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29/12/2008

Molusco, CLT e outros lixos.

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CLT A GM está quebrada. Aquela que um dia foi o grande motor da economia americana está falida, mas a sua falência não é resultado de problemas de câmbio de moedas, dólar ou em função da crise financeira mundial. A GM está quebrada porque os sindicatos de trabalhadores da GM conseguiram regalias décadas atrás que simplesmente está levando a empresa para o buraco nos dias de hoje. A GM está quebrada porque tem que pagar aposentadorias exorbitantes para os ex-funcionários e planos de saúde irreais para os dias de hoje. Aquela que um dia foi a grande fonte de geração de riqueza para as pessoas irá para o buraco por causa das pessoas e o seu desejo de proteção e segurança.

Sabe por que eu não gosto do lula?

Porque o molusco não foi capaz de REFORMAR o Brasil como deveria ter feito. Não tivemos reformas tributárias, não tivemos reformas trabalhistas, não tivemos reformas políticas, não tivemos reforma da previdência. A única coisa que o molusco ignorante e sua corja de ladrões foi capaz de fazer em 8 anos foi distribuir cestas básicas para o povo mais carente.

O exemplo de mediocridade do molusco nesses 8 anos tem reflexos agora em toda corja de medrosos que circulam ao seu redor.

Nesse momento existem algumas leis em Brasília, que se aprovadas, vão aumentar ainda mais o grau de paternalismo que existe no país.

Confira abaixo artigo publicado essa semana pela revista Exame.

Criada por Getúlio Vargas em 1943, no auge do Estado Novo, a legislação trabalhista brasileira prima pelo anacronismo e pelo desestímulo à livre iniciativa. Com sua rigidez, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) acaba empurrando para a ilegalidade a maioria das pequenas empresas, que por sua vez empregam informalmente mais de 40 milhões de brasileiros. Segundo um ranking do Banco Mundial, que a cada ano avalia o ambiente de negócios em 181 países, quando se trata de contratar e demitir, o Brasil desponta na 121a colocação, atrás de economias como a Tunísia e a Albânia. Se depender de uma avalanche de projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional - só na Câmara existem mais de 500 propostas -, o que já era ruim pode ficar ainda pior, justamente em meio a uma das piores crises globais em muitas décadas. Se aprovados, tais projetos de lei criarão ainda mais dificuldade para as contratações em empresas de médio e grande porte. Eclética, a lista de supostas bondades dos congressistas cria ou amplia, à custa do setor privado, uma série de direitos - benemerências que inevitavelmente se voltariam contra os próprios trabalhadores. O bom senso sugere que o país deveria estar buscando exatamente o oposto para atravessar o período difícil, como já vêm tentando algumas das mais importantes empresas do país.

A lista esdrúxula é encabeçada pelo projeto de autoria do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que pretende conceder a estabilidade no emprego por um ano ao trabalhador cuja companheira estiver grávida. Segundo Chinaglia, o projeto "reintroduz um pouco de solidariedade nas relações econômicas". Aprovado na Câmara, o texto, que seguirá em 2009 para o Senado, condena o empregador que desrespeitar a norma a pagar uma multa de 18 meses de salário ao empregado. Igualmente generoso, um projeto do senador Paulo Paim (PT-RS) defende a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem diminuição de salários e se tornou a principal bandeira sindicalista no Congresso. Aliás, a bancada sindical, uma das mais poderosas do Parlamento, conta com mais de 60 integrantes, a maioria dos quais pertencente à base governista. "Introduzi o projeto de redução da jornada porque os trabalhadores merecem se beneficiar do avanço da tecnologia, já que as máquinas estão substituindo o trabalho humano", diz Paim. Além de propostas como essas, há os que pretendem abolir a demissão sem justa causa, criar cotas de emprego para minorias e aumentar em até 100% o valor pago por horas extras. "Se esses projetos virarem lei, o tiro vai acabar saindo pela culatra para os empregados", diz o sociólogo José Pastore, da Universidade de São Paulo, um especialista em relações do trabalho. "Toda vez que a porta de saída do emprego é fechada, o mesmo acontece com a porta de entrada, pois as empresas ficam mais relutantes em contratar." Segundo cálculos de Pastore, se aprovado, o projeto de redução da jornada de trabalho deve aumentar os custos das empresas em 10%, inibindo a criação de novos empregos. Ainda de acordo com Pastore, em 2009, em razão da desaceleração da economia brasileira, pelo menos 1 milhão de postos de trabalho deixarão de ser criados - um complicador e tanto para um país que recebe anualmente 2,5 milhões de jovens candidatos a um emprego.

Diferentemente do que o senador Paim preconiza, num cenário adverso como o atual, o avanço tecnológico tende a beneficiar os trabalhadores cujos países tenham mercados de trabalho mais competitivos. Alguns desses países estão num estágio de desenvolvimento muito inferior ao do Brasil - em boa parte da Ásia, por exemplo, não há nenhum tipo de proteção ao trabalhador. À medida que os países avançam, é natural - e saudável - que adotem leis que dêem alguma ordem às relações de trabalho. É o caso da China - onde o emprego de mão-de-obra barata gerou enorme riqueza com sua transformação numa espécie de fábrica do mundo. Desde janeiro, o governo chinês impôs uma legislação trabalhista que cria um salário mínimo e limita as horas extras e os contratos de trabalho temporário. O problema é que, numa economia globalizada, muitas empresas preferem migrar exatamente para as nações menos desenvolvidas para fugir do custo trabalhista. A própria China vê algumas companhias, como a fabricante japonesa de câmeras digitais Olympus, transferir fábricas para países como o Vietnã. Há como escapar dessa armadilha? "A solução passa pela adoção de relações trabalhistas flexíveis e pela produtividade, com um esforço contínuo de qualificação da mão-de-obra", diz Ronald Seeber, vice-diretor da escola de relações trabalhistas da Universidade Cornell, nos Estados Unidos.

Infelizmente, o Brasil sofre nas duas áreas. Por um lado, o investimento em educação básica e qualificação dos trabalhadores é um fenômeno recente que levará décadas para dar frutos. Por outro, a rigidez das leis trabalhistas associada ao lobby sindical é um enorme empecilho à criação e à manutenção de empregos, especialmente em tempos difíceis. Não se trata de querer copiar países como o Vietnã. O ponto é retirar da lei brasileira excessos que não fazem mais sentido. Recentemente, durante reunião convocada pelo governo para discutir medidas anticrise com 29 líderes empresariais, foi proposto que os contratos de trabalho de empresas com grandes estoques - resultado da queda abrupta de demanda - fossem flexibilizados temporariamente. A sugestão também foi feita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo presidente da Vale, Roger Agnelli, que não esteve na reunião no Palácio do Planalto. Excepcional, tal medida tem um precedente na história recente do país, tendo sido tomada durante a crise econômica de 1998. Por meio de um acordo da Volkswagen com o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo - que nos anos 70 foi o berço do então líder trabalhista Lula -, a fim de preservar 6 000 empregos, os operários concordaram com um corte de 15% nos salários. Celebrado entre o sindicato, a Volks e empresas de autopeças, o acordo não precisou de autorização do Congresso.

Mesmo quando conta com o apoio dos sindicatos, esse tipo de acordo implica dois grandes riscos para as empresas. O primeiro seria uma possível tentativa, por parte da Procuradoria do Trabalho, de anulação do acordo. O segundo risco é que trabalhadores demitidos posteriormente pela empresa - como ocorreu com a própria Volks - entrem na Justiça para reaver integralmente, com juros e correção monetária, o pagamento retroativo de direitos previstos pela lei. "São riscos pesados e que levam muitas empresas a optar pela demissão pura e simples", diz Pastore. É por isso que hoje, para se resguardar desses riscos, as empresas pressionam o governo e os parlamentares a desenvolver um acordo amigável e inquestionável do ponto de vista jurídico. Ele poderia ser feito com o envio de uma medida provisória ao Congresso. Segundo Armando Monteiro Neto, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), as empresas têm pressa para negociar medidas que evitem demissões de funcionários no retorno das férias coletivas, já no começo de 2009. "Queremos discutir a redução da jornada com a respectiva redução de salário e a suspensão temporária dos contratos de trabalho", diz Monteiro Neto. "Além disso, pode ser considerada a redução dos encargos trabalhistas sobre uma parcela da remuneração."

Da parte do governo, além de ouvir as sugestões dos empresários, Lula tem dito que pretende estimular as negociações diretas entre as empresas e os empregados, mas que não quer se envolver diretamente nas discussões. "Quanto mais distância o governo tiver da relação capital e trabalho, melhor", diz Lula. Cauteloso, para não melindrar os sindicatos - que serão um poderoso trunfo eleitoral na campanha presidencial de 2010 -, o governo só deverá considerar seriamente a proposta de flexibilização ao longo do primeiro trimestre de 2009 caso a crise venha a aumentar expressivamente os estoques das empresas. "Qualquer negociação a esse respeito requer necessariamente o apoio dos sindicatos", diz uma fonte do Planalto. Paralelamente, técnicos dos ministérios do Trabalho e da Previdência estudam mecanismos para a redução de encargos, que representam um custo de 103% sobre a folha de pagamentos das empresas. "Já que boa parte dos encargos não vai para os salários, como é o caso da contribuição previdenciária patronal, o corte poderia fazer parte de um pacto entre governo, patrões e sindicatos", diz André Figueiredo Lima, secretário executivo do Ministério do Trabalho.

Antes mesmo de se sentar com os empresários, porém, a Central Única dos Trabalhadores enviou-lhes uma resposta em tom de ameaça. "A CUT e seus sindicatos filiados organizarão mobilizações e greves para forçar o empresariado e o governo a adotar instrumentos explícitos e firmes em defesa dos empregos e salários", disse em nota Artur Henrique da Silva, presidente da central. Ciente de seu poder de pressão, assim que terminarem as férias parlamentares, a CUT já planeja enviar uma caravana de sindicalistas ao Congresso para demonstrar repúdio à proposta dos empresários e, de quebra, reivindicar a aprovação do projeto que reduz a jornada de trabalho sem corte de salários. No Congresso, os sindicalistas contam com o apoio declarado da base governista, que se opõe à idéia da flexibilização, mesmo em caráter temporário. "Não cogitamos apoiar nada nesse sentido, porque isso seria uma violência contra os direitos adquiridos dos trabalhadores", diz o deputado Maurício Rands (PT-PE), líder do governo na Câmara. Para evitar atritos com os sindicatos, uma alternativa à flexibilização já considerada pelo Planalto é a extensão do seguro-desemprego caso a crise se prolongue pelo segundo semestre de 2009. A conta iria para os contribuintes.

Em boa medida, a resistência dos sindicatos e da base governista está alicerçada na própria lei. Isso acontece porque, durante a Constituinte de 1988, grande parte da legislação trabalhista foi incorporada à Constituição, que contém detalhes sobre o regime de férias e o pagamento de 13o salário e de horas extras. "A constitucionalização da lei trabalhista criou uma enorme dificuldade para sua modernização, já que uma reforma no setor teria de emendar a Constituição", diz o economista Arnaldo Pipek, advogado especialista em direito do trabalho. Uma solução de longo prazo seria a aprovação de uma emenda que mantivesse os direitos trabalhistas, mas abrisse a possibilidade de negociação para quem o desejasse. Mas, para chegar a um consenso com os sindicatos, os empresários teriam de vencer uma imensa barreira cultural - ou ideológica - que reza que, em vez de ser parceiros na busca da geração de riquezas, patrões e empregados são irremediavelmente adversários. É tal mentalidade, aliada ao paternalismo, que contamina as relações trabalhistas no país.

Já nos Estados Unidos e no Japão, as negociações entre empresas e empregados costumam ser diretas e os principais parâmetros para a concessão de aumentos são a produtividade e o cenário econômico. Um bom exemplo disso são as difíceis negociações entre as três maiores montadoras americanas e o poderoso sindicato United Auto Workers (UAW), de Detroit, pela obtenção de um pacote de socorro do governo. Como parte do processo, as partes envolvidas tiveram de abrir seus números. Graças aos direitos trabalhistas obtidos durante as últimas décadas pelo UAW, soube-se que os carros fabricados por GM, Ford e Chrysler são hoje 36% mais caros que os produzidos por montadoras japonesas nos Estados Unidos. "Esse caso ilustra bem a importância da transparência", diz Ronald Seeber. "Só a flexibilização das relações pode assegurar ganhos ou reduzir perdas para empresas e empregado. Fonte: Revista Exame.

Infelizmente, o governo do molusco topeira não vai aproveitar os 8 anos que o povo lhe deu para REFORMAR DE VERDADE um país paternalista como o Brasil. A coisa só vai piorar. O empreendedorismo que no país existe apenas por necessidade e não por inovação vai continuar predominando por algum tempo. Até, algum político de coragem aparecer por Brasília e canetar medidas SÉRIAS, necessárias e não populistas.

O capitalismo do século 21 REQUER funcionários empreendedores, REQUER "FREE AGENTS" dentro das empresas e não um bando de parasitas que fazem de tudo para preservar empregos e trabalhos ultrapassados.

Comments

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Muito boa a reportagem, mas eu poderia ter ficado sem os grifos. Ficou parecendo que os leitores não iam dar conta de ler o texto todo...

O SHOW DE TRUMANN!

"A GM está quebrada porque os sindicatos de trabalhadores da GM conseguiram regalias décadas atrás que simplesmente está levando a empresa para o buraco..."

tsc... tsc...

Pela enésima vez: esqueça a política. Dizer que a culpa da GM estar fálida é dos sindicalistas é o mesmo que dizer que os vídeos revolucionários da ArmRebinha ou que o Swot da Vivina foram um fracasso por causa do Gabriel Peixoto.

Forte abraço,

Gabriel Peixoto
Permita a seu filho empinar pipa na rua, jogar peteca e futebol. Não crie ele dentro duma bolha. Se sujar faz bem.

peixato, seu petista frustrado.

Eu esqueço a política se você prometer ME ESQUECER!!!

VAI EMBORA!!!

DESAPARECE!!!

Pára de babar ovo em cima de mim. SAI CARRAPATO!

SAI SEU PAPARAZZI cabeça chato.

Você, um ignorante obtuso, não sabe nada sobre o que rola na GM porque é um imbecil que não sabe ler inglês, daí não consegue entender nada de nada enquanto não passar no jornal nacional.

Como professorzinho zé ruela que você é, vai pesquisar na wikipedia ou no google sobre como a GM chegou onde está antes de escrever as bobeiras que sempre escreve.

Vai se atualizar seu imbecil. Vai bater um papo com o lula.

Ricardo

Tenho certeza que esses posts estressados e de baixo nível não são do Jordão. O nível do Ricardo é melhor do que isso.

Agora, se forem do Jordão mesmo, aí eu sugiro que ele procure a primeira casa de repouso aí de Salvador.

É engraçado como as pessoas saem de férias pra se estressar...

Excelente texto. Eu pergunto, visto que a CLT torna os custos de abrir um novo negócio altíssimo, quais seriam outras alternativas?

Caso eu vá abrir uma empresa com poucos funcionários (4 a 5) eu poderia adotar outro esquema? Ter todos funcionários como sócios? Ou não tenho como fugir da CLT?

Por favor, deixem suas opiniões.

-
A CLT é boa... boa para os sindicatos. Afinal... só contribui com o sindicato quem tá empregado... ai agente(sindicato) dificulta a saida e garante as vaquinhas(porque é muito leitinho) todo mês... ano.

A CLT é assim: Quem tá dentro não sai... quem tá fora não entra!


Adriano Fernandes
como alguém pode defender isso.

-

Hugo, bem vindo à selva!

Conhece o videogame SimCity, onde você monta sua empresa, cidade, amigos, etc do jeito que você quer? Pois é. Esquece.

Quer colocar seus funcionários como sócios? Faça isso e no outro dia terá que dividir sua mesa, seu computador e sua namorada com todos eles.

Quer outro esquema? Quer fugir da CLT? Mude-se para os EUA ou monte uma banca num camelódromo mais perto de sua casa.

Quer um conselho? Continue com o seu SimCity. Você saberá quando chegar (se chegar) seu momento de ser empresário.

Abraço.

godoy,

Os posts são meus mesmo. Eu não estou estressado nem fico estressado. Simplesmente tô de saco cheio do seu amigo. peixato não agrega nada, só atrapalha, é um carrapto nortista cabeça chata da pior espécie.

Eu quero ele fora daqui, e se não sair, vai ter todos os seus comentários do século 17 atacados por mim.

Acabou a festa desse imbecil obtuso.

Ricardo

Gabriel,

Eu não entro em guerra que NÃO É MINHA!!

Além do mais, só acredito que esse REALMENTE é o Jordão se na Segunda, quando eu perguntar pra ele se foi ele mesmo, ele disser que SIM!!

Feliz 2009 Para Todos...

Att..
Enrico Cardoso.
http://thinkoutsidebr.wordpress.com

Hugo,

A CLT foi criada nos EUA. Na realidade foi um acordo pra proteger a categoria que trabalhava nos túneis das minas de carvão. Por serem analfabetos, não tinham poder de negociação então o governo criou um mecanismo temporário para protegê-los. Getúlio Vargas soube disto e trouxe o modelo pra cá.

Meu jovem, pense um pouco: A CLT diz que o trabalhador deve receber 10, 20 e 40% do salário MÍNIMO a mais em sua remuneração quando exerce atividade laboral que põe em risco sua saúde. 30% a mais do seu salário base quando corre risco de morte. 25% quando exercer sua atividade no desgastante período de 22:00 hs de um dia a 05:00 hs do outro. 30% quando sai de férias, R$17,00 de salário família, vale transporte, 50% a mais em caso de desgastantes horas extras, um salário extra no final do mês e uma poupança de 8% da sua remuneração (FGTS) depositado todos os meses pra poder ter uma velhice minimamente tranquila.

Pergunto: Achas muito?!?!?!?! Acreditas mesmo ser a CLT a grande vilã da história??? Tenho um aluno cujo Pai é dono de uma empresa de serviços de limpeza que mora só no green Vile (5 paus o aluguel), tem uma pajero full e vive fazendo orgias. Achas os empresários tão coitadinhos assim???

Qualquer acordo coletivo de estatal brasileira ou de empresa privada do EUA e Europa pagam a seus funcionários muuuito mais do que o estabelecido na CLT. Eles devem pensar: “- Quem nos dera ter que pagar aos nossos trabalhadores só esta merreca que a CLT brasileira estipula!”

Pense. Não seja “maria vai com as outras” ou vaquinha de presépio. Tenha sua própria opinião.

Forte abraço,

Gabriel Peixoto

E lá vem de novo o professorzinho cabeça chata, depois que foi lá na wikipedia "copiar" o assunto vim dar uma de entendido em coisas do passado.

peixato, seu zé ruela, promotor do status quo e de tudo que vem a ver com o século 12, ACORDA! Sai debaixo da saia do correios, e ACORDA para o século 21.

você quer discutir IDÉIAS comigo, mas não é possível discutir IDÉIAS e MUDANÇAS com alguém tão ignorante como você.

A maior piada que você já contou por aqui é dizer que dá aula sobre empreendedorismo.

Como você tem coragem de dizer isso????????

Para quem não sabe, antes do peixato começar a encher o meu saco no site, ele mandava emails repugnantes para mim. Um deles, um dos piores, foi quando ele disse que JAMAIS sairia do correios porque o correios pagava as contas da família dele, do cachorro dele etc.

O que esperar de um cabeça chata que acha o máximo ir em uma banca de jornais ROUBAR a senha de uma revista que custa 9 reais?

A CLT foi criada nos EUA, que descoberta heim zé ruela? E a sua proposta, que nunca é sua, e sim da wikipedia, é MANTER tudo como está. É isso seu zé mané?

você, que se diz professor sei lá do quê, tá me dizendo que CONCORDA que o brasil não precisa de reforma trabalhista, não precisa de reforma tributária???

É isso seu zé ruela sem opinião de nada????

Ricardo

A GM quebrou por um motivo simples.

A Toyota e outras japonesas são melhore do que ela. Simples assim.

A GM não se reinventou, a GM não inventou motores que consomem menos e nem mesmo carros que quebram menos.

Até mesmo os Americanos mais patriotas preferem comprar um Toyota, que consome menos, quebra menos, é mais bonito e mais confortável.

O que quebrou a GM foi a concorrência. E só.

Quanto a política... É menos superficial do que isso. Aprovar as reformas políticas, tributárias e trabalhistas depende de votos a favor da maioria absoluta da camara e do senado.

Lembre-se que essa dificuldade em aprovar as coisas não é só do Molusco.

O próprio FHC engomado e estudado em 8 anos não aprovou nada disso, não deu cesta básica pro povo, pediu dinheiro emprestado pro FMI e de quebra ainda comprou os votos da PRÓPRIA reeleição - que misteriosamente agora o PSDB não quer mais que aconteça...

Bom. É tudo questão de ponto de vista diferente, porém, não seja tão simples na análise.

As vezes o que lemos ou ouvimos deve passar pelo crivo do bom-senso antes de ser replicado.

No filme "Norbit" o Chinês fala pro Norbit sobre o Judeu em sua pastelaria: "Norbit, eu não gosto de Judeus mas Judeus comem comida chinesa..."


Jordão,

Apenas uma dica: "paraíba" e "cabeça chata" são termos pejorativos e preconceituosos utilizados pelo "pessoal do sul-sudeste" para se reportarem ao pessoal do norte nordeste.
Se queres que a ArmRebinha seja uma empresa global, acho melhor esconder suas fraquezas e parar com este seu preconceito explícito. Eu realmente não me importo (até porque acho estranho você me chamar de cara quadrada...) mas isto pode te custar caro no futuro.

Apenas uma dica.

Forte abraço,

Gabriel Peixoto
Ah, o abraço não é pra você é para meus colegas de blog.

Poxa Valter... o quê tem a ver o FHC com o molusco???

O fato do FHC não ter conseguido fazer, dá ao molusco e sua corja de ladrões o direito de também não fazer NADA?

É isso que você está me dizendo????

Os acordos paternalistas impostos pelos sindicatos nos EUA ENGESSARAM a GM muito antes da Toyota ser a Toyota. Quando a concorrência chegou, a GM, por mais que queira, não consegue lutar contra 30% de encargos impostos pelos zé preguiças que querem ganhar sem trabalhar.

Ricardo


Peixato,

Desta vez tenho que discordar de você. Os encargos que a CLT impõe ao empregador são absurdamente altos e absurdamente desestimulantes para o empregador. Ou você acha que os "sem carteira-assinada" existem por simples opção?

Você só saberá disso quando deixar de ser empregado e virar empregador.

Pro inferno a CLT.

Ponto.

peixato,

E eu te pedi alguma dica seu cabeça chata e quadrada? Eu não quero nada de você, sai fora seu carrapato ignorante.

Ricardo

Porra!! O cara sai de férias, vai pra Salvador e, ao invés de investir o tempo com praia, cerveja, água de coco, acarajé, bobó de camarão, etc, fica estressado, xingando o outro...

DESCONFIA!!!

Ainda acredito que os posts não são do Jordão. Espero que não.

godoy,

Eu não bebo, não tomo cervejo, não perco tempo em bares, e faço o que eu quiser com o meu tempo. Só aqui mesmo para prestar atenção as bobeiras que o zéu ruela do peixato fala.

Ricardo

Truman,

CLT é uma coisa, reforma tributária é outra. Se você disser que os 83 tributos, taxas e contribuições asfixiam as empresas é uma coisa. Culpar a CLT é outra.

Forte abraço,

Gabriel Peixoto

O Imperador Augusto, ao encontrar um homem muito parecido com ele, pergunta:
“A sua mãe já trabalhou alguma vez no palácio?”

Ao que o homem responde:

“Não vossa alteza, mas meu pai já.”

Jordão,

Do ponto de vista de conhecimentos, somos irmãos. Mas você não se conforma de ter sido meu pai a trabalhar no palácio...

Godoy,

Eu também não ACREDITAVA. Mas pode ter certeza: É O JORDÃO!!

Att..
Enrico Cardoso.
http://thinkoutsidebr.wordpress.com

Eu não acredito que esse É o Enrico dizendo que aquele É o Ricardo.

O Ricardo sabe que só tem valor a força do argumento e não o argumento da força.

O ambiente mais limpo não é o que mais se limpa mas o que menos se suja!

LAF

-
O Jordão tá de férias... no "paraiso"... quando ele voltar pra "selva"... ele ameniza.

-

Vocês mesmos podem tirar a prova de que é o mauricinho engomado que está postando esses comments desaforados.

Liguem pra ele agora, o número é:

(11) 81823629

Gabriel Peixoto
Quando o circo pega fogo, nem o palhaço se salva.

-
Voltando a CLT...

GP... vc acha mesmo que algo pensado na realidade de 1943 serve para a 2008??

Veja bem, não estamos falando de relação humanistas... nem códigos de ética... nem de princípios universais.

Estamos falando de leis que determinam (engessam) relação entre duas classes que mudaram muito de lá pra cá: o Empregado e o Empregador.

"Meu jovem, pense um pouco: A CLT diz que o trabalhador deve receber 10, 20 e 40% do salário MÍNIMO a mais em sua remuneração quando exerce atividade laboral que põe em risco sua saúde (ARRUMA OUTRA EMPREGO... QD NINGUÉM QUISER O PATRÃO AUMENTA O SALÁRIO).

30% a mais do seu salário base quando corre risco de morte. (ARRUMA OUTRO)

25% quando exercer sua atividade no desgastante período de 22:00 hs de um dia a 05:00 hs do outro. (ARRUMA OUTRO)

30% quando sai de férias, (PORQUE??? ELE DEU 30% DO SALÁRIO PARA COMEÇAR O NEGÓCIO???)

R$17,00 de salário família, (TEM FAMÍLIA PORQUE QUER... O QUE O PATRÃO TEM COM ISSO?)

vale transporte, (AHHH TÁ... EU SOU RESPONSÁVEL POR ONDE O CARA MORA?)

50% a mais em caso de desgastantes horas extras, (ARRUMA OUTRO)

um salário extra no final do mês(ANO) (BASEADO EM QUE?)


e uma poupança de 8% da sua remuneração (FGTS) depositado todos os meses pra poder ter uma velhice minimamente tranquila. (BELEZA)


Quem aqui já viu o funcionário fazendo corpo mole... estragando as coisas... faltando... pra ser mandado embora e não perder os seus "direitos"... POR FAVOR!

Um salário mínimo... condições de trabalho(segurança e saúde)... respeito... fiscalização e instrução por parte do governo... E LIVRE NEGOCIAÇÃO.

LIVRE COMÉRCIO, SEM LIVRE NEGOCIAÇÃO... É UM PARADOXO!


Adriano Fernandes

-

Jordão,
Não estou dizendo que pq o FHC não fez o Lula tem o direito de não fazer. Só estou dizendo que não é simples - que depende de votos da maioria absoluta e a oposição ainda não é "honrada" o suficiente para aprovar algo bom para o país sem "favores" em troca... Um minitério, a presidência de uma estatal enfim...

Quanto a GM... Insisto...
As concorrentes da GM estão ganhando dela nos EUA e fora dele... Não acho que o motivo de quebrar foi pagar tributos pela força de trabalho.

O problema foi não se reinventar no tempo adequado e insistir num modelo que não era mais competitivo.

Nós brasileiros, precisamos de mudanças em todo o contexto da sociedade:político,cultural, econômico,social e muitos outros als.
Enquanto não houver vontade nada mudará.
E a vontade pelo que eu sei mudou-se destes lados há muito tempo, quem sabe está na Venezuela,rs.
O que resta a cada um de nós indivíduos é lutarmos pelos nossos ideiais,quaisquer que sejam.
Vejo a Biz como uma fagulha, o Jordão joga as idéias, pensamentos,ações,experiências e cada um cria o seu fogo como quiser.
Este blog tem uma virtude, um poder, de um assunto incendiar acalorados debates pro bem ou pro mal. Só que ultimamente as coisas viraram acusações sem fundamentos entre as pessoas, porém o essencial o TEMA do post sumiu,desapareceu.
Em 2009 vamos revolucionar mais,tentar mais,errar mais, vamos usar este espaço para crescer,desenvolver,aprender!!

Um 2009 desafiante está diante de nós.
Vamos lá!!

Marco

O problema das 3 grandes (principalmente a GM) foi prepotência, ineficiência, miopia e incompetência.

Simples assim.

Quanto vale a mão de obra direta no valor de um automóvel? 5%.
Impostos?
Custos diretos - Mão de obra direta?
Mão de obra direta?

A GM teve uma proposta de um americano há uns 5 anos, não aceitou. O tal americano foi para o Japan e a Toyota o contratou. O novo processo produtivo e administrativo acabou com as grandes concorrências. Esse americano?

E fala sério, no mundo todo só cabe umas 6 montadoras do porte da Toyota. Ou umas 15 como a Ford. Não cabe tanta enpresa grande. Acho que a GM se deu mal por má admistração e falta de investimentos diretos no futuro.

O mal do Brasil é o nosso congresso. Você lembra o nome do deputado, senador, vereador, em quem você votou?

Criticar é muito fácil. Acho que você deveria ter um pouco mais de respeito. E tenha certeza que o seu sucesso não vai durar. Suas opiniões me dizem isso. Na Democracia não é a minoria que vence.
Enquanto a minoria usar de artifícios para fazer valer suas vontades, não vai dar.
Não é Democracia. Na Democracia a maioria faz valer suas vontades e a lei protege a todos.

Cade o poder judiciário?

Você é minoria? Como você vai fazer valer sua vontade? Usando toda sua agressividade? Chamando o presidente de molusco? Infelizmente, você esta se perdendo.

Eu sei que você pode falar o que você quiser, que o site é seu e blá, blá, blá.

Eu sei porque eu estava lá lutando em 1978 até 1986. Lutavamos com muita garra, eramos maioria e tinhamos que brigar pra valer.

Hoje minha luta já é outra, muito diferente da sua.

Você é um cara que tá enganando um parte das pessoas ai, com essa historinha de revolução nos negócios. Você tá mais por fora...
Mas não dá pra enganar muitos pr muito tempo. Logo, logo...

A é, a internet propicia isso mesmo, posso vir aqui e falar o que quiser atrás de um nick e você vai fazer o que? Você é o maior defensor da net. Além do mais não vou me identificar e correr o risco de levar uma porrada, só porque eu discordo de você.

Não precisa me expulsar. Eu tenho mais o que fazer e não vou perder meu tempo com seus post. Você já deve ter notado que não se aproveita nada, as vezes até que a idéia é boa mas os comments são totalmente fora de contexto e sem sentido. Não ha discusão, honestamente. Alias, já deve ter visto que quanto alguém sério aparece para postar e discutir logo some. Eu lamento.

Silva

É isso aí Godoy. Ficou grande demais, prepotente demais, ineficiente demais... e aí... Perdeu pra concorrência.
Não tem nada a ver com relações trabalhistas...

Por onde é que andava esse cidadão nos últimos 30 anos que acredita que a rigidez da CLT também não é um limitador do emprego formal? E dá aula de empreendedorismo? E ainda por cima é 'barnabé' ?
VAI TRABALHAR VAGABUNDO !

Silva,

Dizem que todo bandido volta ao local do crime. Acredito que você retorne aqui pra ver o "estrago" que causastes (o trocadilho do bandido foi no bom sentido).

Existe algo extremamente preocupante no ar. Perceba que os jovens que comentam aqui não abordam as questões históricas da CLT. Não conhecem direitos trabalhistas nem formação de preços pra entenderem que no valor final do produto tudo isto já foi embutido e ainda cabe o "mark up".

Se limitam a proteger o dono do blog sem contundo usarem argumentos consistentes pra isto. Isto me entristece. Adoraria ver a turma descendo o pau em mim e defendendo as idéias do Jordão mas... aprofundando a questão. Demonstrando conteúdo.

Essa superficialidade (fruto de limitarem-se a ler resumos) é algo perigoso.

Jordão, estimule bons combates. Procure atrair Silvas e Gabriéis para o teu blog. Estais perdendo uma oportunidade ímpar de fazer algo que ninguém fez. Pense nisto.

Forte abraço,

Gabriel Peixoto

-
"A GM teve uma proposta de um americano há uns 5 anos, não aceitou. O tal americano foi para o Japan e a Toyota o contratou. O novo processo produtivo e administrativo acabou com as grandes concorrências. Esse americano?"

Em que ano(século) esse Silva vive???

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"Perceba que os jovens que comentam aqui não abordam as questões históricas da CLT. Não conhecem direitos trabalhistas nem formação de preços pra entenderem que no valor final do produto tudo isto já foi embutido e ainda cabe o mark up."

Pô GP.. "questões históricas"... que papinho mais Comuna... não existe uma única comunidade no Planeta que esse papo vingue. Todas foram por água abaixo. Isso sim é histórico.

Cara... achávamos que não precisa tocar nesse assunto... muito me admira levantar essa questão da formação de preços como algo especial. E esse é 1(um) dos motivos de termos coisas tão caras.

Fiz algumas consideração sobre se outro texto... vc viu, ou ignorou?


Adriano Fernandes
pois é...com esses, viva o trabalho informal no Brasil!

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Bem, para os que acham que o que lêem aqui é novo e revoluciona o mundo dos negócios, gostaria de humildemente, sugerir a leitura de O Endomarketing no Processo de Crescimento da Toyota, por Bárbara Duarte e Flávio Tófani. Principalmente às pessoas que pregam o comprometimento total dos funcionários.

http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Endomarketing_e_o_processo_de_crescimento_da_Toyota.htm

O americano citado é o Edward Deming?

Gostaria de mencionar também o termo "toyotar" que já vem sendo usado por muitos "manda-chuvas" por ai. Inclusive o Presidente Lula já usou, provavelmente ouviu de algum empresário nas muitas reuniões que faz.

Há muitas previsões sobre o ano de 2009, por ai, inclusive neste blog. Mas nenhuma delas está levando em conta o "toyotar" que vem por ai. Ninguém leva em conta o poder do Governo e dos meios de comunicação.

O trabalho informal vem recebendo atenção especial de todas as áreas, bancos já abrem conta para camelo, que já compram e tem crédito sem comprovar renda.

Já existem os contratos de trabalho e logo teremos mudanças, o próprio presidente já pediu estudos e cooperação nesse sentido.

(É verdade, tem muita gente baseando opiniões e decisões, só no que vê no Jornal Nacional, cuidado).

Não se pode alterar nada neste país a não ser pelo congresso. É um caso, os deputados, senadores e vereadores são os legisladores, eles é que fazem ou alteram leis, o presidente, governadores e prefeitos, assim como qualquer outro brasileiro cumpre a lei e administra a Grana do povo. O poder judiciário faz cumprir a lei, deveria.

Porém, os deputados, senadores e vereadores são eleitos pela promessa de asfaltar ruas, canalizar rios, etc. Coisas que não podem fazer, já que isso é parte do trabalho da administração, do executivo. Mas o executivo, seja o presidente, o governador ou o prefeito, são eleitos pela promessa de fazer reformas politicas, trabalhistas, etc.

E o judiciário, não vê nada disso. Quem elege esse caras e para que?

Por isso, ficam brigando para alterar o orçamento dos governos.

Eu não sei como tem gente que se diz "estudado" e fica cobrando do presidente a reforma trabalhista, da previdência, politica. Você deveria ir em busca de seu deputado ou senador e exigir dele um mínimo de trabalho em beneficio do Brasil. Tudo bem os sem terras né, eles são uns coitadinhos, um caso de policia, mas uns coitadinhos.

Pense, use sua inteligencia e energia para algo realmente útil.
Para ganhar essa luta tem que mudar a estatégia.

Silva,

Meu camarada, a revolução está em FAZER aquilo que os covardes não fazem (vide o molusco que vai terminar seu duplo governo sem nenhuma ação inovadora concreta ou qualquer reforma estrutural); e FALAR de uma maneira que as pessoas entendam, se engajem, se movam. O quê Jesus Cristo falou há 2 mil anos, havia sido dito por Confúcio há 5 mil anos. Porém, Jesus tem muito mais seguidores do que Confúcio.

Ricardo

-
Silva,

meu querido... procura saber em que ano(já dei o bizu do século) que o Sr. Edward Deming foi para no Japão e o motivo dele ter ido pra lá.

Vc acha mesmo que a Toyota começou "ontem" esse processo???

Adriano Fernandes
ae Peixoto... se associou bem pra caramba heim!!!!

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"O quê Jesus Cristo falou há 2 mil anos, havia sido dito por Confúcio há 5 mil anos. Porém, Jesus tem muito mais seguidores do que Confúcio."

I Jordão... cuidado pra não meter os pés pelas mãos heim. Fica na sua praia pra vc não se afogar.

-

Adriano,

Qual é a minha praia? A minha praia é invadir a sua praia!

Se você acha que eu falei besteira, por que você não completa o quê eu falei?

Agora, dá uma lida no quê Confúcio falou, e compara.

Ricardo


Rapaz...

É impressionante o pacto de mediocridade que rola por aqui. Quando um pisa no calo do outro ambos "afinam", jogam as diferenças pra debaixo do tapete e continua tudo como dantes no quartel de Abrantes...

VAMO MALHAR O PEIXOTO!

Êta Brasilzão paidégua...

Forte abraço,

Gabriel Peixoto
Corja de covardes. Isto sim dá nojo.

Eu heim....

quer saber, vão toma no cú vc, ele, o acarajé, o farol vermelho, a CLT o molusco e o caralho a 4... QUE PORRA!

É TEMPO DE CONFRATERNIZAÇÃO E VCS SE XINGANDO... BANDO DE BOCAS SUJAS DO CACETE!!!

COISA FEIA FICAR FALANDO PALAVRÃO PORRA, XINGANDO O OUTRO DE CABEÇA CHATA DO CARALHO, TRUMAN DO CACETE E POR AI VAI.... TO AQUI TOMANDO UM CHOPP E ENTRO NESSE CACETE P/ VER ISSO?????

vão se lava!!!!

Pelebroy olhando as crianças brincando...

Ô Pelebroy,

Você é o cara mais boca suja do site, e ao vivo não abre a boca e é metido a cara certinho. O Pelebroy é outro exemplo do quanto a internet é capaz de produzir personagens completamente diferente do próprio cara na vida real.

O post é sobre o paternalismo brasileiro, e uma série de leis que serão aprovadas muito em breve.

Qual é a sua opinião sobre isso?

Ricardo

"Toyotar" esse você vai ouvir pra caramba.

Já esta melhorando, a Toyota começou seu processo há 50 anos?
Não foi Mrs Deming o salvador da Toyota. (Teve um papel muito importante, por isso foi citado, para começar do começo). Quem será que foi, então, esse americano?

Quantos funcionários a Toyota emprega?
Quantos são os benefícios pagos pela Toyota a seus funcionários? Serão maiores que os que a Gm paga? (tirando a merda da aposentadoria, nem o Ricardo Semler toparia essa, isso que é saber administrar e negociar com empregados).
Qual o "case" mais estudado nas grandes universidades do mundo, principalmente nos EUA?
Provavelmente no ano que vem vamos ter uma publicação atrás da outra?

Esqueça suas teses, pelo menos do jeito que vem pregando.

Em 2009/2010, vamos assistir a maior revolução de todos os tempos no mundo dos negócios, assim que os americanos e ingleses caírem na real, ela vai iniciar.

Muitos no Brasil estarão na frente.

Mas você tá completamente cego, muito por fora. Você fala em coragem, muito bem, coragem sujeito, acorde.

IIiiiiiii,


Vc já viu o caso dos fundos de pensões dos funcionários da Gm, como um negociador nascido e formado nos EUA topa um negócio desse? Um cara assessorado por grandes gurus, esses mesmos que volta e meia aparecem aqui neste site, como indicações de leitura. Acorda e cuidado.

Que venha 2009,

Nós faremos a verdadeira revolução.

E vocês, medíocres, quem sabe se tiverem sorte... podem assistir, espernear, achar isso e aquilo.

Mas infelizmente, vão se foder.

Viva a revolução dos Silvas!

-
Ricardão, meu Lindo vamos por partes.

1 - Confúcio não viveu 5 mil anos atrás.

2 - O que Jesus faz é ratificar a Lei, que Deus deu(transmitiu) a Moises e a todo povo. Por baixinho uns 700 anos antes de Confúcio nascer.


3 - O que Confúcio faz é descrever os princípios éticos da Lei de Deus, que existem desde que o homem existe, naturalmente em todos.

http://www.bibliaonline.com.br/acf/rm/2/15+


4 - Jesus vai além dos princípios morais e éticos do ser humano. Ele restabelece o direito do homem, que acredita e aceita o que ele fez, a se achegar até Deus.

http://www.bibliaonline.com.br/acf/cl/1


Adriano Fernandes
Jesus... nos dá princípios éticos, morais e espirituais... Corpo, Alma e Espírito. Ele é Completo. A plenitude!

-

Bom,

Do jeito que você lê. Vai acabar devorando tudo que for publicado. Talvez em 2010 você comece a entender. Até lá vê se guarda dinheiro. Pois a revolução dos Silvas, prevê a transferência de dinheiro de gente como você para os revolucionários (donos de negócios de sucesso, pequenos e grandes).

Grandes, mas grande mesmo, ao contrário do que você previu. (Será que você não viu as fusões que aconteceram?)

É uma dica. O resto você que se foda pra descobrir.

Silvas! O mundo é nosso.

-
Nossa Silva... vc se atrapalha sozinho!

AFfff

-

Sobre as leis que serão votadas...

Você tem que ir atrás dos deputados e senadores em quem você votou, se é que lembra o nome deles.

Eu não gosto de muita coisa que é votado. Esse ano eu já fui 2 vezes a Brasília para protestar, na minha cidade eu tenho contato com os vereadores e estou sempre participando. Infelizmente não tenho estado na Assembleia Estadual. Inclusive os deputados estaduais vão votar uma lei que muito me interessa, mandei vários e-mails, mas no ano que vem irei lá pessoalmente dizer o que eu e muitos que assinaram um "abaixo assinado" pensam e gostariam.

Mas eu vou participar muito mais.

Silvas, avante!

Silva,
Você fala merda com uma propriedade ímpar.

O Ricardão... se tá ai em salvador bixinho, esfria tua cuca oxe omi!

Esse negócio de metido a certinho eu não entendi... but...

Eu trabalho a 7 anos na mesma empresa, tenho todos os direitos do trabalhador, mas quer saber?
Meu direito é o salário no final do mês, o resto faço eu, se precisar trabalhar no sabado eu vou, no domingo eu vou, feriado tô lá, até mais tarde tudo bem... não me importo, não quero hora extra, num quero cafezinho por fora, não quero um obrigado do chefe. Fiz minha parte como se a empresa fosse minha, é de lá que tirei minha casa, minha moto, minhas viagens e faculdade, a empresa é minha, os outros que se preocupem com essa porra de CLT. Só não mexe no bolso do peão...
O problema Ricardo, é que nem todo mundo é honesto, claro. Existe muita empresa onde tem pessoas que não merecem exercer o papel de líder, chefe, dono, mas sabe Deus porque ele está lá, e se não existir um controle seriamos escravos e não funcionários;?

Pelebroy bom moço p/as mulheres.

Pelebroy, tenho que concordar contigo.

Tbm faz quase 9 anos que trabalho numa multinacional num ritmo bem forte. Jornadas de 12 a 13 horas por dia.

Não faço isso pelo FGTS, ou pelo vale alimentação. Por mim, dá minha parte em grana e tudo certo.

Mas como você bem disse, se não houver regulamentação a escravidão irá reinar. Tem sempre um empresário FDP explorador de funcionário.

Em 2004 cruzei o país numa viagem de carro. Na BR101 em Pernambuco, já chegando em recife pegamos um buraco na estrada onde duas rodas amassaram e tive que aguardar socorro ali mesmo no acostamento.

Só canavial dos dois lados da BR... Quando subtamente saem do canavial três moleques com facões na mão - meu primeiro pensamento de paulista foi rezar um pai-nosso, mas graças ao pai-nosso, eles não eram assassinos seriais e nem queriam nos roubar.

Queriam apenas conversar. Tinham 14, 16 e 17 anos respectivamente. Eram irmãos e estavam cortando cana. Os pais deles também trabalham na mesma fazenda. Os garotos nasceram na fazenda, cresceram na fazenda, moram na fazenda e trabalham na fazenda desde os 7 anos.

Nunca sairam de lá na vida.
Trabalham por 50 reais por mês, comida e um barraco para a família toda.

São escravos.
Nem sabem o que é o mundo lá fora...

Escravidão em pleno século XXI dentro do nosso país, debaixo dos nossos narizes a menos de 100KM da capital do estado de PE.

Será que se não houvesse regulamentação não seriamos todos escravos?

Basta olhar o exemplo da china. Os caras dão condições miseráveis de trabalho aos empregados, pagam com pano e pão e o mundo ainda aplaude o crescimento da economia baseado na exploração do ser humano.

Mas beleza. Ainda bem que não nascemos numa fazenda de cana em pernambuco e nem na china.

Pelo menos podemos pensar, analisar, avaliar e apoiar políticas paternalistas que podem mudar a vida de quem não teve a nossa sorte.

Seja um bolsa família, que paga mais pro moleque ir pra escola do que pra ele cortar cana, ou seja uma CLT que proíbe que alguns por aí nos transformem em operários chineses para garantir redução de custos nos processos produtivos.

Um abraço,
Valter

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