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O web site da BIZ tem uma categoria de posts que se chama "Pergunta que eu respondo". Nessa categoria você vai encontar diferentes conversas que tenho no messenger e skype com diferentes pessoas que me procuram. O nome dessas pessoas, empresas, temas etc são trocados para que a identidade dessas pessoas possam ser preservadas. Lá vai mais um bate-papo. Quando vamos conversar? O meu messenger é ricardom@bizrevolution.com.br, skype ricardojordaomagalhaes
Lucia Lima diz:
Olá Ricardo, Sobre este curso de "Como vender empresa de Serviço Profissional", Sou Consultor Sênior de TI/Seg. Informação e Auditor de Sistemas em uma empresa. Cada vez mais sou cobrado sobre vendas e busca de oportunidades de novos projetos nos clientes que atendo. Você dará direcionamento neste sentido também no seu curso?
Ricardo diz:
Sim, eu vou dizer que no final do dia o que vende hoje, ontem e sempre, é um trabalho que une técnica (para gerar reputação) com vontade de vencer (atitude de vendas), eu vou mostrar um método que passa por mkt, vendas e técnico, você vai gostar muito.Vai abrir a sua cabeça
Lucia Lima diz:
Legal, porque estou interessado ... não tenho metas de venda ainda.. mas a empresa paga por oportunidade apresentada que gerar venda real e estou interessado em desenvolver esta frente...mas meu networking é limitado, pois a cada semana estou em um cliente diferente, não encontro tempo para ampliar o relacionamento... você teria técnicas para recomerdar?
Ricardo diz:
Recomendo a você definir um local na web, forum, grupo de discussão, blog, para você participar com consistência com comentários e dicas, entra em um grupo que tenha o seu publico alvo participando e participe com idéias, opinião, quem é o seu público-alvo? quem é o tomador de decisão? entre no grupo de discussão dessa turma na web.
Lucia Lima diz:
Diretores Executivos, de TI e gerentes de auditoria e TI
Ricardo diz:
existe diversos grupos com essa turma na web, você conhece algum? o que você acha da ideia?
Lucia Lima diz:
Achei interessante ... na verdade eu pensava em criar um grupo/blog onde pudesse expor minha opnião sobre assuntos correlatos ... mas manter um blog não é fácil... Vou me comprometer a encontrar um grupo/blog deste nicho e começar a postar comentários... acredito que será assertivo ... muito obrigado.
Pattae Maes & Pranav Mistry fizeram uma apresentação matadora sobre um gadget que você veste e transforma tudo que você toca em informação. São 8 minutos matadores, simplesmente fantástico. Eu acredito que eu citei essa apresentação meses atrás, mas acredito que ainda não havia colado a presentation aqui. Imperdível!
Há pelo menos vinte anos surgiu no mundo dos negócios a política das portas abertas. Antes disso, os diretores das empresas "despachavam" a portas fechadas. Poucos eram os funcionários com permissão e liberdade para entrar na sala da diretoria. Considerava-se uma verdadeira "promoção" ou "premiação" o fato de ter a chance de entrar na sala do chefe do chefe.
Isso tudo mudou. Por simples modismo ou evolução das coisas, 99,99% dos diretores trabalham de portas abertas, tendo alguns - os mais modernos - abolido as portas dos seus escritórios, e outros o próprio escritório.
Diretor que se preza senta ao lado do funcionário. Na frente da batalha, onde a guerra está acontecendo, seja lá onde for.
A política das portas abertas evoluiu, hoje exige-se que o diretor tenha blog, faça palestras, dê a cara para bater na comunicação da empresa, assine as cartas de apresentação e vendas, escreva livros e artigos, e esteja no Twitter.
Twitter???
São poucos os diretores de empresas que já usam o Twitter para se comunicar. Mas a peste está se espalhando rapidamente.
Alguns dos CEOs (Principal Executivo da Empresa) usando Twitter hoje em dia são: Kevin Rose da Digg, Tony Hsieh da Zappos, Jason Calacanis da Mahalo, Evan Willians da Twitter, Loic Lemeur da Seesmic, Tim O´Reilly da O´Reilly, Jonathan Schwartz da Sun, sem fala do Barack Obama, e do Lula que diz que vai entrar na onda.
Desde que comecei a usar o Twitter, eu comecei a seguir esses caras para ver o que eu poderia aprender com eles, e observar mais de perto como eles usam o tempo do seu dia.
Eu descobri então que um dos maiores e mais interessantes usuários do Twitter é o Tony Hsieh, CEO da Zappos, uma das mais badaladas empresas de comércio eletrônico dos EUA.
O Tony Hsieh tem hoje 510.012 seguidores no Twitter!
Eu já vinha observando a Zappos há algum tempo, e nas minhas andanças pelo web site dos caras, descobri o Zappos Culture Book, uma espécie de livro anual, ou bíblia corporativa, onde anualmente são publicadas centenas de depoimentos de funcionários da Zappos sobre como é trabalhar na Zappos.
Eu, como devoto do tema "Religão Corporativa", tentei adquirir o Culture Book pela Amazon, mas não havia disponibilidade, tentei pelo web site da Zappos, eles não despachavam para fora dos EUA, procurei por outros cantos da internet, não encontrei.
Até que um dia, em uma conversa de corredor com o meu amigo Miguel Cavalcanti, ele comenta que também queria colocar as mãos no Culture Book da Zappos, e que também havia passado pelas mesmas dificuldades de não encontrá-lo, mas que então havia tido a idéia de twitar o CEO da Zappos na esperança de descobrir uma maneira de comprar o livro.
E não é que o Tony Hsieh respondeu imediatamente a twitada do Miguel e ainda disse que mandaria o livro de graça para o Brasil?
Dito e feito, alguns dias depois, o Miguel recebeu o Culture Book na casa dele no interior de S.Paulo.
Adivinha o que eu fiz?
A mesma coisa. Eu twitei o Tony Hsieh, e alguns dias depois eu recebia na minha casa totalmente grátis o Culture Book da Zappos.
O livro é fantástico. Dividido por departamentos, traz centenas de depoimentos de funcionários completamente seduzidos pela cultura de trabalho que existe na Zappos. Incrível, parece mesmo uma bíblia corporativa com centenas de depoimentos de dovotos fervorosos.
A palavra que mais se menciona em todos os depoimentos é a palavra "família". "Aqui na Zappos, somos uma família..., ...é tão legal trabalhar aqui que não tenho vontade de ir para casa, ....você pode ser você mesmo, ....você tem liberdade para pensar, se expressar..."
Como se atinge esse estágio das coisas?
Como se cria uma "religião corporativa" que leva as pessoas a serem devotas de uma determinada empresa?
A melhor resposta a essa pergunta eu encontrei no depoimento da Chris Mathis, Merchansiding Coordinator, 4 anos na Zappos:
"Passado são os dias em que seu me preocupava sobre estar atrasado cinco minutos para o trabalho porque eu decidi ficar com meu filho alguns minutos a mais porque ele perdeu a vontade de ir para a escola naquele dia. Eu não preciso mais me preocupar com isso porque eu tenho horário flexível na Zappos.
Passado são os dias em que eu me preocupava sobre o que o meu supervisor Galen H. realmente pensava sobre a minha pessoa, hoje nós nos encontramos todas as semanas no escritório e uma vez por mês nós almoçamos ou jantamos juntos para rever as MINHAS e os NOSSOS desafios e metas pessoais. Ele está sempre disponível .
Passado são os dias em que eu ficava preocupado sobre o fato de alguém conseguir a posição acima da minha que eu trabalhei duro para conseguir, apenas por motivos políticos. A minha escalada profissional já foi claramente mapeada e a única pessoa que está impedindo o meu crescimento aqui sou EU!
Passado são os dias em que eu me preocupava com o fato de socializar no escritório seria considerado um ato de falta de motivação. Ou melhor, que eu não tinha nada para fazer. Aqui na Zappos é exigido que você visite os seus colegas como parte da revisão anual da sua performance. Como resultado, eu me socializo com as pessoas que me ajudam a entregar o meu trabalho de uma maneira profissional e eficiente.
Passado são os dias que eu corria do escritório para a santidade do meu lar porque era insuportável ficar por lá. Hoje eu passo todos os meus feriados com a turma do escritório. Eu não consigo imaginar celebrar algo sem eles.
Existem muitas facetas sobre a cultura da Zappos que eu gosto. Uma delas é que todos nós somos incentivados a fazer o que for melhor para o cliente, e para os nossos colegas. A maioria das empresas onde eu trabalhei , a aprovação para fazer a coisa que você acredita que é certa fazer pelo cliente tinha que vir da gerência. Uma grande perda de tempo. Outra coisa bacana é o incentivo que existe para eu reconhecer o trabalho dos colegas. A grande maioria das empresas escolhe uma pessoa para ser o funcionário do ano, deixando todos os outros sentindo que a sua contribuição não foi valiosa. Esse tipo de coisa não existe na Zappos. Aqui nós reconhecemos o trabalho uns dos outros, e temos liberdade para criar prêmios e maneiras diversas de mostrar o quanto estimamos o trabalho de um colega."
As empresas costumavam contratar os jovens para aprender com os mais velhos, hoje, as empresas esperam que os mais jovens possam ensinar aos mais velhos o que eles não sabem. Existe esse tipo de movimento na sua empresa?
Pessoas fazem negócios com pessoas e não com empresas. Todo mundo sabe disso há muito tempo. Hoje, com o rápido crescimento das redes sociais, essa velha máxima está ficando cada vez mais clara.
Espera-se que as redes sociais irão transformar radicalmente o marketing, o comércio eletrônico, o CRM e a propaganda como conhecemos hoje.
Os consumidores tendem cada vez mais a confiar mais nos amigos do que na propaganda das empresas. Espera-se que em um futuro muito próximo os próprios clientes criem os produtos e serviços que estarão disponíveis para essas comunidades.
O instituto Forrester americano fez um estudo profundo sobre a evolução da social web e aponta 5 estágios da sua evolução:
1) A Era das Relações Sociais: Pessoas conectadas com outras pessoas para compartilhar.
2) A Era da Funcionalidade Social:Redes sociais se tornam sistemas operacionais.
3) A Era da Colonização social: Toda experiência pode ser agora social.
4) A Era do Contexto Social: Conteúdo pontual e personalizado.
5) A Era do Comércio Social: Comunidades definem futuros produtos e serviços.
Quando essas eras vão acontecer?
Essas eras não são sequências, elas se sobrepõem. Nesse momento vê-se uma grande maturidade na era das relações sociais (milhões de usuários de Orkut, Facebook, MySpace, Linkedin). Muito em breve, conteúdo realmente relevante começara a surgir dentro dessas comunidades. Realmente, porque a grande verdade é que milhões se juntam a essas comunidades mas não fazem nada de produtividade a respeito.
A Forrester entrevistou dezenas de executivos de 24 empresas que atuam fortemente com mídia social.Appirio, Cisco Eos, Dell, Facebook, Federated Media Publishing, Flock, Gigya, Google (Open Social/stack team), Graphing Social Patterns (Dave McClure), IBM (SOA Team), Intel (social media marketing team), KickApps, LinkedIn, Meebo, Microsoft (Live team), MySpace, OpenID Foundation (Chris Messina), Plaxo, Pluck, Razorfish, ReadWriteWeb, salesforce.com, Six Apart, e Twitter.
Essa turma é altamente ativa no mundo da mídia social, e de uma maneira geral tem o seguinte recado para os marketeiros que ainda estão de fora:
1. Não demora para entrar. Essas mudanças estão acontecendo muito rapidamente. Se você bobear, ficará de fora, e depois não conseguirá entender o que se passa no mundo do marketing.
2. Prepare-se para Transparência. Todas as páginas do seu site estarão sujeitas a serem resenhadas pelas pessoas. Prepare-se para ouvir críticas construtivas e destrutivas.
3. Conecte-se com os Advogados da sua marca. Foco naqueles que te amam, eles vão te defender quando as coisas ficarem feias.
4. Parte o seu web site em pedaços. Os sistemas corporaivos precisam estar conectados a mídia social na web. Prepare para fragmentar o seu site corporativo em pedaços que são expostos aos clientes no momento certo na hora certa dentro da web. No mais radical dos futuros, o conteúdo irá até o clientes, eles não vão atrás do conteúdo. Distribua o conteúdo do seu site pela internet. Deixa a informação mais importante sobre você se espalhar pela internet através de comunidades onde estão os seus futuros clientes.
O mundo do marketing, queira ou não, caminha para um futuro analítico (google) + cliente no comando + complacência para aguardar o cliente decidir a melhor hora para comprar.
Se o cliente vai decidir tudo sozinho ou com os amigos, qual será o propósito das marcas?
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