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30/08/2009

Ninguém abandona sem dor aquilo que com prazer adquiriu.

Ter lucro sem arriscar, experiência sem perigo , recompensa sem trabalho é tão impossível quando viver sem ter nascido. 

Eu tenho 39 anos da idade.  Trabalho profissionalmente desde os dezoito. Nesses anos todos eu trabalhei apenas em pequenas empresas. Eu tive algumas oportunidades de trabalhar em grandes empresas mas escolhi por livre e espontânea vontade permanecer em pequenas empresas. Eu nunca me arrependi de ter tomado essa decisão. Eu sempre acreditei que poderia aprender muito mais convivendo com as pequenas empresas do que trabalhando para as grandes empresas . 

Nunca saberei se tomei a "melhor" decisão. Sim porque a partir de um certo momento não tem mais como voltar atrás na decisão que você toma. Quem trabalha em pequenas empresas dificilmente consegue migrar para as grandes empresas e vice-versa. O RH da grande empresa não aceita gente pequena, e o ambiente da pequena empresa não é o "suficiente" para quem vem das grandes corporations. 

A propósito, a vida não é sobre tomar a "melhor” decisão.  A vida é sobre você se comprometer se engajar se dedicar fazer um pacto de sangue com a decisão que você tomou. Seja ela qual for. 

Você não sabe se deve morar em São Paulo ou Rio de Janeiro, você não sabe se deve pedir aumento de salário ou não, você não sabe se deve fazer mala direta ou propaganda?  Decida por qualquer caminho. O que importa é a dedicação que você dará a decisão que tomou. Nunca se esqueça disso.  

Nessas duas décadas eu conheci centenas de pequenos empresários. Aprendi muito sobre negócios e vida ao conviver com essa turma. O meu caráter assertivo e ultra objetivo se formou no ambiente das pequenas. 

Uma pequena empresa com cinco pessoas não pode ter funcionário pangaré. Se um dos cinco for enganador, estamos falando de 20% dos recursos humanos jogando contra.  Nas grandes empresas, o enganador consegue se esconder por trás dos pilares da corporation por vários anos. Basta comparecer as meetings e conference calls e concordar com o chefe em tudo que ele pede que ninguém vai reparar que o cara não sabe nada de nada. 

Recentemente uma repórter da revista Exame fez a seguinte pergunta a Marcel Telles - um dos investidores por trás da AmBev, Lojas Americanas entre outras, "O quê as pequenas empresas podem aprender com uma grande empresa como a AmBev?", a resposta de Telles resume o que podemos aprender ao conviver com as pequenas empresas, "Nada. As grandes empresas é que tem muito a aprender com as pequenas empresas. Empreendedorismo, controle de caixa, agilidade, inovação, o conhecimento sobre quem são as pessoas que trabalham conosco e meritocracia são características das pequenas empresas. O que fazemos na AmBev é nos esforçar todos os dias para ter um pouco do espírito que existe nas pequenas empresas". 

Por outro lado, eu também aprendi uma dura lição sobre as pequenas empresas: "pequena empresa sempre pequena empresa". 

95% das pequenas empresas que conheci nesses vinte anos continuam sendo pequenas empresas. Elas continuam faturando a mesma coisa, continuam no mesmo lugar, continuam com as mesmas pessoas e com os mesmos sistemas. 

Apesar do discurso dos seus pequenos empresários que dizem que vão crescer 20% ao ano, e conquistar o mundo, elas simplesmente não conseguem sair do lugar. 

Muito se fala que sete a cada dez empresas que abrem no Brasil fecham antes de completar cinco anos de idade. Eu penso que outra estatística deve ser acrescentada a esse discurso: oito a cada dez pequenas empresas que abrem no Brasil, depois que passam pelos cinco anos de existência, continuam pequenas ou ainda menores. 

Eu penso que a partir de um certo momento, os pequenos empresários falam de crescimento por falar. Eles prometem 20% de crescimento por osmose. Eles falam porque todo mundo fala. Eles vão na conversa do William Bonner da televisão, ou do fornecedor e seus planos nada a ver com nada, ou mesmo da sua cabeça fantasiosa.

Eu descobri também que alguns empresários falam 20% de crescimento de pura sacanagem. É a maneira que eles encontram para reter os novos funcionários que precisam de algum tipo de esperança para se motivar.  

A rotatividade de funcionários dentro de uma pequena empresa é grande. Para você ter uma idéia, não há um santo dia sequer que algum funcionário que trabalha em uma pequena empresa não ligue na empresa para dizer que está com alguma dor de barriga e não poderá comparecer ao trabalho. 

Eu penso que as pequenas empresas deveriam instituir nos seus negócios um placar a lá CIPA. Enquanto a CIPA monitora o número de dias sem acidentes de trabalho na fábrica das grandes empresas, o pequeno empresário deveria colocar um placar na entrada da empresa para mostrar o número de dias sem faltas de funcionários no escritório. 

Os funcionários mais novos acreditam no discurso de crescimento do empresário por alguns meses e se deixam contaminar pelo entusiasmo;  os funcionários mais antigos,  conhecendo o chefe como conhecem, sabem que o discurso não passa de papo furado. O crescimento não vai acontecer, o que vai rolar é muito stress, esquisitices, picos de faturamento no mês de março e agosto, e vários vales de faturamento ao longo dos outros meses. 

O americano gosta muito da expressão "loser always a loser" (perdedor sempre perdedor).  De uma certa maneira o americano está certo. Dificilmente conseguimos mudar os nossos hábitos.  Se você fizer uma sacanagem com uma pessoa, provavelmente repetirá a malandragem outras vinte vezes na sua vida.  A verdade é que todos nós temos uma determinada personalidade e passaremos a vida inteira lutando contra ela sem conseguir grandes vitórias ao longo do percurso. 

A boa notícia é que 20% das pequenas empresas  conseguem crescer e chegar a algum lugar. 

O que essas pequenas empresas fazem para escapar da fase de picos e vales, funcionários pangarés, clientes que não dão ouvidos ao suposto valor que elas agregam, e fornecedores que as tratam como seres insignificantemente pequenos?

1o. Elas se tornam paranóicas por lapidar o seu grande diferencial.  É incrivelmente difícil ter foco quando se é uma pequena empresa ou quando estamos sozinhos. Parece contraditório, mas na prática o indivíduo acaba tendo que vestir diferentes chapéus  (comercial, rh, marketing, informática) e sua mente acaba por se perder no debate sobre quem ele é de verdade. 

Aqueles que sobrevivem à fase de ser pequeno são os empresários paranóicos por foco. Em meio à batalha do dia-a-dia, os caras procuram direcionar as suas empresas para negócios que os tornam melhores em um único e determinado negócio. Eles procuram direcionar suas empresas para clientes que eles preferem trabalhar, e se afastam dos negócios que dão muito trabalho e pouco dinheiro. Às vezes eles pegam alguns negócios não lucrativos e desfocados para pagar a conta do mês, mas procuram colocar em prática alguma iniciativa paralela para diminuir a participação desse tipo de negócio. 

É fácil para qualquer um aqui dizer para o cara rejeitar um negócio que não tenha a ver com o foco dele, mas completamente diferente quando você passa a ser o cara que está sendo seduzido por um aparente grande negócio e tem várias contas para pagar. 

É difícil, mas não impossível. O pequeno empresário tem que ser paranóico por encontrar o seu cliente ideal, o seu nicho ideal, a sua comunicação ideal, a sua política de preços ideal. Além de continuar o processo de lapidação das pessoas ideais, metodologia ideal e presença ideal. 

Eu estou falando sobre marketing. 

Marketing é como jogar War. Mesmo que o seu objetivo no jogo seja conquistar a Europa, a Oceania e um terceiro continente a desejar, na hora que chegar a sua vez de jogar, a melhor estratégia a seguir é colocar todos os suas pedrinhas em Vladivostoki para arrasar a Mongólia, e depois, talvez, nessa rodada, chegar até a China. Aquele que espalha os soldadinhos por diferentes territórios achando que vai faturar os três continentes simultaneamente com parcos recursos, vai acabar a rodada com os mesmos territórios, e pior, enfraquecido para enfrentar  os adversários. 

2o. Elas constroem a estratégia de baixo para cima, de cima para baixo, da esquerda para a direita, da direita para a esquerda. Sim, é importante ter um plano. Mas ainda mais importante é ter um plano que todos os sócios da empresa concordem em praticá-lo. E mais importante ainda é ter um plano que todos os funcionários, ou pelo menos a grande maioria, entenda qual é a sua participação na execução do plano. 

As pequenas empresas que crescem são aquelas que os donos da empresa resolvem colocar os seus objetivos pessoais abertamente sobre a mesa e juntos estressam o assunto do objetivo da empresa até que a última gota de sangue se esgote. 

Nada tira mais o tesão de uma pessoa do que dizer a ela "Vá, faça isso, quero resultado em 24 horas", sem envolvê-la na discussão do que ela tem que fazer. 

As pequenas empresas que crescem são aquelas que discutem exaustivamente as diferentes possibilidades que tem pela frente com o envolvimento do máximo possível de pessoas. Rola um "toró de parpite" brabo, rola uma discussão cansativa sobre diferentes cenários "E Se fizermos isso, E Se fizermos aquilo", rola pesquisa de mercado, rola investigação. Os pequenos empresários vestem o chapéu de enxadristas e procuram visualizar os diferentes desdobramentos que as diferentes decisões terão. 

3a. Elas consultam um consultor. As pequenas empresas crescem porque pedem ajuda a quem conhece mais do que elas em determinados campos do conhecimento. Eu conheço diferentes pequenos empresários que são totalmente contra o uso de internet nos seus negócios porque dizem que já tentaram utilizá-la mas não deu certo. O fato é que eles tentaram sozinhos, com o parco conhecimento que tem, no chutômetro, sem qualquer conselho de profissionais que entendem melhor do que eles no assunto. As pequenas empresas que crescem mantêm contato com pessoas que tem séria e relevante experiência com a questão que elas precisam de ajuda.  

Para crescer, o pequeno empresário tem que perder qualquer preconceito que tenha com relação a consultores. Ele tem que reconhecer que não entende de tudo, e contratar especialistas para ajudá-lo. 

4a. Elas ficam de olho na indústria do vizinho. Fundada em 2000 nos EUA, a Zipcar reinventou o negócio de aluguel de carros ao criar o conceito de carsharing. A Zipcar é um sucesso em todos os sentidos. Os clientes são fãs do negócio, e o faturamento vai bater um bilhão de dólares em 2010. O conceito da Zipcar chegou ao Brasil em Julho através da Zazcar em São Paulo. Os fundadores da Zipcar idealizaram a empresa quando olharam para fora do negócio de aluguel de carro. Eles foram buscar a inspiração para a Zipcar na Netflix, que havia reinventado o negócio de aluguel de filmes anos antes.

Os pequenos empresários que crescem são aqueles que somam as suas empresas idéias que não são comuns no seu mercado. Por exemplo, quando teremos uma padaria com drive-thru, ou mesmo uma pizzaria com drive-thru para os clientes poderem fazer a compra diária de seis pãezinhos e um litro de leite ou uma pizza com mussarela sem sair do carro a lá McDonalds? 

Enfim, crescer é muito difícil. Tão difícil quanto deixar a criança que somos para trás para nos tornar um adulto "aceitável" entre os gigantes; tão difícil quanto trocar os hábitos de solteiro pelos hábitos de casado; tão difícil quanto ser chefe quando fomos um excelente funcionário técnico. Alguns simplesmente não conseguem, outros desistem - não estão afim de se comprometer com a decisão que tomaram, outros pedem ajuda e evoluem mesmo que a dor de abandonar aquilo que com prazer adquiriram seja muito grande. 

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA.

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

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Ô Ricardo, mandou bem ao expor o assunto do pequeno empresário. Além disso que falou, tem algo que precisa ser colocado. O pequeno em sua maioria abre seu negócio da seguinte forma: junta o valor de sua rescisão onde trabalhava, seu FGTS e parte do 13º salário, aluga alguma sala ou loja e lá vai o doido varrido, pensando que vai dar certo tudo que fizer baseado no exemplo de sei lá quem, que também abriu um negócio e já comprou até carro novo.
Os caras nem sequer consultam um contador para ver os gastos iniciais e as implicações legais de um negócio. Quando bate a fiscalização na porta deles, e que vem com o rabinho entre as pernas para que o contador arrume a bagunça.
Planejamento de negócio ou tributário? Nem sequer sabem o que é, e o pior, nem querem saber. “deixa esse assunto para meu sócio” – é o que falam.
Aqui no escritório é incrível como esta cena se repete. Parece até que as pessoas combinam o que vão falar. A gente dá exemplo, mostra o que aconteceu com o outro que fez desta forma, mas não entra na cabeça do cabeção. É por isso que tantas empresas fecham sem ates de completarem cinco anos. Os novos empresários não querem aprender sobre negócio, sobre como lidar com empregados, sobre as obrigações legais pertinentes à sua atividade. Eles querem é faturar, levar toda a grana do caixa, comprar carro novo parcelado em 60 vezes. VAMOS MUDAR A MENTALIDADE!

No livro "A estratégia da Lealdade" do Frederick Reichheld ele fala justamente sobre a importância de se escolher os clientes certos e de torná-los fiéis à sua empresa através da entrega de cada vez mais valor.
Isso, para uma pequena empresa, é algo bastante tangível, já que é mais fácil conseguir informações de clientes e de manter um contato mais próximo. Mas qual faz isso?

Ricardo, excelente artigo. Infelizmente o empreendedor, começa pequeno, pensa pequeno e quebra pequeno. Se o empreendedor quer abrir uma empresa para pagar suas contas, que seja funcionário que é mais seguro e tem férias.
Se você for ser empreendedor, precisa saber correr riscos, errar, aprender, levantar. Tudo isso muito rápido e sem choros.
O que impede sua empresa de faturar US$ 50 mi mundialmente? Provavelmente você!

Esse artigo é um tapa na cara de muita gente... e retrata a realidade.
Incrível, mas na mesma linha de raciocínio, esta semana li o "Segredo de Luísa" de Fernando Dolabela, e é realmente uma lição de empreendedorismo. Fascinante.

É... Eu lembrei de uma coisa... Em 2004 quando ainda perambulava pelas ruelas lisboetas ajudando a "pequena" Sempre Ok ganhar forças, nas mãos daquele açoriano sem um pingo de marketeiro e administrador, eu ainda tinha um pouco de esperança em adquirir um visto de trabalho que me desse legalidade em terras estrangeiras. O que me fazia ter esta esperança era justamente o papo furado do portuga de que eu deveria esperar mais um pouco, que ele e seu ganacioso cunhado já estavam cuidando dos papéis. Foram, se não me engano, umas 3 vezes que ele me chamou até um café para conversarmos sobre a importância de minha resiliência para conseguir o que queria. Na verdade sai do velho continente mais cedo do que imaginava e queria. Agora estou realizando um desejo e preparando as malas pra passear por lá, rever alguns amigos e verificar como esta a sempre Ok, empresa pequena que tive o prazer de direcionar e alavancar.
Certa vez encontrei os dois sócios na entrada do métro, eu estava indo embora para casa e perguntei se eles não precisavam de mais nada naquele dia. Eles me disseram: Precisamos de mais um como você... Até hoje eu luto pra saber qual o real sentido desta solicitação.

Eltonews
"É assim que gosto de comentar alguns posts, com histórias vividas por mim e não com empirismo e textos retirados de livros".

Olá Ricardo,

Se possível, não deixe mesmo de continuar este 'post'.

(o mesmo clareou e muito para tomada de decisão e aguardo ancioso o restante).

Abraço e OBRIGADO.

Pureza,

Enquanto lia suas bobagen... Ops! depoimento, pensei naquela musiquinha "...quem sabe ainda sou uma garotinha..."

Forte abraço,


Gabriel Peixoto
Enquanto os babybundas daqui "lutam pra saber qual o real sentido das coisas" manadas de gnus lutam com crocodilos pela sobrevivência.

Correto: enquanto os gnus lutam com crocodilos pela sobrevivência.

é de muita valia, ter um local de informação onde faça você pensar sobre pontos que em si podem estar obscuros para melhores opções de caminhos a seguir.

Gabriel, ah, deixa pra lá... não vale a pena, tu já era...

Grande Robson!

Eu realmente vou terminar o texto. Vamos que vamos!

Um grande abraço

Ricardo

Ricardo, não sei se você já disse aqui, mas, na sua opinião, o que fez a Arm fechar as portas?

Ricardo, eh verdade que a arm fechou as portas, como disse o rapaz acima? se sim, podes explicar?
obrigado.

Na boa... acredito que a curiosidade em saber é para todos que acompanham e viu toda energia depositada para o inicio da ARM.

porém... poderiamos aguardar com todo o respeito em cima desse tempo que o Ricardo comentou atrás...

quando estiver na hora certa. ELE DESCARREGA ;)

Louzada,

Passe as mãos entre as pernas... sentiu duas bolinhas? O que??? sentiu 4??? então esquece...

Forte abraço,

Gabriel Peixoto
Insuportável com medíocres.

gabriel,

vc é uma Heloísa Helena! Grita, esperneia,é horrível e não serve pra nada.

Vai lamber...

Bom,

Analisar que um ser dispõe de seu tempo para plantar BESTEIRAS...

Gabriel parabêns pelo seu grande movimento.

Louzada,

O problema é que algumas pessoas começaram a "acordar" e pensar na possibilidade do Peixoto está certo, tecendo elogios aos meus comentários. Imediatamente a "tropa de choque" do Sarney... Ops! Jordão que estava adormecida entrou em ação pois, caso 40% do blog imagine a possibilidade d'eu ter razão... seria a teoria do caos.

Forte abraço,

Gabriel Peixoto

gabriel, estes caras que te dão razão é você mesmo inserindo comentários com nomes de outras pessoas.
Você mesmo já admitiu que faz isto...

Gabriel... o fato de você está certo não lhe dá o direito de ser desrespeitoso*... (e no seu caso, nem sempre vc está certo, mas sempre é desrespeitoso)

Att.

pj
*Desrespeitoso é um eufemismo para "tremendo-filha-da-p...

Fiz uma simples pergunta séria pro Ricardo e o que apareceu foi um bando de adolescentes babacas se insultando...

A resposta do Ricardo, que é bom, nada...

Abraço.

Zéc,

As companhias aéreas dizem que a queda de um avião é resultado de uma série de erros que acontecem em cadeia. O mesmo aconteceu com a Arm. Uma coisa leva a outra que leva a outra que leva a outra, e quando você pára para refletir você se vê longe do destino.

ARREBENTA!

Ricardo


O Ricardo devia ter ficado quieto...

Sim Zec do karalho, a Arm foi pro brejo... afundou... quebrou... foi p/ vinagre... casa caiu... se fuderam... etc etc etc...

Entendeu porra???

Peleh

Ricardo, foi uma resposta sem resposta, mas tudo bem, entendi.

Pelebroy, vai pra puta que o pariu, adolescentezinho de merda.

"Ricardo, foi uma resposta sem resposta, mas tudo bem, entendi."

Pronto Godoy, pode voltar, apereceu outra bixinha na turma.

Peleh,

Adolecentizinho, mas macho porra!

Vamos fazer comentarios mais construtivos. Quem nao tem a capacidade de argumentar so ataca com linguagem xula e pessoais...

Vamos fazer comentarios mais construtivos. Quem nao tem a capacidade de argumentar so ataca com linguagem xula e pessoais...

Jordão,

Extremamente feliz a analogia. Em 95% dos casos, em momentos de dificuldades, é a habilidade ou incompetência do piloto o fiel da balança entre a salvação ou desastre.

Forte abraço,

Gabriel Peixoto

Tudo muda, nada muda....

é....

reformulou o texto, deixando ainda melhor.

Assim foi possivel notar os pontos que eliminou (antes tendo) e acrescentou para melhorar a percepção do que pensa e que quer passar.

Obrigado por continuar e parabêns pela visão sobre o mesmo.

Abraço.

Ricardo,
Que bom ter uns caras como voce distribuindo perolas como este artigo. Valeu!

Ricardo,

Excelente texto [!!!!] Sabedoria para ler, reler e aprender! Parabéns pelo visionário que é!

abs,

Muito bacana Ricardo ! Esse artigo tem tudo a ver com a rotina e a vida do pequeno empresário... Valeu pelos "toques" daqueles que não crescem... afinal não quero fazer parte dessa cota...rs
Abraços e muito sucesso pra nós !

No Clássico da literatura francesa, "O pequeno principe", o autor Antoine de Saint-Exupéry, cunha uma frase que deve ser aplicada a todo aquele que se dedica a abrir um negócio próprio : "Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tão importante."
Nada nem ninguém consegue atingir objetivos sem dedicação e tempo.
Quanto as suas colocações sobre foco e consultoria elas são imprescindíveis para quem quer chegar a algum lugar.

Parabéns!!!

Foi otimo ler isso, dei uma volta na praça pensando nisto, revivi meus tempos de empresa e vi muito do que dizeras.

Se tiveste lido isso antes...
Seria outra história.

MR.

Gilberto,

Coincidentemente eu estou escrevendo um post com os 10 livros que ensinam BUSINESS para crianças. O Pequeno Príncipe é o #1. O Pequeno Príncipe foi o tema do aniversário de 1 ano do meu filho.

ARREBENTA!

Ricardo

Olá!!!
Quanta inteligência!!!
É um tratado de como viver, progredir e ser feliz!!!
Tenho 56 anos e teria sido muito melhor se tivesse uns vinte e poucos agora! Vou mandar este e-mail para os meu filhos e amigos. Espero que os jovens aproveitam a oportunidade de conhecê-lo enquanto são jovens.
Obrigada e meus votos de que sejas muito feliz junto a tua família, amigos e no teu trabalho.
Obrigada pela oportunidade de aprender!
Atenciosamente,
Maria Shima


"Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tão importante."


Gilberto, você é arquiteto*?

Forte abraço,

Gabriel Peixoto
*Arquiteto: o cara que não foi macho pra ser engenheiro civil, nem viado o suficiente pra ser decorador.

Olá Ricardo,

Excelente artigo.

Como você, trabalho com o tema e percebo exatamente essas deficiencias no mercado. É muito bom termos à nossa disposição artigos como o seu.

Parabéns. Estou me tornando seu leitor.

Cordialmente,

Alex Ferreira.
http://www.moringa.ppg.br/centrocate/blogdoalex/

Srs,

(Foi impossível não lembrar de um livro)Em "Good to Great" o autor usa uma pesquisa para indicar que o desejo de crescer não serve para nada, se não for acompanhado pela escolha das pessoas certas, firmeza nas decisões e coragem para tentar inovações simples (traduzindo, coisas que a primeira vista parecem idiotas). Um exemplo do livro era de farmácias(do tipo americanas) que no meio do quarteirão eram "micadas", mas que transferidas para a esquina (do mesmo quarteirão) viraram um sucesso, idiotice?

Parabéns pelo artigo.

Ricardo
A realidade da pequena empresa pode ser comparada a do sujeito que tem apenas uma vaca com um bezerro no pé. Ele tem que se virar com o leite que ela produz, deixando um pouco para o bezerro, tirando outro pouco para sua casa e vendendo o excedente para sobreviver como "pequeno produtor". Não é tão simples e fácil sair dessa ciranda!! Em tempo: - ótimo artigo!
VieiraJr.

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