Um dos livros mais aclamados da história da divulgação científica, ele não só apresenta a biologia evolutiva de forma acessível, mas acrescenta uma interpretação metafórica que inspirou gerações de biólogos e simpatizantes - somos máquinas de sobrevivência a serviço dos genes. Desde a sua publicação, foi traduzido para mais de 25 idiomas e sucesso de vendas pelo mundo todo. É ainda um livro atual, que continuará a ser referência obrigatória para quem se interessa pela evolução da vida. Esta edição comemorativa traz uma nova introdução do autor. Compre agora na Cultura.

26/11/2007

Pancho Villa.

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5064353 Esta é a biografia de Pancho Villa, um dos maiores revolucionários mexicanos. A travessia de Villa, temerária e desmedida, saturada de feitos heróicos e trágicos, sempre foi um símbolo atemporal da Revolução Mexicana. Paco Ignacio Taibo II conta neste livro as peripécias - desde os detalhes mais extravagantes até os momentos mais importantes - de um homem sagaz, abstêmio, de olhar magnético, cuja única lei é a que determinava a si mesmo. Compre agora na Cultura.

Google Branding.

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Googlebranding No próximo dia 5 de Dezembro o Google vai realizar um evento gratuito bem bacana no Brasil: "Inovações em Branding On-line". O evento acontece em Pinheiros para 500 convidados. Se você quiser ir, envie um email para o Philip no Google, diga que você leu sobre o evento no site da BIZ.

Te vejo no evento.

Parceria.

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Que tipo de parceria existe entre diferentes departamentos da sua empresa para incentivar a inovação?

23/11/2007

Última palestra.

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Na tarde do dia 18 de Setembro, Randy Pausch, professor da Carnegie-Mellon University fez a sua "última palestra" para centenas de pessoas. Pausch falou como um showman, cômico e estatista. Ele recordou os seus sonhos de criança, a sua meta de vida de permitir que os sonhos dos outros pudessem se tornar realidade, e as lições que aprendeu nos últimos 46 anos de vida.

Pausch começou o discurso jogando no telão do auditório três imagens que mostram os dez tumores que vivem na sua cabeça, e os prognósticos dos médicos que dão a ele três a  seis meses de vida com saúde.

"Essa é a realidade",  ele disse, "Nós não podemos mudá-la. Nós não conseguimos mudar as cartas que temos nas mãos. Nós podemos apenas pensar em como jogar com elas."

A palestra de uma hora de duração é imperdível. Se você ainda não assistiu, assista logo abaixo.

Durante a palestra Pausch falou sobre os seus sonhos de criança:

- Estar em gravidade zero.
- Jogar na NFL.
- Autor de um artigo da World Book Encyclpedia.
- Ser o Capião Kirk.
- Ganhar animais de pelúcia.
- Ser um sonhador da Disney.

"Lembre-se," ele disse olhando para o chão, "os obstáculos estão aí por alguma razão. Eles existem para você ter uma chance de mostrar aos outros o quanto você realmente quer alguma coisa. Os obstáculos existem para filtrar as pessoas que realmente querem algo daquelas que não querem realmente."

"Você não consegue chegar a lugar algum sozinho. Você precisa da ajuda das pessoas.", "Eu acredito em Karma. Eu acredito em receber o troco."

"Você consegue pessoas para te ajudar ao dizer a verdade a elas."

"Eu nunca cheguei a NFL. Mas o futebol me trouxe onde estou hoje. A partir do futebol eu aprendi a importância dos fundamentos e trabalho duro. Eu aprendi que experiência é o que você tem quando você não consegue o que você quer."

"Divirta-se. Eu me diverti muito, e vou me divertir todos os dias que me restam. Todos os dias. Não existe outra maneira de viver."

"Não deixe o desapontamento parar você."Pausch foi rejeitado pelo programa de PHD da Carnegie Mellon. Ele persistiu com a ajuda de mentores, e no final, foi aceito no programa.

"As outras pessoas na sua equipe são geralmente a chave para o seu sucesso. Cuide das necessidades dos outros, e os outros vão cuidar da sua."

Durante a palestra, Pausch chamou a sua esposa no palco, e pediu para o auditório com 500 pessoas cantar Feliz Aniversário para ela.

"Nunca desista das pessoas. Se você esperar o tempo suficiente, você verá que existe alguma coisa boa em todas as pessoas. Quando as coisas ficarem difíceis, segure firme."

"O feedback que você deve receber das pessoas pode ser em formato de planilha ou através de um fantástico conselheiro. O importante é escutar ao feedback das pessoas. Se as pessoas estão reclamando de você, é porque as pessoas se importam."

"Agradeça aos outros. Sempre. Mostre gratidão. Sempre."

"Nunca reclame, nunca, simplesmente trabalhe duro. Sempre."

O pai de Pausch ganhou uma medalha Bronze Star na  Segunda Grande Guerra e nunca mencionou a ninguém. Ninguém na família sabia da medalha até a sua morte.

Conselhos importantes:

- Seja bom em alguma coisa: torna você valioso.
- Trabalhe duro.
- Encontre o melhor nos outros; não importa o quanto você tenha que esperar.
- Esteja preparado. Não existe sorte.

"Quando eu era um jovem professor, os meus colegas me perguntavam, "Qual é o seu segredo?", eu dizia, "É simples. Ligue para o meu escritório as sextas-feiras 10 horas da noite que eu te explico."

"Se você liderar a sua vida no caminho certo, o karma irá cuidar do resto. Os sonhos se tornarão realidade."




15o Missão - Crie um diário com as reclamações dos seus clientes.

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Poucas coisas podem ser mais valiosas para os seus negócios do que a relação completa de reclamações que você recebe dos seus clientes.

As reclamações que os clientes fazem sobre o seu negócio é uma fantástica ferramenta de marketing para aprender sobre onde melhorar, cortar, modificar.

Depois de um ou dois meses de reclamações, você terá contéudo o suficiente para mexer na empresa.

A missão de hoje é criar um diário de reclamações de clientes. Marque agora mesmo uma reunião com os galãs da empresa e determine como será a liderança e gestão da brincadeira.

Você tem hoje big empresas com big departamentos de SACs terceirizados até pequenas empresas e seus departamentos fazem tudo e também atendimento ao cliente.

Seja qual for o modelo. Tenha um.

1. Dê ao líder do projeto carta branca para interagir com outros departamentos.

2. Faça revisão semanal item a item das reclamações tabuladas.

3. Envolva os envolvidos em uma discussão sadia sobre como prever problemas do mesmo tipo.

4. Tenha certeza que você tem uma lista de múltiplas maneiras de erradicar o problema.

5. Reserve um tempo para focar a sua atenção em quais lições você aprendeu com a situação.

6. Use as situações, problemas e soluções encontradas durante os treinamentos de integração de funcionários na sua empresa. Tenha certeza que os novatos entendem como devem tratar os clientes. Se possível faça um livro/manual que descreve como os problemas foram resolvidos.

Crie agora o seu diário de reclamações de clientes.

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