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O ano começa com quatro eventos fantásticos, talvez os melhores do ano inteiro: CES, MacWorld, Big Show da NRF e o Campus Party. Confira.
8 a 11 de Janeiro, CES 2009, Consumer Electronic Show em Las Vegas, a mega blaster exibição de produtos de tecnologia para os apaixonados por gadgets e informática como eu. Esse ano eu não vou, e só de ler o que vai rolar por lá eu já fico com coração partido por não ir. A CES é a Meca para quem vende produtos de tecnologia, é um lugar que todo gadgetiano tem que ir antes de morrer.
11 a 14 de Janeiro, Big Show da NRF, 98a edição do maior e melhor evento sobre varejo do mundo. Dezenas de caravanas de brasileiros migram par Nova Iorque todos os anos em busca dos novos conceitos mostrados no Big Show. Simplesmente show!
5 a 9 de Janeiro, MacWorld, São Francisco, o big evento anual da Apple para a comunidade de macmaníacos. A edição desse ano será a última edição patrocinada pela Apple, e a primeira edição que não contará com o tradicional discurso de Steve Jobs. O iPhone, o iTunes, o Safari, o MacBook Air são alguns dos produtos lançados nos últimos anos durante as palestras de Steve Jobs.
12 a 15 de Janeiro, 36o Couromoda, São Paulo, big mega blaster evento sobre calçados, artigos esportivos e artefatos de couro. Realizado em Sampa há 36 anos. São 1.100 expositores que respondem por 90% da produção brasileira da moda, tecnologia e marketing de calçados e couro. Presença de mais de 3 mil marcas.
17 e 19 de Janeiro, Elton John, São Paulo e depois Rio de Janeiro, Arena Skol e Praça da Apoteose, imperdível.
19 a 25 de Janeiro, 2o Campus Party Brasil, vai rolar de novo, o mais maluco dos eventos de tecnologia "alternativa". Desse vez o evento acontece no Espaço Imigrantes em São Paulo, com espaço para 4 mil campuseiros. Confira o blog oficial do evento.
21 de Janeiro, 1o HollywoodCEO do ano, filme: Lutero, tema: empreendedorismo corporativo. O HollywoodCEO acontece na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos.
E Você? Quais eventos sugere?
1. Os países do primeiro mundo continuarão ou entrarão em recessão.
2. Os novos negócios estão nas tendências emergentes e mudanças de comportamento.
3. As duas maiores áreas de impacto sobre a vida das pessoas são: meio ambiente e tecnologia.
4. As demissões vão aumentar.
5. Aposentadoria não tem mais nada a ver.
6. As pessoas vão perseguir novas maneiras de se divertir com os velhos brinquedos.
7. As empresas vão perseguir eficiência de energia, energias alternativas será parte da estratégia.
8. As marcas vão adotar uma palavra: AUTENTICIDADE.
9. As coisas continuarão a diminuir de tamanho, exemplo: projetores do tamanho da palma da mão.
10. O celular será o hub de tudo.
11. O entretenimento irá se expandir, contéudo será desenhado para consumo e interação simultaneamente.
12. O Playlists dos autores fará companhia ao livro na hora da venda.
13. Os empreendedores e executivos precisarão cada vez mais e mais de coaching.
14. Social mídia será a principal plataforma de marketing para 2009.
15. Qualquer serviço relacionado a limpeza do meio ambiente será bem sucedido.
16. Qualquer serviço relacionado a saúde e home care será bem sucedido.
17. Qualquer produto relacionado a beleza será bem sucedido, as pessoas estão ficando velhas, mas ninguém quer parecer velho. Anti-aging é a bola da vez.
18. Lojas de descontos continuarão em alta, a lá Wal-Mart nos seus primeiros anos.
19. Qualquer produto ou serviço para o público AAA que consome luxo será bem sucedido.
20. Qualquer serviço de tecnologia será bem sucedido, exemplo: Aulavox, Skype, Salesforce.
21. Apesar da crise, ou ainda mais com a crise, as pessoas precisarão de ajuda para administrar as suas contas pessoais e empresariais.
22. Web, web, web, web apps, mobile apps, video on-line, blogging, consultoria.
23. Reciclagem, do lixo para o luxo.
24. Qualquer produto ou serviço para animais domésticos será bem sucedido. As pessoas estão sozinhos, a saída é apelar para o cachorrinho.
25. O número de empresas home based será cada vez maior. (ArmRebel está aqui!)
26. A fórmula do marketing para 2009 é: 60% dos seus esforços de marketing com clientes existentes, 30% com potenciais clientes existentes, e 10% com o resto do universo.
27. As pequenas empresas vão mostrar para o mundo quem controla o mundo: as pequenas empresas.
O importante é colocar os pés naquilo que você quer ser um dia.
Se for preciso começar COPIANDO alguém, que seja, copie.
Se for preciso começar nas coxas, que seja, comece nas coxas.
Não ouça os especialistas que nunca fizeram o que falam para você fazer.
Em 2009, just do it!
Se o teu sonho é ser escritor, comece escrevendo parágrafos diários em um blog.
Se o teu sonho é ser empresário, comece vendendo docinhos da vovó através do mercado livre ou na vendinha próxima da sua casa.
Se o teu sonho é ser web design, coloque a lojinha mais próxima da sua casa na internet, for free.
A foto acima mostra a mudança da logotipia da Pepsi ao longo dos últimos 100 anos. Veja que a Pepsi começou imitando a Coca-Cola descaradamente. Durante décadas, a Pepsi-Cola era uma cópia açucarada da Coca-Cola. Somente nas últimas décadas a Pepsi começou a migrar para uma identidade própria com produto próprio.
A Pepsi é líder? Ainda não.
Mas quem se importa com isso?
O importante é começar.
Em 2009, seja lá qual for o sonho que você tenha em mente, just do it.
A GM está quebrada. Aquela que um dia foi o grande motor da economia americana está falida, mas a sua falência não é resultado de problemas de câmbio de moedas, dólar ou em função da crise financeira mundial. A GM está quebrada porque os sindicatos de trabalhadores da GM conseguiram regalias décadas atrás que simplesmente está levando a empresa para o buraco nos dias de hoje. A GM está quebrada porque tem que pagar aposentadorias exorbitantes para os ex-funcionários e planos de saúde irreais para os dias de hoje. Aquela que um dia foi a grande fonte de geração de riqueza para as pessoas irá para o buraco por causa das pessoas e o seu desejo de proteção e segurança.
Sabe por que eu não gosto do lula?
Porque o molusco não foi capaz de REFORMAR o Brasil como deveria ter feito. Não tivemos reformas tributárias, não tivemos reformas trabalhistas, não tivemos reformas políticas, não tivemos reforma da previdência. A única coisa que o molusco ignorante e sua corja de ladrões foi capaz de fazer em 8 anos foi distribuir cestas básicas para o povo mais carente.
O exemplo de mediocridade do molusco nesses 8 anos tem reflexos agora em toda corja de medrosos que circulam ao seu redor.
Nesse momento existem algumas leis em Brasília, que se aprovadas, vão aumentar ainda mais o grau de paternalismo que existe no país.
Confira abaixo artigo publicado essa semana pela revista Exame.
Criada por Getúlio Vargas em 1943, no auge do Estado Novo, a legislação trabalhista brasileira prima pelo anacronismo e pelo desestímulo à livre iniciativa. Com sua rigidez, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) acaba empurrando para a ilegalidade a maioria das pequenas empresas, que por sua vez empregam informalmente mais de 40 milhões de brasileiros. Segundo um ranking do Banco Mundial, que a cada ano avalia o ambiente de negócios em 181 países, quando se trata de contratar e demitir, o Brasil desponta na 121a colocação, atrás de economias como a Tunísia e a Albânia. Se depender de uma avalanche de projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional - só na Câmara existem mais de 500 propostas -, o que já era ruim pode ficar ainda pior, justamente em meio a uma das piores crises globais em muitas décadas. Se aprovados, tais projetos de lei criarão ainda mais dificuldade para as contratações em empresas de médio e grande porte. Eclética, a lista de supostas bondades dos congressistas cria ou amplia, à custa do setor privado, uma série de direitos - benemerências que inevitavelmente se voltariam contra os próprios trabalhadores. O bom senso sugere que o país deveria estar buscando exatamente o oposto para atravessar o período difícil, como já vêm tentando algumas das mais importantes empresas do país.
A lista esdrúxula é encabeçada pelo projeto de autoria do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que pretende conceder a estabilidade no emprego por um ano ao trabalhador cuja companheira estiver grávida. Segundo Chinaglia, o projeto "reintroduz um pouco de solidariedade nas relações econômicas". Aprovado na Câmara, o texto, que seguirá em 2009 para o Senado, condena o empregador que desrespeitar a norma a pagar uma multa de 18 meses de salário ao empregado. Igualmente generoso, um projeto do senador Paulo Paim (PT-RS) defende a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem diminuição de salários e se tornou a principal bandeira sindicalista no Congresso. Aliás, a bancada sindical, uma das mais poderosas do Parlamento, conta com mais de 60 integrantes, a maioria dos quais pertencente à base governista. "Introduzi o projeto de redução da jornada porque os trabalhadores merecem se beneficiar do avanço da tecnologia, já que as máquinas estão substituindo o trabalho humano", diz Paim. Além de propostas como essas, há os que pretendem abolir a demissão sem justa causa, criar cotas de emprego para minorias e aumentar em até 100% o valor pago por horas extras. "Se esses projetos virarem lei, o tiro vai acabar saindo pela culatra para os empregados", diz o sociólogo José Pastore, da Universidade de São Paulo, um especialista em relações do trabalho. "Toda vez que a porta de saída do emprego é fechada, o mesmo acontece com a porta de entrada, pois as empresas ficam mais relutantes em contratar." Segundo cálculos de Pastore, se aprovado, o projeto de redução da jornada de trabalho deve aumentar os custos das empresas em 10%, inibindo a criação de novos empregos. Ainda de acordo com Pastore, em 2009, em razão da desaceleração da economia brasileira, pelo menos 1 milhão de postos de trabalho deixarão de ser criados - um complicador e tanto para um país que recebe anualmente 2,5 milhões de jovens candidatos a um emprego.
Diferentemente do que o senador Paim preconiza, num cenário adverso como o atual, o avanço tecnológico tende a beneficiar os trabalhadores cujos países tenham mercados de trabalho mais competitivos. Alguns desses países estão num estágio de desenvolvimento muito inferior ao do Brasil - em boa parte da Ásia, por exemplo, não há nenhum tipo de proteção ao trabalhador. À medida que os países avançam, é natural - e saudável - que adotem leis que dêem alguma ordem às relações de trabalho. É o caso da China - onde o emprego de mão-de-obra barata gerou enorme riqueza com sua transformação numa espécie de fábrica do mundo. Desde janeiro, o governo chinês impôs uma legislação trabalhista que cria um salário mínimo e limita as horas extras e os contratos de trabalho temporário. O problema é que, numa economia globalizada, muitas empresas preferem migrar exatamente para as nações menos desenvolvidas para fugir do custo trabalhista. A própria China vê algumas companhias, como a fabricante japonesa de câmeras digitais Olympus, transferir fábricas para países como o Vietnã. Há como escapar dessa armadilha? "A solução passa pela adoção de relações trabalhistas flexíveis e pela produtividade, com um esforço contínuo de qualificação da mão-de-obra", diz Ronald Seeber, vice-diretor da escola de relações trabalhistas da Universidade Cornell, nos Estados Unidos.
Infelizmente, o Brasil sofre nas duas áreas. Por um lado, o investimento em educação básica e qualificação dos trabalhadores é um fenômeno recente que levará décadas para dar frutos. Por outro, a rigidez das leis trabalhistas associada ao lobby sindical é um enorme empecilho à criação e à manutenção de empregos, especialmente em tempos difíceis. Não se trata de querer copiar países como o Vietnã. O ponto é retirar da lei brasileira excessos que não fazem mais sentido. Recentemente, durante reunião convocada pelo governo para discutir medidas anticrise com 29 líderes empresariais, foi proposto que os contratos de trabalho de empresas com grandes estoques - resultado da queda abrupta de demanda - fossem flexibilizados temporariamente. A sugestão também foi feita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo presidente da Vale, Roger Agnelli, que não esteve na reunião no Palácio do Planalto. Excepcional, tal medida tem um precedente na história recente do país, tendo sido tomada durante a crise econômica de 1998. Por meio de um acordo da Volkswagen com o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo - que nos anos 70 foi o berço do então líder trabalhista Lula -, a fim de preservar 6 000 empregos, os operários concordaram com um corte de 15% nos salários. Celebrado entre o sindicato, a Volks e empresas de autopeças, o acordo não precisou de autorização do Congresso.
Mesmo quando conta com o apoio dos sindicatos, esse tipo de acordo implica dois grandes riscos para as empresas. O primeiro seria uma possível tentativa, por parte da Procuradoria do Trabalho, de anulação do acordo. O segundo risco é que trabalhadores demitidos posteriormente pela empresa - como ocorreu com a própria Volks - entrem na Justiça para reaver integralmente, com juros e correção monetária, o pagamento retroativo de direitos previstos pela lei. "São riscos pesados e que levam muitas empresas a optar pela demissão pura e simples", diz Pastore. É por isso que hoje, para se resguardar desses riscos, as empresas pressionam o governo e os parlamentares a desenvolver um acordo amigável e inquestionável do ponto de vista jurídico. Ele poderia ser feito com o envio de uma medida provisória ao Congresso. Segundo Armando Monteiro Neto, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), as empresas têm pressa para negociar medidas que evitem demissões de funcionários no retorno das férias coletivas, já no começo de 2009. "Queremos discutir a redução da jornada com a respectiva redução de salário e a suspensão temporária dos contratos de trabalho", diz Monteiro Neto. "Além disso, pode ser considerada a redução dos encargos trabalhistas sobre uma parcela da remuneração."
Da parte do governo, além de ouvir as sugestões dos empresários, Lula tem dito que pretende estimular as negociações diretas entre as empresas e os empregados, mas que não quer se envolver diretamente nas discussões. "Quanto mais distância o governo tiver da relação capital e trabalho, melhor", diz Lula. Cauteloso, para não melindrar os sindicatos - que serão um poderoso trunfo eleitoral na campanha presidencial de 2010 -, o governo só deverá considerar seriamente a proposta de flexibilização ao longo do primeiro trimestre de 2009 caso a crise venha a aumentar expressivamente os estoques das empresas. "Qualquer negociação a esse respeito requer necessariamente o apoio dos sindicatos", diz uma fonte do Planalto. Paralelamente, técnicos dos ministérios do Trabalho e da Previdência estudam mecanismos para a redução de encargos, que representam um custo de 103% sobre a folha de pagamentos das empresas. "Já que boa parte dos encargos não vai para os salários, como é o caso da contribuição previdenciária patronal, o corte poderia fazer parte de um pacto entre governo, patrões e sindicatos", diz André Figueiredo Lima, secretário executivo do Ministério do Trabalho.
Antes mesmo de se sentar com os empresários, porém, a Central Única dos Trabalhadores enviou-lhes uma resposta em tom de ameaça. "A CUT e seus sindicatos filiados organizarão mobilizações e greves para forçar o empresariado e o governo a adotar instrumentos explícitos e firmes em defesa dos empregos e salários", disse em nota Artur Henrique da Silva, presidente da central. Ciente de seu poder de pressão, assim que terminarem as férias parlamentares, a CUT já planeja enviar uma caravana de sindicalistas ao Congresso para demonstrar repúdio à proposta dos empresários e, de quebra, reivindicar a aprovação do projeto que reduz a jornada de trabalho sem corte de salários. No Congresso, os sindicalistas contam com o apoio declarado da base governista, que se opõe à idéia da flexibilização, mesmo em caráter temporário. "Não cogitamos apoiar nada nesse sentido, porque isso seria uma violência contra os direitos adquiridos dos trabalhadores", diz o deputado Maurício Rands (PT-PE), líder do governo na Câmara. Para evitar atritos com os sindicatos, uma alternativa à flexibilização já considerada pelo Planalto é a extensão do seguro-desemprego caso a crise se prolongue pelo segundo semestre de 2009. A conta iria para os contribuintes.
Em boa medida, a resistência dos sindicatos e da base governista está alicerçada na própria lei. Isso acontece porque, durante a Constituinte de 1988, grande parte da legislação trabalhista foi incorporada à Constituição, que contém detalhes sobre o regime de férias e o pagamento de 13o salário e de horas extras. "A constitucionalização da lei trabalhista criou uma enorme dificuldade para sua modernização, já que uma reforma no setor teria de emendar a Constituição", diz o economista Arnaldo Pipek, advogado especialista em direito do trabalho. Uma solução de longo prazo seria a aprovação de uma emenda que mantivesse os direitos trabalhistas, mas abrisse a possibilidade de negociação para quem o desejasse. Mas, para chegar a um consenso com os sindicatos, os empresários teriam de vencer uma imensa barreira cultural - ou ideológica - que reza que, em vez de ser parceiros na busca da geração de riquezas, patrões e empregados são irremediavelmente adversários. É tal mentalidade, aliada ao paternalismo, que contamina as relações trabalhistas no país.
Já nos Estados Unidos e no Japão, as negociações entre empresas e empregados costumam ser diretas e os principais parâmetros para a concessão de aumentos são a produtividade e o cenário econômico. Um bom exemplo disso são as difíceis negociações entre as três maiores montadoras americanas e o poderoso sindicato United Auto Workers (UAW), de Detroit, pela obtenção de um pacote de socorro do governo. Como parte do processo, as partes envolvidas tiveram de abrir seus números. Graças aos direitos trabalhistas obtidos durante as últimas décadas pelo UAW, soube-se que os carros fabricados por GM, Ford e Chrysler são hoje 36% mais caros que os produzidos por montadoras japonesas nos Estados Unidos. "Esse caso ilustra bem a importância da transparência", diz Ronald Seeber. "Só a flexibilização das relações pode assegurar ganhos ou reduzir perdas para empresas e empregado. Fonte: Revista Exame.
Infelizmente, o governo do molusco topeira não vai aproveitar os 8 anos que o povo lhe deu para REFORMAR DE VERDADE um país paternalista como o Brasil. A coisa só vai piorar. O empreendedorismo que no país existe apenas por necessidade e não por inovação vai continuar predominando por algum tempo. Até, algum político de coragem aparecer por Brasília e canetar medidas SÉRIAS, necessárias e não populistas.
O capitalismo do século 21 REQUER funcionários empreendedores, REQUER "FREE AGENTS" dentro das empresas e não um bando de parasitas que fazem de tudo para preservar empregos e trabalhos ultrapassados.
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