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31/08/2009

Princípio de Marketing.

Qual seria o princípio mais importante do marketing que toda pequena empresa precisa dominar?

30/08/2009

Ninguém abandona sem dor aquilo que com prazer adquiriu.

Ter lucro sem arriscar, experiência sem perigo , recompensa sem trabalho é tão impossível quando viver sem ter nascido. 

Eu tenho 39 anos da idade.  Trabalho profissionalmente desde os dezoito. Nesses anos todos eu trabalhei apenas em pequenas empresas. Eu tive algumas oportunidades de trabalhar em grandes empresas mas escolhi por livre e espontânea vontade permanecer em pequenas empresas. Eu nunca me arrependi de ter tomado essa decisão. Eu sempre acreditei que poderia aprender muito mais convivendo com as pequenas empresas do que trabalhando para as grandes empresas . 

Nunca saberei se tomei a "melhor" decisão. Sim porque a partir de um certo momento não tem mais como voltar atrás na decisão que você toma. Quem trabalha em pequenas empresas dificilmente consegue migrar para as grandes empresas e vice-versa. O RH da grande empresa não aceita gente pequena, e o ambiente da pequena empresa não é o "suficiente" para quem vem das grandes corporations. 

A propósito, a vida não é sobre tomar a "melhor” decisão.  A vida é sobre você se comprometer se engajar se dedicar fazer um pacto de sangue com a decisão que você tomou. Seja ela qual for. 

Você não sabe se deve morar em São Paulo ou Rio de Janeiro, você não sabe se deve pedir aumento de salário ou não, você não sabe se deve fazer mala direta ou propaganda?  Decida por qualquer caminho. O que importa é a dedicação que você dará a decisão que tomou. Nunca se esqueça disso.  

Nessas duas décadas eu conheci centenas de pequenos empresários. Aprendi muito sobre negócios e vida ao conviver com essa turma. O meu caráter assertivo e ultra objetivo se formou no ambiente das pequenas. 

Uma pequena empresa com cinco pessoas não pode ter funcionário pangaré. Se um dos cinco for enganador, estamos falando de 20% dos recursos humanos jogando contra.  Nas grandes empresas, o enganador consegue se esconder por trás dos pilares da corporation por vários anos. Basta comparecer as meetings e conference calls e concordar com o chefe em tudo que ele pede que ninguém vai reparar que o cara não sabe nada de nada. 

Recentemente uma repórter da revista Exame fez a seguinte pergunta a Marcel Telles - um dos investidores por trás da AmBev, Lojas Americanas entre outras, "O quê as pequenas empresas podem aprender com uma grande empresa como a AmBev?", a resposta de Telles resume o que podemos aprender ao conviver com as pequenas empresas, "Nada. As grandes empresas é que tem muito a aprender com as pequenas empresas. Empreendedorismo, controle de caixa, agilidade, inovação, o conhecimento sobre quem são as pessoas que trabalham conosco e meritocracia são características das pequenas empresas. O que fazemos na AmBev é nos esforçar todos os dias para ter um pouco do espírito que existe nas pequenas empresas". 

Por outro lado, eu também aprendi uma dura lição sobre as pequenas empresas: "pequena empresa sempre pequena empresa". 

95% das pequenas empresas que conheci nesses vinte anos continuam sendo pequenas empresas. Elas continuam faturando a mesma coisa, continuam no mesmo lugar, continuam com as mesmas pessoas e com os mesmos sistemas. 

Apesar do discurso dos seus pequenos empresários que dizem que vão crescer 20% ao ano, e conquistar o mundo, elas simplesmente não conseguem sair do lugar. 

Muito se fala que sete a cada dez empresas que abrem no Brasil fecham antes de completar cinco anos de idade. Eu penso que outra estatística deve ser acrescentada a esse discurso: oito a cada dez pequenas empresas que abrem no Brasil, depois que passam pelos cinco anos de existência, continuam pequenas ou ainda menores. 

Eu penso que a partir de um certo momento, os pequenos empresários falam de crescimento por falar. Eles prometem 20% de crescimento por osmose. Eles falam porque todo mundo fala. Eles vão na conversa do William Bonner da televisão, ou do fornecedor e seus planos nada a ver com nada, ou mesmo da sua cabeça fantasiosa.

Eu descobri também que alguns empresários falam 20% de crescimento de pura sacanagem. É a maneira que eles encontram para reter os novos funcionários que precisam de algum tipo de esperança para se motivar.  

A rotatividade de funcionários dentro de uma pequena empresa é grande. Para você ter uma idéia, não há um santo dia sequer que algum funcionário que trabalha em uma pequena empresa não ligue na empresa para dizer que está com alguma dor de barriga e não poderá comparecer ao trabalho. 

Eu penso que as pequenas empresas deveriam instituir nos seus negócios um placar a lá CIPA. Enquanto a CIPA monitora o número de dias sem acidentes de trabalho na fábrica das grandes empresas, o pequeno empresário deveria colocar um placar na entrada da empresa para mostrar o número de dias sem faltas de funcionários no escritório. 

Os funcionários mais novos acreditam no discurso de crescimento do empresário por alguns meses e se deixam contaminar pelo entusiasmo;  os funcionários mais antigos,  conhecendo o chefe como conhecem, sabem que o discurso não passa de papo furado. O crescimento não vai acontecer, o que vai rolar é muito stress, esquisitices, picos de faturamento no mês de março e agosto, e vários vales de faturamento ao longo dos outros meses. 

O americano gosta muito da expressão "loser always a loser" (perdedor sempre perdedor).  De uma certa maneira o americano está certo. Dificilmente conseguimos mudar os nossos hábitos.  Se você fizer uma sacanagem com uma pessoa, provavelmente repetirá a malandragem outras vinte vezes na sua vida.  A verdade é que todos nós temos uma determinada personalidade e passaremos a vida inteira lutando contra ela sem conseguir grandes vitórias ao longo do percurso. 

A boa notícia é que 20% das pequenas empresas  conseguem crescer e chegar a algum lugar. 

O que essas pequenas empresas fazem para escapar da fase de picos e vales, funcionários pangarés, clientes que não dão ouvidos ao suposto valor que elas agregam, e fornecedores que as tratam como seres insignificantemente pequenos?

1o. Elas se tornam paranóicas por lapidar o seu grande diferencial.  É incrivelmente difícil ter foco quando se é uma pequena empresa ou quando estamos sozinhos. Parece contraditório, mas na prática o indivíduo acaba tendo que vestir diferentes chapéus  (comercial, rh, marketing, informática) e sua mente acaba por se perder no debate sobre quem ele é de verdade. 

Aqueles que sobrevivem à fase de ser pequeno são os empresários paranóicos por foco. Em meio à batalha do dia-a-dia, os caras procuram direcionar as suas empresas para negócios que os tornam melhores em um único e determinado negócio. Eles procuram direcionar suas empresas para clientes que eles preferem trabalhar, e se afastam dos negócios que dão muito trabalho e pouco dinheiro. Às vezes eles pegam alguns negócios não lucrativos e desfocados para pagar a conta do mês, mas procuram colocar em prática alguma iniciativa paralela para diminuir a participação desse tipo de negócio. 

É fácil para qualquer um aqui dizer para o cara rejeitar um negócio que não tenha a ver com o foco dele, mas completamente diferente quando você passa a ser o cara que está sendo seduzido por um aparente grande negócio e tem várias contas para pagar. 

É difícil, mas não impossível. O pequeno empresário tem que ser paranóico por encontrar o seu cliente ideal, o seu nicho ideal, a sua comunicação ideal, a sua política de preços ideal. Além de continuar o processo de lapidação das pessoas ideais, metodologia ideal e presença ideal. 

Eu estou falando sobre marketing. 

Marketing é como jogar War. Mesmo que o seu objetivo no jogo seja conquistar a Europa, a Oceania e um terceiro continente a desejar, na hora que chegar a sua vez de jogar, a melhor estratégia a seguir é colocar todos os suas pedrinhas em Vladivostoki para arrasar a Mongólia, e depois, talvez, nessa rodada, chegar até a China. Aquele que espalha os soldadinhos por diferentes territórios achando que vai faturar os três continentes simultaneamente com parcos recursos, vai acabar a rodada com os mesmos territórios, e pior, enfraquecido para enfrentar  os adversários. 

2o. Elas constroem a estratégia de baixo para cima, de cima para baixo, da esquerda para a direita, da direita para a esquerda. Sim, é importante ter um plano. Mas ainda mais importante é ter um plano que todos os sócios da empresa concordem em praticá-lo. E mais importante ainda é ter um plano que todos os funcionários, ou pelo menos a grande maioria, entenda qual é a sua participação na execução do plano. 

As pequenas empresas que crescem são aquelas que os donos da empresa resolvem colocar os seus objetivos pessoais abertamente sobre a mesa e juntos estressam o assunto do objetivo da empresa até que a última gota de sangue se esgote. 

Nada tira mais o tesão de uma pessoa do que dizer a ela "Vá, faça isso, quero resultado em 24 horas", sem envolvê-la na discussão do que ela tem que fazer. 

As pequenas empresas que crescem são aquelas que discutem exaustivamente as diferentes possibilidades que tem pela frente com o envolvimento do máximo possível de pessoas. Rola um "toró de parpite" brabo, rola uma discussão cansativa sobre diferentes cenários "E Se fizermos isso, E Se fizermos aquilo", rola pesquisa de mercado, rola investigação. Os pequenos empresários vestem o chapéu de enxadristas e procuram visualizar os diferentes desdobramentos que as diferentes decisões terão. 

3a. Elas consultam um consultor. As pequenas empresas crescem porque pedem ajuda a quem conhece mais do que elas em determinados campos do conhecimento. Eu conheço diferentes pequenos empresários que são totalmente contra o uso de internet nos seus negócios porque dizem que já tentaram utilizá-la mas não deu certo. O fato é que eles tentaram sozinhos, com o parco conhecimento que tem, no chutômetro, sem qualquer conselho de profissionais que entendem melhor do que eles no assunto. As pequenas empresas que crescem mantêm contato com pessoas que tem séria e relevante experiência com a questão que elas precisam de ajuda.  

Para crescer, o pequeno empresário tem que perder qualquer preconceito que tenha com relação a consultores. Ele tem que reconhecer que não entende de tudo, e contratar especialistas para ajudá-lo. 

4a. Elas ficam de olho na indústria do vizinho. Fundada em 2000 nos EUA, a Zipcar reinventou o negócio de aluguel de carros ao criar o conceito de carsharing. A Zipcar é um sucesso em todos os sentidos. Os clientes são fãs do negócio, e o faturamento vai bater um bilhão de dólares em 2010. O conceito da Zipcar chegou ao Brasil em Julho através da Zazcar em São Paulo. Os fundadores da Zipcar idealizaram a empresa quando olharam para fora do negócio de aluguel de carro. Eles foram buscar a inspiração para a Zipcar na Netflix, que havia reinventado o negócio de aluguel de filmes anos antes.

Os pequenos empresários que crescem são aqueles que somam as suas empresas idéias que não são comuns no seu mercado. Por exemplo, quando teremos uma padaria com drive-thru, ou mesmo uma pizzaria com drive-thru para os clientes poderem fazer a compra diária de seis pãezinhos e um litro de leite ou uma pizza com mussarela sem sair do carro a lá McDonalds? 

Enfim, crescer é muito difícil. Tão difícil quanto deixar a criança que somos para trás para nos tornar um adulto "aceitável" entre os gigantes; tão difícil quanto trocar os hábitos de solteiro pelos hábitos de casado; tão difícil quanto ser chefe quando fomos um excelente funcionário técnico. Alguns simplesmente não conseguem, outros desistem - não estão afim de se comprometer com a decisão que tomaram, outros pedem ajuda e evoluem mesmo que a dor de abandonar aquilo que com prazer adquiriram seja muito grande. 

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA.

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

28/08/2009

Zipcar americana.

E confira agora os planos da Zipcar para se tornar uma empresa de bilhão de dólares. Confiram o quanto FANTÁSTICA É TODA A IDÉIA DESSA EMPRESA. ZIPCAR é DESTROIER!

Zipcar é uma empresa de tecnologia e não uma locadora de carros. É POSSÍVEL ABRIR O CARRO DA ZIPCAR APERTANDO O BOTÃO DE UM IPHONE. Você consegue imaginar isso?

A Zipcar está no segmento de mercado mais bacana, lucrativo e fiel do mundo comercial: o universo dos negócios baseados em estilo de vida. As pessoas fazem negócios com a Zipcar porque concordam com os valores da empresa e não porque é caro ou barato.

Não seria legar fazer negócios com pessoas que tem os mesmos valores que você? Pratique os seus valores que você atrai pessoas que praticam os mesmos valores que você.

Zipcar brasileira.

Zazcar

FINALMENTE alguém resolveu copiar a Zipcar americana. Nasceu a Zazcar. SHOW DE BOLA!!! 

A Zipcar é uma das empresa de varejo mais TESÃO dos EUA. Eles reinventaram o aluguel de carro. Na última vez que eu li a respeito, eles tinham sido diretamente responsáveis por 14 milhões de americanos VENDEREM os carros que possuem para usar exclusivamente os carros da Zipcar. 

Finalmente algum santo resolveu inovar por essas bandas. 

Eu espero que a Zazcar QUEBRE TUDO. Eu mesmo vou começar a promover os caras para todos os cantos, e vou virar cliente assim que possível. 

Eles estão começando pela região da Avenida Paulista em São Paulo. Portanto, se você mora nessa região e precisa de carro, o conselho que te dou é: VENDA O SEU CARRO!!! PARE DE PAGAR IPVA e todas as tranqueiras agregadas e EXPERIMENTE A ZAZCAR. 

AJUDE ESSE TIPO DE NEGÓCIO CRESCER!

A operação do Zazcar em São Paulo começou em julho, e ainda está em fase inicial. Por enquanto, são quatro PODs, espalhados pelo trajeto da avenida Paulista e da Linha Verde do metrô. Mas o diretor Felipe Barroso estima que, se emplacar, o Zazcar pode crescer ao ritmo de até três novos PODs todos os meses, espalhados pela cidade.

O otimismo tem fundamento. São Paulo já é a milésima (sim, você entendeu bem) cidade no mundo a possuir serviço de car sharing. O sistema surgiu na Suíça, em 1988. A maior operadora do tipo, a Zipcar, possui 325 mil usuários cadastrados nos Estados Unidos, atrai investimentos de grandes montadoras, espera crescer 30% ao ano, e deve contar até com um app para iPhone que localiza, reserva e desbloqueia os carros da frota. “O car sharing já está virando mainstream”, sintetiza Barroso.

Além de tudo, segundo pesquisas em mercados desenvolvidos, cada veículo de uma frota de carsharing pode servir de 6 a 20 motoristas, consequentemente reduzindo a quantidade de carros no trânsito. Para descobrir se a modalidade compensa financeiramente ou não para você, só mesmo fazendo os cálculos. Custo do veículo, IPVA, seguro, gasolina, limpeza, manutenção, vaga na garagem…

Como funciona a Zazcar?

Funciona assim: o cliente (motorista habilitado) faz um cadastro e escolhe um dos planos mensais, semelhantes aos planos de celular. No de 300 reais, o custo por hora rodada com um Fiat Punto é de 31 reais, com gasolina, seguro e um limite inicial de 100 quilômetros diários inclusos. O crédito excedente fica disponível durante os dois meses seguintes.

Outros planos (e carros) oferecem custos de até 22 reais por hora. O cliente recebe um cartão de acesso, e faz sua reserva via telefone ou internet. Depois, é só se dirigir a um dos pontos de estacionamento 24h (chamados PODs), destravar o carro com o cartão e sair por aí. Na volta, basta estacionar o carro no POD mais próximo, deixar a chave no porta-luvas e tchau.

BEM VINDA ZAZCAR!!!

ARREBENTA!

Zazcar

Slides Como usar o comércio eletrônico no mundo fashion.

Apenas 13% dos lojistas do Shopping Iguatemi de São Paulo - um dos principais templos de consumo do Brasil -, possuem operação de comércio eletrônico na internet brasileira. 

Eu mesmo estou LOUCO para encontrar na web uma loja de moda masculina onde eu possa comprar camisas sociais, gravatas, calças, acessórios (que eu goste) como eu compro meus livros e DVDs. Essa loja simplesmente NÃO EXISTE. 

A oportunidade está lançada. As vendas de roupas pela web estão para explodir no Brasil. 

Quem vai abraçar esse mercado?

Terminou há pouco o web seminário COMO USAR O COMÉRCIO ELETRÔNICO PARA SUPERAR AS EXPECTATIVAS DO UNIVERSO FASHION - realizado pela Ikeda -, onde eu falei por 2 horas sobre as lojas de moda SHOW DE BOLA que quebram tudo por aí. Confira os slides abaixo. 

Como Usar o comércio eletrônico para superar as expectativas do universo fashion

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Empreendedorismo.

O que você pode nos contar sobre aplicar idéias empreendedoras na sua empresa?

GAS web.

É com grande satisfação que estou envolvido no projeto de relançamento do GAS web, a nova versão do GAS - pioneiríssimo software gerador de sistemas 100% brasileiro que fez grande sucesso na década de noventa. 

Nós fizemos o pré-lançamento do novo GAS web no TechEd 2009 que terminou hoje em São Paulo. O Tech Ed é o maior evento de tecnologia Microsoft do país. 

As primeiras ações de marketing e vendas estão em curso. Confira, por exemplo, as primeiras mudanças que fizemos no web site da GAS. 

Antes... www.gastecnologia.com.br

Depois...www.gasweb.com.br

O século 19 foi o século da agricultura.

O século 20 foi o século do carro. 

O século 21 é o século do software. 

Eu ADORO fazer marketing de software!

Fiquem de olho no GAS web, segue os caras no Twitter. O GAS vai arrebentar!

27/08/2009

Banco de Favores.

O mundo dos negócios deposita suas fichas no banco de favores. Quem tá devendo algum favor a você?

26/08/2009

Slides Batman VERSUS Clube da Luta.

O HollywoodCEO: Clube da Luta VERSUS Batman é hoje a noite. Te espero na Cultura ou pela internet. Você não precisa fazer inscrição para assistir no auditório da livraria, é só aparecer por lá. Para assistir pela web, faça a inscrição aqui

HollywoodCEO Clube Da Luta VERSUS Batman Dark Knight

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Pelo quê vale a pena lutar no mundo dos negócios?

Coisas pelo que lutar no mundo dos negócios:

1. Um horário flexível para trabalhar. 

2. Um claro e cristalino plano de marketing.

3. Começar a sua própria empresa. 

4. Fazer aquilo que você vai se arrepender de não ter feito.

5. Ter um FUCKING GREAT web site. 

6. Ter mulheres na liderança da empresa. 

7. Melhores salários. 

8. Um tsunami de leads em vendas.

9. Vender nossos produtos fora do Brasil.

10. Vencer uma grande empresa. 

Continue a lista...

Arrependimento.

Qual é a coisa que você se arrependerá se não fizer antes de morrer? (Descubra a resposta, e just do it)

25/08/2009

HollywoodCEO: Clube da Luta VERSUS Batman

Clube-da-luta Batman

Quanto tempo?

Qual é o prazo de "boa vontade" que devemos dar a um vendedor que está passando por uma fase de "vacas magras"?

24/08/2009

Trabalho em Equipe.

Muito se diz que o trabalho em equipe é muito importante. O difícil é encontrar profissionais de diferentes departamentos trabalhando em equipe. Em qual projeto você e seus colegas conseguem trabalhar em equipe? 

21/08/2009

Marketing Digital

Quais ferramentas de marketing digital você utiliza com sucesso no seu negócio? (Microblogging, widgets, vídeo viral, aplicativos mobile, social networks, RSS, fóruns, blogs, podcasts, video blogs, web seminários).

20/08/2009

Social Mídia Revolution.

Web Seminários que você pode comprar.

A biblioteca dos web seminários que faço aqui na BIZ está crescendo. Confira a lista dos web seminários que você pode comprar a qualquer momento. 

Ao comprar um web seminário, você recebe um e-mail com o link para fazer o download da gravação do evento. A gravação tem os slides e o áudio sincronizados. 

Web seminários disponíveis para compra:

- A Criação de um Plano de Marketing Centrado no Cliente

- HollywoodCEO: Les Miserables.

- HollywoodCEO: Campo dos Sonhos

- O (d)Efeito Gerente

- Como transformar o seu web site B2B em uma máquina de geração de demanda

INVESTIMENTO: R$ 130,00 por cada web seminário. 

COMO COMPRAR: Envie um e-mail para webseminarios@bizrevolution.com.br com os seus dados e nome dos web seminários que deseja comprar. 

Donos da chave.

Qual é o método ou frase de abertura que você utiliza e dá certo para passar pela secretária do cara que decide?

19/08/2009

Blogueiro na Livraria Cultura.

Eu sou o blogueiro convidado pela Livraria Cultura para blogar sobre livros de negócios no blog da livraria. Os meus posts sobre livros vão crescer por lá. Entrevistas, resenhas, livros, sugestões, e, eventos "By The Book". Os últimos posts que publiquei por lá são:

- 10 Livros de Liderança que você deve ler.

- 10 Livros de Marketing que você deve ler.

- Free.

- Entrevista com a Tribo do Mouse.

Sinta-se a vontade para enviar sugestões sobre temas para os posts na Cultura.

Novos posts a seguir.

Objetivos a atingir.

Quais três objetivos que você quer atingir antes que 2009 termine?

18/08/2009

Os Fanfarrões versus os New Hippies.

Digitalage Hoje e amanhã em Sampa tá rolando o Fórum Mundial de Marketing e Vendas da HSM. (Eu tentei participar esse ano como blogueiro mas fui EXPULSO pela HSM de todos os presentes e futuros eventos que eles fizerem por - provavelmente - ter falado mal do HSM Expo no ano passado).

Sem querer falar mal do evento deles mas já falando, desculpe, mas não tem outro jeito, comparem a "modernidade do fórum "mundial e universal" de marketing e vendas da HSM que está rolando hoje e amanhã com o Digital Age 2.0 que rola na semana que vem também em São Paulo.

De um lado você tem Philip Kotler, o fanfarrão - que inclusive falou hoje no fórum "transnacional" enquanto eu tocava o web seminário de marketing - falando que as empresas tem que adotar o Twitter, blogs e mídia social em suas atividades de marketing. BLÁ! Kotler tem que aprender a escrever sobre MARKETING B2B! B2B é o futuro do marketing B2C.

Do outro lado, semana que vem, você tem o fundador da Zappos dando um show de cultura, modernidade, marketing digital no DigitalAge 2.0.

Do lado do fórum "via lácteo" da HSM você teve hoje o chefe de criação da Saatchi & Saatchi falando das Lovemarks - um dos livros MAIS CHATOS que eu já li sobre propaganda na minha vida, vomitando o seu discurso de 2005 sobre as "lovemarks" blá blá blá boring boring boring.

Do outro lado você tem o fundador do YouTube falando do negócio que ele criou do zero, vendeu para o Google, e está revolucionando a maneira que tratamos com vídeos na web.

Fórum "supernova transgaláctico" de Marketing e Vendas da HSM ou DigitalAge 2.0?

Se eu estou metendo o pau no fórum interplanetário da HSM porque eles me esnobaram? Claro que não. Se eles tivessem liberado a minha entrada eu meteria o pau do mesmo jeito.

ForumHSM

Ricardo Semler.

De mega star das mudanças corporativas a guru da educação e sei lá mais o quê. Confira a trajetória de Ricardo Semler e veja o que o cara está fazendo hoje com as suas vinte e quatro horas por dia. 

Antes de ler, pense em uma coisa:

(Alguns) empreendedores tem um plano de negócio para as suas empresas, mas (nenhum) empreendedor tem um plano de negócios para a sua vida.

Os trechos abaixo fazem parte do artigo sobre Ricardo Semler publicado pela Época Negócios meses atrás.

"Na biblioteca particular do empresário Ricardo Semler não existem livros de autoria de Ricardo Semler. Nem um exemplar sequer dos best-sellers Virando a Própria Mesa ou Maverick, com mais de 1 milhão de cópias vendidas; ou mesmo de obras de menor impacto comercial como Você Está Louco! e Seven-Day Weekend. Semler conta que os queimou numa imensa fogueira armada no jardim de sua casa, em Campos do Jordão, no inverno de 2007. A cerimônia de cremação durou cerca de uma hora e meia, tempo suficiente para que atirasse às chamas dezenas de livros com sua assinatura e mais de 80 vídeos com entrevistas e palestras dos últimos 20 anos. A pergunta inevitável: por quê? Diz que estava cansado de ser visto apenas como o cara que virou a própria mesa, tendo de contar e recontar mil vezes a história da revolução corporativa que liderou no Grupo Semco, de sua família. “Os livros e as palestras foram importantes na minha trajetória, mas essa fase passou”, afirma. “Fazer mais da mesma coisa até o fim da vida me parece um desserviço.” Sua mulher, Fernanda Ralston, de 32 anos, foi testemunha do fogaréu literário e resume simbolicamente o ato: “Foi como um ritual de passagem. Ali, o Ricardo renasceu”.

O novo Ricardo Semler acaba de completar 50 anos. É um homem encorpado, de 1,87 metro de altura, que se mantém em razoável forma física graças às partidas diárias de tênis em sua quadra particular. A idade lhe rareou os cabelos e abrandou o temperamento. O garotão que nos anos 80 surgia como um furacão empresarial, quebrando regras com sua filosofia de gestão participativa, hoje está mais sereno, paciente, bem-humorado e dedicado às questões familiares. Tem bons motivos para isso: as gêmeas Olívia e Letícia, de 9 meses, e Arthur, que chega em outubro – Fernanda está grávida de 6 meses. Completam a família os meninos Felipe, de 10 anos, do primeiro casamento de Semler, e Pedro, de 6, do primeiro casamento de Fernanda.

Semler está decidido a contar uma nova história. Quer escrever um romance sobre a resistência dinamarquesa na Segunda Guerra, rodar um longa-metragem e virar autor de peças de teatro. Trabalho? “Gasto apenas uma hora do meu dia pensando nisso”, diz ele. “Presença física nas empresas é algo raríssimo de acontecer. Compromissos profissionais, tenho um em cada quatro dias. Telefonema de negócios é uma vez por semana. Almoço executivo, eu faço a cada dois ou três meses e jantar eu aboli de vez, quero estar sempre cedo em casa.” Quem o conhece diz que o acidente ocorrido em 2005, quando seu carro entrou embaixo de um caminhão na estrada velha de Campos do Jordão, também o fez repensar valores. Semler foi resgatado das ferragens e internado em estado gravíssimo.

A decisão de se afastar do trabalho é algo que ele vem cultivando desde os tempos da Semco. Em 1986, então com 27 anos, Semler mudou radicalmente seu expediente. Entrava às 10h30 e saía às 19 horas. Queria tempo para ver filmes – o cinema é uma de suas paixões –, ler, viajar e tocar guitarra. “Trabalho não é tudo”, costumava dizer. O comportamento, à época, foi tratado como arroubo juvenil. Quando crescer, ele para com isso, diziam os mais experientes. Pois Semler cresceu e não parou. Ao contrário. Pode não apenas encurtar o expediente mas também, finalmente, deixar de lado aquilo que, para ele, não faz mais sentido. “Fiz uma conta de banqueiro suíço. É a seguinte: se você tiver 20 vezes o que gasta anualmente, pode continuar tranquilo com a sua vida, dedicando 95% do tempo à família e o resto a projetos pessoais.” Fácil para quem tem uma conta corrente de padrões suíços, diga-se.

Mesmo quando Semler fala nos 5% de tempo devotado ao trabalho, não o imagine resolvendo questões corriqueiras na Semco Equipamentos Industriais, na Brenco (produtora de álcool e etanol), na Brasil Agro (investidora de propriedades rurais) ou em outras companhias nas quais detém participação acionária. “Nunca fui ao escritório da Brenco e não conheço o presidente da Brasil Agro”, diz. O novo Ricardo Semler demitiu de vez o trabalho convencional. Seu interesse, no momento, se estende a negócios inovadores, algo que lhe proporcione algum envolvimento emocional. “O projeto tem de ser sexy. Jamais investiria numa mina de cassiterita, por exemplo. Tem algo mais chato do que isso?”

Semler

Mas o que seria sexy para Semler? Cuidar da Amazônia. E lucrar com ela. Nos últimos tempos ele vem tentando colocar em pé o projeto Guardiam, uma instituição híbrida, que atuará como ONG ambientalista e também como uma empresa capitalista – “for profit”, como ele gosta de dizer, entremeando frases com expressões em inglês. A ideia é congregar o máximo possível de ONGs existentes na região em uma superong amazônica, sob a holding Guardiam. “ONGs têm bons projetos, mas lhes faltam competência administrativa e planejamento”, diz Semler. “É aí que entra a parte privada.” O objetivo é capacitar a população local não apenas para que garanta o próprio sustento mas também para que desenvolva negócios lucrativos, como uma indústria de fármacos e cosméticos. “Ao mesmo tempo, o Guardiam atuaria como uma fiscal do desmatamento, do uso inteligente dos recursos, do manejo sustentável das grandes áreas”, afirma Semler. Enfim, uma guardiã da floresta – daí o nome da empresa, mistura de guardião com Amazônia. “Se Ricardo Semler realmente viabilizar esse projeto e se o empreendimento for um primor de transparência, será um avanço e tanto no modelo capitalista”, diz Maria Fernanda Gayoso, integrante de uma equipe da Fundação Getulio Vargas que estuda o chamado setor 2.5, de empresas sociais.

“As ideias de Semler são interessantes, mas de difícil execução” Horácio Piva

No mês passado, Semler voou até Londres para se encontrar com um grupo de investidores dispostos a ouvi-lo sobre o Guardiam. “Existem oito, dez grandes empresários internacionais cujo interesse pela questão ambiental é equivalente ao interesse pelos negócios. A ideia é juntar essa turma”, afirma. Ele não revela o nome dos potenciais sócios, mas o que se sabe é que alguns de seus parceiros da Brenco, como Steve Case, fundador da AOL, e Vinod Khosla, da Sun Microsystems, já se interessaram pelo emprendimento. Semler é daqueles que adoram uma polêmica. Uma superong capitalista na Amazônia, financiada por investidores estrangeiros, seria prato cheio para protestos nacionalistas.

De concreto mesmo na carteira de negócios alternativos há a escola Lumiar, adepta da pedagogia libertária, um sistema de ensino inspirado nos princípios de liberdade e democracia do filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau. Em 2002, Semler valeu-se de um casarão da década de 30, nos arredores da avenida Paulista, em São Paulo, para montar a instituição. As escolas libertárias têm em comum a participação dos estudantes na gestão, a ausência de hierarquia, de provas e de boletins e o livre aprendizado. Nelas, cabe ao professor apenas guiar as crianças na descoberta dos próprios interesses.

“Semler é um negociador, não mais um executor”, diz Michel Harari, da Semco

Existem mais de 200 escolas no mundo seguindo essa linha. A mais famosa é a Summerhill, fundada na Inglaterra em 1921 pelo escocês Alexander Neill. “A Lumiar não é uma versão contemporânea de Summerhill, onde a liberdade e a democracia são usadas como fim e não como ferramentas de ensino”, afirma Semler. “Para nós, era fundamental que libertássemos as crianças da estupidez do sistema escolar convencional, mas não da magia do conhecimento.”

“Aproveitamos o bom momento para retomar a iniciativa de levar a pedagogia libertária a uma escola pública em Campos do Jordão, algo que Ricardo havia tentado fazer, sem sucesso, anos atrás”, diz Fernanda. A escola foi montada em Santo Antonio do Pinhal, vizinho a Campos. Funciona em período integral. “Havia seis alunos quando iniciamos a atividade. Hoje tem 70 e fila de espera.” O casal Semler, que também criou uma escola rural bilíngue na região, agora quer replicar o conceito Lumiar em várias cidades brasileiras, numa espécie de parceria público-privada. Nove municípios, em São Paulo e Minas Gerais, já teriam manifestado interesse na “lumiarização” das escolas públicas. É outro assunto capaz de gerar polêmica. “As famílias da maioria destas crianças estão acostumadas a avaliar o filho pela quantidade de lição de casa ou pelos boletins. Pedagogia libertária, para elas, é uma grande mudança cultural”, diz Ryon Braga, fundador da consultoria Hoper Educacional. “Ouso dizer que as crianças, sem o devido apoio e entendimento dos pais, poderão apresentar déficits cognitivos importantes. Não sei se a lumiarização está contemplando essa questão.” Fernanda afirma que nenhum aluno da escola terá carência de currículo.

Semler sabe que todos esses negócios alternativos são vistos com ceticismo por alguns de seus pares e amigos. Horácio Lafer Piva, acionista e conselheiro da Klabin, ex-presidente da Fiesp e ex-presidente do conselho do grupo Semco, costuma dizer que as ideias de Ricardo Semler são interessantes do ponto de vista de reflexão, mas de difícil execução. “São ideias contemplativas”, afirma. Até mesmo o diretor de novos negócios do grupo Semco, Michel Harari, muitas vezes tem de trazer o “chefe” de volta ao mundo real. “O Ricardo não tem problemas com respostas negativas. Ouve todo mundo e pondera”, diz Harari. “Mas tem uma coisa. Se ele acredita mesmo no negócio, faz de tudo para que aconteça.” Segundo o executivo, Semler deve ser usado da forma certa: para abrir portas e consolidar projetos. “Ele é um negociador, não mais um executor.”

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O empresário construiu, ao longo de sua trajetória, uma poderosa rede de contatos internacionais. Os livros de gestão, traduzidos para 39 idiomas, e as palestras feitas em quase todos os continentes (ele chegava a cobrar US$ 40 mil para subir ao palco) abriram as portas de um mundo a que poucos empresários brasileiros tiveram ou têm acesso. Graças a esse networking (para usar uma expressão que ele adora), Semler consegue levar adiante seus projetos. Um bom exemplo foi a Brasil Agro. “Fizemos IPO de um PowerPoint”, afirma. Traduzindo: ele conseguiu levantar US$ 300 milhões com uma série de investidores sem ter nada de concreto a oferecer – só um projeto exposto na tela do computador. O mesmo ocorreu com a Brenco. Quando a ideia surgiu, os amigos de Semler o aconselharam a desistir do projeto. O principal entrave, segundo os conselheiros do empresário, era que se associar a usineiros não seria exatamente um bom negócio. “Ouvi que era um setor sombrio, de sonegações, queimadas e outra série de infrações históricas”, diz Semler. “Ficou claro que não acharíamos sócio confiável no Brasil.”

Semler trocou as participações majoritárias em negócios menores pelo envolvimento minoritário em empresas maiores. Hoje, ele é o maior acionista somente da Semco. Em todas as outras empresas, mantém cotas que não ultrapassam os 5%. “O que não significa que esteja ganhando menos dinheiro, ao contrário. Ele detém pequenas fatias de negócios bilionários”, diz um ex-diretor da Semco. A mudança de postura está diretamente ligada à sua vontade de não mais dar as cartas em nenhuma companhia. Ele se interessa pelo nascimento da empresa e por sua eventual venda. A parte operacional e a burocracia do dia a dia corporativo lhe provocam longos bocejos. “Este é um grande defeito dele”, afirma o mesmo executivo. “Não se pode ser apenas o gênio criativo. É preciso acompanhar o projeto, sob pena de ver sua criação morrer antes do primeiro ano.”

Essa postura em relação à fase de execução dos projetos talvez explique também a pouca paciência de Semler ao falar sobre os atuais modelos de gestão praticados nas empresas. “Acho que não existe nada de novo. São velhas práticas com nomes diferentes. Só isso”, afirma ele. E as palestras com os pensadores administrativos da atualidade? “Acho que não têm nada de novo. São as mesmas teorias que eu ouvia anos atrás, com nomes diferentes”, repete.

As poucas palestras que faz atualmente – mais voltadas à educação e às questões sociais – e os royalties de seus livros garantem boa parte do orçamento da Fundação Ralston Semler. Já o orçamento da família Semler vem dos dividendos da Semco e das demais empresas, devidamente aplicados e multiplicados mês a mês. “É Fernanda quem cuida da parte financeira”, diz Semler. “Eu nem sei quanto tenho.” (Tem o suficiente para comprar uma praia particular em Alagoas. São 150 mil metros quadrados de areia na inóspita Patacho, ao norte da capital, Maceió. “Ricardo é um sujeito rico, de hábitos caros”, diz Horácio Piva.)

A família Ralston Semler vive em uma mansão erguida num terreno de 2 milhões de metros quadrados, maior do que o Parque Ibirapuera, em São Paulo. O acesso se dá pela estrada velha e sinuosa de Campos do Jordão que desemboca no bucólico bairro dos Mellos – localizado na divisa com os municípios de Santo Antonio do Pinhal e São Bento do Sapucaí. Passa-se por um vilarejo e, após alguns minutos de mais uma viela, alcança-se o portão da residência dos Semler – que os moradores do vilarejo apelidaram de castelo de vidro.

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Faz lembrar, de fato, um castelo moderno, o tipo de estrutura que leva o visitante, num primeiro movimento, a esticar o pescoço e olhar para cima. A estrutura de aço, madeira e vidro dá o toque contemporâneo à construção. Contemporânea também é a decoração, que foge ao estilo chalezinho suíço das casas da região. No hall de entrada, piso de madeira clara, paredes de cores suaves e um curioso pendurador de roupas de equitação – um dos esportes favoritos de Fernanda. Do hall, abre-se um corredor, alguns lances de escadas e chega-se à sala principal, em desnível. O pé-direito, de 12 metros, confere à sala um ar de lobby de hotel. No canto, um piano de cauda, preto. Enquanto conta a história da casa – construída após o casamento, em 2007 –, Semler alimenta a lareira. “Há quatro anos o Ricardo tinha apenas um pedaço pequeno desse mesmo terreno”, diz Walter Nicolau Jr., empresário do setor de imóveis e padrinho do primeiro casamento de Semler – com Sofia, a mãe de Felipe. “A casa também era bem simples.”

Semler gosta especialmente da biblioteca. Nas prateleiras, centenas de livros organizados por assunto. Arquitetura, gastronomia, romances, biografias, filosofia, história, arquitetura de novo, teatro. Nenhum sinal de literatura empresarial. Ele acabou de ler Leite Derramado, de Chico Buarque, e está com mais quatro livros na fila, empilhados sobre o criado-mudo ao lado de sua cama. São Silent Spring, de Rachel Carlson, o primeiro grande tratado ambientalista do mundo; The Life and Death of Classical Music, de Norman Lebrecht; O Crime do Restaurante Chinês, de Boris Fausto; e Post War, de Tony Judt.

“Sou uma espécie de ING, um indivíduo não governamental”

O quarto do casal, o maior dos oito dormitórios da residência, poderia ser definido como a “coroa” do castelo, sua torre principal. As paredes são envidraçadas, com persianas eletrônicas que o dono da casa deixa abertas nas noites estreladas (ele não tem vizinhos a incomodá-lo) e programa para subirem sincronizadas com o sol. “Acordo com luz natural”, diz. Às 7 horas ele já está de bermuda, camiseta, tênis, boné e raquete em punho. Rubens, um dos 18 funcionários da casa, contratado no Tênis Clube de Campos, o espera, na quadra com piso sintético. Ao lado dela, o empresário montou um galpão para a criançada, com piso emborrachado e brinquedos. Próximo ao galpão, o estúdio de música, equipado com vários instrumentos e um computador que ajuda Semler nas experiências musicais. A invenção do momento é a fusão da música clássica com rock-’n’-roll. Ele tem como cúmplice nessas horas o amigo João Paulo de Almeida, um dos fundadores da finada banda Joelho de Porco.

Ao deixar o estúdio, Semler caminha até a entrada da casa. Ali, no ponto mais alto do terreno, contempla a paisagem serrana, indica o vilarejo e afirma: “Sinto-me como uma espécie de senhor feudal. Construí tudo isso aqui, a igreja, a escola, o campo de futebol, o empório”. É verdade. Quando os Semler se mudaram para Campos do Jordão, levaram para o vilarejo um pouco do mundo a que estavam acostumados. Construíram o empório dos Mellos e o viveiro dos Mellos. Também montaram uma carpintaria, reformaram a igreja, abriram a filial da Lumiar e a escola rural bilíngue. “Quando nos casamos e decidimos mudar para Campos, resolvi que precisávamos ter escola para nossos filhos”, afirma Fernanda. Os pequenos negócios na região obedeceram mais ou menos à mesma lógica: a de servir ao casal e à comunidade. O botânico que cuida do viveiro, Marcos AurélioMoreira, foi o paisagista da casa. A carpintaria fez alguns dos móveis e os acabamentos de madeira. Um bistrô, com mesinhas para um lanche rápido, foi uma mão na roda para os moradores famosos. Tudo isso, após certo tempo, foi entregue à comunidade, que criou uma cooperativa para administrar os negócios. Alguns se mantêm de pé, como o viveiro e o bistrô. A carpintaria não existe mais. “Não sou paternalista. Negócio bom é aquele que, se a gente sair, sobrevive”, diz Semler. Sobre os motivos que o levaram a deixar os estabelecimentos nas mãos de moradores do vilarejo: “Me sinto bem com isso. Sou uma espécie de ING, um indivíduo não governamental”.

Basta dar uma volta com Fernanda pela região para conferir sua popularidade. Da janela do seu Land Rover, ela acena e é cumprimentada pelos moradores. Nas escolas, as crianças também já conhecem a dona Fernanda, e as professoras se apressam em saudá-la, contando as novidades. “As crianças de 8 anos tiraram nota 98,5 (numa escala de 100) na Provinha Brasil”, conta Vivian Faria de Sá, diretora da Lumiar pública. A Provinha Brasil, feita para crianças desta faixa etária, é um instrumento criado pelo MEC para avaliar o ensino fundamental. Fernanda sorri com a novidade, enquanto se dirige à escola rural. São apenas 14 alunos, cantando e falando inglês. A mensalidade é de R$ 700. Semler não acompanha a mulher nesse contato com a comunidade. Prefere ficar na dele, recluso, curtindo o que os amigos convencionaram chamar de sabático estendido. E os desafetos batizaram de aposentadoria chique – ou dolce far niente.

“O Ricardo é ciclotímico, muda de interesse a cada estação. Hoje só tem olhos para Campos e para os projetos particulares. Mas não se surpreenda se daqui a algum tempo ele parar com a reclusão e aparecer com outro discurso”, afirma Horácio Piva. O sabático estendido também pode ser explicado por outro episódio que nada tem a ver com a família ou a ciclotimia do empresário. Pessoas próximas a ele acreditam que o fracasso do Hotel Botanique seja um dos principais fatores da reclusão de Semler. Homem acostumado a projetos bem-sucedidos, ele teria se abalado profundamente com o episódio. Em 2004, o controlador da Semco idealizou aquele que seria o ecoresort mais exclusivo do Brasil. Batizado de Botanique Hotel Gourmand & Spa, o empreendimento, localizado no bairro dos Mellos, em Campos do Jordão, inauguraria um novo estilo de hospedagem. Seriam apenas 20 quartos de 80 metros quadrados cada, com diárias de US$ 1 mil. A revista Poder, da jornalista Joyce Pascowitch, detalhou o projeto: “Haveria um concierge quase que exclusivo para cada hóspede, carrinhos de golfe (meio de transporte entre as dependências do local), flores, frutas e charutos trocados uma ou mais vezes ao dia em cada quarto, além de um iPod customizado com o gênero musical preferido dos hóspedes. E mais: borboletário, trilhas, mirantes, lagos”. Semler previa ainda a criação de uma escola para formar os funcionários do hotel. O viveiro e o empório também prestariam serviço ao Botanique. Enfim, um negócio caro e de difícil execução.

Ainda assim ele convenceu a investir no projeto empresários como Paulo Bilyk e Mário Fleck (sócios da Rio Bravo Investimentos), o chef de cozinha Laurent Suaudeau, que seria responsável pela culinária do resort, Jair Ribeiro (CPM Braxis) e Roberto Baumgart (dono de shopping centers), entre outros. Todos como pessoa física. A turma injetou mais de R$ 20 milhões e captou outros R$ 9 milhões junto ao BNDES. Só que o dinheiro não foi suficiente para cobrir os gastos do empreendimento, as obras foram interrompidas e 200 funcionários demitidos. “Quando Semler tentou uma chamada extra de capital com os sócios, em 2006, levou um chega pra lá”, diz um empresário que acompanhou o processo. Depois disso, alguns acionistas ainda se uniram para pagar fornecedores e o BNDES, organizar um esquema de retomada da obra e administrar o engavetamento do projeto. “Houve erro de planejamento”, afirma Bilyk, um dos investidores. “A cada reunião, o Ricardo aparecia com uma novidade e as mudanças acabaram inviabilizando o negócio.” Segundo Fernanda, o hotel está pronto, mas sem operar. Bilyk corrige, dizendo que o hotel está semiacabado. Os sócios procuram compradores para o Botanique.

Ao longo de sua trajetória, Semler despertou ódios e paixões. Construiu uma legião de admiradores, fãs de suas teses e livros, mas também encontrou pelo caminho muita gente que o considerava arrogante, presunçoso e marqueteiro. Em um ponto, amigos e desafetos concordam: Semler inovou ao implementar na Semco, nos anos 80, a democracia empresarial que acabaria por inspirar várias empresas nas décadas seguintes. “Quase não acreditei quando vi aquele meninão de 20 e poucos anos se apresentar como presidente da Semco e me fazer perguntas nada convencionais sobre gestão participativa, integração entre o chão de fábrica e a diretoria, divisão de poder, remuneração por desempenho, felicidade no trabalho”, diz Clóvis Bojikian, de 72 anos, atual conselheiro da Fundação Ralston Semler e ex-diretor de RH da Semco. Bojikian, formado em pedagogia e administração, é considerado o guru de Semler. Foi ele quem tornou possível a realização daquilo que estava fervilhando na mente do meninão. “Ao mesmo tempo em que implementávamos novas políticas de gestão, Ricardo diversificava a Semco, em parceria com multinacionais”, diz Bojikian. A mais famosa se deu com a Cushman & Wakefield, a centenária empresa americana do setor imobiliário. Em mais de 20 anos à frente do negócio que herdou do pai, Antônio Semler, Ricardo fez o número de funcionários crescer de 300 para 3 mil e o faturamento, de US$ 4 milhões para US$ 200 milhões. Hoje, passadas algumas crises, o Grupo Semco pode ser considerado uma empresa de médio porte, formado pela Semco Equipamentos Industriais e pela Pitney Bowes, especializada em processamento de documentos. Bojikian acredita que a Pitney em breve será vendida. “Mas nada que comprometa os dividendos de Ricardo”, diz. “Ele poderá continuar com sua vida alternativa em Campos.”

Slides Plano de Marketing Centrado no Cliente.

MUITO OBRIGADO a todos que participaram do web seminário A CRIAÇÃO DE UM PLANO DE MARKETING CENTRADO NO CLIENTE que aconteceu agora há pouco. Para quem não pode participar, confira os slides a seguir.

Quem participa do web seminário recebe - além dos slides e arquivos de suporte - a gravação do evento para assistir quantas vezes quiser.

A gravação desse web seminário bem como os outros já realizados estão a venda por R$ 130,00 cada. Você pode comprar quando quiser, envie um e-mail para webseminarios@bizrevolution.com.br

Até o próximo web seminário!

Palestra em Convenção de Vendas.

Um evento que acontece anualmente em grande parte das empresas de todos os tamanhos é a famosa CONVENÇÃO DE VENDAS. Eu tenho orgulho de palestrar em algumas dessas convenções onde aprendo muito e conheço muita gente bacana. Confira os slides que venho utilizando nas últimas convenções de vendas.

Vendas 2.0

View more presentations from Ricardo Jordao Magalhaes.

Programa de incentivo.

Qual foi a sua experiência mais bem sucedida com programa de incentivo de vendas?

17/08/2009

Os novos escritórios da Facebook.

Números mágicos.

Quais são os números que você faz algum tipo de acompanhamento no dia-a-dia dos seus negócios?

16/08/2009

Respostas que um investidor procura em um plano de negócios.

Você talvez esteja procurando por alguém para investir na sua idéia empreendedora. Pela minha experiência, confira as perguntas que os investidores vão fazer a você quando olharem (eles não leêm por completo) o seu plano de negócios:

(1) Qual é o problema que o seu negócio resolve?

(2) Por que você é a pessoa certa para resolver?

(3) O seu negócio é bom o suficiente para entregar a idéia prometida?

(4) Quanto vai custar e por quanto tempo você precisa de dinheiro?

Perguntas que um Plano de Negócios deve responder.

O primeiro plano de negócio que você deve escrever para a sua empresa deve ser apenas para você ler. Você precisa do plano pra CLAREAR as idéias sobre o que vem antes do quê. O processo de escrever é excelente para te fazer enxergar o que você não consegue ver ao apenas imaginar o que vai acontecer. 

O plano de negócios deve responder a quatro perguntas fundamentais:

(1) Qual é a idéia?

(2) Como você vai fazer marketing dessa idéia?

(3) Quanto você acredita que vai custar para entregar o que está prometido na idéia?

(4) O que você pensa que vai acontecer quando sair para o mercado para começar a vender?

15/08/2009

Você tem 4.500 motivos para não fumar.

Não_Fume_abaixo_os_cigarros

14/08/2009

Missão 43 - Trabalhe o seu chefe.

Atualmente existe todo tipo de livro descendo o pau nos chefes, gerentes e líderes. 

Tá certo que a grande maioria dos gerentes está precisando de uma tapa na cara, mas, VOCÊ PRECISA SER A MUDANÇA QUE VOCÊ QUER VER NO MUNDO. 

O seu chefe é o seu CLIENTE mais importante. Na verdade o seu chefe é o ÚNICO cliente VIP que você tem. Perdeu ele, a casa cai. 

A missão agora é TRABALHAR O SEU CHEFE. Desenvolver o MELHOR relacionamento do planeta com o seu chefe. Essa é sua MISSÃO e você precisa cumprir doe a quem doer. 

Se o seu chefe não crescer, você não cresce. Se ele não for promovido, você não será promovido. Se ele não bater metas, o orçamento do departamento não cresce, consequentemente, você não cresce.

Se o seu chefe ficar mal na fita com o chefe dele, você e todo mundo que está abaixo dele se queima junto. 

Portanto, aqui vão algumas sub-missões que você tem que cumprir na missão de TRABALHAR O SEU CHEFE. 

(1) Seja honesto! Mesmo quando você pisar na bola. Fizer besteira, fale logo! Não deixe a fogueira tomar conta da floresta.

(2) Tenha um genuíno interesse em conhecer o seu chefe pessoalmente e profissionalmente. 

(3) Procure PROATIVAMENTE por feedback sobre o seu trabalho. O tempo passa, o chefe esquece de te dar feddback, PEÇA, EXIJA, LEMBRE! Eu sei, eu sei, você sempre sonhou em ter O gerente MATADOR que PROATIVAMENTE coloca uvas na sua boca. MAS, a realidade é completamente diferente. O cara tá tão enrolado quanto você. Se você quer algo, se realmente quer algo de verdade, é sua responsabilidade ir atrás e brigar por isso. Você precisa de FEEDBACK, se o chefe "esquece" de te dar feedback, sobe no pescoço dele e peça por feedback. IMPORTANTE, o cara tá sem tempo. O feedback pode rolar no elevador, na caminhada de volta na hora do almoço, no meio do corredor do escritório etc. Ninguém precisa de reuniões formais para dar feedack. 

(4) Trabalhe o telefone, sei lá o que você tem que faz, mas faça um mínimo de 30 ligações por dia! O seu chefe tem uma meta para o departamento. Você tem que cumpri-la. Amigo, as coisas só andam se você empurrar as pessoas para fazê-las. Seja qual for a sua área de trabalho, você TEM QUE MANTER contato com as pessoas que fazem as coisas para você (ou deveriam fazer). Trabalhe o telefone! Escritórios de VERDADE são parecidos com pregão de bolsa de valores. 

(5) Não importa se o seu chefe está olhando ou não, FAÇA O SEU TRABALHO!

(6) Quando uma iniciativa nova surgir, não espere para para ver no que vai dar (como os pangarés), se ofereça para participar desde o início. NÃO FAÇA como os Dilberts do escritório que se escondem ao primeiro sinal de mudanças e novas iniciativas. Se atire para a inovação, agarre a idéia maluca, se entregue de corpo e alma nas novas iniciativas do seu chefe. O seu chefe é pago para ser MALUCO. Seja maluco com ele! Se o seu chefe não inovar, ele será mandado embora, colocado para escanteio, e consequentemente você. 

(7) Quando o chefe te pedir para fazer alguma coisa, faça dessa tarefa a sua prioridade, se é importante para o seu chefe deveria ser para você. Pare de ficar movendo emails de um lado para o outro no seu Outlook como se fosse um tarado por organização, e AJUDE o seu chefe a fazer o que ele precisa fazer. 

(8) É incrível a quantidade de pessoas que inventam todo tipo de desculpas para faltar no trabalho. Você está há quantos dias sem faltar? Ontem mesmo eu visitei três diferentes empresas, e nas três empresas alguém foi logo me dizendo que alguém tinha faltado porque comeu sei lá o quê na noite anterior. Vá para a...!!! Como tem gente preguiçosa e vagabunda nesse mundo.  Você conhece a história da CIPA, que controla o número de dias que a empresa está sem acidentes de trabalho? Vamos instituir o número de dias de trabalho que não temos nenhuma falta no escritório. 

(9) O melhor relacionamento que você pode construir é com o seu chefe. Pare de almoçar com estagiário e chame o chefe para almoçar. 

Vá, trabalhe o seu chefe!!!

Viral B2B.

Marketing viral é tão importante para os negócios B2B quando para o mundo B2C. 

Na verdade, marketing viral talvez seja mais importante para B2B do que B2C. 

Na supermercado, você tem que se diferenciar de apenas outras duas marcas que estão na prateleira ao seu lado; nas empresas, você tem que se diferenciar de dezenas de outras opções que estão na mesa do comprador. 

Ainda é raro encontrar atividades de marketing viral B2B, mas algumas maluquices estão pipocando - pelo menos lá fora. 

Confira abaixo um dos casos mais famosos dos EUA quando o assunto é "viral b2b pequenas empresas sem orçamento". 

Eu espero que sirva de inspiração para você pirar a cabeça e ter coragem de ser diferente. 

Pazazz. O video mostra o esforço da empresa em fazer as pessoas perceberam o quanto eles gostam de imprimir ao estimular as pessoas a sorrir. (Bom humor é fator chave em marketing viral). O vídeo foi visto por mais de 185 mil pessoas. A empresa teve mais de 20 solicitações por uma cópia do vídeo em alta resolução para veicular em grandes eventos corporativos. Uma exposição muito maior do que os caras jamais tiveram. A Pazazz é uma pequena empresa com ZERO de verba de marketing. Nenhuma agência foi usada no processo de criação do vídeo. 

Crianças no futuro.

Quais pontos fortes você deseja que os seus filhos tenham quando eles se tornarem adultos?

13/08/2009

Como funciona o mercado financeiro e suas mentes brilhantes.

Les Paul, o inventor do rock!

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Eu fui um péssimo aluno na escola. Da segunda série do primário até o terceiro ano colegial, eu fiquei de recuperação todos os anos. O que variava de um ano para o outro era a quantidade de matérias que eu teria que estudar até dezembro. Na sétima série foram sete matérias, no primeiro colegal quatro, no terceiro colegial foram seis, e por ai vai. 

O ÚNICO ano em que eu não fiquei de recuperação foi na oitava série. Os meus pais soltaram um desafio, "Se você passar de ano direto, você ganha uma guitarra elétrica". 

Eu já tocava violão desde criança, mas o meu sonho de rockeiro era ter uma guitarra elétrica para quebrar tudo e tirar o sono dos vizinhos. 

Bati a meta, passei de ano sem ficar de recuperação (incrível!), ganhei a minha guitarra. 

O meu sonho era ganhar uma guitarra Les Paul ou Stratocaster, mas, os meus pais não tinham condição de comprar uma Les Paul. Naquela época uma Les Paul custava uma fortuna no Brasil. Ganhei uma imitação bem barata da Les Paulque desafinada toda vez que eu tentava simular a introdução de The Number of the Beast do Iron Maiden.

A imitação não era uma Les Paul, mas vinha com pedal de distorção embutido que era "dá hora". Era só colocar a guitarra no volume máximo que a bicha se contorcia toda e produzia um barulho infernal. 

A minha Les Paul brazuca me acompanhou durante um bom tempo. Eu só fui trocar a velha companheira quando comecei a trabalhar e ganhar o meu próprio dinheiro. Hoje eu tenho uma Les Paul original, verdadeira, do jeito que sempre sonhei. Ela está estacionada no canto de casa, toco apenas para os meus filhos, nos finais de semana, sessões unplugged, Beatles, U2, Legião Urbana, e versões infantis de Aces High, Master of Puppets e Anarquia in UK. 

HOJE - depois de uma vida repleta de INOVAÇÃO  e quebra de paradigmas - , faleceu aos 94 anos de idade o inventor da guitarra elétrica moderna, o próprio Les Paul

Ele morreu de pneumonia em Nova Iorque EUA. 

Les Paul foi um guitarrista virtuoso, criativo e inventivo. Na sua constante busca pela "batida perfeita", ele se recusou a usar as opções de guitarras que a sua época oferecia, e tratou de inventar a sua própria guitarra, a Les Paul. 

Curiosamente, a mãe de Les Paul recebeu a seguinte mensagem da professora de piano quando ele tinha 9 anos, "O seu filho, Lester, nunca irá aprender música". 

Ele trocou o piano pela harmonica, depois banjo e finalmente guitarra, onde se tornou um prodígio. 

A sua mente criativa começou a produzir "gadgets" bem cedo. Aos 10 anos ele desmantelou a velha vitrolinha e inventou o amplificador para guitarra.

No início dos anos cinquenta do século passado, ele inventou a famosa guitarra Les Paul usada até hoje pelos melhores guitarras do mundo. Jimmy Page do Led Zeppelin, Slash do Gun N Roses e Eric Clapton são alguns dos guitarristas que imortalizaram a Les Paul. 

Em 1991, ele disse. 

"Honestamente, o meu objetivo nunca foi ser um Tomas Edison da música nem nada do tipo. A única razão porque eu inventei essas coisas é porque eu não tinha onde conseguí-las, nem ninguém tinha onde conseguí-las. Eu não tive outra opção a não ser fazê-las". 

Hoje a noite, eu vou tirar a minha Les Paul do canto da sala, plugá-la no amplificador, aumentar o volume, e tocar algumas músicas em homenagem ao velhinho de 94 anos que inventou a música moderna.

QUEBRA TUDO LES PAUL!!!

Lespaul

10 maiores erros que os vendedores cometem...

...Segundo os compradores. Quais compradores? Os compradores que eu mesmo conheço. O Brasil simplesmente é virgem de pesquisas sobre o relacionamento entre o vendedor e os compradores. Resultado: tudo que se sabe sobre vendas é baseado em mitos que ninguém nunca coloca a prova. 

Uma vez que não existem pesquisas, eu mesmo faço as minhas próprias pesquisas com objetivo de descobrir as melhores maneiras de vender no cenário de HOJE e não baseado em mitos do século passado.

Todo comprador ou empresário que eu encontro pela frente eu pergunto, "O que um vendedor anda fazendo de errado quando tenta vender para você?", e, "O que um vendedor deveria fazer para vender para você?". As respostas eu transformo em idéias e exercícios que rolam no curso DE VENDEDOR PARA GERENTE DE CLIENTES

A principal problemática dos dias de hoje segundo os compradores são:

(10) Os vendedores não são profissionais. 

(9) Os vendedores não sabem fazer apresentações de vendas.

(8) Os vendedores não tem entusiasmo por VENCER o negócio com o cliente potencial.

(7) Os vendedores não tem química. 

(6) Os vendedores falam demais. 

(5) Os vendedores não conseguem bolar uma proposta MATADORA que resolve o problema do cliente.

(4) Os vendedores não conseguem convencer o comprador sobre o valor que entregam.

(3) Os vendedores não respondem as solicitações que fazemos no tempo prometido.

(2) Os Vendedores não entendem as nossas necessidades

e por fim....

(1) Os Vendedores não sabem escutar.

Globo Versus Record.

Incrível a briga que tá rolando entre a rede globo e a record. A Record acusa a globo de pegar no pé deles porque a Record está passando na frente na audiência. A Record, por sua vez, se posiciona como coitadinha ao mostrar o lado negro da rede globo. 

Para quem não sabe, na década de oitenta, quando o país inteiro saiu às ruas no movimento DIRETAS JÁ, a rede globo simplesmente ignorou o movimento. Eles não noticiaram nenhuma linha sobre o movimento popular que lutava por um BASTA na ditatura militar. A rede globo apoiou o golpe militar de 1964 e sempre esteve do lado dos governos militares. Veja aqui como a Folha de São Paulo noticiou o movimento das DIRETAS JÁ em 1984, e aqui.

Na época existia um grito de guerra usado nos comícios que dizia assim "O povo não é bobo, abaixa a rede globo. O povo não é bobo, abaixa a rede globo", tamanha era a revolta do povo esclarecido sobre a posição que a rede globo tomou com relação ao movimento. 

Se, os caras da globo foram beneficiados com concessões de televisão etc porque apoiaram os militares, é uma história que ninguém nunca vai saber. Mas, o fato é, em 1964 a MAIOR e MELHOR televisão do Brasil era a Rede Tupi. O reinado da globo se fez coincidemente nos anos da ditadura militar. 

Agora, eu acho incrível o fato do press release sobre a Igreja Universal ser digulvado em tantos lugares diferentes simultaneamente como mostra a reportagem abaixo. Quando uma coisa dessas acontece, É ÓBVIO que tem algum assessor de imprensa com um lobby muito forte fazendo um trabalho global para conseguir tal divulgação. 

Desde muito criança eu sei que não é possível confiar em NENHUM VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO. NENHUM! Todos tem rabo preso com alguma coisa. Todos tem algum interesse por trás. JAMAIS você vai ver um veículo de comunicação noticiar alguma coisa ruim feita por um anunciante. NUNCA. 

E, talvez, não aja mal algum em ter o rabo preso com alguma coisa. Faz parte da vida. Faz parte dos negócios. Você não pode ser uma ilha. Tem que ter parceiros. Agora, o importante é FICAR CLARO para as pessoas quem tem o rabo preso com quem. 

A internet não fica atrás. Parte da grande rede já tá carregando os vícios da velha mídia. Já se sabe que os mais populares blogueiros brasileiros vendem posts por 200, 500, 1.000 reais ou até mais. Ok, sem problemas, a questão é deixar claro o que é propaganda e o que é editorial. Ou não, provavelmente estamos falando aqui de uma mistura que não tem volta, quem sabe. Que cada um construa o futuro que considera melhor para as próximas gerações. 

Dias atrás o Banco Itau divulgou os seus resultados financeiros, vejam o que diferentes veículos publicaram sobre o fato NO MESMO DIA:

Lucro do Itaú Unibanco cai 8% no 2o tri a R$2,571 bi, Revista Exame, 11 de Agosto. 

Lucro do Itaú unibanco cai 17,8% no primeiro semestre, O Globo, 11 de Agosto. 

Itaú Unibanco tem lucro de R$ 4,6 bilhões no 1o semestre de 2009, Revista Fator, 12 de Agosto. 

Itaú dá início a integração das agências, Abril, 11 de Agosto. 

Lucro do Itaú Unibanco recua 18% no semestre, Último Segundo, 12 de Agosto.

Ou seja, NUNCA JAMAIS CONFIE no release de qualquer veículo de comunicação. O que nós recebemos todos os dias são drops de informações que PRECISAM DA SUA ANÁLISE CRÍTICA para se transformar em CONHECIMENTO. 

Para fechar essa história toda com chave de OURO, confira a notícia sobre o Brazil que está rolando NESSE MOMENTO na CNN, clique aqui. Dureza...mas... bola prá frente, vence nessa vida quem tem as maiores reservas de TESÃO dentro de si para se levantar mais rápido depois de levar um golpe. 

Por fim, a pergunta é: a rede globo tem rabo preso com quêm? E a Record tem rabo preso com quem?

Quanto a mim, bem, eu tenho rabo preso com meus filhos. Antes de fazer, escrever e dizer qualquer coisa, eu me pergunto: "O que os meus filhos pensariam de mim se soubessem que eu fiz isso ou falei aquilo?" Se a resposta que vier dessa pergunta tiver a ver com ORGULHO e BUSCA DA VERDADE, eu vou em frente. 

Demissão.

Você já foi demitido? O que você aprendeu com essa experiência?

12/08/2009

Paternalismo e Meritocracia.

O que uma empresa precisa fazer para substituir o paternalismo pela meritocracia?

11/08/2009

A Reinvenção do Dinheiro.

Uma das maiores revolutions que poderíamos fazer no planeta é ACABAR com o modelo monetário que existe atualmente e REIVENTAR a coisa toda. MATAR o dólar, o euro, o real etc e substituir por moedas privadas. É isso mesmo. Vamos matar o real! Vamos fazer valer os pontos que acumulamos no Submarino na compra do supermercado, a milhagem acumulado no cartão de crédito por gasolina no posto. 

Na verdade, isso já está acontecendo. Então, por que precisamos do dinheiro que existe atualmente????

Por que precisamos de moeda papel e todo esse sistema corrupto e falido dos bancos que ganham em cima de especulação sem gerar riqueza?

O dinheiro que existe hoje controlado pelo estado é um modelo falido. Os malucos criam crises financeiras, especulação e vagabundagem no sistema. Vamos substituir a malandragem do dinheiro por dinheiro PRIVADO. 

Isso mesmo, vamos PRIVATIZAR o dinheiro e tirá-lo da mão do governo. 

Por que o governo tem que controlar o dinheiro? Por que a criação do dinheiro passa pelo governo se o governo não cria nada com o dinheiro? 

DINHEIRO 2.0 NA CABEÇA!

Curso de Vendas, 2 de Setembro.

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OAB defende processo contra os 81 senadores

Essa idéia TEM QUE VIRAR! OAB defende processo contra os 81 senadores!

Vamos mudar a lei pelas leis. Eu não sou advogado, mas ACREDITO na capacidade intelectual dos advogados da OAB para fazer alguma coisa para mudar o Brasil. 

Eu não tô afim de pintar a cara, ou fazer greve de fome. O Brasil tem que mudar pelas LEIS. AGORA!

OAB, POR FAVOR, encontre uma maneira de mudar as regras do jogo! Por essa CAUSA, dá até vontade de estudar DIREITO e virar advogado. 

Confira a matéria publicada HOJE na Terra Magazine onde o presidente da OAB fala sobre as possibilidades de fazermos uma revolução no senado brasileiro. 

Numa proposta polêmica, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cézar Britto, defende que, diante da gravidade da crise do Senado, devem ser abertos "processos por quebra de decoro parlamentar" de todos os 81 senadores, na impossibilidade legal de uma renúncia coletiva para se refazer as eleições. 

O apelo de Britto, feito em entrevista a Terra Magazine, decorre da percepção de que a crise "chegou a um ponto tão grave que é possível que os parlamentares compreendam que eles tenham que a resolver sob pena de condenar o próprio Senado". 

O advogado identifica um "paradoxo" na defesa do presidente da Casa e na conduta do Conselho de Ética: 

- Quando o presidente José Sarney (PMDB-AP) diz assim: "não é correto que me julguem precipitadamente sem me permitir defesa em um país democrático. Direito de defesa é fundamental", o presidente José Sarney tem razão. Mas o paradoxo é que não se permitiu que se exercesse o direito de defesa porque se extinguiu o processo. O presidente do Conselho de Ética, senador Paulo Duque (PMDB-RJ), arquivou as onze denúncias contra o presidente José Sarney sob a alegação de que eram baseadas em notícias de jornais, e portanto, fora do alcance parlamentar. Duque, porém, sinalizou que iria instaurar processo contra o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), que admitiu ter mantido um funcionário fantasma em seu gabinete. A continuidade dos processos contra Sarney garantiriam, na avaliação de Britto, uma defesa íntegra do presidente do Senado. 

"No mínimo, temos que ter o processo para permitir que ele (Sarney) se defenda das acusações e a população saiba o retorno delas. E não fiquemos apenas em acusações", pontua o representante da OAB. 

Cézar Britto argumenta que instrumentos como o "recall" fortalecem a "busca da legitimação política nos momentos de crise" e "fazem com que o país saia da própria crise". O recall integra a proposta de reforma política da OAB, bem como o fim do senador suplente, categoria em que se encaixa Duque, suplente do suplente do governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ). 

Terra Magazine - O que a sociedade ganharia com a renúncia dos 81 senadores? 

Cézar Britto - Não temos proposta de renúncia coletiva dos senadores. A OAB fez uma reflexão pública demonstrando que a crise que atinge o Senado se generalizou fazendo com que a Casa perdesse credibilidade junto à opinião pública. Ao tempo de se pensar propor, de forma absurda, a extinção do próprio Senado. O que a OAB está propondo é que nós façamos a reforma política e dentre os itens, a aprovação do recall. E aí, sim, a possibilidade de o soberano povo, em casos de crises como esta, solicitar uma nova eleição confirmatória dos mandatos. O que o senhor quer dizer com "recall moral" que a sociedade já teria imposto aos senadores? O ideal seria, quando se tem crise, - e em alguns países já se fala - que aquele que é envolvido renuncie ou permita que o seu mandato possa se submeter à nova avaliação popular. É isso que a OAB está formulando, que se faça uma reforma política, que se crie mecanismo para que a população, já que o povo é soberano em uma democracia, possa ser agente solucionadora de crises. A proposta que nós apresentamos, há mais ou menos dois anos, antes, portanto, desta crise, foi acolhida pelo senador Suplicy (Eduardo, PT-SP), e tem como relator o senador Mercadante (Aloizio, PT-SP). Nós estamos pedindo que o Senado também permita que a população resolva as crises de identidade entre os seus representantes. 

Quais medidas legais seriam necessárias? 

No parlamento do Japão, a eleição já foi antecipada, exatamente porque havia perda de credibilidade no relacionamento entre o povo e seu parlamento. Há uma pressão para que a Inglaterra faça a mesma coisa. Nos Estados Unidos, é comum o recall. Aqui na América Latina, o presidente Evo Morales (Bolívia) colocou recentemente uma eleição de confirmação de seu mandato. São instrumentos como esse de busca da legitimação política nos momentos de crise que fazem com que o país saia da própria crise. 

A sociedade brasileira mostra disposição para o recall? 

É fundamental. E não se aplica apenas ao Executivo. Veja por exemplo, um prefeito que tenha denúncia de corrupção ou até questão de perda de confiança; a Câmara dos Vereadores não formula o impeachment, até porque é vinculada a ele. 

Nós vamos ter que esperar quatro anos? 

Nós temos que compreender que o político exerce um mandato. A titularidade é do povo, que a qualquer momento, em tempo de crise, tem o direito de cassar este mandato e escolher um novo para o lugar. 

Tem outra situação que o Brasil vive em que seria bem vindo o recall? 

Desde que assumi, já tem mais de dois anos, que destaco o recall como um dos melhores instrumentos de solução de crises. Nós discutimos recall na época do Renan Calheiros (PMDB-AL). Nós dizíamos: isso é um momento claro de que é possível o senador submeter o seu mandato àquele que o escolheu buscando legitimidade. Isso foi discutido em que Renan Calheiros era presidente do Senado, mas discutimos em relação a vários prefeitos e governadores. A população tem admitido essa idéia. O recall nasceu em uma ação conjunta de várias entidades: OAB, CNBB, ABN... O recall foi discutido no Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. 

Na questão do Senado, o senhor vê outras saídas para a crise? 

Ela chegou a um ponto tão grave que é possível que os parlamentares compreendam que eles tenham que resolver sob pena de condenar o próprio Senado. Por exemplo, quando o presidente José Sarney (PMDB-AP) diz assim: "não é correto que me julguem precipitadamente sem me permitir defesa em um país democrático. Direito de defesa é fundamental". O presidente José Sarney tem razão. Mas o paradoxo é que não se permitiu que se exercesse o direito de defesa porque se extinguiu o processo. Estes paradoxos que me deixam preocupado. Outro tópico da reforma política proposta pela OAB é o fim do senador suplente ou que pelo menos ele apareça na cédula e na campanha eleitorais. Porque os suplentes ocupam função importante, republicana, como os senadores, e ninguém sabe quem são. 

Para aprofundar as investigações sobre o presidente Sarney, um afastamento ou uma renúncia conviriam?

No mínimo, temos que ter o processo para permitir que ele se defenda das acusações e a população saiba o retorno delas. E não fiquemos apenas em acusações. Um senador diz que o outro tem dedo sujo, a reposta é que o dedo sujo é do outro, e ninguém processa ninguém, ninguém discute por que aquele dedo está sujo. Como fazer isso? Já que não há uma renúncia coletiva dessas pessoas, que pelo menos se abra os processos por quebra de decoro parlamentar de todos eles para que possamos acompanhar uma investigação. E fazermos a reforma política para valer, incluindo o recall. 

O recall não nivelaria todos os senadores moralmente? 

O recall proposto pela OAB tem duas etapas. Pode ser feito individualmente, se a crise atinge um parlamentar especificamente, ou todo o Parlamento, quando há crise de legitimidade, que é o nosso caso. Convocarmos o recall para buscar a legitimidade do Senado. Não quer dizer que todos os senadores participem da mesma agonia ou que cometeram os mesmos ilícitos. Não perde o mandato, ele busca a confirmação enquanto está no mandato. É uma eleição de mandato confirmatório. Só quem não tiver o mandato confirmado tem que abrir a vacância para colocar eleição substitutiva. 

A OAB fazer essa declaração neste momento de crise pode agravar o descrédito do Congresso? 

Este momento é importante para mostrar que o instrumento criado no Brasil pode ser solucionador de crises. Acho que é uma saída importante para que o Senado se reconcilie considerando o povo. Cada senador colocando seu mandato à confirmação do povo. Fonte da entrevista: Terra Magazine, HOJE

Por que o Brasil não gosta de brasileiro bem sucedido?

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O nome dele é Vitor Lourenço, paulista de 21 anos responsável pelo design da interface do Twitter. Ele é completamente desconhecido em terra brasilis mas um astro lá fora. 

Por que isso acontece? 

Por que o Brasil não dá espaço para brasileiros que são bem sucedidos lá fora?

Esse é um troço tão importante que dá vontade de criar uma revista, um site, uma comunidade, sei lá, apenas para contar a história de brasileiros mundialmente admirados mas totalmente renegados na sua pátria natal. 

Por que demora tanto para o Brasil descobrir o que o mundo já descobriu?

A resposta é: o Brasil é um país ultra conversador que expele qualquer maluco diferente avançado arrojado doido que quer fazer diferente. 

Vitor se auto-entitula "User Experience Designer" e não "Web Designer". Uma denominação que provavelmente assusta a brasilândia que ao ouvir o cara se classificar como tal o considera arrogante petulante etc."O que um moleque de 21 anos tem na cabeça para se achar "user experience designer"??"

"Existe grandes designers brasileiros fazendo um excelente trabalho ao redor do mundo - infelizmente a cena de web design no Brasil não é muito boa, então muitas pessoas tendem a deixar o país em favor de melhores oportunidades na América e Europa." Vitor Lourenço, em entrevista para o site Designers Couch em 26 de Julho de 2009

Meses atrás eu publiquei aqui a lista das revistas de negócios que eu leio. Alguns brazucas desceram o pau dizendo que era petulante por ler apenas revistas gringas. Outros disseram que eu era mauricinho porque comprava revistas gringas. O que esses idiotas não sabem é que revista gringa custa 10x menos e é 2000x melhor que as revistas da editora abril e globo que circulam em terra brasilis. 

O bairrismo medíocre de muitos brasileiros me dá nojo. Esse tipo de mentalidade mantem o atraso brasileiro e despediça o talento de jovens como Vitor que querem fazer e acontecer em um país de coronéis e gente obtusa. 

Jovem, com uma profunda vontade de vencer na vida, tenha em mente uma coisa: O SEU MERCADO É O MUNDO e não o brazil. EXPORTAÇÃO é o nome do jogo. VIAJAR é a melhor coisa da vida (depois daquela que todos sabem qual é). SER FLUENTE EM INGLÊS, MANDARIM, ALEMÃO, ESPANHOL ou FRANÇÊS é mais importante do que ter MBA no Ibmec ou outras faculdades medíocres que pipocam por aí. 

Venda-se para o mundo. Mire o mundo e não o reconhecimento da rede bobo, dos professores da sua escola, ou dos concorrentes brasileiros. 

"Qual conselho eu dou para os jovens designers que estão brigando por um espaço? Não espere pelo melhor projeto ou pelo cliente ideal. Crie alguma coisa agora mesmo". Vitor. 

Apresentação

Quando estiver apresentando o seu produto a um cliente, o que você deve mostrar: um caso de sucesso, os benefícios do produto, uma palestra show ou outra coisa?

10/08/2009

Onde tem Trabalho.

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O gráfico acima feito pelo New York Times mostra onde existe trabalho em uma economia desenvolvida. O gráfico mostra o declínio óbvio dos empregos nas fábricas, o crescimento vertiginoso das consultorias e empresas de serviços profissionais, e a redução abrupta das posições de entrada na indústria de serviços. 

A redução das posições de entrada é um sinal de que as máquinas vão tornar os seres humanos obsoletos. Se a carruagem andar nessa direção, vamos testemunhar um momento onde milhões de seres humanos não vão ter o que fazer em termos de trabalho. Como será a sociedade quando isso acontecer daqui, digamos, 20 anos? 

Sabe o que vai acontecer?

O ser humano vai ficar tão barato, mas tão barato, que as empresas vão preferir contratar seres humanos do que pagar a manutenção de computadores, softwares e serviços relacionados.

Hoje usamos a tecnologia porque ela é mais barata do que os seres humanos para fazer determinadas tarefas. No futuro, o ser humano vai ser mais barato que a tecnologia. Computadores precisam de energia para operar, precisam de eletricidade, precisam de ferro, plástico, fábricas e sei lá mais o quê. Seres humanos precisam apenas de suas mentes e corações para operar. 

O problema, segundo especialistas, é que uma boa parte dos seres humanos nascem idiotas e não há educação no mundo que possa curar isso. Nem com diploma de Harvard nas mãos, o ser humano é capaz de vencer uma máquina. Não há como a educação alcançar as necessidades do mercado e muito menos da tecnologia. Quem faz curso de administração aprende a administrar uma empresa, esse troço inventado 100 anos atrás. A escola está - no formato que se conhece - e sempre estará um passo atrás das necessidades do mercado. Os livros são escritos depois que o fato aconteceu. A educação vem depois do mercado. A Educação não vai resolver os problemas de quem está lá embaixo na pirâmide. Quando o exército das máquinas chegar, não vai sobrar ninguém. 

Comunidades Virtuais para Pequenas Empresas.

Fazer Network deveria ser parte da descrição de cargo de todos os trabalhadores do mundo. Os melhores negócios são aqueles que vem por indicação. Indicação vem até aqueles que fazem algum tipo de network com suas vidas. 

O mundo real está cheio de oportunidades para você fazer network, desde a reunião de condomínio do seu prédio até a entrega do prêmio aos melhores do ano na sua indústria, passando pelos treinamentos que você participa até reuniões internas na empresa. 

Agora, com o advento das redes sociais, cresce o número de oportunidades profissionais para você fazer network na web. 

Aqui vão algumas redes que recomendo:

A revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, seguindo a iniciativa da Exame Pequenas Empresas, levantou a sua rede social na web. A rede da Pequenas Empresas da Globo entrou no ar hoje. 147 pessoas já se cadastraram na rede. O negócio está começando, tem poucos fóruns de discussão etc. Por um lado é "ruim" porque tem poucos profissionais participando, mas de outro lado é bom porque você tem a possibilidade de ser um dos primeiros a fincar a bandeira nessa rede. Teoricamente, quem chega primeiro sai na frente. 

A revista Exame Pequenas Empresas, foi mais pioneira que a revista da Globo, e colocou a sua rede no ar há alguns meses atrás. A rede conta com 3.145 membros, dezenas de grupos de discussão. A analista financeiro/administrativo da sua pequena empresa, por exemplo, poderia particpar do grupo "Custo & Formação de Preços" que conta hoje com 209 membros e trocar idéias sobre questões que afetam diretamente a sua função. 

Se você é consultor atrás de novos projetos, a rede da Exame pode te aproximar de futuros clientes ou até parceiros que vão te colocar dentro de futuros clientes. 

O importante é você entender que ao participar dessas redes você precisa ajudar os outros ao invés de chegar pedindo esmolas. Ao invés de utilizar abordagens do tipo, "eu sou especializado nisso e naquilo, se alguém estiver interessado por favor me procure", utilize a sua participação para começar alguma discussão sobre algum tópico que seja relevante para um grupo, preencha o tópico com a sua opinião, materiais que você utiliza para pesquisas, documentos etc. 

A Linkedin, a mais famosa de todas as redes sociais profissionais, tem nesse momento 2.911 grupos de discussão em lingua portuguesa. Você vai encontrar por lá todo tipo de grupo de discussão, desde "Executivos Campinas" até "Portugal Marketeers Network". Uma visita a esses grupos de discussão vai te mostrar que todos os grupos estão precisando de conteúdo, e membros ativos provocando discussões. Os grupos da Linkedin são excelentes comunidades virtuais para você conhecer pessoas e desenvolver parceiros clientes e até futuros funcionários. Você gostaria de vender alguma coisa na Votorantim? Participe do grupo Votorantim Professionals na Linkedin onde participam 325 membros, e onde você poderia se aproximar dos profissionais da Votorantim. A última vez que eu olhei esse grupo, eu vi o nome do Comprador da Votorantim Celulose, o nome do Gerente Geral da Votorantim Adesivos, o nome do Territory Manager da HP que deve vender algum para a Votorantim entre muitos outros. 

Os profissionais que trabalham nas grandes empresas podem se dar ao luxo de dizer que "não precisam de network" porque por trás do nome deles existe o sobrenome de uma grande empresa fazendo o marketing para eles. Agora, quem trabalha em pequenas empresas não pode se dar ao luxo de esperar os clientes baterem na sua porta. Tire a sua bunda virtual da cadeira e participe das comunidades virtuais que estão aí grátis para você. 

Outra importante rede nacional é a Via6. A Via6 tem centenas de grupos de discussão, os maiores grupos são voltados para profissionais de recursos humanos. 

A Peabirus é outra rede social 100% nacional que reune comunidades interessantes para quem trabalha com agronegócios e terceiro setor. A Peabirus reune nesse momento 1.348 comunidade virtuais. 

"Cafés do Brasil Marketing" é uma das comunidades que você encontra na Peabirus. Muito boa para quem trabalha na indústria de café. Essa comunidade conta hoje com 1.002 membros e já teve 181.391 visitas até o momento. 

Enfim, seja lá qual for o seu ramo de atividade, você vai encontrar atualmente uma comunidade virtual onde você poderia se plugar e começar a discutir os seus negócios, arrumar novos clientes ou parceiros. 

Se você não encontrar a comunidade que você gostaria que existisse, CRIE a comunidade você mesmo, e a lidere. 

Onde fica a Orkut?

A Orkut é a mais popular rede social do Brasil. Tem milhões de brasileiros por lá, mas eu ainda não utilizei a Orkut para negócios. E as poucas tentativas que fizemos não trouxeram qualquer tipo de retorno que justifique uma nova investida. Tem muito barulho por lá mas pouca substância. Se você teve algum sucesso com Orku, fique a vontade para nos contar. 

O Twitter é o casamento de redes sociais com fóruns de discussão com ferramenta de busca e muito mais. É uma febre que veio para ficar.  

A Facebook é uma rede social que nasceu para ser usada pela molecada dos colégios americanos, e de uns anos para cá está invadindo o mundo corporativo. A Facebook é de longe mil vezes superior a Orkut em recursos. 

Eu diria que a Orkut é para bagunçar, a Linkedin para falar com o mundo corporativo, a Facebook para você criar uma página para os fãs da empresa, e o Twitter para falar com todo mundo em tempo real. 

A hora da verdade dentro dessas comunidades é quando um membro da comunidade aparece precisando de alguma ajuda. 

Nesses casos, os pequenos e grandes são do mesmo tamanho. Vence quem tiver a melhor idéia, quem aparecer com o melhor conselho, quem se mostrar genuinamente interessado nas pessoas. Você não precisa ser grande para vencer, basta ser relevante. 

Por último mas não menos importante (como diriam os gringos), mantenha em mente os princípios da social mídia:

1. Meça tudo!

2. Seja humano. 

3. Seja transparente. 

4. Assegure-se que o conteúdo que você produz pode ser levado de uma mídia para outra. 

5. Faça com que seja fácil para as pessoas falarem com você. 

Liderança e Democracia.

Qual é o papel da liderança em uma empresa democrática?

08/08/2009

Agência de viagens que faz feijão.

Zuji é uma agência de viagens localizada na Ásia. Como vocês, eles vivem o desafio de diferenciar o negócio deles frente a tantas outras opções de agências que tem por lá. 

O que eles fizeram para se diferenciar? 

Começaram a vender latas de feijão por 10 centavos. 

Comece uma briga!

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Peça demissão, comece uma briga!

"Somente depois do desastre você pode ressuscitar."

É tempo de começar uma boa briga. Prove que você está vivo! Se você não provar agora a sua humanidade você corre o risco de se tornar uma estatística. Você está avisado. COMECE UMA BRIGA!

Você está convocado para assistir ao próximo HollywoodCEO: Clube da Luta Versus Batman O Cavaleiro das Trevas. 

"Você não é o seu trabalho. Você não é quanto você tem no banco. Você não é o carro que você dirige. Rejeite a importância das coisas materiais."

Como você pode saber do que é capaz se nunca se meteu em uma briga?

"Nós somos consumidores. Nós somos produtos de um estilo de vida obsessivo. Assassinato, crime e miséria não me deixam essas preocupado. O que me deixa preocupado é ter o nome de alguém na minha cueca, o que me deixa louco são essas celebridades de revista, televisão com 500 canais."

Sem a dor e sem o sacrifício não existem momentos bons na vida. Você precisa ver a escuridão para ver a luz. Somente depois de muita dor conseguimos ver as coisas boas. É como quebrar um osso, se curar da maneira correta, ele volta mais forte. É assim que funciona a alma. 

Faça AGORA a sua inscrição GRÁTIS no próximo HollywoodCEO: Clube da Luta Versus Batman Cavaleiro das Trevas e comece IMEDIATAMENTE uma briga. 

O evento é gratuito. Venha se emocionar com as cenas perturbadoras de Clube da Luta e Batman Cavaleiro das Trevas misturadas com as colocações paranóicas do Ricardo Jordão da BIZREVOLUTION. 

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O evento é gratuito. 

HollywoodCEO: Clube da Luta Versus Batman. Como você pode saber do que é capaz se nunca se meteu em uma briga?

HollywoodCEO é uma série de palestras conduzidas por Ricardo Jordão Magalhães, fundador da BIZREVOLUTION, onde ele fala sobre a sua visão humana e inovadora sobre o mundo dos negócios tendo como pano de fundo o mundo do cinema. As palestras do HollywoodCEO misturam ética com risco, coragem com responsabilidade, tecnologia com empreendedorismo. HollywoodCEO: Onde o mundo do cinema colide com o mundo dos negócios para inspirar o seu coração e mover a sua razão. 

Imprima os seus Tweets.

Você já teve vontade de imprimir as suas tuitadas? Com o TwitPrint você consegue. Eu imprimir as minhas últimas 200 twitadas em formato PDF, confira como fica

Eu tentei imprimi as minhas últimas 3.200 twitadas mas deu pau no sistema deles. Ainda assim, o TwitPrint é útil para quem gosta de papel. 

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