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30/06/2009

A minha vingança é a fraternidade.

Mandela

Talvez você seja enganado se confiar demais, mas levará uma vida de pesadelos se não confiar o suficiente. 
 
Qual é a pior coisa que você pode fazer a uma pessoa que te fez um grande mal? 
 
Fazer a ela um grande bem. 
 
Eu sempre acreditei nisso e procuro viver a minha vida baseada nessa crença apesar de todo cinismo que encontro pela frente. Ser decente com os outros é muito mais importante nessa vida do que demonstrar que possui uma grande quantidade de conhecimento na sua cabeça, ou vencer uma discussão ou briga. Ser decente com os outros é muito mais importante do que qualquer outra coisa. 
 
Recentemente, graças a essa fantástica criação chamada internet, um amigo dos tempos do jardim de infância me encontrou. Nós tínhamos cinco anos de idade quando nos conhecemos. Eu não me lembrava dele, mas ele se lembrava de mim até hoje. Trinta e cinco anos depois. Em um dos primeiros e-mails que trocamos, eu perguntei a ele, "Por que você se lembra de mim?", "Ricardo, eu me lembro de você porque um dia você levou para a escola um carrinho de bombeiros novinho, lindo, maravilhoso, e eu te perguntei se você podia emprestar o carrinho para eu levar para a minha casa, e você disse que podia. Minha mãe ficou uma fera quando apareci com o brinquedo em casa, ela pensou que eu tinha roubado. Eu imagino que a sua mão também ficou uma fera com você por ter sumido com o carrinho de bombeiros (eu provavelmente apanhei até ficar com as pernas em carne viva. Naqueles tempos os pais batiam nos filhos e nem por isso eu cresci torto). No dia seguinte eu trouxe o carrinho de volta para você. Isso me marcou para sempre. Nenhuma criança emprestava nada, e você me emprestou o seu brinquedo novinho".
 
Eu não me lembrava dessa história, mas quando recebi esse e-mail, eu me lembrei de outra história que aconteceu comigo. 
 
Eu tinha uns 10 anos de idade. Eu havia acabado de ganhar uma bicicleta novinha. A primeira verdadeira bicicleta. Meus amigos, mais velhos, gostavam de andar de bicicleta na rua. Minha mãe, ainda mais velha, dizia para não andar de bicicleta na rua porque era muito perigoso. Tinha os carros, e tinha as pessoas estranhas. Não dei bola. Fui para a rua com os amigos e a minha bicicleta nova. 
 
Depois de subir algumas alamedas aqui, outras ali, entramos em uma rua bloqueada pelo famoso bando de trombadinhas do bairro. Parecia cena de filme. De um lado um bando de filhinhos de papai amedrontados, do outro lado uns vinte moleques maltrapilhos sem tênis no pé ou bicicletas para brincar.

Os meus amigos não tiveram dúvida, viraram suas magrelas (naquele tempo bicicleta era chamada de magrela e não bike - acredito que seja porque as bicicletas daquela época não tinham qualquer tipo de recurso técnico, nem marchas, nem pneus especiais, nem breque japonês, nem nada. Andar de bicicleta dependia pura e simplesmente do fôlego do moleque), e começaram a voltar por onde vieram. Eu não me mexi. E comecei a pedalar em direção ao bando de trombadinhas. Eles realmente eram trombadinhas. Os meus amigos não eram preconceituosos. O bairro era pequeno. Todos nós já tínhamos visto alguns deles roubando rádio de carro ali perto. Eu não virei, fui em direção a eles, e quando tentei passar no meio da turma, um deles me agarrou por trás pelo pescoço e me tirou da bicicleta. Um deles, o mais alto e mais forte, o líder do bando, que inclusive já tinha colocado uma faca no meu pescoço em outra oportunidade (essa história vai ficar para outro dia), virou para mim e disse, "A sua bicicleta é muito bonita. Eu sempre quis ter uma dessas. Eu posso dar uma volta com ela?", "Sim, claro", respondi. Ele subiu na minha bicicleta, empinou em uma roda, e se mandou dali. 
 
Fiquei ali rodeado pelos seus amigos que riam de mim. Olhei para trás e vi a distância todos os meus amigos olhando a cena de longe sem se aproximar. Por um momento pensei, "dancei, perdi a bicicleta, vou tomar uma surra dos meus pais”, por outro lado lembrei, o garoto disse que queria a bicicleta para dar uma volta. Ele não disse que ia roubar a bicicleta. Vou esperar por ele. O menino se chamava Gérson, o maior trombadão do bairro.  
 
Eu esperei. O tempo passou. Uns 30 minutos, eu acho. Alguns dos meus amigos foram embora, dois ou três continuavam esperando, foi quando o Gérson apareceu com a minha bicicleta a toda velocidade e com um saco de pão na mão. Ele passou voando no meio da sua turma, e parou na minha frente com um cavalo de pau de marcar o chão. Ele disse, "A sua bicicleta é muito boa, rápida, deu até para comprar um pão na padaria do parque. Você quer um pedaço de pão? Será que os seus amigos que estão lá longe querem um pedaço de pão?", "Eu quero obrigado. Acho que eles também querem".  Quando os meus amigos viram que a bicicleta voltou, e eu estava comendo alguma coisa, eles vieram devagar até nós, ganharam um pão, apertamos as mãos, e seguimos em frente pelo meio da turma do Gérson. 
 
Eu me lembro dessa cena como se fosse hoje. Eu acredito que o Gérson, esteja onde estiver, também se lembra. Eu acredito que de alguma maneira, naquele dia, algum tipo de elo de fraternidade foi criado, e ele saiu dali melhor do que chegou,  como deve ter acontecido comigo. 
 
Os cínicos de plantão podem não acreditar nisso. Mas eu acredito. Eu acredito em compaixão, fraternidade; eu acredito em generosidade, e acredito que eu posso mudar as coisas ao viver de verdade o que acredito. Não seja cínico sobre isso. Ser cínico pode ser bem perigoso para você. Porque quando se é cínico sobre as outras pessoas, você pode acabar perdendo as suas próprias convicções. 
 
O que vai sobrar de você quando perder as suas maiores convicções? 
 
Nada. 
 
O mundo em que vivemos está populado de pessoas generosas e incríveis atos de fraternidade frente as mais terríveis adversidades. As minhas histórias não são nada perto do que acontece aí fora. Todos os dias eu fico sabendo de histórias reais de alguma pessoa de bem fazendo o bem para quem teoricamente não quer o bem. 
 
Entre muitos sonhos, objetivos e metas que eu tenho, eu espero que em um futuro muito próximo todas as pessoas desse planeta possam receber todos os dias uma dose diária de notícias positivas. Todos os dias. Seja pela televisão ao acordar pela manhã e sintonizar em um canal que mostra histórias de seres humanos que construíram coisas extraordinárias. Seja ao conectar-se a internet através do seu smartphone e visualizar imagens, sons, vídeos e textos de pessoas incríveis e seus incríveis inventos para melhorar a sociedade. Seja ao entrar no carro, no trem, no ônibus, e conversar com outras pessoas sobre rápidos fragmentos de histórias positivas que são passadas de pessoas a pessoas com a melhor das boas intenções. 
 
Compartilhar histórias positivas com outras pessoas. Nada menos que isso interessa. Todos os dias. Esse é um grande presente que você poderia estar deixando para todos que te cercam. 
 
Ao invés de notícias sobre mortes e guerras, histórias sobre generosidade e fraternidade; ao invés de notícias sobre facilidades e conforto, histórias sobre coragem e sabedoria. 
 
Eu não quero que você saia daqui hoje marcado pela minha história do carrinho de bombeiros ou bicicleta. Eu quero que você que saia daqui hoje com a imagem de duas pessoas na sua cabeça: Nelson Mandela e John Hume. Eles sim inspiraram durante mais de vinte anos a vida de milhões de pessoas por todo o planeta. Inclusive eu. 
 
Nelson Mandela, primeiro presidente negro da África do Sul, lutou com todas as suas forças para acabar com o Apartheid - o regime de segregação racial que negava a grandíssima maioria negra da África do Sul os seus direitos políticos, sociais e econômicos. Por sua luta contra o regime da minoria branca, Mandela foi preso em 1962 e condenado a prisão perpétua. Libertado em 1990, depois de intensa pressão da opinião pública mundial pelo fim do Apartheid,  Mandela passou a ser o líder do povo africano que exigia mudanças. Alguns mais radicais queriam que Mandela liderasse uma guerra de armas contra a minoria branca e tomasse o poder pela força. Mandela se recusou a fazer isso. 
 
Apesar de todas as privações que passou na prisão, Mandela saiu de lá sem qualquer rancor, amargura, ou ódio em seu coração. Quando você olha uma das milhares de fotos que você encontra de Mandela na internet, você sempre o encontra sorrindo e de bem com a vida, você não consegue imaginar que esse ser humano tão feliz possa ter passado trinta anos da sua vida encarcerado em uma prisão quente na África do Sul. 
 
"Você não pode chegar a uma solução para os problemas de uma sociedade sem levar em conta a opinião daquele s que se opõem fortemente a sua opinião. Você precisa encontrar uma maneira de sentar-se à mesa com essa pessoa e entender as razões por trás de uma opinião tão contrária a sua'. Nelson Mandela. 
 
John Hume, prêmio nobel da Paz em 1998, é um político da Irlanda do Norte reconhecido mundialmente pelos seus esforços para acabar com os conflitos que por muitas décadas aterrorizaram a Irlanda do Norte e Reino Unido. Por sua batalha pela paz na Irlanda do Norte, John Hume foi chamado para fazer parte do Parlamento Europeu na década de setenta. 
 
"Quando eu fui eleito para o Parlamento Europeu, eu sai para passear. Quando cruzei uma ponte em Strasbourg na França para Kehl na Alemanha. Eu parei sob a ponte e meditei. Eu disse: Ali está a França e ali está a Alemanha. Se eu tivesse parado sob essa ponte trinta anos atrás, no final da Segunda Grande Guerra Mundial, o pior pesado de toda história da humanidade, e dito a algum colega meu, "Não se preocupe, daqui trinta anos nós teremos uma Europa Unida", ele teria me enviado a um psiquiatra. Mas aconteceu, nós unimos todo o continente europeu."
 
Houve certa vez uma experiência feita com ratos onde os cientistas tentavam descobrir como os ratos desenvolvem dendritos no cérebro. Os cientistas queriam descobrir quais são as condições que realmente fazem o cérebro crescer.  Então eles colocaram um rato em uma jaula e deram a ele tudo que ele queria: comida, água, tudo, absolutamente tudo. Eles colocaram então outro rato em outra jaula, e ele também tinha tudo, mas tinha que manter todos os dias uma esteira girando. E então eles colocaram um terceiro rato em uma terceira jaula,  e duas vezes por semana tiravam o rato de dentro da jaula e jogavam o bichinho dentro de um labirinto, mas não um labirinto qualquer, um labirinto que ameaçava a sua vida. Entre outras coisas, ele era obrigado a subir em um poste, e pular dentro de uma bacia de água a vários metros de altura, o suficiente para deixar qualquer pequeno ratinho apavorado até a alma. Terminada as semanas de experiência, eles picotaram os cérebros dos ratinhos para checar qual ratinho tinha desenvolvido um maior número de dentritos no cérebro.  O rato que tinha tudo, não desenvolveu nenhum mísero dendrito. O rato que tinha tudo mas tinha que trabalhar todos os dias desenvolveu alguns dendritos mas não os conectou a nada. E o rato que tinha que sobreviver, desenvolveu centenas de dendritos e conectou todos. 
 
Você tem três vidas para escolher. Você pode escolher levar uma vida de conforto e segurança, ou uma vida de trabalho individual e privado que eventualmente te levará a ter coisas e poder comprar uma bicicleta nova para o seu filho; ou escolher levar uma vida de utilidade pública. Uma vida de servir aos outros, uma vida dedicada a servir o maior número possível de pessoas, se expondo, arriscando o pescoço, praticando suas mais nobres convicções em pró de fazer uma revolução pelas próximas gerações. Nessa vida, você pode não atingir a totalidade dos seus objetivos, mas estará ajudando a construir uma sociedade onde todos procuram compreender todos. 
 
NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA. 
 
QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

Hume
 

Blog.

Como um blog pode aumentar as vendas de uma empresa?

29/06/2009

Feedback.

Qual foi a última vez que você pediu feedback sobre o seu trabalho para o seu chefe? 

28/06/2009

Guerrilha da Shell no Rio.

Shell

27/06/2009

Michael Jackson

Eu tinha doze anos quando o Michael Jackson arrebentou as paradas com Thriller e Billie Jean. 

Eu não gostava dele.

(1) O cara vendia muito disco e se continuasse daquele jeito ele iria superar os Beatles. Como fã dos Beatles eu não podia deixar que isso acontecesse. Odiava o mundo por tentar comparar aquele cara com voz de menina com John, Paul, George e Ringo. Eu queria que aquela praga insuportável terminasse.

(2) Todas as meninas feias da escola gostavam de Michael Jackson. Cara, nenhum garoto naquela época tinha coragem de dizer que gostava de Michael Jackson. Quase nenhum. Dois amigos meus assumiram o assédio pelo astro e ficaram marcados para sempre por terem ensaiado os passinhos do Michael Jackson na festa junina da escola. Até hoje tiramos um sarro deles. Eles subiram lá em cima no palco da festa com cabelinho enrolado, luvinha prateada, calça preta e branca apertada acima da cintura com todos os marmanjos (incluindo eu) rolando de rir na primeira fila. Os dois viraram ídolos escolares instantâneos das meninas feias da escola. 

E cresci não gostando do cara. 

Para piorar, o cara foi se metendo em enrascada atrás de enrascada. Uma situação mais bizarra do que a outra. Exemplos, as inúmeras sei-la-quantas operações que fez para se transformar em outra pessoa, a bizarra cena de pendurar o filho pela janela, as acusações arquivadas de pedofilia - ele mesmo chegou a afirmar que dormiu com a molecada. E outras tantas maluquices que o transformaram no mais bizarro dos artistas pop só sendo superado por aquele maluco do Marilyn Manson. Esse é doido. 

Mas, todos nós temos que admitir, ele revolucionou a maneira que o mundo dos brancos passaram a olhar para o mundo dos artistas de cor. 

Antes dele, nenhum outro negro tinha atingido um recohecimento global como ele atingiu. No início dos anos 80 o preconceito em relação aos artistas negros ainda era muito forte em todo o mundo, principalmente nos EUA. 

A música negra era uma música de gueto, de poucos, da comunidade negra e de poucos brancos que iam atrás do swing do blues e do jazz. Ainda assim, era um mercado para poucos. 

Michael Jackson abriu o caminho para o Bill Crosby, para o Morgan Freeman, para o Denzel Washington, para a Oprah, para o Tiger Woods, para o Barack Obama!

Michael Jackson provou para o mundo dos brancos que os negros podem pensar, compor, dançar, criar, mexer com tecnologia, inventar, ganhar milhões de dólares, e ainda fazer isso várias vezes seguidas. 

E por isso, somente por isso, sem falar na qualidade de algumas de suas músicas e iniciativas louváveis que teve em vida (We are the World), Michael Jackson merece o respeito de todas as pessoas que lutam pela Igualdade, Fraternidade e Liberdade para todos os povos do planeta. 

Michael Jackson inovou na concepção das músicas, dos clipes, das turnês, palcos e dança. Além do Moonwalk, o seu passinho mais famoso, Michael Jackson inventou o "anti-gravity footwear", um sapato especial que permitia a ele e seu grupo de dançarinos desafiar o centro da gravidade dos seus corpos. Confira abaixo. 

Agora, esteja onde estiver, eu espero que ele descanse em paz, e em espiríto volte a ser aquele garotinho do Jackson 5 que encantou o mundo. 

26/06/2009

Jim Collins

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Cinco semanas depois de eu blogar sobre o novo livro do Jim Collins, a revista Exame transforma o lançamento do livro em sua reportagem de capa. A revista mandou uma repórter até o Colorado para entrevistar Jim Collins sobre How Mighty Falls. Confira os melhores momentos da entrevista logo abaixo. 

Em Abril, a revista Inc também colocou Jim Collins na capa. Qualquer semelhança com a revista Exame é mera coincidência. Separadas no nascimento. 

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Uma placa na porta do escritório do americano Jim Collins, autor dos clássicos livros Feitas para Durar e Empresas Feitas para Vencer, deixa claro para o visitante que aquele não é um ambiente de trabalho comum. Em vez de uma tabuleta com seu nome, lê-se a expressão "ChimpWorks", algo como "chimpanzé trabalhando". Collins, definitivamente, não é um chimpanzé - embora ache que é um sujeito curioso, assim como os macacos. A irreverência das boas-vindas é um dos sinais de informalidade daquele que é considerado hoje o sucessor legítimo de Peter Drucker, o maior teórico dos negócios em todos os tempos. Casado há 29 anos com uma atleta de triatlo, fanático por escaladas e dono de penetrantes olhos azuis, Collins se mudou para Boulder, no Colorado, no início da década de 90. Com pouco mais de 100 000 habitantes, a cidade é mais conhecida por ser um bom lugar para pedalar do que por uma produção intelectual profícua. Mas Collins acredita que viver numa comunidade pequena o ajude a se concentrar no trabalho. Em seu escritório de cerca de 140 metros quadrados trabalham apenas cinco funcionários em tempo integral, e durante as férias universitárias ele contrata estudantes para ajudá-lo em suas pesquisas. "Faço questão de ter uma estrutura pequena", disse, durante uma entrevista exclusiva a EXAME. "Não quero ter de passar mais tempo administrando um escritório do que fazendo pesquisa."
 
"A crise obriga as empresas a ter foco", afirma Collins. "A prosperidade, não."

Você sempre escreveu sobre empresas bem-sucedidas. Por que decidiu agora abordar as que fracassaram?

A questão começou a bater na minha cabeça em 2004. Na época, as grandes dificuldades enfrentadas pela HP me fizeram pensar por que a empresa havia levado aquele tombo. A mesma coisa acontecia com a Motorola. Ambas eram empresas extraordinárias e mesmo assim tropeçaram - em alguns casos, mais do que isso. Em 2005, fui a uma conferência em West Point (da qual participaram militares, executivos e líderes de associações do Terceiro Setor) e um presidente de empresa me perguntou: "Como você consegue saber que está caindo antes de o pior acontecer?" Eu precisava tentar responder a essa questão.

Qual foi a descoberta mais inesperada de sua pesquisa?

Três coisas se destacaram. A primeira é quanto uma empresa pode estar decadente e ainda parecer saudável. Encontramos cinco estágios de declínio. O fato de que uma empresa possa passar pelos três primeiros sem aparentar que está caindo foi uma surpresa para mim. A segunda é quanto uma companhia pode cair e, ainda assim, voltar. Empresas como IBM, Nordstrom, Nucor, HP e Merck chegaram ao quarto estágio de declínio e conseguiram voltar - isso é impressionante. É também uma mensagem de esperança: uma companhia pode estar em decadência e ser capaz de se recuperar. Mas provavelmente o que mais me surpreendeu foi a evidência de que empresas poderosas não desmoronam por complacência. Elas caem porque tentam muito, em várias direções, inovam demais, buscam crescimento exagerado. As pessoas pensam que companhias de sucesso acabam se acomodando, se tornam preguiçosas e o mundo as atropela. É assim que as empresas medíocres somem, mas não as grandes. Você pode achar que está se protegendo ao ser muito agressivo e fazer muitas coisas ao mesmo tempo - e isso é justamente o que pode matá-lo.

Qual a responsabilidade dos conselhos de administração nessas histórias de queda? Normalmente se culpa apenas o principal executivo...

Na maioria das empresas, o principal executivo é praticamente um ditador - para o bem ou para o mal. É ele quem tem o poder, não o conselho. Se a companhia tiver um problema e os acionistas chiarem, aí o conselho entrará em cena, mas o processo leva algum tempo. O poder do dia a dia está com o presidente. Assim, um líder equivocado pode levar uma empresa à ruína praticamente sozinho. Portanto, a grande responsabilidade do conselho é colocar a pessoa certa no comando. A pesquisa mostrou que as empresas que estavam na fase 2 de declínio tinham passado por processos de sucessão malsucedidos. Mas, quando o conselho consegue cumprir sua principal tarefa, o jogo muda. Veja o que fez o conselho da Xerox quando, no início desta década, a empresa estava num avançado estágio número 4 e se preparava para trocar de comando. Havia uma candidata interna, Anne Mulcahy, que na época nem estava na lista das executivas mais poderosas da revista Fortune. O conselho teve a coragem de escolhê-la. Agora, para substituir Anne, acabam de escolher outra insider, Ursula Burns. Esse é um exemplo de conselho que consegue fazer escolhas difíceis. Eles não vão buscar presidentes mágicos lá fora. Outra atribuição dos conselhos é não embarcar na corrida desesperada pela salvação. Se o principal executivo de uma empresa em apuros sugere uma fusão miraculosa, o conselho deve dizer não. Nossa pesquisa mostra que as grandes aquisições não salvam ninguém. Elas só funcionam se forem feitas como aceleração de um processo que já está funcionando, não como tábua de salvação.

Em Empresas Feitas para Vencer, você disse que não é possível estabelecer uma relação direta entre o sucesso de uma companhia e a alta remuneração de seus executivos. Sua nova pesquisa mostra que o contrário pode ocorrer, isto é, o sistema de remuneração pode colocar uma empresa em risco?

Se uma empresa oferece a um grupo de pessoas um incentivo diferente, elas vão responder de um jeito diferente. Essa é a regra geral. Mas os líderes excepcionais nunca são movidos por remuneração. Eles querem construir algo grande. Você não perguntaria a Beethoven se ele escreveu uma bela sinfonia em troca de dinheiro nem a F. Scott Fitzgerald se ele escreveu o Grande Gatsby pensando em quanto poderia ganhar. Um líder cria uma grande empresa, escreve um grande livro ou compõe uma grande sinfonia porque ele pode e é movido a fazer isso. A ideia de que podemos motivar pessoas por meio de remuneração é verdade para os medíocres, não para os grandes - eles são movidos por uma força interna. Eles são estranhamente compulsivos, neuróticos, paranoicos, intensos. As empresas têm de ter uma remuneração que mantenha essas pessoas - o que é bem diferente de incentivos. Elas têm de pensar não em "como" pagar seus executivos, mas "a quem" devem pagar - e só então descobrir uma maneira de remunerá-los de modo que eles fiquem. Se uma companhia tiver gente movida só por dinheiro, ela não será duradoura.

Um dos mitos que seu novo livro derruba é o do salvador forasteiro, o presidente contratado a peso de ouro no mercado para tirar uma empresa do buraco. Por que os forasteiros normalmente fracassam?

Todos os estudos que fiz mostram que os líderes formados internamente têm mais sucesso que os forasteiros. Não estou dizendo que alguém contratado no mercado esteja condenado a fracassar, mas os bem-sucedidos são uma exceção. Em Empresas Feitas para Vencer, 90% dos presidentes de empresas bem-sucedidas vinham de dentro, enquanto 60% das que usamos para comparar com as vencedoras tinham forasteiros no comando. Que vantagens os internos têm? A primeira é que eles já sabem quem são as pessoas certas para formar o melhor time. Além disso, para vencer, uma empresa deve preservar seus principais valores - e mudar as práticas, as estratégias. Quem vem de dentro cresceu com os valores, mas quer fazer mudanças, porque sabe que elas são necessárias. Um forasteiro normalmente quer mudar valores, e aí começa a confusão. O terceiro ponto é que um interno é alguém que o conselho de administração conhece melhor. Um forasteiro pode fazer uma boa entrevista, conseguir boas referências. Mas o conselho sabe o que um profissional da empresa é realmente capaz de fazer. Finalmente, quem vem de dentro normalmente sente paixão pela companhia. O que aconteceu com Gerstner (o ex-presidente da IBM Louis Gerstner, contratado para salvar a empresa nos anos 90, quando ela enfrentava uma crise profunda)? Ele era um forasteiro, mas disse que se apaixonou pela empresa.

A crise fará com que os executivos se voltem mais para os fundamentos da gestão, como o cuidado com o caixa?

Em alguns casos sim. Quando uma empresa nasce, sua maior preocupação é com o fluxo de caixa. Aí ela cresce e começa a pensar em coisas como lucro e dividendos. Mas, ao chegar ao quarto estágio de declínio, tudo volta a girar em torno do fluxo de caixa. Foi isso que aconteceu com a GM. Durante os tempos de fartura, as empresas investem em negócios que não fazem nenhum sentido só porque o dinheiro está ali disponível. Mas a pergunta mais importante agora é: quando voltarmos a ter uma época de prosperidade - e voltaremos a ela -, as empresas conseguirão se ater aos fundamentos ou cairão nos mesmos erros novamente? O que você faz na prosperidade é o que determina como lidará com a adversidade.

Companhias que há décadas são vistas como modelo de sucesso, como Toyota e GE, hoje enfrentam dificuldades. Como saber se elas estão em declínio ou se é apenas uma má fase?

Basta fazer algumas perguntas: essas empresas estão fazendo movimentos desesperados que podem colocá-las ainda mais em perigo ou estão reunindo dados, refletindo e agindo com determinação? Estão apostando em estratégias que não foram testadas e fazendo estardalhaço ou formulando mudanças estratégicas baseadas em evidências concretas? Estão buscando uma aquisição mágica que possa transformá-las de uma só vez ou entendem que juntar duas companhias em dificuldades jamais será a receita para formar uma grande empresa? Me parece que a Toyota e a GE estão no segundo grupo.

Você já disse que é um admirador de Steve Jobs. Por quê, se ele está longe de personificar o que você batizou de líder nível 5, aquele que combina excelência profissional e humildade (Jobs é descrito por quem o conhece como alguém arrogante e egocêntrico)?

Steve Jobs é um Beethoven da indústria. A Apple e cada um de seus produtos - iMac, iPhone - são suas sinfonias. A outra razão pela qual eu o admiro é que ele nunca desiste. Ele realmente adora o que faz. Vejo Jobs como um artista. E a razão de ele cobrar tanto dos outros é que cobra demais de si mesmo.

Você já está preparando um novo livro. Pode adiantar alguma de suas descobertas?

Meu colega Morten Hansen e eu estamos conduzindo uma pesquisa para tentar entender como é possível construir uma grande empresa num mundo fora de controle, com mudanças profundas. Acreditamos que líderes em todos os setores têm cada vez mais esse desafio. É como numa escalada. O acampamento na base é seguro, previsível. Mas, se você estiver a 800 metros de altura, o ambiente estará fora de seu controle, mais severo e imprevisível. O que fazer? Estamos estudando companhias que conseguiram se sair bem nesse tipo de situação, em contraste com outras que falharam. Selecionamos empresas que tinham acabado de fazer seus IPOs, eram ainda pequenas e vulneráveis, e venceram. Em alguns casos, essas empresas estavam em setores que cresciam mais de 100% ao ano. Sabe o que elas faziam? Seguravam o crescimento. Existe um episódio emblemático na história da Microsoft. Steve Ballmer queria contratar 17 pessoas de uma vez. A empresa era pequena e Bill Gates disse que eles segurariam o crescimento para ter sempre em caixa o dinheiro necessário para manter o negócio por um ano - levando em consideração a hipótese de que nesse período ele não gerasse nenhuma receita. É uma disciplina incrível! A Southwest Airlines passou por testes também. Em determinado ponto de sua história, quando já estava voando para 88 cidades, seus executivos decidiram abrir quatro novas operações. Imagine a pressão para abrir oito, 12 bases simultaneamente, já que estavam indo tão bem? Eles não sucumbiram à tentação porque pensavam no longo prazo e sabiam que um crescimento exagerado comprometeria sua cultura. Na pesquisa sobre turbulência, não há evidência de que os vencedores são aqueles que conseguem prever o futuro. Eles são melhores em se preparar para o que der e vier

Renato Ricci no Podcasting da BIZ.

Liderando Hoje eu conversei com o Renato Ricci, Master Coach e Palestrante com 20 anos de experiência e muitas histórias para contar. Nós conversamos sobre o seu novo livro, "Liderando na Crise". De Crise o livro fala muito pouco, o livro é otimista e exige mudanças. 

Você encontra o Renato Ricci na web, e aqui mesmo, ele vai acompanhar os comentários e participar se necessário. Ouça a entrevista no link a seguir. 

Crowdsourcing.

Depois de 18 horas fora do ar, o web site da BIZREVOLUTION está de volta graças ao Leonardo Kuba, o bom samaritano que apareceu no meio da confusão para dar a dica matadora que nem a Typepad tinha percebido. MUITO OBRIGADO Leo Kuba!

Comunidade.

Fazer parte de alguma comunidade tem algum sentido para você? Você faz parte de qual comunidade?

25/06/2009

Bing.

Você está usando o Bing?

24/06/2009

Um basta para o Speedy!

Speedy

Simplesmente SHOW DE BOLA a decisão da Anatel em suspender as vendas do Speedy da Telefônica.

Simplesmente SHOW E BOLA! 

FINALMENTE alguém colocou um ponto final na venda malandra conduzida pela Telefônica desde que lançou o Speedy no Brasil. 

É simplesmente ridícula a maneira que a Telefonica sempre vendeu o Speedy e acho incrível que ninguém nunca tenha proibido essa malandragem. Além de ser CARO prá caramba se comparado com os serviços de banda larga oferecidos em outros países do mundo, dizer que o Speedy tem 1 mega de velocidade ou coisa do tipo, mas só garntir 10% dessa velocidade é uma das maiores PICARETAGENS de marketing que já se passou a olho nu nesse país sem ninguém fazer nada a respeito. 

É como comprar um produto da Nestle no supermercado, chegar em casa e descobrir que apenas 10% do produto está bom, os outros 90% estão podres. É como comprar 4 pneus novos para o seu carro sem garantia nenhuma que três deles estejam furados ou são novos. 

Eu espero que essa decisão da Anatel FINALMENTE DESPERTE algum senso de DIGNIDADE na Telefônica e a faça se mexer. 

Eu pego 140 reais em casa por um plano de 2 megas de Speedy que só entrega - no melhor do dia - 200 kb. Uma vergonha!  Um roubo! Um assalto!

O país precisa de banda larga. O país precisa de outras opções HONESTAS. Não podemos ficar presos ao monopólio de uma empresa ou a vontade de seus executivos voltados apenas para o lucro. 

Que se faça alguma justiça com todo o dinheiro que já foi arrancado de milhões de consumidores brasileiros que pagam por um serviço mentiroso e medíocre sem ter qualquer opção de troca. 

Sabe o que aconteceria com a Telefonica se ela aparecesse nos EUA oferecendo a picaretagem que fez por aqui?

Seria fechada PARA SEMPRE. Os seus executivos seriam jogados na cadeia, e ela perderia a licença de existir FOREVER AND EVER. 

Por que não seguimos as "best practices" gringas nesse caso?

Chega de Speedy!

Chega de Telefonica!

Chega de MENTIRAS!

A Telefonica tava brincando com os brasileiros. Chega de brincadeira!

A tela abaixo mostra um retrato das conversas sobre a Telefonica e Speedy que rolam no Twitter. O web site ReclameAqui mostra o Speedy no topo das paradas quando o assunto é reclamações de clientes.Para você ter uma idéia, existem mais de 7.000 reclamações no ReclameAqui NÃO RESPONDIDAS pela Telefonica. O Procon de São Paulo montou um atendimento especial para atender somente aos usuários de Speedy. Fato inédito no orgão.

Chega de Speedy!

Chega de Telefonica!

Chega de MENTIRAS!

Speedy

Tudo é maravilhoso, mas ninguém é feliz.

Toda vez que eu entro em um avião eu fico maravilhado com o que está acontecendo. Eu penso exatamente como Louis CK - no clip abaixo - pensa: "Cara, você está sentando em uma poltrona tomando um suco de laranja delicioso no meio do céu!!! Cara, é fantástico!".

Louis CK, no programa do Conan, faz comentários hilários sobre o mundo maravilhoso em que vivemos e o quanto as pessoas não valorizam, ou acham que "merecem" o que tem a sua disposição.

Poucos merecem.

Todos os dias o Google faz algo de graça por você via search, via gmail, via orkut, via picasa. O que você faz de graça para outras pessoas na mesma proporção que recebe do Google?

Slides Curso de Vendas.

MUITO OBRIGADO a todos que participaram nos últimos dias do curso de vendas DE VENDEDOR PARA GERENTE DE CLIENTES em São Paulo e Porto Alegre. MUITO OBRIGADO a todos por investirem seu precioso tempo para trocar, compartilhar e discutir "como vender no Século 21 sem perder a alma". 

Os slides que eu utilizo como pano de fundo no curso estão disponíveis logo abaixo. 

A próxima turma do curso de vendas da BIZ acontece em Julho, te vejo lá!

Luciano Pires no Podcasting da BIZ.

LivroLuciano

No podcasting dessa semana eu entrevistei o Luciano Pires. O Luciano está lançando hoje o seu novo livro: Nóis que invertemo as coisas, onde ele fala sobre a burrice que assola o país. 

“Criei esse neologismo a partir do funk “Eguinha Pocotó” que infestou as rádios e televisões do Brasil em 2002 e 2003. Uma pessoa pocotó é um bovino resignado que vive em manadas e é levado para onde os mais espertos querem. Alguém decide o que ela vai ler, comer, ouvir, vestir e... eleger! Sempre conformado e obediente, o pocotó não tem espírito crítico. Mesmo tendo a oportunidade de escolher, prefere seguir a multidão. O pocotó é o representante da mediocridade. Da mesma mediocridade que faz parte da natureza humana e existirá enquanto existir um ser humano vivo. O desafio é saber reconhecê-la e lutar para escapar dela.” Luciano Pires. 

O livro já está a venda no web site do Luciano Pires, e nas próximas semanas em todas as melhores casas do ramo. Além disso, no próximo dia 25 de Julho ele vai lançar o livro na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos em São Paulo. 

Para ouvir a entrevista clique no link abaixo:


“A maioria dos textos são revisões e atualizações de artigos que publiquei desde 2004 e que, quando colocados em conjunto, ilustrados e contextualizados, formam um painel destes tempos sob a ótica ‘Luciânica’. São textos curtos. Apenas ‘iscas’ cuja pretensão, repito, é fazer você refletir. Só. Quer ir mais fundo? Vire-se. Pesquise, leia, vá atrás dos grandes pensadores, estude, invista seu tempo enriquecendo seu repertório. Eu só levanto poeira. No mais, concorde, discorde, fique puto, ria, desdenhe, reflita... Qualquer reação que minhas reflexões provocarem em você será lucro. Só a indiferença é perigosa. É ela que alimenta os Pocotós.” Luciano Pires

Imaginação.

Como você pode capturar a imaginação do mundo?

23/06/2009

Processo de Compras

Se o cliente se colocasse a disposição para responder todas as suas perguntas sobre o processo de compras, quais perguntas você faria?

22/06/2009

Cônsul.

Qual pergunta você faria para o cônsul dos EUA no Brasil?

19/06/2009

Deveria.

Qual deveria ser o diferencial da sua empresa?

18/06/2009

Gerente

Você tem o gerente que merece?

17/06/2009

Crunch Pad

Tech Crunch é um dos blogs sobre gadgets e web 2.0 mais populares do mundo. No ar há alguns anos, eles arrasam quando o assunto é web 2.0 e afins. Eles escrevem com paixão e demonstram claramente o seu amor e dedicação a tecnologia.

Depois de cobrir por tanto tempo tudo que os grandes e pequenos players do mercado de tecnologia tem a oferecer, eles resolveram criar o seu próprio gadget e quebrar tudo.

Tá nascendo o CrunchPad, um computador mobile ultra fino com touch screen show de bola para arrebentar no mercado.

Por que esperar a HP lançar um produto desses, ou aguardar a Dell fazer algo a respeito quando você tem a disposição designers, fábricas e especialistas de todos os tipos disponíveis para trabalhar para você?

Como eu já falei há tempos, TUDO de bom que é "criado" por uma grande empresa é feito na verdade por pequenas empresas para quem foi terceirizado o trabalho. Design, fabricação, distribuição, logística, marketing, comunicação, tudo é feito pelos pequenos. O trabalho dos gerentes nas grandes empresas hoje em dia limita-se a tomar decisão. Ponto.

A Tech Crunch pensa assim e se meteu a fazer o que tem que ser feito: fazer o produto ao invés de esperar que os grandes o façam.

Confira as primeiras imagens do CrunchPad logo abaixo. A Tech Crunch promete lançar o produto em julho.

Os pensadores ortodoxos do mundo do marketing devem estar se virando no túmulo ao ouvir a notícia de um blog se metendo a fazer um produto. Mas, qual é o "core business" de um blog? Facilitar o acesso de notícias para os seus leitores? Até onde deve ir o compromisso de um blogueiro com essa coisa de "facilitar o acesso" a notícias? O "core business" é a simples produção da notícia ou a criação de um mecanismo que realmente facilite o acesso a notícia?

Até onde podemos extender o alcance de uma marca? Quem sabe responder isso? Ninguém! Portanto, vamos colocar os velhos mandamentos a prova!

Bem vindo CrunchPad, serei seu cliente!

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Como vencer o Magazine Luiza.

A conversa abaixo aconteceu via messenger. O nome da pessoa, números e localidades foram alteradas para preservar a identidade de quem estava conversando comigo. Fiquem a vontade para adicionar os seus comentários e idéias ao desafio que o Marcio está enfrentando com sua empresa.


Marcio diz:
Olá Ricardo, bom dia...

Ricardo diz:
bom dia

Marcio diz:
em primeiro lugar parabéns pelo seu site...

Ricardo diz:
obrigado

Marcio diz:
estava dando uma olhada lá e achei o máximo alguém se prestar a um serviço como o seu...
Seguinte meu irmão...
Tenho uma loja de informática e nos últimos tempos com a explosão das Casas Bahia e Magazine Luiza em todo o estado de São Paulo.]
Minhas vendas despencaram de uma forma gigantesca, porque praticam valores e formas de pagamento impossíveis de se praticar em uma Micro-Empresa...
Como consigo driblar esta crise, sem ter que sacrificar minha empresa???
Tenho bons preços e na verdade os melhores na minha cidade depois destas empresas, mas não está fluindo...
Quando tiver um tempo e puder tentar me dar uma luz, uma idéia de como proceder te agradecerei muito, obrigado...

Ricardo diz:
1. os grandes magazines tem os produtos basicos, voce deveria se posicionar como ESPECIALISTA em tecnlogia com VENDEDORES de verdade que PROATIVAMENTE entram em contato com os clientes para saber como as coisas estao
 2. voce deveria vender SERVICOS de manutencao de informatica (mas com pegada moderna e atencao a maneira que os seus funcionarios se comunicam com os clientes)
 3. voce deveria investir em comunicacao com os clientes que ainda compram de voce,
 4. voce deveria atender + as pequenas empresas menos as pessoas fisicas
 5. voce deveria de vez em quando promover novas tecnologias fazendo eventos para os clientes

Marcio diz:
Bom dessas opções que você me passou na 1 somente vendedor que está extremamente escasso e difícil de achar um bom profissional nesta área, pois os que encontramos pensam em vender, vender, vender e muitas vezes nos prejudicam pois vendem algo que nem sabem se teremos para entregar... Tive sérios problemas com isso, pois gera comissão pra eles mas não ficamos bem com o cliente...  e quando tiramos a comissão ficam irritados e gera muita dor de cabeça. Dificílimo achar um bom profissional.

Ricardo diz:
nao existe o bom profissional, voce tem que forma-lo
pegar jovens estudantes de tecnologia na faculdade e transforma-los em vendedores consultores,
é um trabalho arduo mas é por ai mesmo
se tiver um chefe que saiba vender, eles aprendem rapido, se o chefe tambem nao tem vontade de vender, ai, nao tem mesmo jeito
o melhor mesmo é sair do comercio

Marcio diz:
entendi... não tinha pensado nisso... não desta forma...

Ricardo diz:
a molecada precisa de EXEMPLOS, se nao tiver fica dificil, se tiver, eles aprendem rapido

Marcio diz:
na 2 temos assistência técnica especializada e neste campo te garanto que tenho o melhor técnico da minha região, é um cara muito esforçado, estudioso e conhecedor do seu ofício... e quanto ao trato com os clientes, só recebo elogios dos meus técnicos, então creio estar no caminho certo...
a 3 e a 5 vou estudar bem o que fazer, as idéias são boas. Mas me dê um pequeno exemplo nesta comunicação que você diz com os clientes...

Ricardo diz:
simplesmente nao usar palavras que todos usam, ser objetivo quando apresentar a empresa

Marcio diz:
entendo...
quanto a 4, a dificuldade de entrar nas pequenas empresas está na concorrência desleal. pois muitos se prostituem por um serviço e você que trabalha sério fica pra trás porque é caro o serviço, a visita, etc. Mesmo assim vou tentar bater mais nesta tecla...

Ricardo diz:
as empresas caem porque nao afinam suas ofertas quando estao indo para o mercado, QUANTAS VEZES REALMENTE o teu vendedor LIGOU ou VISITOU uma pequena empresa para vender o seu serviço? e QUANTAS DESSAS VEZES voces pararam para ANALISAR o que estava ERRADO na SUA comunicacao e OFERTA e nao no cliente? QUANTAS VEZES??? 10 visitas e 0 analise? Entao, faça a partir de agora 10 visitas com 10 analises.

Marcio diz:
  ... colocarei em prática e prometo te repassar todos os resultados obtidos independente de ter sido bom ou ruim...
 muito obrigado por enquanto, fique em paz e mais uma vez parabéns pela sua iniciativa...

Treinamento por Exemplo.

Que tipo de treinamento "baseado em exemplos" os seus funcionários recebem hoje em dia?

Slides Les Miserables.

Logo mais a partir das 19:30h na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos ou pela internet, inscrições aqui, acontece o HollywoodCEO: Les Miserables. Os slides estão prontos, Você é livre para fazer o download e usar como quiser. Eu espero que você, todos vocês, se inspirem no Les Miserables para fazer alguma coisa pelos outros. Não precisa fazer nada por mim, pelos outros. 

16/06/2009

Bola grátis.

HRFFfreeball

Valores Principais.

Quais valores você espera passar para os seus filhos e amigos quando chegar ao final da sua vida? O quão congruente tem sido a sua vida presente com essa meta?

15/06/2009

Podcasting da BIZREVOLUTION.

RubensYuri


O Podcasting da BIZREVOLUTION está de volta - assim eu espero. Depois de uma boa ausência das ondas das rádios mobile, tô de volta. Dessa vez, eu vou usar o Podcasting da BIZ para entrevistar gente que escreve livros de negócios.
O primeiro programa dessa nova série traz a entrevista como o Yuri Trafane da Ynner, um amigo dos tempos da faculdade que há mais de 10 anos atua como consultor de negócios na região de Campinas e além mar. 

Yuri juntamente com o Rubens Pimental, seu sócio nesse jornada, está lançando o livro Venda com Corpo, Mente e Alma no próximo dia 24 de Junho na Saraiva do Shopping Pátio Paulista em São Paulo. Eu estarei lá e espero que todos vocês também. 

A entrevista tem 42 minutos de duração, espero que vocês gostem. Clica no link a seguir para ouvir a conversa. Download BizPodcastingYuriTrafane150609

Pratique Pessimismo.

Tim Ferris é o cara que escreveu o livro "Trabalhe 4 horas por semana e fique milionário". Ele fala a importância de definir os seus maiores medos ao invés de definir as suas maiores metas antes de fazer as coisas - escrevinhar em detalhes tudo que pode acontecer com você, e assim se preparar o máximo possível para o quê vem pela frente. A proposta é expor os seus medos o máximo possível entre os amigos antes que você saia por ai fazendo besteira na frente de estranhos. Ele falou sobre essa questão no Google I/O, evento que lançou o Google Wave semanas atrás. 



A palestra de Tim Ferris fez parte da sessão Ignite do evento, uma sequência de palestras de 5 minutos onde o palestrante não tem controle sobre a troca dos slides. Confira a sequência completa logo abaixo. Muito bacana a analogia entre Geeks e Hippies mencionada no primeiro talk de 5 minutos. Tem alguns talks chatos, mas aguente o tranco, no final você tem a palestra do cara que fez aquele famoso vídeo sobre a fusão do Google e Amazon em 2012. A última palestra leu o meu texto sobre os 10 novos mandamentos sobre construção de marca. 

 

Recontratação.

As pessoas saem das empresas. É normal. Mas se o funcionário pedir demissão, não o contrate de volta. Você será tentado a fazê-lo, mas não o faça. Se algum funcionário deixar a empresa, deixe bem claro que ele não faz mais parte do time hoje ou no futuro. Concorda?

13/06/2009

Missão: Inc.5000

Inc500EventBanner

Que tal irmos juntos para os EUA para o melhor evento sobre empreendedorismo que existe?

É isso mesmo! Você está convidado a se juntar a BIZREVOLUTION na Missão Inc.5000. Nós vamos para o Inc.5000 em Washington, o mais bacana e inspirador evento para pequenas empresas do planeta, e depois para Nova Iorque para uma série de visitas técnicas e entretenimento inspirador.

Confira abaixo as primeiras informações sobre o Inc.5000. Junte-se a mim em Washington e Nova Iorque!

A BIZREVOLUTION convida você para invadir os EUA:

Missão Inc.5000
O importante não é ser grande, é ser relevante.
De 22 a 29 de Setembro em Washington e Nova Iorque

Todos os anos, a Conferência Inc.5000 reune membros das 5.000 pequenas empresas inovadoras que mais crescem nos EUA durante três dias de muito networking, aprendizado inspirador e momentos de celebração.

Realizada pela revista Inc. - a melhor revista sobre empreendedorismo do planeta - o evento celebra as fantásticas conquistas dos principais empreendedores dos EUA. A edição desse ano conta com palestras de pensadores como Jim Collins e Norm Brodsky, e dos presidentes e fundadores da Zipcar, Zappos, Threadless, JetBlue entre muitos outros empreendedores a frente de negócios diferentes, corajosos e bem-sucedidos. Os palestrantes do evento são o máximo, lista parcial aqui.

Pela primeira vez esse poderoso evento está aberto para todos, e a BIZREVOLUTION convida você a se juntar a nós na Missão Inc.5000, que vai te levar aos EUA em 7 dias dias de muitos negócios e inspiração, que inclui a participação no Inc.5000 em Washington e uma visita a Nova Iorque onde vamos visitar uma série de empresas e eventos muito especiais. Sempre guiados pela BIZREVOLUTION.

A Missão Inc.5000 é um evento único, 7 dias de muito conteúdo, troca de experiências e inspiração.

Por que participar do Missão Inc.5000 com a BIZREVOLUTION?

1. Visitas técnicas planejadas a empresas "diferentes" em Washington e Nova Iorque guiadas pelo Ricardo Jordão da BIZREVOLUTION e empreendedores locais.
2. Reuniões a palestras exclusivas sobre o que foi visto no evento com os membros do grupo.
3. Oportunidade de networking com os membros do grupo em jantares exclusivos.
4. Guia da Missão em português, produção com contéudo exclusivo sobre o evento, as palestras, as empresas, muitas idéias para aplicação prática.

PROGRAMAÇÃO:
Partida do Brasil: Dia 21 de Setembro.
1a Parte da Missão: Washington, de 22 a 26 de Setembro.
2a Parte do Missão: Nova Iorquqe, de 26 a 29 de Setembro.
Chegada ao Brasil: dia 30 de Setembro.

O QUE ESTÁ INCLUSO:

1. Passagem aérea ida e volta, translados, hotel, jantares, visitas técnicas, ticket para o Inc.5000, ticket para os outros eventos que a BIZ vai agitar além de todo material exclusivo que será gerado em torno das idéias, empresas, eventos que vamos participar. 

AGENDA (não definitiva):

TERÇA-FEIRA, 22 DE SETEMBRO DE 2009
- Tour por Washington, visita a monumentos históricos e visitas técnicas a empresas de varejo inovadoras.

QUARTA-FEIRA, 23 DE SETEMBRO DE 2009
- Visitas Técnicas Planejadas e Reuniões Exclusivas com Empreendedores Americanos.
- Abertura do Inc.5000, confraternização e network com todos os participantes.

QUINTA-FEIRA, 24 DE SETEMBRO DE 2009
- Dia de Palestras Incríveis, Jim Collins, Zappos e muito mais.

SEXTA-FEIRA, 25 DE SETEMBRO DE 2009
- Outro dia fantástico com palestras incríveis com empreendedores americanos.
- Cerimônia de Galã com Black-Tie onde os melhores empreendedores do ano são premiados.

SÁBADO, 26 DE SETEMBRO DE 2009
- Viagem para Nova Iorque, Dia de Compras, Reuniões entre os Membros do Grupo, Jantar para o Grupo. 

DOMINGO, 27 DE DETEMBRO DE 2009.
- Para preparar os empreendedores brasileiros para a Copa de 2014, vamos fazer uma visita técnica ao novíssimo Yankee Stadium, uma obra de 2 bilhões de dólares que reune o que existe de mais inovador em uma estádio esportivo, e ainda assistir ao maior clássico do baseball americano: New York Yankees versus Boston Red Sox.

SEGUNDA-FEIRA, 28 DE SETEMBRO DE 2009.
- Reuniões de Troca de Experiência com os membros do grupo.
- Visita ao escritório de pequenas e bem sucedidas empresas americanas.
- Visita ao Google de Nova Iorque.
- Dia de Compras em Nova Iorque.

TERÇA-FEIRA, 29 DE SETEMBRO DE 2009.
- Dia livre, compras, retorno ao Brasil durante a noite.

QUARTA-FEIRA, 30 DE SETEMBRO DE 2009.
- Chegada ao Brasil, Cumbica em São Paulo.

EU GOSTEI! E QUERO SABER MAIS SOBRE O EVENTO:

Para explicar em detalhes toda a logística do evento, como tudo vai funcionar, preços, formas de pagamento, visto, etc, faça agora a sua inscrição no web seminário gratuito sobre a Missão Inc.5000 que acontece no dia 8 de Julho das 15:00 as 16:30h.

Missão Inc.5000, o primeiro de muitas missões internacionais que a BIZREVOLUTION começa a montar e oferecer a você a partir de agora. O meu objetivo é aproximar as pequenas empresas brasileiras do exterior e assim abrir mercados para as pequenas brasileiras aqui e lá fora.

Participe do web seminário do dia 8 de Julho, vamos juntos ao Inc.5000!

Inc500_logo

12/06/2009

10 Novas Verdades sobre Construção de Marcas.

"Como documentar a vida real se a vida real está ficando cada vez mais parecida com a ficção?"

Houve um tempo em que os marketeiros e publicitários adicionavam atributos e valores a um determinado produto que não tinha nada demais e a malandragem funcionava.

Houve um tempo em que todo mundo assistia ao mesmo programa de televisão, escutava o mesmo programa de rádio ou lia a mesma revista.

Houve um tempo em que as empresas diziam aos consumidores o que eles tinham que pensar, acreditar, vestir, comer, aprender e usar.

Houve um tempo em que esses consumidores sentavam na frente da televisão e a única coisa que faziam era assistir televisão.

Houve um tempo em que 80% dos moradores de um mesmo condomínio compartilhavam as mesmas opiniões e mesmos pontos de vista sobre as mesmas coisas.

Houve um tempo em que a consumidiora comprava o sabonete Lux Luxo porque nove em cada dez atrizes de Hollywood usavam Lux Luxo. Hoje, as novas consumidoras querem comprar justamente aquele sabonete que é usado pela única atriz de Hollywood que não usa Lux Luxo.

Houve um tempo em que bastava martelar um único lixo publicitário várias vezes no cabeça de um grupo de zumbis por duas ou três semanas seguidas para virar o rei da cocada preta.

Esses tempos já eram.

Pelo menos para aqueles que tem o mínimo de civilidade, decência, educação, ética e justiça.

A maneira que se constroi marcas hoje em dia faz mal a saúde mental das pessoas. A informação flui de cima para baixo. O modelo estimula somente as grandes empresas. A sociedade em si se prejudica porque aparentemente existem muito poucos modelos de civilização, poucas opções, poucas escolhas.

As minhas idéias sobre construção de marcas não são para as grandes empresas. Eu quero mais que as grandes empresas continuem a torrar suas verbas de propaganda até acabar em suas campanhas publicitárias terríveis com suas agências medíocres. Vide a nova campanha da BRF ou BFR ou RFB sei lá (o nome é terrível), a tal da mega empresa que nasceu da junção da Sadia e Perdigão, e que teve a coragem de torrar alguns milhões de reais semanas atrás para simplesmente dizer "BRF, um mundo com mais sabor". Ridículo! Alguém aqui vai comprar mais salsicha da Sadia porque a empresa mudou de nome e agora declara que "o mundo vai ter mais sabor porque eles existem?" Blá! O meu mundo já tem mais sabor faz tempo. A comida feita na minha casa é infinitamente superior a qualquer coisa que sai da fábrica deles.

As minhas idéias de construção de marca são para as pequenas empresas empreendedoras desse nosso brasilzão. As minhas idéias são para os pequenas empresas que acreditam que tem um produto ou serviço show de bola a oferecer e realmente acreditam que as pessoas precisam conhecer a sua maneira maneira ética, honesta e transparente de trabalhar.

Houve um tempo em que a construção de uma marca era uma possibilidade das grandes empresas e grandes verbas.

Esse tempo já era.

AS MARCAS ESTÃO MORTAS! LONGA VIDA AS NOVAS MARCAS!

Eu apresento a vocês 10 Novos Mandamentos para quem tem uma mente aberta a novas idéias sobre construção de marcas, para quem tem disposição para mudar as coisas, para quem se importa em fazer uma revolução que faça sentido para as próximas gerações.

(1) A missão de uma marca é dizer a verdade. A maioria das marcas mente, usa atores e apresentadores de televisão para testemunhar o uso de produtos que nunca usaram na vida, usa efeitos especiais para mostrar o que os produtos não fazem, usam testemunhais com pessoas que não existem. O trabalho de um verdadeiro construtor de marcas é falar a verdade, deletar as imagens falsas que foram colocadas no seu web site mostrando pessoas que não trabalham na empresa, e substituir por imagens de pessoas reais que trabalham na empresa. Novo construtor de marcas usa blogs, fóruns, atualiza a seção de perguntas e respostas frequentes no seu web site com a VERDADE sobre os seus produtos e serviços doe a quem doer. Você não tem que ser perfeito, nem parecer perfeito, muito menos ser perfeito para todos. Concorda?

(2) A missão de uma marca é ser explícita sobre o quê oferece, ser menos sobre sexy marketing, ser mais sobre fatos dados estatísticas, razões que aproximem os produtos da empresa da realidade dos clientes. Concorda?

(3) A missão de uma marca é educar o cliente, fora bulshitismo entra comunicação de conteúdo. Há quanto tempo você fala mal das elites do Brasil porque acredita que elas querem que o povo permaneça imbecil? Se você acredita nisso, faça a sua parte. Enquanto não fizer, compreenda que você é parte dessa elite burra que não mexe uma palha para educar o povo. Por outro lado, enquanto o cliente não entender as necessidades que tem, ele não vai comprar de você. Ou seja, enquanto você não educar o seu cliente, você não vai bater metas de vendas. Concorda?

(4) A Missão de uma marca é matar todos os seus mascotes, Ronald McDonalds , Mickey Mouse como mascote etc. Os mascotes não existem, é tudo mentira. Aquele cara que há décadas faz palhaçada na televisão para vender Bombril trabalha na empresa que fabrica Bombril? O quê as palhaçadas que ele faz na televisão tem a ver com o produto? NADA! Aquela campanha terrível ajuda mesmo a vender Bombril? E mesmo que ajude, tem alguma ética nisso? Tem certeza? Somente quem não pensa, quem não valoriza o dinheiro suado que ganha todos os meses, COMPRA um produto por causa de uma propaganda engraçadinha. Quem tem auto-estima e inteligência o suficiente olha outros fatores além da propaganda bonitinha da televisão.

O uso de mascotes fere qualquer estratégia de marketing de autenticidade. Se você quer ser DE VERDADE, mascotes não tem nada a ver com isso. Se você quer ser ÉTICO, mascotes não tem nada a ver com isso. Entendo que o uso dos bichinhos ajudam a convencer as crianças a comprar, mas, qual é a ética de manipular crianças com o uso de mascotes para que elas possam manipular os pais? MORTE AOS MASCOTES! Concorda?

(5) A Missão de uma marca é se integrar 100% com o processo de vendas da empresa e compras do cliente. 95% das atividades de marketing não tem qualquer integração com as atividades de vendas da empresa. Toda atividade de marketing deve facilitar o processo de compras do cliente, ou ajudar o vendedor a penetrar na conta. Se não fizer isso, não é marketing é lavagem de dinheiro.  A MISSÃO DE UM VERDADEIRO CONSTRUTOR DE MARCAS É TRAZER FEEDBACK PARA A EMPRESA. Se não houver integração com Vendas, de onde o marketeiro tira o feedback que ele precisa? Das agências de propaganda que fizeram a campanha na televisão e suas pequisas de recall?? Hahahahaha, tá brincando! Concorda?

(6) A missão de uma marca é construir comunidades que melhoram o mundo, e não comunidades ao redor da própria marca. Todo marketeiro antenado tá afim de montar uma rede social na internet. A BRF mesmo já tá no Twitter com meia dúzia de gatos pingados como seguidores. Mas o ponto é, quem se importa em participar de uma comunidade da BRF além dos investidores da empresa??? Empresas como BRF deveriam estar preocupadas em investir MUITO MAIS DINHEIRO em atividades sociais do que em publicidade. O gasto dessas empresas em atividades sociais é infinitamente menor do que o investimento em propaganda. Se essas empresas REALMENTE investissem na sociedade, a sociedade se lembraria dessas empresas na hora da compra. Eu lembraria. O ponto é que essas empresas não investem o suficiente na sociedade. Tá na hora de mudar isso! As marcas deveriam utilizar a oportunidade da mídia social para criar comunidades que REALMENTE tenham algum efeito prático sobre as comunidades REAIS que já existem. Concorda?

(7) A missão de uma marca é VENDER um serviço e não construir relacionamentos. Quem realmente está afim de ter algum tipo de relacionamento sério com a Coca-Cola? Quem se importa em participar da comunidade do Leite Moça na internet, ou do Ford Ecosport na Orkut? Quem se importa?! EU QUERO COMPRAR UM SERVIÇO PRODIFICADO QUE SE IMPORTA COMIGO e não um produto medíocre mascarado por uma propaganda. Concorda?

(8) A missão de uma marca é usar a internet para resolver os deficiências que tem no mundo real. É simplesmente terrível comprar produtos em 90% das lojas de varejo desse país. O vendedor simplesmente não tem todas as informações sobre os produtos que vende. A loja não tem todos os produtos que deveria ter. Ambos, compradores e vendedores, perdem negócios porque falta informação. Cabe ao varejo, nesse caso, completar a falta de informação que tem na loja com informações eletrônicas. E isso não vale apenas para o varejo, vale para todos. A internet existe para resolver as nossas deficiências. Qual é a sua? Concorda?

(9) A missão de uma marca é reduzir as expectativas dos clientes sobre a marca. Pare de prometer o céu na terra. Baixe a bola. Não siga o exemplo da BRF ou seja lá qual for o nome da empresa, não prometa "um mundo de sabores" porque é simplesmente MENTIRA. Ninguém é capaz de trazer todos os sabores para a mesa de alguém. Baixe a bola, seja verdadeiro, honesto. Nenhum desodorante vai tornar uma mulher mais atrante. Nenhum carro vai atrair mulheres decentes para um homem. O produto que você vende só resolve o problema que foi feito para resolver, e não para acabar com a fome do planeta. Deixe o cliente falar de você, pare de falar de si mesmo. Concorda?

(10) A missão da uma marca é aplicar humanidade aos negócios. A geração Twitter, iPhone e Wii quer as mesmas coisas que os seus avós queriam: SER FELIZES. O ser humano não mudou nada nos últimos 3 mil anos. As novas tecnologias "ainda" não mudaram as pessoas. Entra tecnologia, sai tecnologia, as pessoas querem as mesmas coisas. Tá na hora do mundo dos negócios encontrar uma maneira de misturar as coisas. Concorda?

A construção de marca é uma atividade de responsabilidade social para as pequenas empresas. Ao construir pequenas marcas alternativas a salsicha da Sadia, os pequenos empresários estarão ajudando o mundo a tomar melhores decisões. Ao construir pequenas marcas alternativas aos doces da Nestlé, os pequenos empresários estarão ajudando o país a criar mais empregos. Quem cria emprego são as pequenas empresas, há décadas as grandes não criam empregos. Ao construir pequenas marcas alternativas as ofertas da Casas Bahia, os pequenos empresários estarão ajudando a sua cidade a oferecer melhores serviços e produtos.

Eu quero viver em um mundo com infinitas opções sobre a minha mesa. A informação, o conteúdo, a intelectualidade, a inovação, a ética, a sabedoria e a educação não tem e não deve vir de poucas e boas empresas. CONTRIBUA para que possamos mudar a maneira que a sociedade consome e prospera ao construir a marca da sua pequena empresa.

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

Namoro.

O que você está namorando?

11/06/2009

HollywoodCEO: Os Miseráveis.

Dia 17 tem HollywoodCEO: Os Miseráveis na Livraria Cultura com transmissão ao vivo pela internet. Para participar do evento na livrraria você não precisa preencher nada, basta aparecer por lá. Para assistir pela web, faça sua inscrição aqui

Eu sou completamente apaixonado por LES MISERABLES. Durante a palestra eu vou misturar cenas das duas melhores versões feitas para o cinema da maravilhosa história criada por Victor Hugo, além das músicas do magnífico musical feito para o teatro, e ainda em exibição na Inglaterra. 

Victor Hugo foi o cara. Dedicou 25 anos da sua vida para a política, 25 anos da sua vida para a religião, 25 anos para os livros. Três carreiras, uma Vida. 

Victor Hugo foi o cara...

"Está pois a pena de morte abolida nesse nobre Portugal, pequeno povo que tem uma grande história. (...) Felicito a vossa nação. Portugal dá o exemplo à Europa. Desfrutai de antemão essa imensa glória. A Europa imitará Portugal. Morte à morte! Guerra à guerra! Viva a vida! Ódio ao ódio. A liberdade é uma cidade imensa da qual todos somos concidadãos" Victor Hugo, 1876, a propósito da abolição da pena de morte em Portugal (o primeiro país europeu a fazê-lo).

"Este século produziu apenas uma grande coisa, a liberdade, e produziu apenas um grande homem, Napoleão. Não temos mais um grande homem. Tentemos ao menos manter a grande coisa." Victor Hugo sobre a censura contra Marion Delorme. 

"Quão abominável esse banho de sangue é! Tenho certeza de que quando não houver mais reis, não haverá mais guerra. Enjolras, você está a mirar naquele sargento, não a contemplá-lo. Pense que ele é um belo jovem; ele é intrépido; percebe-se que ele é um pensador; esses jovens artilheiros são bem instruídos; ele tem um pai, uma mãe, uma família; ele ama alguém, provavelmente; ele tem no máximo vinte e cinco anos; ele poderia ser seu irmão." Diálogo entre Combeferre e Enjolras em Les Miserables.

“Nada é mais poderoso do que uma idéia cuja vez chegou”. Victor Hugo. 

“Vou provar para ele que um poeta pode ganhar muito mais dinheiro do que um general do Império”. Victor teria dito para Abel, seu irmão mais velho. 


Lesmiserables

10/06/2009

As melhores indústrias para começar um negócio.

Vivemos uma crise criativa e não uma crise financeira. Vivemos uma crise de pessoas sem habilidades criativas e não uma crise de pessoas inteligentes. Tá faltando cérebro para inventar, braços para executar, e coração para fazer as coisas por paixão e não apenas por dinheiro. 

Não faltam oportunidades para quem estuda e quer fazer diferente. 

Algumas indústrias que se mostram abertas a novas negócios são:

1. Aplicativos para iPhone. Já são mais de 50 mil aplicativos a venda na iTunes, mais de 1 bilhão de aplicativos vendidos, 40 milhões de iPhones vendidos no mundo. Se você criar algo para o iPhone, pode vender no mundo inteiro sem sair de casa. Tá esperando o quê? Software é a indústria do século. Serviço puro, sem estoque, só cérebro. 

2. Saúde. O sistema de saúde no mundo é terrível. Se você ficar doente é melhor ir direto para cova para não ter que depender dos parcos hospitais que tem por ai. Sem falar da medíocre condição intelectual dos médicos. O sistema precisa de novos hospitais, novos modelos de clínicas, novos modelos de atendimento, aplicação de tecnologia e muito mais. Quem vai investir nesse negócio que tem cliente saindo pelo ladrão?

3. Software como Serviço. Estamos a caminho das nuvens. O tempo de comprar software na prateleira de uma loja está com os dias contados. Vai ser tudo pela web, download, e na melhor das condições nem baixar você vai precisar, é tudo nas nuvens. Software, mais uma vez, o grande negócio do século, entre nessa. 

4. Produtos Zen. Todos que lêem esse post precisa por baixo de um psicólogo, terapeuta ou psicanalista. Tá todo mundo louco e carente. Todos precisam de ajuda. A vida está um stress só. SPAs, coachings de tudo quanto é coisa, palestrante de auto ajuda, igreja que promete um lote no céu, tá tudo e alta. Quando você vai abrir a sua lojinha zen na web?

5. Escolas, Escolas, Escolas. Faltam escolas técnicas, escolas morais, escolas éticas, escolas corporativas. Nós precisamos de novos formatos, novos professores, novas tecnologias, novas metodologias. Quando você vai abrir a sua escola?

6. Alimentação. O tempo tá curto. A mulherada não cozinha mais. A família não compartilha a mesa na hora da refeição. Tá todo mundo ficando gordo. Nós precisamos de alimentação de verdade, qualidade, inteligente. Nós precisamos de novos restaurantes, em novos modelos, rápidos, saudáveis, que nos deixam trabalhar, fazer reuniões, comer em paz. Cade o seu restaurante?

7. Verde, Verde, Verde. Construtora verde, comida verde, computador verde, segurança verde, escola verde, software verde, professor verde, livro verde, livraria verde, caneta verde, lâmpada verde, carro verde, seguro de vida verde, governo verde. Preciso falar mais alguma coisa? Verde na cabeça!

8. Consultores e Serviços Profissionais. As grandes empresas não contratam mais. Os empregos estão nas pequenas empresas. Entretanto, as pequenas empresas não tem braços para fazer marketing, vendas, tecnologia, recursos humanos, produtos etc. Quem vai ajudá-las a ter a infraestrutura necessária para serem relevantes?

9. Tecnologia. Você vende ferro ou bytes? Seja lá o que for que você faz, mete um chip no negócio. Se você faz lousa para escolas, comece a fabricar lousas eletrônicas; se você edita livros, considere seriamente a possibilidade de vende e-books. A Intel, Microsoft e o mundo Linux tem tecnologia de sobra para você embarcar nos seus produtos e serviços. Quando você vai fazê-lo?

10. Funcionários Temporários. Outsourcing, Outsourcing, Outsourcing, quem precisa de funcionário full-time na empresa? De fato, quase ninguém. A grande maioria das tarefas não precisam dos funcionários o tempo todo. As empresas precisam do SISTEMA funcionando o tempo todo. As pessoas não. Nós precisamos de funcionários talentosos temporariamente. Precisa dobrar as vendas em 48 horas? Contrate um gerente de clientes bala para entrar com os dois pés no peito de 40 clientes em 24 horas. Precisa de um web site? Contrate um grupo de pessoas capazes de entregar o site em 30 dias e depois desmantele a equipe. A manutenção pode ser feita por "um vinte e cinco avos de uma pessoa". Entendeu a matemática?

11. Energia. Internet por energia elétrica, carro movido a álcool, avião movido a energia solar, trem movido a água, computador movido a vento. A natureza é poderosa. O mundo precisa de novos maneiras de ligar os produtos que tanto amamos. 

Vivemos uma recessão. Recessão de gente criativa, corajosa, disposta a mobilizar diferentes entidades para reinventar a sociedade que vive. Vamos que vamos, passar por um vale até que poucos e brilhantes seres humanos reinventem as indústrias que tocam o planeta. Você vai ser um deles?

Troca de Provedor.

Estamos migrando o servidor do web site da BIZREVOLUTION para outro provedor. O processo começou ontem no final de tarde e ainda não terminou. Por algumas horas as imagens e arquivos do web site vão sumir, mas logo tudo volta ao normal. 

Missão 39 - 4 ou 5 coisas.

Quais são as coisas que você faz todos os dias para te ajudar a ser bem sucedido? Uma vida regrada em hábitos positivos que estimulam a sua criatividade e profissionalismo é fator crítico de sucesso para quem deseja ser bem sucedido na vida. 

Quais poderiam ser as 4 ou 5 coisas que você poderia fazer todos os dias para quebrar tudo?

Vou listar algumas aqui. A Missão 39 é sobre você desenvolver o hábito de praticar alguma delas todos os dias. 

1. Escrever 20 minutos por dia. 
2. Ler 20 minutos por dia. 
3. Telefonar para 5 clientes antes das 10 de manhã. 
4. Tomar um belo e sereno café da manhã. 
5. Revisar o plano do dia. 
6. Preparar os materiais que são necessários para matar a pau na próxima reunião. 
7. Fazer uma reflexão sobre quem é você, pontos fortes, fracos, o que você está fazendo e porque. 
8. Trabalhar rapidamente a papelada para que possa se concentrar em novos negócios. 
9. Ter uma manhã produtiva, a sua tarde será um reflexo da sua manhã.
10. Escute alguma música no volume máximo. 
11. Revisão de tudo que foi feito até agora. 
12. Exercitar o corpo. 
13. Pedir por feedback sobre você, seu trabalho, sua empresa, para todos que encontrar pela frente. Depois de falar sobre você, sempre peça por feedback, 
14. Matar todas as tarefas que podem ser feitas em menos de 2 minutos. 
15. Conhecer melhor as pessoas que te cercam. Uma por dia. 

A Missão 39 é sobre você desenvolver quatro ou cinco hábitos positivos que ajudam você a chegar mais longe. 

Quais são os seus?

Recessão.

O Brasil está oficialmente em recessão. O mercado em que você trabalha está em recessão? A sua empresa está em recessão? Quais são os planos para virar a mesa?

09/06/2009

Projeto Davi em ação: GESPEQ.

Os serviços de consultoria e marketing de serviços da BIZREVOLUTION tem um nome: PROJETO DAVI.

Por que PROJETO DAVI? Porque a missão de tudo que eu faço na vida é ajudar quem tem potencial a vencer, superar os Golias que existem no mercado, dentro de si mesmo, e atingir os mais altos objetivos da sua Vida para assim iluminar o caminho de todos que estão a sua volta.

Um dos clientes do PROJETO DAVI da BIZ é a GESPEQ. A GESPEQ é uma consultoria de gestão do Rio de Janeiro especializada em Pequenas Empresas. Eles estão de web site novo, que vai crescer em conteúdo todos os dias, presença no Twitter, e-news, RSS, mix completo de serviços com metodologia por trás, e agora, começam a compartilhar os seus conhecimentos via web seminários gratuitos.

O negócio da GESPEQ, as idéias por trás da Pequena Empresa 2.0, vão aparecer no web site deles em breve, fique de olho, siga os caras no Twitter, o futuro da GESPEQ é brilhante.

O primeiro evento da GESPEQ é dia 25 de junho: O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE CONTROLES GERENCIAIS PARA EMPREENDER COM SUCESSO e você pode participar diretamente do seu escritório em qualquer lugar do mundo.

Webseminario-gespeq

 

Empresa Inovadora.

Qual é a empresa mais inovadora que você conhece na sua região, cidade, ou bairro, ou indústria? Não vale falar de grandes empresas, essa é a oportunidade para você promover a empresa porreta da sua cidade. 

08/06/2009

iPhone 3Gs

Iphone3G

Missão 38 - Tira-Teima de Vendas.

Toda faculdade de administração, marketing ou comunicação exige que você faça um belo trabalho de conclusão de curso com direito a planejamento estratégico etc. 

O resultado final é um livro de capa grossa bonito que mostra os números e estrutura de uma empresa complexa e sofisticada. Entretanto, qual é a certeza que os números de vendas que você colocou no plano realmente vão acontecer?

O plano mostra a análise macro econômica baseada em dados do IBGE, a análise macro política baseada no discurso do lula, o swot baseado em sei lá o quê, mas não mostra tim tim por tim como será efetivamente a abordagem de vendas no front da guerra. 

Com quem exatamente temos que falar para tirar o primeiro pedido?

O que exatamente temos que falar com essa pessoa para conseguir isso?

A Missão 38 é sobre você questionar o plano de marketing e vendas da sua empresa como objetivo de ter um retrato muito próximo da realidade do front. 

Para te ajudar a fazer esse questionamento, eu selecionei algumas perguntas que você deve fazer:

1. Qual é o perfil da pessoa para quem você tem que vender?
2. Quem influencia essa pessoa na sua posição?
3. O que essa pessoa valoriza ou sente medo no seu trabalho?
4. Quais são os passos que o seu cliente tem que seguir no processo de compras da empresa?
5. Quais são os passos do seu processo de vendas?
6. Qual é o tempo estimado para cada um dos passos do processo de vendas?
7. Qual é o tempo e valor médio de uma transação?
8. Quantos clientes potenciais você precisa para atingir a sua meta de vendas?
9. Quais meios de comunicação você vai usar para contatá-los?
10. Quais atividades de geração de demanda você vai usar?
11. Quais ferramentas de vendas você tem?
12. Quais habilidades os seus vendedores precisam ter para você atingir os números de vendas?
13. Como você vai encontrar esses clientes?

O importante aqui é você e a sua empresa ter uma compressão cristalina de tudo que é necessário fazer para atingir o resultado de vendas. 

Essa é a Missão 38, GO!

Ciclo da Venda.

Quanto tempo leva para você vender o que você vende? O que poderia ser feito para reduzir esse tempo?

06/06/2009

A Escola do Futuro.

A escola do futuro terá: (1) um crachá com microchip que identifica o professor e conecta a lousa eletrônica no ponto em que ele parou a aula anterior. (2) Parte das aulas será com lousa eletrônica. Nela, o professor usa videos, fotos, mapas e pode pesquisar dúvidas dos alunos na internet. (3) A iluminação da sala muda de acordo com a atividade. (4) Câmera capta qualquer imagem e projeta na parede. Pode ser o microscópio, vídeo, foto etc. (5) Cada aluno clica sua opção em um controle remoto, um gráfico com o porcentual aparece na tela. (6) programas educativos simulam situações. (7) programas interativos transformam a realidade dos alunos em exercícios práticos. (8) pelo celular os alunos recebem conteúdo complementar. (9) games esquentam a aula. (10) as cadeiras podem ser dispostas de várias maneiras para incentivar o trabalho em grupo. O que mais? Quase tudo isso já existe hoje, inclusive em formato de web seminários.

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05/06/2009

Slides Web Site B2B.

O web seminário COMO TRANSFORMAR O SEU WEB SITE EM UMA MÁQUINA DE GERAÇÃO DE DEMANDA terminou há pouco. MUITO OBRIGADO a todos que estiverem presentes no evento. 

Para quem não pode participar, seguem os slides que eu utilizei na palestra. Esse web seminário faz parte da série de web seminários da BIZREVOLUTION que você tem que pagar para participar. Todo mês vamos ter um ou dois desses para oferecer. 

Além dos slides, os participantes que pagaram para assistir ao evento recebem o vídeo da palestra com o áudio completo sincronizado com os slides. Em adição, os participantes recebem outros arquivos extras relacionados com o tema. Para quem não participa, ficam os slides como amostra grátis. 

Nove em cada dez profissionais que eu conheço não estão felizes com os seus web sites atuais. Tá todo mundo querendo mudar mas ninguém muda nada; ou quando muda, muda para algo mais bonito sem fundamento estratégico. A BIZ está mais do que pronta e capacitada para ajudar você a revolucionar o seu web site para ter resultados imediatos sem perder de vista uma estratégia de marketing inovadora. 

Eu estou pronto para ajudar. Ligue (11) 4153-0885 ou e-mail ricardom@bizrevolution.com.br ou twitter.com/bizrevolution

O quê medir.

O volume e diversidade de dados que podemos coletar por trás do nosso web site é imenso. Quais dados devemos analisar e porque?

04/06/2009

Desafiando a ciência.

Cientista

Tempo de Twitter.

TimeTwitter

Missão 37 - Matrix de Produtos Versus Clientes.

Maxtrix

Você já deve ter visto um cliente tradicional da sua empresa dizer não que não sabia que  você trabalha com determinado produto ou serviço, certo?

Todos os dias nove em cada dez profissionais passam pelo mesmo drama. 

O cliente não sabe que você faz X. Ele imaginava que você só fazia Y. 

E olha que o serviço que ele imagina que você não faz está estampado na capa do web site há meses. 

Por que isso acontece?

Porque simplesmente você não tem um plano de comunicação e vendas sobre esses serviços. 

Você não pode terceirizar a comunicação da sua empresa para o seu cliente! O boca-a-boca do cliente é o tal do "plus a mais" que realmente devemos provocar e estimular que aconteça, mas nem sempre acontece. Não podemos sobreviver da boa vontade dos cliente em falar de nós. 

Estampar o que fazemos na home do web site não é o suficiente. Você tem que ter um plano de comunicação desses outros serviços e levar a sério sua implementação. 

"Ei cliente, eu quero ir até você hoje para falar de um novo negócio. Você pode me receber? Você poderia inclusive convocar o gerente de marketing para participar da reunião, eu tenho certeza que ele também vai se interessar pelo tema". 

A missão 37 é sobre você mapear e acompanhar o plano de comunicação e vendas dos seus produtos e serviços para cada um dos seus clientes. 

UM ÚNICO FOLHETO DA EMPRESA COM TUDO QUE VOCÊ FAZ NÃO SERVE PARA NADA!!!!!

UMA PASTINHA COM VÁRIAS LÂMINAS INDIVIDUAIS SOBRE CADA UM DOS SEUS SERVIÇOS TAMBÉM NÃO FUNCIONA!!!

Você tem que vender uma coisa de cada vez, um dia de cada vez, uma reunião de cada vez. 

Vamos dizer que você tenha três clientes e cinco serviços. Você tem a possibilidade de realizar quinze transações dos seus serviços SE E SOMENTE SE, você mapear e acompanhar a comunicação e vendas desses serviços para cada um dos seus clientes. 

Em que estágio encontra-se cada comunicação & venda dos seus serviços dentro de cada cliente?

A resposta para essa pergunta é a sua Missão 37. 

Grande Onda.

Qual é a próxima grande onda que vai mexer nos participantes do seu mercado? Quando ela vai acontecer? Qual benefício você vai tirar dela?

HollywoodCEO: Os Miseráveis.

Emkt-les-miserables

03/06/2009

Toy Story 3.

Eu me lembro como se fosse hoje do dia em que a Pixar surgiu no planeta dizendo que ia lançar um filme 100% feito no computador. Todo mundo deu risada. A Disney havia acabado de se relançar no mundo dos desenhos animados de longa metragem com o estrondoso Rei Leão, o Ciclo de Vida com Elton John etc, o futuro parecia que tinha mais a ver com Rei Leão do que Computadores e Desenhos Animados Digitais. Ledo engano.

A Pixar surpreendeu o mundo inteiro com Toy Story. Ninguém, absolutamente ninguém, imaginava que seria possível fazer um longa metragem de desenho animado com o nível de qualidade e realidade que a Pixar conseguiu fazer com Toy Story quinze anos atrás.

Brad Bird, a cabeça por trás de todos os sucessos da Pixar nos últimos anos, tem uma filosofia muito pessoal sobre inovação, e de onde ele tira as suas grandes idéias. A sua filosofia bate de frente com a velha máxima do mundo do marketing que diz "conheça os seus clientes, descubra o que eles realmente querem e entregue".

"A nossa meta é diferente. Nós não fazemos um filme para os clientes. A minha meta é fazer um filme que eu queira ver. Se eu fizer isso com sinceridade - se eu for duro e exigente comigo mesmo - as outras pessoas também vão se engajar e se entreter com o filme.

É ISSO AI!!! QUEBRA TUDO PIXAR!!!

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