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O ano começa com quatro eventos fantásticos, talvez os melhores do ano inteiro: CES, MacWorld, Big Show da NRF e o Campus Party. Confira.
8 a 11 de Janeiro, CES 2009, Consumer Electronic Show em Las Vegas, a mega blaster exibição de produtos de tecnologia para os apaixonados por gadgets e informática como eu. Esse ano eu não vou, e só de ler o que vai rolar por lá eu já fico com coração partido por não ir. A CES é a Meca para quem vende produtos de tecnologia, é um lugar que todo gadgetiano tem que ir antes de morrer.
11 a 14 de Janeiro, Big Show da NRF, 98a edição do maior e melhor evento sobre varejo do mundo. Dezenas de caravanas de brasileiros migram par Nova Iorque todos os anos em busca dos novos conceitos mostrados no Big Show. Simplesmente show!
5 a 9 de Janeiro, MacWorld, São Francisco, o big evento anual da Apple para a comunidade de macmaníacos. A edição desse ano será a última edição patrocinada pela Apple, e a primeira edição que não contará com o tradicional discurso de Steve Jobs. O iPhone, o iTunes, o Safari, o MacBook Air são alguns dos produtos lançados nos últimos anos durante as palestras de Steve Jobs.
12 a 15 de Janeiro, 36o Couromoda, São Paulo, big mega blaster evento sobre calçados, artigos esportivos e artefatos de couro. Realizado em Sampa há 36 anos. São 1.100 expositores que respondem por 90% da produção brasileira da moda, tecnologia e marketing de calçados e couro. Presença de mais de 3 mil marcas.
17 e 19 de Janeiro, Elton John, São Paulo e depois Rio de Janeiro, Arena Skol e Praça da Apoteose, imperdível.
19 a 25 de Janeiro, 2o Campus Party Brasil, vai rolar de novo, o mais maluco dos eventos de tecnologia "alternativa". Desse vez o evento acontece no Espaço Imigrantes em São Paulo, com espaço para 4 mil campuseiros. Confira o blog oficial do evento.
21 de Janeiro, 1o HollywoodCEO do ano, filme: Lutero, tema: empreendedorismo corporativo. O HollywoodCEO acontece na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos.
E Você? Quais eventos sugere?
1. Os países do primeiro mundo continuarão ou entrarão em recessão.
2. Os novos negócios estão nas tendências emergentes e mudanças de comportamento.
3. As duas maiores áreas de impacto sobre a vida das pessoas são: meio ambiente e tecnologia.
4. As demissões vão aumentar.
5. Aposentadoria não tem mais nada a ver.
6. As pessoas vão perseguir novas maneiras de se divertir com os velhos brinquedos.
7. As empresas vão perseguir eficiência de energia, energias alternativas será parte da estratégia.
8. As marcas vão adotar uma palavra: AUTENTICIDADE.
9. As coisas continuarão a diminuir de tamanho, exemplo: projetores do tamanho da palma da mão.
10. O celular será o hub de tudo.
11. O entretenimento irá se expandir, contéudo será desenhado para consumo e interação simultaneamente.
12. O Playlists dos autores fará companhia ao livro na hora da venda.
13. Os empreendedores e executivos precisarão cada vez mais e mais de coaching.
14. Social mídia será a principal plataforma de marketing para 2009.
15. Qualquer serviço relacionado a limpeza do meio ambiente será bem sucedido.
16. Qualquer serviço relacionado a saúde e home care será bem sucedido.
17. Qualquer produto relacionado a beleza será bem sucedido, as pessoas estão ficando velhas, mas ninguém quer parecer velho. Anti-aging é a bola da vez.
18. Lojas de descontos continuarão em alta, a lá Wal-Mart nos seus primeiros anos.
19. Qualquer produto ou serviço para o público AAA que consome luxo será bem sucedido.
20. Qualquer serviço de tecnologia será bem sucedido, exemplo: Aulavox, Skype, Salesforce.
21. Apesar da crise, ou ainda mais com a crise, as pessoas precisarão de ajuda para administrar as suas contas pessoais e empresariais.
22. Web, web, web, web apps, mobile apps, video on-line, blogging, consultoria.
23. Reciclagem, do lixo para o luxo.
24. Qualquer produto ou serviço para animais domésticos será bem sucedido. As pessoas estão sozinhos, a saída é apelar para o cachorrinho.
25. O número de empresas home based será cada vez maior. (ArmRebel está aqui!)
26. A fórmula do marketing para 2009 é: 60% dos seus esforços de marketing com clientes existentes, 30% com potenciais clientes existentes, e 10% com o resto do universo.
27. As pequenas empresas vão mostrar para o mundo quem controla o mundo: as pequenas empresas.
O importante é colocar os pés naquilo que você quer ser um dia.
Se for preciso começar COPIANDO alguém, que seja, copie.
Se for preciso começar nas coxas, que seja, comece nas coxas.
Não ouça os especialistas que nunca fizeram o que falam para você fazer.
Em 2009, just do it!
Se o teu sonho é ser escritor, comece escrevendo parágrafos diários em um blog.
Se o teu sonho é ser empresário, comece vendendo docinhos da vovó através do mercado livre ou na vendinha próxima da sua casa.
Se o teu sonho é ser web design, coloque a lojinha mais próxima da sua casa na internet, for free.
A foto acima mostra a mudança da logotipia da Pepsi ao longo dos últimos 100 anos. Veja que a Pepsi começou imitando a Coca-Cola descaradamente. Durante décadas, a Pepsi-Cola era uma cópia açucarada da Coca-Cola. Somente nas últimas décadas a Pepsi começou a migrar para uma identidade própria com produto próprio.
A Pepsi é líder? Ainda não.
Mas quem se importa com isso?
O importante é começar.
Em 2009, seja lá qual for o sonho que você tenha em mente, just do it.
A GM está quebrada. Aquela que um dia foi o grande motor da economia americana está falida, mas a sua falência não é resultado de problemas de câmbio de moedas, dólar ou em função da crise financeira mundial. A GM está quebrada porque os sindicatos de trabalhadores da GM conseguiram regalias décadas atrás que simplesmente está levando a empresa para o buraco nos dias de hoje. A GM está quebrada porque tem que pagar aposentadorias exorbitantes para os ex-funcionários e planos de saúde irreais para os dias de hoje. Aquela que um dia foi a grande fonte de geração de riqueza para as pessoas irá para o buraco por causa das pessoas e o seu desejo de proteção e segurança.
Sabe por que eu não gosto do lula?
Porque o molusco não foi capaz de REFORMAR o Brasil como deveria ter feito. Não tivemos reformas tributárias, não tivemos reformas trabalhistas, não tivemos reformas políticas, não tivemos reforma da previdência. A única coisa que o molusco ignorante e sua corja de ladrões foi capaz de fazer em 8 anos foi distribuir cestas básicas para o povo mais carente.
O exemplo de mediocridade do molusco nesses 8 anos tem reflexos agora em toda corja de medrosos que circulam ao seu redor.
Nesse momento existem algumas leis em Brasília, que se aprovadas, vão aumentar ainda mais o grau de paternalismo que existe no país.
Confira abaixo artigo publicado essa semana pela revista Exame.
Criada por Getúlio Vargas em 1943, no auge do Estado Novo, a legislação trabalhista brasileira prima pelo anacronismo e pelo desestímulo à livre iniciativa. Com sua rigidez, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) acaba empurrando para a ilegalidade a maioria das pequenas empresas, que por sua vez empregam informalmente mais de 40 milhões de brasileiros. Segundo um ranking do Banco Mundial, que a cada ano avalia o ambiente de negócios em 181 países, quando se trata de contratar e demitir, o Brasil desponta na 121a colocação, atrás de economias como a Tunísia e a Albânia. Se depender de uma avalanche de projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional - só na Câmara existem mais de 500 propostas -, o que já era ruim pode ficar ainda pior, justamente em meio a uma das piores crises globais em muitas décadas. Se aprovados, tais projetos de lei criarão ainda mais dificuldade para as contratações em empresas de médio e grande porte. Eclética, a lista de supostas bondades dos congressistas cria ou amplia, à custa do setor privado, uma série de direitos - benemerências que inevitavelmente se voltariam contra os próprios trabalhadores. O bom senso sugere que o país deveria estar buscando exatamente o oposto para atravessar o período difícil, como já vêm tentando algumas das mais importantes empresas do país.
A lista esdrúxula é encabeçada pelo projeto de autoria do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que pretende conceder a estabilidade no emprego por um ano ao trabalhador cuja companheira estiver grávida. Segundo Chinaglia, o projeto "reintroduz um pouco de solidariedade nas relações econômicas". Aprovado na Câmara, o texto, que seguirá em 2009 para o Senado, condena o empregador que desrespeitar a norma a pagar uma multa de 18 meses de salário ao empregado. Igualmente generoso, um projeto do senador Paulo Paim (PT-RS) defende a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem diminuição de salários e se tornou a principal bandeira sindicalista no Congresso. Aliás, a bancada sindical, uma das mais poderosas do Parlamento, conta com mais de 60 integrantes, a maioria dos quais pertencente à base governista. "Introduzi o projeto de redução da jornada porque os trabalhadores merecem se beneficiar do avanço da tecnologia, já que as máquinas estão substituindo o trabalho humano", diz Paim. Além de propostas como essas, há os que pretendem abolir a demissão sem justa causa, criar cotas de emprego para minorias e aumentar em até 100% o valor pago por horas extras. "Se esses projetos virarem lei, o tiro vai acabar saindo pela culatra para os empregados", diz o sociólogo José Pastore, da Universidade de São Paulo, um especialista em relações do trabalho. "Toda vez que a porta de saída do emprego é fechada, o mesmo acontece com a porta de entrada, pois as empresas ficam mais relutantes em contratar." Segundo cálculos de Pastore, se aprovado, o projeto de redução da jornada de trabalho deve aumentar os custos das empresas em 10%, inibindo a criação de novos empregos. Ainda de acordo com Pastore, em 2009, em razão da desaceleração da economia brasileira, pelo menos 1 milhão de postos de trabalho deixarão de ser criados - um complicador e tanto para um país que recebe anualmente 2,5 milhões de jovens candidatos a um emprego.
Diferentemente do que o senador Paim preconiza, num cenário adverso como o atual, o avanço tecnológico tende a beneficiar os trabalhadores cujos países tenham mercados de trabalho mais competitivos. Alguns desses países estão num estágio de desenvolvimento muito inferior ao do Brasil - em boa parte da Ásia, por exemplo, não há nenhum tipo de proteção ao trabalhador. À medida que os países avançam, é natural - e saudável - que adotem leis que dêem alguma ordem às relações de trabalho. É o caso da China - onde o emprego de mão-de-obra barata gerou enorme riqueza com sua transformação numa espécie de fábrica do mundo. Desde janeiro, o governo chinês impôs uma legislação trabalhista que cria um salário mínimo e limita as horas extras e os contratos de trabalho temporário. O problema é que, numa economia globalizada, muitas empresas preferem migrar exatamente para as nações menos desenvolvidas para fugir do custo trabalhista. A própria China vê algumas companhias, como a fabricante japonesa de câmeras digitais Olympus, transferir fábricas para países como o Vietnã. Há como escapar dessa armadilha? "A solução passa pela adoção de relações trabalhistas flexíveis e pela produtividade, com um esforço contínuo de qualificação da mão-de-obra", diz Ronald Seeber, vice-diretor da escola de relações trabalhistas da Universidade Cornell, nos Estados Unidos.
Infelizmente, o Brasil sofre nas duas áreas. Por um lado, o investimento em educação básica e qualificação dos trabalhadores é um fenômeno recente que levará décadas para dar frutos. Por outro, a rigidez das leis trabalhistas associada ao lobby sindical é um enorme empecilho à criação e à manutenção de empregos, especialmente em tempos difíceis. Não se trata de querer copiar países como o Vietnã. O ponto é retirar da lei brasileira excessos que não fazem mais sentido. Recentemente, durante reunião convocada pelo governo para discutir medidas anticrise com 29 líderes empresariais, foi proposto que os contratos de trabalho de empresas com grandes estoques - resultado da queda abrupta de demanda - fossem flexibilizados temporariamente. A sugestão também foi feita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo presidente da Vale, Roger Agnelli, que não esteve na reunião no Palácio do Planalto. Excepcional, tal medida tem um precedente na história recente do país, tendo sido tomada durante a crise econômica de 1998. Por meio de um acordo da Volkswagen com o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo - que nos anos 70 foi o berço do então líder trabalhista Lula -, a fim de preservar 6 000 empregos, os operários concordaram com um corte de 15% nos salários. Celebrado entre o sindicato, a Volks e empresas de autopeças, o acordo não precisou de autorização do Congresso.
Mesmo quando conta com o apoio dos sindicatos, esse tipo de acordo implica dois grandes riscos para as empresas. O primeiro seria uma possível tentativa, por parte da Procuradoria do Trabalho, de anulação do acordo. O segundo risco é que trabalhadores demitidos posteriormente pela empresa - como ocorreu com a própria Volks - entrem na Justiça para reaver integralmente, com juros e correção monetária, o pagamento retroativo de direitos previstos pela lei. "São riscos pesados e que levam muitas empresas a optar pela demissão pura e simples", diz Pastore. É por isso que hoje, para se resguardar desses riscos, as empresas pressionam o governo e os parlamentares a desenvolver um acordo amigável e inquestionável do ponto de vista jurídico. Ele poderia ser feito com o envio de uma medida provisória ao Congresso. Segundo Armando Monteiro Neto, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), as empresas têm pressa para negociar medidas que evitem demissões de funcionários no retorno das férias coletivas, já no começo de 2009. "Queremos discutir a redução da jornada com a respectiva redução de salário e a suspensão temporária dos contratos de trabalho", diz Monteiro Neto. "Além disso, pode ser considerada a redução dos encargos trabalhistas sobre uma parcela da remuneração."
Da parte do governo, além de ouvir as sugestões dos empresários, Lula tem dito que pretende estimular as negociações diretas entre as empresas e os empregados, mas que não quer se envolver diretamente nas discussões. "Quanto mais distância o governo tiver da relação capital e trabalho, melhor", diz Lula. Cauteloso, para não melindrar os sindicatos - que serão um poderoso trunfo eleitoral na campanha presidencial de 2010 -, o governo só deverá considerar seriamente a proposta de flexibilização ao longo do primeiro trimestre de 2009 caso a crise venha a aumentar expressivamente os estoques das empresas. "Qualquer negociação a esse respeito requer necessariamente o apoio dos sindicatos", diz uma fonte do Planalto. Paralelamente, técnicos dos ministérios do Trabalho e da Previdência estudam mecanismos para a redução de encargos, que representam um custo de 103% sobre a folha de pagamentos das empresas. "Já que boa parte dos encargos não vai para os salários, como é o caso da contribuição previdenciária patronal, o corte poderia fazer parte de um pacto entre governo, patrões e sindicatos", diz André Figueiredo Lima, secretário executivo do Ministério do Trabalho.
Antes mesmo de se sentar com os empresários, porém, a Central Única dos Trabalhadores enviou-lhes uma resposta em tom de ameaça. "A CUT e seus sindicatos filiados organizarão mobilizações e greves para forçar o empresariado e o governo a adotar instrumentos explícitos e firmes em defesa dos empregos e salários", disse em nota Artur Henrique da Silva, presidente da central. Ciente de seu poder de pressão, assim que terminarem as férias parlamentares, a CUT já planeja enviar uma caravana de sindicalistas ao Congresso para demonstrar repúdio à proposta dos empresários e, de quebra, reivindicar a aprovação do projeto que reduz a jornada de trabalho sem corte de salários. No Congresso, os sindicalistas contam com o apoio declarado da base governista, que se opõe à idéia da flexibilização, mesmo em caráter temporário. "Não cogitamos apoiar nada nesse sentido, porque isso seria uma violência contra os direitos adquiridos dos trabalhadores", diz o deputado Maurício Rands (PT-PE), líder do governo na Câmara. Para evitar atritos com os sindicatos, uma alternativa à flexibilização já considerada pelo Planalto é a extensão do seguro-desemprego caso a crise se prolongue pelo segundo semestre de 2009. A conta iria para os contribuintes.
Em boa medida, a resistência dos sindicatos e da base governista está alicerçada na própria lei. Isso acontece porque, durante a Constituinte de 1988, grande parte da legislação trabalhista foi incorporada à Constituição, que contém detalhes sobre o regime de férias e o pagamento de 13o salário e de horas extras. "A constitucionalização da lei trabalhista criou uma enorme dificuldade para sua modernização, já que uma reforma no setor teria de emendar a Constituição", diz o economista Arnaldo Pipek, advogado especialista em direito do trabalho. Uma solução de longo prazo seria a aprovação de uma emenda que mantivesse os direitos trabalhistas, mas abrisse a possibilidade de negociação para quem o desejasse. Mas, para chegar a um consenso com os sindicatos, os empresários teriam de vencer uma imensa barreira cultural - ou ideológica - que reza que, em vez de ser parceiros na busca da geração de riquezas, patrões e empregados são irremediavelmente adversários. É tal mentalidade, aliada ao paternalismo, que contamina as relações trabalhistas no país.
Já nos Estados Unidos e no Japão, as negociações entre empresas e empregados costumam ser diretas e os principais parâmetros para a concessão de aumentos são a produtividade e o cenário econômico. Um bom exemplo disso são as difíceis negociações entre as três maiores montadoras americanas e o poderoso sindicato United Auto Workers (UAW), de Detroit, pela obtenção de um pacote de socorro do governo. Como parte do processo, as partes envolvidas tiveram de abrir seus números. Graças aos direitos trabalhistas obtidos durante as últimas décadas pelo UAW, soube-se que os carros fabricados por GM, Ford e Chrysler são hoje 36% mais caros que os produzidos por montadoras japonesas nos Estados Unidos. "Esse caso ilustra bem a importância da transparência", diz Ronald Seeber. "Só a flexibilização das relações pode assegurar ganhos ou reduzir perdas para empresas e empregado. Fonte: Revista Exame.
Infelizmente, o governo do molusco topeira não vai aproveitar os 8 anos que o povo lhe deu para REFORMAR DE VERDADE um país paternalista como o Brasil. A coisa só vai piorar. O empreendedorismo que no país existe apenas por necessidade e não por inovação vai continuar predominando por algum tempo. Até, algum político de coragem aparecer por Brasília e canetar medidas SÉRIAS, necessárias e não populistas.
O capitalismo do século 21 REQUER funcionários empreendedores, REQUER "FREE AGENTS" dentro das empresas e não um bando de parasitas que fazem de tudo para preservar empregos e trabalhos ultrapassados.
Quem trabalha ou já trabalhou em empresas multinacionais ou empresas com mais de 100 funcionários sabe o quanto burrocrática as empresas ficam. Confira a história do holandês que chegou na presidência da Unilever no Brasil e botou os big shots para correr.
Você sabe quantos jovens com MBA ou pessoas com paixão e emoção é possível contratar se demitirmos aquele diretor ou vice-presidente preguiçoso que trabalha na sua empresa?
COM CERTEZA, MUITOS!!!
Confira a conta do holandês.
Em setembro de 2007, quando o holandês Kees Kruythoff foi anunciado como o novo presidente da subsidiária brasileira da gigante de consumo anglo-holandesa Unilever, os executivos locais temeram pelo pior. Afinal, a companhia vinha de mais de cinco anos de uma reestruturação que parecia não ter fim - no processo, liderado pelo então presidente Vinicius Prianti, mais de 3 000 pessoas perderam o emprego. Os espíritos, portanto, estavam sensíveis. E as primeiras informações divulgadas sobre Kruythoff só fizeram aumentar a tensão: sua experiência na Unilever da África do Sul deu-lhe fama de cortador de custos impiedoso. Ou seja, o que já estava ruim iria piorar, pensaram os mais pessimistas. Mas o novo presidente chegou e logo desfez a impressão de que não passava de um trator sem sentimentos. Sorridente, cabelo comprido (pelo menos para os padrões da alta gerência nacional) e informal, Kruythoff conquistou a simpatia dos funcionários. Parecia, afinal de contas, que o carismático holandês não mudaria tanta coisa assim - quem pensou dessa maneira, no entanto, errou feio.
A primeira atitude de Kruythoff foi, justamente, cortar - e na diretoria. Desde que ele chegou, 12 dos 40 diretores foram dispensados ou pediram demissão. E quatro dos nove vice-presidentes foram promovidos ou recrutados no mercado. "Precisávamos que todas as pessoas que trabalhassem aqui tivessem paixão pelo negócio e muita energia", diz Kruythoff. Um dos principais problemas detectados pelo holandês foi uma cultura avessa à tomada de decisões de forma ágil - uma espécie de "assembleísmo". Até então, todas as decisões na Unilever Brasil eram tomadas por consenso entre as áreas envolvidas em determinado projeto. Isso, claro, após uma análise de dezenas de cenários possíveis. Hoje, o lema é o seguinte: "Com 70% de certeza... decida". Kruythoff também eliminou o que considerava trabalho desnecessário. Era comum que a apresentação dos executivos tivesse 130 slides (você leu certo: 130 slides). Hoje, uma apresentação com mais de dez slides pega mal. Finalmente, foram proibidas reuniões antes das 9 da manhã e depois das 5 da tarde. "Esse era um problema dramático na Unilever", diz um executivo que deixou a empresa recentemente. "Eu passava quase dois terços do dia preso em reuniões, e sobrava pouco tempo para pensar no que realmente interessava."
A conseqüência prática de tanta lentidão vinha sendo uma enorme dificuldade de se ajustar às mudanças do mercado brasileiro. Nos últimos anos, a Unilever mundial passou por uma gigantesca reformulação com o objetivo de simplificar a linha de produtos. Mais de 1 200 marcas foram eliminadas em escala global (havia 1 600). A racionalização, contudo, não tornou a empresa mais competitiva no mercado brasileiro - na verdade, ela vem perdendo participação em vários segmentos. Enquanto as marcas globais da Unilever adotam a mesma estratégia para centenas de países, empresas locais, como a Hypermarcas, fundada por João Alves de Queiroz Filho, o Júnior, ex-dono da Arisco, fazem o que bem entendem. "Eles podem se enquadrar no gosto local mais rapidamente", diz Ricardo Fernandez, analista de consumo da Itaú Corretora. A participação de mercado da divisão de sorvetes Kibon, por exemplo, caiu de 47%, em 2004, para os atuais 40%, (VIVA O SORVETE DO ROCHINHA!!!) de acordo com dados da ACNielsen. Na área de caldos, temperos e condimentos, que engloba as marcas Knorr e Arisco, a redução foi de 42%, em 2001, para 37%, em 2006, segundo a empresa Euromonitor. E a linha de maionese Hellmann’s perdeu cerca de 2 pontos percentuais de participação em cinco anos. De acordo com especialistas, a Unilever foi mais lenta que alguns dos principais concorrentes para aumentar a importância do Nordeste nas vendas. Estima-se que a participação do mercado nordestino no faturamento da companhia não chegue a 20%, enquanto na rival Nestlé o número ultrapassa 30%.
Até recentemente, uma das táticas usadas pela Unilever para conter a perda de mercado era baixar preços. Kruythoff eliminou essa prática e desenvolveu outras estratégias. Uma pesquisa de quatro meses da consultoria McKinsey identificou que a Unilever tinha espaço para aumentar a participação no pequeno varejo - que vem ganhando cada vez mais importância para grandes marcas, especialmente no acesso aos consumidores de baixa renda. Kruythoff mudou a estrutura de comando da empresa para atender melhor esse tipo de cliente. Até a gestão de Prianti, os diretores respondiam apenas pelas estratégias de venda por categoria de produtos. Um projeto do desodorante Rexona, por exemplo, era desenhado para ser aplicado no país inteiro. Hoje, o plano de uma marca pode ser voltado para determinada rede, considerando as características locais e o perfil dos consumidores. Os diretores agora respondem por canais de venda e regiões geográficas. A drogaria Onofre, uma das maiores redes de farmácias do país, calcula que as vendas de produtos de higiene pessoal da Unilever cresceram 30% nos últimos sete meses. Além disso, Kruythoff investiu em lançamentos para tentar adaptar a engessada estratégia global da Unilever ao gosto local. A pressão sobre a operação brasileira é grande. Das líderes mundiais em bens de consumo, a Unilever é a que tem a maior exposição a países emergentes. O problema é que as vendas da companhia no Brasil crescem ao ritmo médio de 4% ao ano, abaixo do das subsidiárias de China e Índia, segundo apurou a reportagem de EXAME. Hoje, o Brasil é o terceiro maior mercado da Unilever no mundo, atrás de Inglaterra e Estados Unidos, com faturamento de 9,7 bilhões de reais. O objetivo de Kruythoff é transformar o Brasil no segundo maior até 2012 - o que ajuda a explicar por que ele age como se não tivesse um segundo a perder. Fonte: Exame.
Não existem mais limites para o marketing nos dias de hoje. Vale tudo! Quando o cinto aperta, vale tudo. 2009 deve ser o ano das bizarrices no mundo do marketing. Aguardem.
Agora há pouco eu estava assistindo um programa fantástico no History Channel sobre o declínio da civilização Maia. Os Maias, povo milenar que construiu as pirâmides na América Central, reinaram soberanos durante 1.500 anos. Algumas das suas cidades tinham 150 mil habitantes. O calendário Maia, ultra sofisticado para a sua época, previu o final dos tempos com 1.000 anos de antecedência. Para os Maias, tudo termina no ano de 2012. Faltam 4 anos.
Os Maias eram mestres em astronomia, matemática e outras coisas que vocês conseguem descobrir sozinhos ao googlar "Maias" na internet.
Entretanto, os caras eram malucos.
Para segurar a turba do povão em tempos de crise, eles realizavam rituais com sacrifícios humanos onde valia tudo, até arrancar o coração do peito de um cara ainda vivo, ou quase vivo, se é possível estar vivo com alguém metendo a mão no seu peito. (A anestesia ainda não tinha sido inventada naquela época), para fazer os deuses mandarem chuva e prosperidade para a Terra.
Bom, as coisas não mudaram muito. O povo continua místico, dando dinheiro para igrejas, os políticos continuam corruptos, e os espertos continuam nadando de braçada.
Dias atrás, na ânsia de fazer o máximo possível de barulho para lançar um simples sanduiche no Japão, o MacDonalds admitiu que pagou mil yens a 1.000 pessoas para ficarem na fila da loja falando bem do produto para os outros consumidores em fila.
Quer dizer, além de atrasar o atendimento de outos clientes, os caras ainda ficavam vendendo o peixe do produto disfarçados de clientes.
A porta voz da empresa no Japão disse, "Nós queríamos sentir na pele qual seria a qualidade do atendimento e produto no primeiro dia de vendas. Nós não sabíamos que eles iriam fazer o papel de clientes".
Ninguém sabe porque os Maias desapareceram. Os místicos dizem que eles foram abduzidos por ETs. Os religiosos dizem que foi a vontade de Deus. Os políticos dizem que o povo não pagou impostos o suficiente.
Os estudiosos, por outro lado, dizem que a civilização Maia entrou em declínio naturalmente, e que no momento do desespero, o ser humano abre o bico, sai dando tiro para todos os lados, matando os seus semelhantes, deixando de lado os valores que construiram sua majestosa civilização.
Agora é oficial mesmo, NO LINE ON THE HORIZON, o novo álbum inédito do U2, será lançado na segunda-feira dia 2 de Março de 2009. NO LINE será o 12o disco do U2, o último, How to dismantle, vendeu 9 milhões em todo o mundo.
As sessões de gravações do NO LINE começaram em Marrocos no ano passado, continuaram em Dublin, passaram por New York até finalmente terminar em Londres.
A foto acima é uma das fotos oficiais do novo disco.
NO LINE será o primeiro disco do U2 lançado no Brasil com possibilidade de download imediato pela internet. O iTunes, lojinha da Apple, está funcionando no país desde a chegada do iPhone meses atrás, ou seja, no dia 2 de Março, eu e vocês conseguiremos colocar a mão nas faixas do disco a partir do momento em que for colocado a venda na internet.
"NO LINE não se parece com nada que fizemos anteriormente", Edge.
É ISSO AÍ, QUEBRA TUDO U2!!!
Se eu não for o primeiro, serei o segundo a comprar NO LINE pela internet no dia 2 de Março.
QUE VENHA UM U2 MAIS DIFERENTE DO QUE NUNCA!
Os problemas do Typepad, sistema que administra o site/blog da BIZ, foram resolvidos. Todos os comentários estão aparecendo e todo o contéudo continua no site são e salvos. Não foi dessa vez que eu mudei para o Wordpress.
O texto abaixo está publicado no comments do post "4o Vídeo da ArmRebel", o texto expressa o quê eu penso sobre a produção dos vídeos, e o quê isso tem a ver com empreendedores e funcionários burrocráticos.
O Typepad ainda não descobriu qual é a causa dos problemas que estão afetando o site da BIZ e de outros tantos milhões de usuários do sistema. Por alguma razão desconhecida, os novos comentários postados por vocês não estão aparecendo abaixo dos posts apesar de estarem publicados. Boa parte do contéudo do site também desapareceu. Keep walking.
Incertezas, green technology, envelhecimento, débitos, volatilidade, ansiedade, digitalização das coisas, crises climáticas, sustentabilidade, confira as tendências dentro dessas tendências para 2009, aqui.
O Hugo filmou a palestra do Mandic no ResultsON, confira abaixo. O Mandic era cliente da Brasoftware na década de 90. Antes de sair da Siemens, a Brasoftware o ajudou a trazer todos os clientes e dólares que ele cita. Se não fosse a Brasoftware, e o fato de incluirmos a Mandic BBS e depois a Mandic Internet em todas as malas diretas e catálogos da Brasoftware durante uns 4 anos, eu duvido que ele conseguiria chegar lá tão rápido. Ele deveria citar a Brasoftware em todas as suas palestras. Porém, o Mandic é uma figuraça egocêntrica, e eu gosto dele.
Agora é a vez dos discos rígidos ultra portáteis da Iomega aparecerem nos vídeos da Arm. Esse vídeo inaugura a presença de profissionais de outras empresas junto aos nossos rebeldes.
Detalhe: todos os produtos que aparecem nos vídeos - vocês vão perceber que os produtos vão se sofisticar, diversificar etc -, estão sendo emprestados gentilmente por empresas como Logitech, ControleNet, Targus, HP, Microsoft, Epson, APC, Megaware, Samsung, AOC, Symantec, Adobe, Acer, AmazonPC, Netgear, Linksys, 3Com, Lexmark, Xerox, Kingston, D-Link entre outros.
Todas essas empresas e muitas outras estão apostando no projeto da Arm desde o dia zero. Ou melhor, elas estão apostando no empreendedor por trás do projeto, eu, que mesmo com apresentação "feia", mesmo com idéias "commodities", mesmo com vídeos "toscos", está levantando uma empresa com o apoio das melhores do mundo.
O fato de estar compartilhando com vocês o nascimento da ArmRebel Vídeos é com objetivo de ensinar alguma coisa sobre empreendedorismo. Espero que vocês consigam entender a lição.
O blog/site da BIZ está com alguns problemas devido a atualizações que o Typepad fez no software deles nos últimos dias. O Typepad é o sistema de blogs e gerenciamento de contéudo que eu uso por aqui. Existe o problema dos comentários que não aparecem, e existe um problema ainda maior, sumiram centenas, ou até milhares de posts. Eu imagino que os caras do Typepad estejam malucos correndo atrás da solução. O Typepad é usado literalmente por milhões de pessoas em todo o mundo. Imagine se os caras me somem com os posts, que muitas vezes são relatos pessoais, de milhões de pessoas?
No fone do suporte e e-mails eles colocaram uma mensagem automática dizendo que sabem do problema e estão todos virando a noite para resolver. Espero que tudo fique bem nas próximas horas.
O terceiro vídeo está no ar. O vídeo é sobre o Logitech Alto Station, um produto show de bola para usuários de notebook, o Alto Station é uma versão mais sofisticado do Alto Express do vídeo anterior. A fábrica de vídeos da ArmRebel produziu essa semana mais de 15 vídeos que nesse momento estão na ilha de edição.
Você entende a necessidade de informações do seu cliente? O quê você faz a respeito?
E quando se acreditava que os lançamentos do ano haviam terminado, eis que é lançado o melhor livro do ano: WATCHING THE WATCHMEN de Dave Gibbons, 400 páginas, tamanho grandão a lá Dilbert 2.0. O livro é lindo, show, tô devorando página a página, direcionado aos fãs da história, e para criativos e desenhistas que querem conhecer o processo de criação por trás da revolucionária graphic novel.
Eu adoro representações gráficas das coisas. Eu acho simplesmente o máximo o cara transformar toneladas de informações em um resultado visual que facilita o entendimento das coisas. Douglas Engelbart, inventor do mouse do computador, desenhou um mural gigantesco onde ele aponta o surgimento das ferramentas de tecnologia que mudaram para sempre a vida das pessoas. Para visualizar o mural em alta resolução clique aqui.
O mural termina com uma onda gigantesca, como nunca se viu, e com a pergunta "Qual será a próxima grande coisa que vai mudar os paradigmas que conhecemos?".
O mural é anterior ao lançamento do iPhone. Seria o iPhone o surfista acima da crista da grande onda?
Definitivamente.
UMA MUDANÇA EM UM CANTO DO PLANETA AFETA A TODOS!
54 pessoas. Esse foi o número de pessoas presentes no 1o Happy Hour dos amigos da BIZ que acaba de terminar. É isso mesmo, começou as sete da noite e terminou depois da meia-noite.
Eu tenho certeza que o meu objetivo de ver as pessoas iniciarem pelo menos 3 negócios durante o Happy foi superado de longe.
É fantástico descobrir como o mundo é pequeno, e quando você cria um espaço para as pessoas conversarem umas com as outras, elas naturalmente descobrem afinidades e oportunidades.
Em 2009 eu vou promover esse tipo de encontro com grande frequência desde o início do ano.
No final do happy, ficamos debatendo sobre o melhor formato, frequência, objetivos, maneiras de fazer as pessoas agirem e fazerem negócios em um evento como esse. A minha cabeça tá fervendo..., no início do ano, não sei bem quando, eu vou lançar algum tipo de "bizrevolution club rotariana maçônica do bem", onde o mote será "Não pergunte o quanto os outros podem trazer negócios para você, mas o quanto você pode trazer negócios para os outros."
O evento de hoje teve a presença de pessoas fantásticas, com grande experiência de vida e grandes realizações. Não vou ficar citar nomes porque vou cometer a gafe de esquecer alguém. Vou citar apenas 01 pessoa, a Fátima Aparecida da Silva, a única brasileira árbitra de basquete em Olimpíadas. Ela apitou os jogos de Pequim e tem histórias fantásticas para contar sobre as olimpíadas. Confira em um próximo post.
Que venha 2009!
Os clientes compram benefícios não características. O quê você pode fazer para tornar os benefícios do seu produto memoráveis?
No ar o segundo dos 500 vídeos que estão a caminho. O apresentador agora é o Ricardo Lala, um cara realmente ÚNICO. O Lala será um dos VJs da Arm + Gerente de Clientes.
QUEBRA TUDO LALA!!
Enquanto o Dream Team do desenvolvimento levanta a "lojinha", a turma do marketing, vendas, suporte técnico, vídeo, finanças, prepara a ArmRebel para entrar no ar. Da esquerda para a direta, de baixo para cima, Ricardo Lala, Leandro Matozo, Rafael Rossi, Jordão, Leônidas, Enrico, Elen, Marco Aurélio, Marcio, Bruna e Thiago.
A Arm está chegando. Aqui vai mais um drops da Arm, uma presentation rápida, simples e sem firulas que eu estou usando para conversar com os fornecedores.
QUEBRA TUDO ArmRebel!
Eu só tenho uma palavra para descrever o anúncio feito pela DPZ para a Azul Linhas Aéreas Brasileiras que está sendo veiculado essa semana na revista Veja e afins: TESÃO!
Confira abaixo o texto do anúncio:
"Chegou a companhia aérea que vai mudar o jeito do brasileiro voar.
Desculpe pelo tamanho do texto, é que tinha muita coisa para mudar.
Ninguém gosta de ser transportado como se fosse sardinha (na verdade as sardinhas também odeiam). Nós deixamos mais espaço entre as poltronas para você cruzar as pernas.
Nenhum passageiro será tratado como bagagem. Toda bagagem será tratada como passageiro.
Todo mundo tem direito de voar. Tarifas flexíveis: quanto antes você comprar, menos você paga.
50% das pessoas preferem sentar na janelinha e os outros 50% preferem o corredor. Para nós só havia uma solução: aeronaves sem poltrona do meio.
É muito melhor poder escolher alguma coisa gostosa para comer do que só ter alguma gororoba estranha. Uma cesta de snacks para você se servir à vontade.
Todo mundo odeia perder tempo. Mais vôos diretos sem escalas inúteis.
Assistir televisão é infinitamente mais divertido do que ficar contando os buraquinhos de saída do ar-condicionado. Monitores individuais com cinco canais. Breve, em todas as aeronaves.
Se o mundo inteiro acha os aviões brasileiros incríveis, porque diacho nós iríamos comprar aviões do outro lado do mundo? Jatos Embraer 190 e 195 com a tecnologia mais avançada em operação no Brasil.
Olhe que fácil: uma poltrona, um passageiro. Duas poltronas, dois passageiros. Três poltronas, três passageiros. E assim por diante. Nunca, jamais, em hipótese alguma, praticaremos overbooking.
Você espera, espera, esperar, para juntar milhas e, quando está quase lá, elas vencem. Isso é muito chato. Por isso, a Azul tem um programa de milhagem mais fácil de entender, mais rápido para voar.
Tudo novo. Tudo Azul. www.voeazul.com.br
Azul. Linhas Aéreas Brasileiras.
SHOW!!!!!
MATADOR!!!
TESÃO DEMAIS!!!
DIRETO, OBJETIVA, SIMPLES, AUTÊNTICA.
Ao invés de dizer "...mais espaço interno..." como todo mundo diz, eles encontraram uma maneira autêntica, real e verdadeira de dizer "50% gosta da janelinha, 50% gosta do corredor..., aeronaves sem poltrona do meio".
Vivemos na Era da Autenticidade! Eu vou experimentar a AZUL, já fiz a minha inscrição no programa deles, e aposto neles para fazer a Gol, a TAM e agregados se mexerem.
Uma campanha matadora que mescla o marketing da autenticidade com posicionamento de produto com comparação com a concorrência com diferenciais, SHOW! PARABÉNS a DPZ!
Guy Kawasaki fez um visita recente ao escritório da Zappos na Califórnia. A Zappos, para quem não sabe, é um varejo pontocom de calçados acessórios etc que fatura bilhões de dólares nos EUA, e é reconhecida por lá como uma das empresas que tem o melhor serviço de atendimento ao cliente do país.
Durante a sua visita ao escritório da Zappos, Kawasaki tirou algumas fotos das coisas mais interessantes que viu por lá.
Confira logo abaixo o caos organizado que você encontra no escritório da Zappos.
Eu acredito que a principal função de um escritório como esse da Zappos é mostrar para os clientes, parceiros, fornecedores e candidatos a funcionários que o visitam que a turma que trabalha lá é COMPLETAMENTE APAIXONADA pelo que faz.
Uma vez que a missão da empresa é dizer que a Zappos é "powered by service", e "service" significa pessoas, e pessoas apaixonadas pelo que fazem são muito mais comprometidas do que mortos vivos sem alma, a Zappos faz questão de ter um ambiente descontraído que estimula o tesão natural das pessoas pelas coisas.
O que eu achei mais interessante nas fotos:
1. A bola de crachás de visitantes que vai se acumulando.
2. A sala com fotos de todas as pessoas importantes que visitam o escritório, a lá cantinas italianas ou botecos próximos à sua casa.
3. A livraria de livros grátis, não apenas biblioteca, onde o funcionário pode levar para casa os livros que a Zappos recomenda.
4. Os artefatos originais dos tempos da fundação da empresa espalhados pelo escritório, ao invés de criar uma sala fúnebre (museu) que no final das contas ninguém tem tempo para visitar.
5. Os CEOs etc da Zappos não tem sala, eles trabalham nos tradicionais cubos, uma das fotos mostra o cartaz do cubo do CEO, é a foto onde está escrito "Tony Hsieh" e tem um pato do lado.
6. A personalização que cada departamento faz da sua área, o departamento de marketing com a manta simulando um ringue de boxe, o sofá dentro da área de tecnologia etc.
7. A área reservada no estacionamento para o funcionário Zappos "Master of WOW".
ZAPPOS é QUEBRA TUDO!
Eu tenho uma proposta para vocês, que tal eu fazer um post com as fotos dos escritórios de vocês?? Para isso, clique o seu escritório, ou as partes do seu escritório que você considera mais interessante, ou clique apenas você dentro do escritório, e mande para o meu e-mail. Assim que eu tiver as primeiras fotos eu publico por aqui.
Combinado? Cadê as fotos!!!???
Miguel Cavalcanti, frequentador do blog, esteve no curso DE VENDEDOR PARA GERENTE DE CLIENTES duas semanas atrás, e hoje publicou um post sobre o curso no seu blog, confira a opinião dele sobre o curso.
As Corporations mandam no mundo, as maiores já são maiores que a maioria dos países do planeta. Confira, ranking da FastCompany:
1a. ExxonMobil, $ 404,6 bilhões em vendas, é maior que o Egito com $ 403,9 bilhões de PIB.
2a. Wal-Mart, $ 378,8 bilhões em vendas, é maior que a Grécia com $ 370,2 bilhões de PIB.
3a. Shell, $ 355,8 bilhões em vendas, é maior que a Malásia com $ 355,20 bilhões de PIB.
4a. BP, $ 291,4 bilhões em vendas, é maior que a Nigéria com $ 292,6 bilhões de PIB.
5a. Toyota, $ 262,3 bilhões em vendas, é maior que a Argélia com $ 269,2 bilhões de PIB.
6a. Chevron, $ 220,9 bilhões em vendas, é maior que o Vietnam com $ 221,3 bilhões de PIB.
7a. ING Group, $ 212,0 bilhões em vendas, é maior que o Peru com $ 218,8 bilhões de PIB.
8a. ConoscoPhilips, $ 194,5 bilhões em vendas, é maior que a Dinamarca com $ 195,4 de PIB.
9a. GM, $ 181,1 bilhões em vendas, é maior que a Finlândia com $ 182 de PIB (No ano passado o orçamento do governo da Finlândia foi 20% menor que o faturamento da Nokia).
10a. GE, $ 172,7 bilhões em vendas, é maior que o Kazaquistão com $ 167,6 de PIB.
Eu estranhei a presença da Nigéria, Argélia e Vietnam - países "aparentemente" miseráveis -, aparecendo nesse ranking com faturamentos gigantescos. Espero que os governos desses países estejam usando o dinheiro arrecadado com petróleo, turismo, confecção etc para melhorar a vida das pessoas.
NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!
O meu ranking pessoal de séries de TV: 1. Friends, 2. Agente 86, 3. Two and a Half Men, 4. Seinfeld, 5. The Office. The Office é o mais engraçado seriado sobre business já feito. HILÁRIO!
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