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31/05/2008

Trabalhador doméstico.

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Um jovem herói.

Entrevista1 Em tempos difíceis que descobrimos quem é quem. Confira a história de um estudante venezuelano e sua luta contra a retórica ultrapassada da esquerda chavista.

Apesar da pouca idade – apenas 23 anos –, o estudante de direito Yon Goicoechea é hoje um dos principais líderes de oposição ao governo do presidente Hugo Chávez na Venezuela. Sua atuação à frente do movimento estudantil foi considerada pelos observadores decisiva para a derrota de Chávez no referendo que lhe teria conferido mais poder e limitado ainda mais a liberdade dos venezuelanos. Por sua luta em prol da democracia, Goicoechea recebeu, no mês passado, um prêmio de 500 000 dólares do instituto americano Cato, sediado em Washington. Ameaçado de seqüestro e até de morte pelos chavistas, ele passou a tomar algumas medidas de segurança em seu dia-a-dia. Não sai mais à rua sozinho e troca o número do celular a cada quinze dias, para evitar ser grampeado. Ainda assim, vive com medo de ser vítima de um ato violento por parte do governo. Na entrevista que concedeu a VEJA, Goicoechea se revela uma voz destoante no movimento estudantil: critica o fato de tais movimentos receberem dinheiro do governo, tal qual no Brasil, e é contra invasões de reitoria como forma de protesto.

Veja – Você acaba de ganhar um prêmio nos Estados Unidos por lutar pela liberdade em seu país. Qual foi a reação do governo?
Goicoechea –O Ministério da Comunicação usou a televisão estatal para difundir a tese de que, ao conceder o prêmio a um opositor do regime, os Estados Unidos estariam fazendo uma nova tentativa de desestabilizar os governos na América Latina. Uma baboseira ideológica que choca, antes de tudo, pelo anacronismo.

Veja – Qual é sua opinião sobre esse antiamericanismo?
Goicoechea – É inaceitável o fato de a filosofia antiamericanista ainda ter espaço num momento em que os países estão cada vez mais próximos uns dos outros. Enquanto eles se abrem e claramente se beneficiam disso, a Venezuela está isolada do mundo. Também não dá para entender de onde vem tanto ódio contra um modelo que, afinal, deu certo. Fiz palestras em Harvard e Georgetown, ambas nos Estados Unidos, e vi de perto como funcionam algumas das melhores universidades do mundo. Devemos é aprender com os americanos, em vez de repudiá-los. Repare que há muito pouco de objetivo nas críticas feitas por Chávez aos Estados Unidos – são pura retórica. Adoraria ver os venezuelanos vivendo tão bem quanto os americanos.

Veja – Você costuma ser criticado por outros estudantes ao defender tais idéias?
Goicoechea –Sim, o tempo todo. Essas críticas vêm de uma minoria de estudantes que ainda apóia Chávez. Estão motivados, basicamente, por um discurso ideológico de esquerda. Segundo esses estudantes, eu seria um típico representante da direita. Com uma discussão tão ultrapassada, eles deixam de prestar atenção na questão central: quem se opõe ao governo Chávez está lutando pela possibilidade de qualquer venezuelano defender o que bem entenda e acreditar nisso sem que seja punido, como é comum hoje. Para superar um cenário tão atrasado, é preciso pragmatismo – e a insistência no debate ideológico só atrapalha.

Veja – Líderes estudantis brasileiros, sobretudo aqueles ligadas à União Nacional dos Estudantes (UNE), já declararam apoio incondicional ao presidente Hugo Chávez. Eles também estão sendo mais ideológicos do que pragmáticos?
Goicoechea –Sem dúvida. Acho indefensável que haja no movimento estudantil brasileiro líderes que saiam em defesa das práticas autoritárias do governo venezuelano. Prefiro acreditar que eles fizeram isso por um profundo desconhecimento das reformas propostas por Chávez. Se estivessem mais bem informados, esses estudantes brasileiros não teriam tomado uma posição que vai de encontro à diversidade de opiniões e às liberdades individuais. Como ser a favor de reformas que tirariam das pessoas direitos tão básicos, como o de escolher seus governantes e até o de optar pela profissão que desejam seguir? Não faz nenhum sentido que estudantes tenham simpatia por tais idéias.

Veja – Você chegou a receber alguma manifestação de apoio de movimentos estudantis brasileiros?
Goicoechea –Nenhuma. Mas teria sido de grande ajuda. A pressão internacional contra Chávez pode exercer um papel fundamental para que a Venezuela se torne, de novo, uma democracia. Infelizmente, alguns líderes estudantis na América Latina, assim como o meio acadêmico de modo geral, estão paralisados pelo discurso ideológico. Perdem tempo discutindo Karl Marx e idéias superadas ao longo dos séculos, quando poderiam estar lutando por questões mais práticas e relevantes. Esse debate velho não faz mais sentido em nenhum lugar do mundo – muito menos na Venezuela, onde falta um artigo de primeira necessidade: a liberdade de expressão.

Veja – No Brasil, os estudantes costumam invadir reitorias como forma de protesto. Você concorda?
Goicoechea –Não. Numa democracia como a brasileira, há instituições suficientemente sólidas para resolver os impasses, e é preciso recorrer a elas. A ordem e o respeito à lei não são princípios apenas desejáveis, mas absolutamente necessários nas sociedades modernas. Até mesmo num governo autoritário como o da Venezuela, em que as instituições são menos transparentes e inoperantes, acho que manifestações tão extremas a ponto de ser ilegais devem funcionar apenas como último recurso.

Veja – Que tipo de represália você sofreu por parte do governo quando começou a liderar movimentos antichavistas?
Goicoechea –Foram tantas que perdi a conta. Recebi telefonemas em casa com ameaças de seqüestro e até de morte. Isso se estendeu à minha família. Também já apanhei no meio da rua. No ano passado, durante uma assembléia para discutir as reformas propostas por Chávez, alguns estudantes que apoiavam o governo me agrediram. O que era para ser um debate como qualquer outro se tornou uma demonstração de intolerância. Acabei no hospital com um olho roxo e o nariz machucado. Em outra ocasião, colocaram um explosivo no palco em que eu discursava. Eles fazem isso para me assustar, e às vezes conseguem. Não dá para não ter medo de morrer numa situação como a atual. Meus familiares vivem apavorados com a idéia de que algo pior possa acontecer comigo. Por mais de uma vez, minha mãe via televisão quando foi surpreendida com cenas em que eu era alvo de agressões em plena luz do dia.

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Veja – Em geral, quem são os agressores?
Goicoechea –Pessoas ligadas a alguns dos grupos radicais de apoio a Chávez. Eles praticam a violação dos direitos humanos na Venezuela sem nenhuma espécie de pudor. Minha situação piora com a propaganda negativa que o governo faz contra mim em jornais, rádios e na televisão. Já me chamaram de tudo: de fascista, inimigo da pátria, colaborador da ultradireita e até de títere do império americano. Em meu país, sou tratado pelo governo como um péssimo exemplo.

Veja – Como você se protege?
Goicoechea –Jamais fico sozinho em lugares públicos. Troco o número do meu celular a cada quinze dias e não tenho mais telefone fixo, para evitar ser grampeado. Em momentos mais tensos, como nas semanas que antecederam a votação do referendo de Chávez, deixei de dormir em casa. A cada noite, pedia asilo a um amigo diferente. Viver assim não é exatamente bom, mas sei que não exagero ao tomar medidas em prol da minha segurança.

Veja – Você pensa em deixar a Venezuela e morar em outro país?
Goicoechea –Não. Depois da II Guerra, meu avô fugiu do caos em que estava a Espanha para tentar uma vida melhor na Venezuela. Com o passar dos anos, a Espanha se tornou próspera e meu avô sofreu muito com o fato de não ter estado lá para ver essas mudanças e participar delas. Guardadas as devidas diferenças históricas, a Venezuela é hoje, também, uma espécie de terra arrasada. Posso soar idealista, mas não quero jamais sentir a mesma frustração de meu avô, ainda que toda essa repressão me atinja tão diretamente.

Veja – O governo interfere nas universidades da Venezuela?
Goicoechea –Ele tenta o tempo todo. Algumas universidades já são diretamente controladas pelo governo. Nelas, todos os reitores e diretores são pró-Chávez e chegaram lá por indicação política. É o caso da Universidade Bolivariana, uma invenção do próprio Chávez, e da Unefa, comandada pelas Forças Armadas. Essas instituições sofrem pressão do governo. Alunos e professores têm medo de emitir opiniões que possam ser mal interpretadas pelas autoridades e resultem em expulsões, demissões e outras represálias. Fazer oposição a Chávez numa dessas universidades é algo impensável. Felizmente, elas ainda são a minoria na Venezuela. Mas o número pode aumentar.

Veja – Por que você diz isso?
Goicoechea – O governo lançou recentemente uma proposta inacreditável. Chávez quer que o processo de seleção nas universidades passe a ser comandado pelo Ministério da Educação. Na prática, isso significa que só os estudantes alinhados com o governo teriam acesso à educação superior. Não acredito que os chavistas consigam emplacar esse projeto. De todo modo, é assustador. O governo também tentou implantar uma cartilha própria nas escolas, mas fracassou.

Veja – Como era exatamente essa cartilha?
Goicoechea – Profundamente ideologizada e xenófoba. O objetivo declarado da cartilha era formar "o novo homem socialista", nas palavras do próprio Chávez. Ela incentivava as crianças a entoar canções a Simon Bolívar, o herói da independência nacional, e a odiar os colonizadores europeus. Também apagava alguns capítulos da história desfavoráveis a Hugo Chávez e alimentava a admiração aos movimentos que resultaram em ditaduras comunistas, como os da Coréia do Norte e de Cuba. Um absurdo atrás do outro. Mas essa Chávez não conseguiu levar adiante. 

Veja – Você conhece muita gente que vive com medo do governo na Venezuela?
Goicoechea –Isso é muito comum. No serviço público, por exemplo, é preciso dar a toda hora manifestações explícitas de apoio ao governo para manter o emprego. Isso acontece de diversas maneiras. Conheço pessoas que já foram várias vezes forçadas a participar de atos públicos em favor de Chávez. Nessas ocasiões, elas sabem que, caso não compareçam, acabarão demitidas. Vão, portanto, porque precisam do trabalho. Essa é uma forma de coerção brutal. Quem recebe benefícios sociais do governo sofre algo parecido. O pré-requisito básico para ter acesso a qualquer um deles é o mesmo: apoiar incondicionalmente Hugo Chávez. Hoje, quem faz oposição ao governo na Venezuela paga um preço alto por isso.

Veja – De onde vem o dinheiro para manter o movimento estudantil que você comanda?
Goicoechea –Da contribuição mensal dos estudantes e de empresas do setor privado. Elas dão dinheiro por meio de uma fundação mantida pelo próprio movimento estudantil. Do governo, evidentemente, não vem nem um centavo. É claro que isso tem uma relação direta com o fato de o movimento ser de oposição a Chávez. Mas, mesmo que o governo quisesse nos ajudar financeiramente, eu seria absolutamente contra.

Veja – Por quê?
Goicoechea –Não acho apropriado para um movimento estudantil manter uma relação tão estreita com o governo. Por definição, uma organização dessa natureza precisa ser independente. Do contrário, dificilmente fará um trabalho sério. Às vezes, os estudantes precisam se colocar contra o governo, como acontece hoje na Venezuela. Com uma relação financeira estabelecida entre as duas partes, a isenção fica naturalmente comprometida.

Veja – No Brasil, uma parte do orçamento da UNE vem do governo...
Goicoechea –Para mim, está claro que esse é um modelo fadado ao fracasso. Se fosse estudante no Brasil, faria uma reflexão sobre isso.

Veja – Você está pessimista em relação à situação na Venezuela?
Goicoechea –É preciso fazer um esforço diário para renovar o otimismo. Enxergo, no entanto, alguns sinais positivos no horizonte. Estudantes que antes não se manifestavam têm me procurado dizendo que, diante de tanto obscurantismo, resolveram protestar ativamente. Isso fortalece o movimento. Outro dado bom diz respeito ao surgimento de lideranças no governo dispostas a respeitar as leis e a dialogar com a oposição. É, pelo menos, um começo.

Veja – O que você vai fazer com o prêmio de 500 000 dólares que acaba de receber?
Goicoechea –Investir numa escola em Caracas para capacitar líderes. A idéia é ajudar a formar uma juventude com a mentalidade mais aberta e, antes de tudo, voltada para temas minimamente relevantes. É o contrário do que se passa na Venezuela e em tantos outros países da América Latina – todos com uma forte inclinação para assuntos já sepultados pela própria história. Fico angustiado ao ver como questões tão ultrapassadas e ideológicas impedem as pessoas, ainda hoje, de aspirar a uma sociedade mais moderna.

FORA TODAS AS IDEOLOGIAS ATRASADAS DE ESQUERDA que se propõem a transformar o mundo em algo comunitário e não pessoal.

Eu espero que NENHUM JOVEM JAMAIS ABAIXE A CABEÇA para NENHUM SISTEMA POLÍTICO de esquerda ou direita. ABSOLUTAMENTE NENHUM. Seja MAIS VOCÊ, crie sua própria IDEOLOGIA (temporária) a partir da REALIDADE que você vive ao invés de tentar adaptar alguma ideologia a fantasia imaginária de algum lunático dos séculos que já eram.

Que o número de brasileiros com INFLADA AUTO-ESTIMA multiplique todos os dias.

CHEGA de abaixar a cabeça!

30/05/2008

O iPhone do Google.

Ele se chama Android, as primeiras imagens do hardware com o sistema operacional do Google e todas as suas funcionalidades estão no ar. Confira.

Música Livre Comércio Justo.

Divulgar o trabalho de artistas da instituição e os novos sons de Arnaldo Antunes, Cidadão Instigado e Lucas Santtana. Esse é o objetivo do projeto "Música Livre, Comércio Justo" da ONG Eletrocooperativa. As músicas serão vendidas em uma máquina, ao preço de R$ 5,00. COMÉRCIO JUSTO!!!

A Eletrocooperativa quer mostrar o resultado transformador de seu trabalho de inclusão de jovens por meio da formação musical e acesso a tecnologia. O processo vai desde a profissionalização até a concretização de trabalhos que possibilitam a geração de renda aos próprios integrantes que se envolvem no processo da produção de CDs até a difusão destas informações. MÚSICA TEM O PODER DE MUDAR AS PESSOAS!

Desenvolvidos com tecnologia SMD (Semi Metalic Disc), os CDs são produzidos pela empresa Microservice e têm minutagem menor que a dos Cds comuns. Já a qualidade é a mesma, porém com custo de fabricação muito menor. QUEBRA TUDO NA PRODUÇÃO!

A máquina informa ao consumidor os custos "em real" do que está levando para casa. Custo de fabricação: R$ 1,50; imposto: R$ 0,50; artista: R$ 1,50; vendedor: R$ 1,00; eletrocooperativa: R$ 0,50; total: R$5,00. SHOW DE TRANSPARÊNCIA!!!

Assista ao video do projeto, SHOW!

   

Ambiente de trabalho.

O que você mais gostaria de mudar no seu ambiente de trabalho?

Agenda de Junho.

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Está inaugurada uma nova área dentro do blog da BIZ: AGENDA QUEBRA TUDO!

A idéia é relacionar os eventos mais importantes que vão acontecer no mês que está se aproximando, eventos nacionais ou internacionais.

Eu espero que TODOS contribuam de maneira positiva, apontando eventos na sua região ou cidade ou planeta que possa interessar a outras pessoas.

A AGENDA QUEBRA TUDO começa com o mês de JUNHO.

Confira.

1o de Junho, China. A China consome mais de 1 trilhão de sacos plásticos por ano, 20% do consumo mundial. A partir de 1o de Junho, a China vai proibir o uso de sacos plásticos nas lojas de varejo. A produção de sacos plásticos consome 37 milhões de barris de petróleo por ano na China.

1o de Junho, Suécia. 1.500 empresários donos de jornais do mundo inteiro vão se reunir no World Newspaper Congress para discutir principalmente qual é o futuro do negócio deles frente a internet.

2 de Junho, São Paulo. Centenas de decoradores estão reunidos durante todo o mês até 9 de Julho na CasaCor no Jockey em São Paulo. Super programa para abrir a mente para idéias de bom gosto e design.

3 de Junho, São Paulo. A 24o Fispal acontece no Anhembi em São Paulo. A Fispal é a feira das embalagens e processos para as indústrias de alimentos e bebidas.

3 de Junho, Taipei. A Computex 2008, maior feira de tecnologia da Ásia começa em Taipei.

4 de Junho, África do Sul. A África tem crescido 5% ao ano nos últimos 4 anos. No dia 4 começa o Fórum Econômico Mundial na Cidade do Cabo. Líderes de todo o planeta vão discutir como ajudar a África a crescer e prosperar.

5 de Junho, Mundo inteiro. Dia Mundial do Meio Ambiente, procure fazer alguma coisa eco-correta pelo menos nesse dia.

9 de Junho, Califórnia. Steve Jobs deve anunciar o lançamento do iPhone 2.0 3G e outras coisas mágicas que só a Apple faz. TODOS os olhos da indústria de tecnologia estarão voltados para esse evento. O que será que o Steve Jobs vai anunciar? A palestra de Jobs acontece dentro do evento Apple Worldwide Developers Conference.

11 de Junho, Viena. Galãs de 69 países vão discutir a exploração comercial do espaço e o que fazer com todo o lixo de equipamentos (satélites etc) que está voando sobre as nossas cabeças.

11 de Junho, São Paulo. Acontece o 1o Happy Revolution, no Victoria, eu quero ver você lá para trocar idéias.

13 de Junho, Mundo inteiro. Estréia o segundo filme do Hulk para quem gosta de quadrinhos e heróis verdes.

15 de Junho, Cannes. O 55o Festival da Propaganda de Cannes começa na França com a palestra de rupert Murdoch que uma certa vez disse, "O que nós temos que fazer para ser relevante para os nativos digitais?".

18 de Junho, São Paulo. 4o evento e web seminário da série HollywoodCEO: Visão Revolucionária na Livraria Cultura em São Paulo ou via internet. NÃO PERCA!

20 de Junho, São Paulo. Curso MARKETING PARA PEQUENAS EMPRESAS. Eu vou mostrar práticas e filosofia de marketing de alto impacto para os pequenos empresários que estão afim de crescer.

23 de Junho, Atlanta. 2 mil mulheres de negócios vão se reunir durante quatro dias para falar sobre negócios e mulheres. Até palestra sobre a Arte da Guerra para mulheres vai rolar. O evento chama-se Women in Business Conference. Alguma notícia sobre algo similar no Brasil?

24 de Junho, Nordeste. O São João no Nordeste é uma espécie de 2o Natal para os nordestinos. O Nordeste está em festa durante o mês de Junho. Se você vende para o Nordeste, inclua o São João nas suas atividades de vendas.

25 de Junho, São Paulo. Curso DE VENDEDOR PARA GERENTE DE CLIENTES. Paulada na cabeça de vendedor tirador de pedido, um dia inteiro de transformação e renovação para o vendedor. VENHA!

27 de Junho, mundo inteiro inclusive no Brasil. Estréia o nono longa animado da Pixar. O filme parece ser um TESÃO, chama-se WALL-E. Levou 14 anos para ficar pronto. Confira o trailer do filme no web site do filme. Simplesmente fantástico.

30 de Junho, Seatlle. Último dia de trabalho do Bill Gates a frente a Microsoft. Ele se aposenta da Microsoft para tocar a Bill Gates Foundation em frente.

30 de Junho, São Paulo. O prefeito Kassab assinou a lei que proibe caminhões na cidade nos horários de picos algumas semanas atrás. A partir do dia 30 os caminhões estão proibidos na cidade. Essa é uma das várias medidas drásticas para diminuir o trânsito na cidade. Os caminheiros estão chiando. Kassab responde, "São Paulo vai pagar o preço que tiver que pagar".

Sintam-se a vontade para acrescentar idéias aos eventos de JUNHO.

Hoje eu tô rockeiro.

Minto, todo dia eu tô rockeiro. Hoje deu vontade de ressuscitar uma música dos anos oitenta que é um verdadeiro hino de exércitos. Quando as vendas estiverem baixas, coloca essa música no talo na área de vendas. Mesmo que você aparentemente não goste do estilo, ouça até o fim, tem melodia, tem ritmo, tem coral, tem parte lenta, Manowar, Battle Hymm.

29/05/2008

Reuniões devem ser produtivas.

Reuniões podem ser bastante produtivas mas podem ser também um verdadeiro desperdício de tempo e dinheiro. Aqui vão mais algumas idéias que podem ajudá-lo a gerenciar melhor as suas reuniões.

Toda reunião para ser produtiva deve ter: o seu Propósito, a sua Agenda e o seu Tempo de Duração. Se um desses itens faltar, a reunião não deve ser realizada. 

Você deve ser capaz de definir o propósito de uma reunião em uma ou duas sentenças, por exemplo, “Essa reunião é para planejar a nova campanha de marketing da empresa”. Dessa maneira, todos sabem por que eles estão ali, o que é preciso ser feito, e como saber se todos conseguiram ser bem-sucedidos. 

Defina a agenda. Liste os itens que serão discutidos, revistos, analisados, apresentados etc. Eu gosto de definir um tempo limite para cada item da agenda e identificar uma pessoa responsável para liderar a discussão. 

Defina o tempo de duração. Desde o princípio, defina quando a reunião começa, e às vezes ainda mais importante, quando ela termina.. É incrível a quantidade de gerentes que não sabem terminar uma reunião dentro do horário previsto!!!! Se você ainda tem esse hábito..., PENSE NOVAMENTE!

Não espere pelos outros. Reuniões precisam começar no horário determinado. Não espere pelos atrasados. Não espere por aqueles que precisam ser chamados para uma reunião. Você já não os avisou previamente? Pois então, eles que apareçam no horário. E quando os atrasadinhos chegarem, NÃO VOLTE A REVISAR O QUÊ JÁ FOI FALADO. O tempo daqueles que seguem o horário deve ser respeitado. 

Se o organizador da reunião não chegar no horário, considere a reunião cancelada e volte ao trabalho. 

Quanto tempo esperar até o organizador aparecer pode variar de empresa para empresa, mas eu não esperaria mais do que cinco minutos. 

Tenha o hábito de documentar a reunião. Alguém, além do organizador da reunião, deveria ser responsável por tomar nota daquilo que foi falado durante a reunião. 

O quanto detalhado deve ser essas anotações varia de acordo com a natureza daquilo que foi discutido. O resumo deve conter o nome das pessoas presentes, o que foi discutido, os acordos que foram alcançados, e os próximos passos que foram determinados com datas e seus respectivos responsáveis. 

Assim que a reunião terminar  – não deixe passar mais do que 24 horas -, as anotações devem ser distribuídas para todos os participantes, para aqueles que foram chamados para participar e não compareceram, e para todos aqueles que possam ser influenciados pelas decisões tomadas. O correio eletrônico é a melhor maneira de distribuir as anotações. 

FOCO, FOCO, FOCO!  Toda reunião deve ter uma pessoa determinada para avisar os outros participantes quando esses fogem do tópico que deve ser discutido. Peça por um voluntário no início de cada reunião. O trabalho desse profissional é interromper qualquer discussão que fuja do tema principal. Esses novos tópicos podem ser anotados e virar tema de discussão para as próximas reuniões. Caso surja alguma dúvida sobre determinado assunto estar dentro do foco da reunião ou não, o Organizador da Reunião deve dar a palavra final. 

Reuniões DEVEM SER produtivas! 

Quais são os critérios que você utiliza para escolher clientes?

Além do lugar comum "receita e lucratividade", existem vários outros critérios que você poderia utilizar para selecionar os clientes que devem trabalhar com você.

Alguns desses critérios são:

1. Potencial de receita.
2. Potencial de lucratividade.
3. Compras centralizadas.
4. Muitas oportunidade em muitos locais.
5. Líder de mercado.
6. Efeito positivo nos concorrentes ao ganhar o cliente.
7. Relacionamento entre os executivos.
8. Tecnologias complementares.
9. Reputação pela sua fidelidade com os fornecedores.
10. Rigoroso processo de certificação de fornecedor.
11. Orientação de compras estratégica ao invés de transacional.
12. Casamento cultural entre as empresas.
13. Cumpre em dia com os seus compromissos financeiros.
14. Pode nos ajudar a aprender sobre novas tecnologias.
15. Pode nos ajudar a atingir novos mercados, regiões, clientes.
16. Eles já possuem acordos de fornecimento estratégico com outros fornecedores.
17. Práticas inovadoras de pesquisa e desenvolvimento e produção.
18. Práticas inovadoras de marketing
19. Experiência em competências que não temos.
20. Honestidade, Ética e Transparência nas negociações.
21. Pode se tornar um cliente ou parceiro do nosso produto ou serviço.

Mais alguma coisa?

Windows 7 com iPhone!

Bill Gates e Steve Ballmer mostraram o Windows 7 durante o evento All Things Digital ontem a noite nos EUA. A novidade é o recurso multi-touch que já existe no iPhone.

Os fabricantes de mouses e teclados estão com os dias contados?


Video: Multi-Touch in Windows 7

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