Sustentabilidade.
Um produto que não pode ser feito de maneira sustentável deveria ser fabricado?
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Você só compra produtos produzidos de maneria sustentável?
Posted by: Valter | 30/10/2008 at 05:43 PM
deveria.
pois se tivemos essa atitude partindo das industrias teremos umasociedade sustentavel...
temos que transformar um sistema linear em um ciclo XD
Posted by: Eduardo Alessandro | 30/10/2008 at 09:18 PM
Estamos pensando na extração do Carvao e Minerios????
Posted by: Rafael Souza | 31/10/2008 at 08:24 AM
Evidente que sim!
Isso vale para todos os produtos que nascem como conceito ou mesmo aqueles que representam um custo muito alto para a realidade atual, mas precisamos do desenvolvimento teconologico para aprimorar, aperfeiçoar, como um laboratório.
Alfredo
Posted by: Alfredo Aguiar | 31/10/2008 at 10:02 AM
??? Será que foi mesmo o Ricardo o autor dessa pergunta.
Posted by: Alfredo Aguiar | 31/10/2008 at 10:03 AM
Ricardo,
Não tem muito a ver com a pergunta, mas queria te contar uma história que aconteceu comigo.
Fui fazer uma entrevista de emprego e o entrevistador me perguntou como eu criaria novos negócios a partir da estrutura atual dos Correios.
Conversamos sobre algumas idéias, quando ele falou: "Outra coisa é que você pode usar o carro como espaço de divulgação de marcas."
Eu respondi que não achava que daria certo, pois a taxa de retenção seria muito baixa, então não é um investimento que compensaria muito para o anunciante.
Bom, se isso funcionaria ou não é discutível, mas o que eu queria comentar é o que ele me falou a seguir: "Isso não importa. Você coloca a marca, divulga, depois você já vai ter ganhado dinheiro mesmo".
Além de pensar em fabricação sustentável, talvez devessemos aprender a pensar em produtos e comercialização sustentável.
O que você acha? Queria muito a sua opinião.
Posted by: Dri | 31/10/2008 at 11:02 AM
Dri,
Você falou de aspirinas e urubus enquanto chupava cana e assobiava. Seria você uma espécie de Mateus de saias???
Forte abraço,
Gabriel Peixoto
desafio biz: Alguém consegue traduzir o que esta moça quis dizer???
Posted by: Gabriel Peixoto | 31/10/2008 at 11:25 AM
Gabriel,
Precisa ser tão mal educado?
Se não entendeu, é só perguntar de forma direta.
Posted by: Dri | 31/10/2008 at 01:58 PM
Dri,
Já pude perceber que vocês não foram apresentados.
Mas... esquenta não. Com o tempo, você se acostuma!!
Att..
Enrico Cardoso.
Posted by: Enrico Cardoso | 31/10/2008 at 02:10 PM
Pensando sustentavelmente tal produto não deveria ser fabricado.
O que ocorre é que a maioria das pessoas não tem a preocupação em saber se o produto é fabricado de maneira sustentável ou não e nem deixariam de comprá-los.
Penso que o que podemos fazer é cobrar para que os impactos negativos de produtos de primeira necessidade sejam os menores possíveis, colaborando assim pra tão desejada sustentabilidade.
Produto fabricado de maneira não sustentável = pessoas pra comprar.
Enquanto tiver pessoas comprando produtos não-sustentáveis, teremaos produtos fabricados de maneiras que agridem o ambiente. Independente se achamos isso certo ou não.
Att.,
Suzan Marques
Posted by: Suzan Marques | 31/10/2008 at 02:14 PM
Desculpa Dri, mas também não entendi o seu ponto de vista.
Qual a moral da história?
Cordialmente,
Mariana Cavalcante
Posted by: Mariana | 31/10/2008 at 02:49 PM
Suzan,
você está correta em sua colocação. A educação sócio-ambiental deve estar aliada à preocupação de se criarem produtos com menor impacto ao meio-ambiente.
A praticidade nos leva ao consumo que degrada a natureza. Acredito que com muito esforço nossos netos serão consumidores mais conscientes. Isso é claro se ainda tiver algum rio limpo pra eles nadarem...
abraços
Julio Macedo
Posted by: Julio Macedo | 31/10/2008 at 03:12 PM
Susan e Júlio, permitam-me invadir o bate bola de vocês mas preciso que vocês respondam-me uma coisa: Os Pais de vocês devem ter ensinado que pilhas e baterias de celular dão em árvore. Vocês ainda acreditam nisto???
Forte abraço,
Gabriel Peixoto
Outro dia, tive que livrar uma aluna das garras da turma do fundão, por que ela declarou em público que achava que o macarrão era isento de IPI por ser produto agrícola...
Posted by: Gabriel Peixoto | 31/10/2008 at 04:03 PM
Acho que nós pobres mortais, com 100% de falta, nos considerados melhores centros academicos, ainda, estamos mais preocupados com nossa própria sustentabilidade.
Um abraço do comprador inveterado Toni.Bili
Posted by: Toni.Bili | 01/11/2008 at 07:29 PM
Beleza Gabriel!!!
Cara, eu não sou um "neo-eco-chato". Pra dizer a verdade sou um amante do conforto e praticidade do mundo moderno e seus produtos "não sustentáveis" - pilhas, garrafas pet, petróleo e seu derivados, controle remoto... enfim...
Mas acredito que a pergunta trouxe a todos a reflexão de que uma "revolução verde" é urgente - não um retrocesso ao que já foi conquistado, mas a busca pelo equilíbrio.
A "revolução" que imagino está ligada ao debate, atitude e conscientização. Também ao trio: reciclagem, reutilização e redução.
"Um produto que não pode ser feito de maneira sustentável deveria ser fabricado?"
Se não podemos "sustentar" ou "suportar" ou "conviver" com o que fabricamos e consumimos, deveriámos fabricá-lo?
PS.: fala pra tua aluna que o macarrão verdinho leva corante... hehehehehhe
Posted by: Julio Macedo | 03/11/2008 at 09:07 PM
Júlio,
Passei os últimos dois anos fazendo cursos e certificando empresas na área ambiental. Está tudo errado. Aquele vídeo "a história das coisas" reflete a mais pura realidade.
Imagine a cena: Uma equipe de PHd's acaba de certificar um hotel como ambientalmente responsável, socialmente justo e econômicamente viável. Isto sai em revistas especializadas e sites governamentais. Daí o dono do empreendimento te chama um certo dia querendo saber como mandar legalmente uma funcionária de 15 anos pra rua por justa causa (pra não pagar FGTS), ou então te mostra um catálogo com moças de 18 a 23 anos (ou menos) que ele oferece aos clientes vip's. E agora? o que você faz? É que nem o combate a droga via repressão: com pouca oferta e muita demanda, isto faz o preço subir e os caras aqui embaixo vão precisar assaltar mais pessoas para comprar a mesma quantidade.
Qual a solução? Simples: importar os modelos da Coréia do Sul, Finlândia e até nossa vizinha Colômbia...
Forte abraço,
Gabriel Peixoto
O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta.
Posted by: Gabriel Peixoto | 04/11/2008 at 08:54 AM