De Centrada em Produtos para Centrada no Cliente.
A Walgreens, maior rede de farmácias do planeta - são mais de 7 mil lojas somente nos EUA e um faturamento de $63 bilhões de dólares nos últimos 12 meses -, está transformando suas lojas físicas em verdadeiros centros de compra baseados no comportamento dos principais perfis de clientes que passam em suas lojas.
A Walgreens está substituindo a tradicional maneira de expor produtos por categorias para a exposição de produtos por comportamento de compras. Ao invés de corredores de fraudas e sabonetes, ela criou o corredor para mulheres grávidas com todo tipo de produto que faça sentido para as mulheres grávidas -organizados cientificamente nas prateleiras de acordo com os números que eles tem sobre o comportamento de compras dos diferentes perfis dos clientes.
Tradicionalmente, o varejo organiza as prateleiras das suas lojas de maneira a maximizar (êta palavra chata) o número de centímetros quadrados dentro da loja. A partir dessa organização, a Walgreens está priorizando a maneira que o cliente compra; e quando necessário, está abrindo mão de alguns centímetros de prateleira para colocar um produto "grande" perto de um produto "pequeno" para facilitar a vida dos diferentes perfis de clientes.
Confira a transformação de uma das 7.000 filiais da Walgreens nos EUA. Eu vou falar sobre a Walgreens no web seminário O IMPACTO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA que acontece a partir das 15:00hs, inscrições aqui.



Isto aqui ta uma m...
e desde quando existe "padrões de consumo"??? Quem é essa tal de "wagreens" pra determinar oq uma grávida quer ou não comprar???
Cada idéia de jerico....
Forte abraço,
Gabriel Peixoto
Biz: de mal a pior...
Posted by: Gabriel Peixoto | 30/09/2009 at 01:37 PM
Aqui no Brasil existe uma legislação para cada estado em relação ao que as farmácias podem ou não vender.
Tem estados que não podem vender nem Halls, ou leite em pó...
Existe um atraso devido à alguns conceitos defendidos à unhas e dentes pelos "entendidos" do setor.
Nos EUA, os medicamentos são apenas um detalhe entre os milhares de produtos disponíveis. Em várias redes vc encontra inclusive pneus, material fotográfico, e aí vai.
Estamos na idade da pedra ainda.
Posted by: Emilio | 30/09/2009 at 03:29 PM
Há 10 anos atrás começou a se falar sobre customer centricity nos corredores da BestBuy em Richfield. Os padrões de consumo tinham até nome de clientes, Jill, Ray, Buzz e Barry. Fazem uns 3 anos que fecharam todas. Sabe porque?
Every single day we've gone through a depth detailed analysis of the prior day's results, including sales, close rates, average selling price, units sold, total return on invested capital and NOPAT (Net operating profit after taxes)
Adivinha qual foi o resultado das lojas?
Marcelo
Posted by: Marcelo | 30/09/2009 at 03:58 PM
Escrevi a seguinte pergunta durante o webseminário:
Comércio eletrônico é interessante, mas nesse mercado parece inviável o ecommerce para o pequeno. Como um pequeno empresário do ramo de farmacias pode vencer a barreira do prazo de entrega, e em última análise de custos de distribuição, contra os gigantes que tem lojas físicas, portanto pronta entrega ao alcance de um motoboy, em mais de 300 cidades?
Ela foi feita assim para o Ricardo:
"Ricardo, o Marcelo pergunta como o ecommerce pode ajudar o pequeno?"
#FAIL
Marcelo
Posted by: Marcelo | 30/09/2009 at 04:55 PM
A Fórmula não é boa...
O caso da Walgreens: uma grande rede de farmácias que está implementando uma nova fórmula, não é o caso de uma nova fórmula que transformou a Walgreens em uma grande rede de farmácias.
Portanto, é uma ferramenta a ser testada.
Se eu for procurar um engove? Vou na área de bêbados?
As pessoas não vão à farmácia para comprar coisas para o seu perfil, elas vão para comprar algo especifico.
Se mudar a maneira de expor os produtos, de tipo de produto, para tipo de pessoa, mais complica do que ajuda.
O conceito de " Deixar de ser centrada em produtos para ser centrada em clientes" é bom.
Mas não para este caso.
Como foi o HollywoodCEO dos desenhos?
Abraço,
Bruno Vilarino.
Posted by: Bruno Vilarino | 30/09/2009 at 05:15 PM
Ah Marcelo, você está brincando né? rsrsrssr
Parece assessoria de imprensa de político...
Na teoria é tudo muito lindo, mas na hora da prática a coisa muda de figura.
Pergunta do dia:
A Friboi comprou a Bertin, se tornando um monstro no seu seguimento, por relacionamento?
Abraços!
Bruno Vilarino.
Posted by: Bruno Vilarino | 30/09/2009 at 05:23 PM
Ah meu saco...
Bom, vamos lá...
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um
pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
- Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro???
O corvo responde:
- Claro, porque não???.
O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma
raposa aparece e come o coelho.
Jordão, sua anta corporativa, será que não percebes que isto é pra quem tah no topo???
Cara, se o Wal-Mart resolver amanhã pintar uma estrelinha na testa de cada cliente todos vão achar isto lindo???
Sabias que muitas empresas inventam óculos mas deixam transparecer para a concorrência que estão enxergando melhor pq comem cenoura só para embaraça-las e despistá-las???
Forte abraço,
Gabriel Peixoto
Porra cara, quase 40 anos e ainda acreditas nestas imbecilidades???
Posted by: Gabriel Peixoto | 30/09/2009 at 08:17 PM
alguém lembra daquele filme "Eles vivem"
acho que é do John Carpenter
é isso! determinar o que, como, onde...ora, o ser humano é imprevisível...é capaz de múltiplas respostas
em situações parecidas.
Posted by: Marcelo Salomão | 30/09/2009 at 08:32 PM
Me diz qual farmacia online tem pronta entrega atravez de motoboys em pelo menos metade das 300 cidades que voce falou. NENHUMA
A maior rede de farmacias do brasil tem somente 300 farmacias. So isso.
Mas quem acha que a ultrafarma tem um servico online fantastico ou onofre ai...
Posted by: Eric Neumann | 01/10/2009 at 12:57 AM
O varejo farmacêutico está se consolidando. Prova desse processo são 1) a evolução das redes 2) o fato de que em alguns anos veremos crescer as redes de farmácias dos supermercados.
A febre do momento no varejo é fazer o chamado GC - gerenciamento de categoria - vide as lojas novas da Droga Raia. E esse novo "posicionamento" é amplamente apoiado por empresas como Unilever, PG. Criam-se de fato as áreas: Barba, unhas, bebês...
Ao meu ver, o que mais conta para o varejo é o que acontece da porta pra dentro: Laboratórios pressionam os distribuidores a comprarem seu "melhor" mix, e estes fazem o mesmo com os varejistas - Por que?
- Os varejistas aprenderam a "vender" as gôndolas e passaram a depender dessa receita;
- Os atacadistas chegam a fazer entregas duas, três vezes ao dia na mesma farmácia. As lojas, por sua vez (não todas) tem pouca gestão de estoque, de clientes e etc.
Eles acabam ficando mesmo na mão dos players mais fortes como laboratórios, atacadistas e etc.
Não podemos, nem por um minuto, esquecer que estamos falando de BRAZIL, ... com Z mesmo. Tudo diferente.
Aqui são outras regras, outros consumidores, outra maneira de fazer negócio.
Acho que o E-comm ainda não se constitue como oportunidade para os pequenos generalistas. Eles têm pouca ou nenhuma condição de competir em variedade e preço com os grandes ... Talvez para "lojas" especializadas em diabetes, em oncologia, manipulação etc.
Posted by: Rodrigo Azevedo | 01/10/2009 at 01:39 AM
Acredito batsante no fato de arruma rbriga com um pedaco do grande. Por exemplo voce fazer uma famrcia online segementada em oncologia ou em cardiologia e uma otima oportunidade para um pequeno brigar com o grande. Assim o pequeno pode virar o lider daquele segmento. MArketing de conteudo blah blah blah blah blah
Posted by: Eric Neumann | 01/10/2009 at 09:35 AM
indeed ...
Posted by: Rodrigo Azevedo | 01/10/2009 at 09:46 AM
Quem na BIZ vai fazer a primeira farmacia online focada em car]diolgiaaaaaaa ou focada em epssoas ALERGICASSS
QUEMMMMMMMMMM
Posted by: Eric Neumann | 01/10/2009 at 09:58 AM
E em Diabetes? Sabe qual o tamanho do mercado? 22 milhões de pessoas só no Brasil. Conhece o perfil de um diabético? Sabe muito sobre metabolismo, sobre a doença, sobre nutrição.
Ou em Obesidade? Temos uma população de obesos e de pessoas com sobre peso crescendo, certo? Vide o crescimento do tratamento clínico para Obesidade.
Mesma se o foco escolhido fossem os tratamentos estéticos. Ainda mais justificado o uso do e-comm...
Não acham que vale a pena a tentativa?
Posted by: Rodrigo Azevedo | 01/10/2009 at 10:42 AM
Vamos comecar um projeto
Posted by: Eric Neumann | 01/10/2009 at 12:37 PM
quemmm se habilita
Posted by: Eric Neumann | 01/10/2009 at 12:37 PM
Isto aqui pra ficar ruim, vai ter de melhorar muito...
Forte abraço,
Gabriel Peixoto
Posted by: Gabriel Peixoto | 01/10/2009 at 02:15 PM
Humor 'negro' BIZ:
Ultimas palavras antes do fim:
"Atira se tu é Homem!"
"Atravessa correndo que dá."
"Ah, não se preocupe, o que não mata, engorda."
"Sabe qual a chance de isso acontecer? Uma em um milhão."
"Essa camisa do Palmeiras não é minha não... eu sou Curintia como vocês."
"Tem certeza que não tem perigo?"
"Meu sonho sempre foi saltar de pára-quedas. E neste instante vou realizá-lo. E eu mesmo o dobrei!"
"Aqui é o PT-965 decolando em seu primeiro vôo solo."
"Capacete? Imagina, tá calor..."
"Eu sempre mudei a temperatura do chuveiro com ele ligado. Não é hoje que vai acontecer alguma coisa."
"Desce desse ônibus e me encara de frente, sua bicha!"
"Você é grande mas não é dois!"
"Pode mexer. É Pitbull, mas é mansinho."
"É o fio vermelho! Tenho certeza, pode cortar!"
"Esses cogumelos não são venenosos. Eu conheço!"
"Eu vi o cara fazer isso na televisão!"
"Já fiz antes! Faço de olho fechado."
"Não levo desaforo pra casa..."
"Olha mamãe! Com uma mão só!"
"Pula que eu te seguro!
"Xxxa comigo! Eu até dirijo melhor quando estou bêbado!"
"Vamos começar um projeto"
Marcelo.
Gabriel, esse dura menos que a Arm
Posted by: Marcelo | 01/10/2009 at 03:54 PM
Marcelão,
Certa vez li um anúncio + ou - assim:
“Lindíssima, irresistível, seios fantásticos, bumbum de ouro, corpo escultural, nível universitário, poliglota, educadíssima, supercarinhosa.
Tenho tantas qualidades que nem sei porque fui virar puta".
Forte abraço,
Gabriel Peixoto
Cara, quando vejo estas figuras... fico me perguntando: o quié que eu tô fazendo aqui???
Posted by: Gabriel Peixoto | 01/10/2009 at 05:55 PM
Vcs estão atacando o modelo só porque são americanos implementando, ou realmente não acreditam??
Eu particularmente acho que setorizar por atividade e não produtos pode aumentar as vendas.
A rede pão de açucar e carrefour já fazem isso com algumas coisas. Antes tinhamos que ir a várias seções para comprar itens para churrasco. Hoje temos tudo junto: Carne, carvão, cerveja, refri, facas, grelhas e até gelo numa sessão só.
Além de diminuir as chances de perder vendas de algo que o cliente pode esquecer se tiver que andar pelo mercado todo, ainda ajuda pra caralho a ganhar tempo. Como estamos sempre apressados, faz diferença.
Abs,
Valter
Posted by: Valter | 01/10/2009 at 05:57 PM
....
Vamos ao próximo post.
Aqui não dá nem para comentar.
Que tal um projeto de um matar o outro e parar de falar merda?
Esse eu ajudo vcs.
Bruno Vilarino.
Posted by: Bruno Vilarino | 01/10/2009 at 06:24 PM
Bom, se vc já foi na walgreens sabe que lá não se venda só remédios...
Acho a experiência válida.
Valter
Posted by: Valter | 02/10/2009 at 01:14 AM
Por que não falamos sobre o Jamal Malik?
Forte abraço,
Gabriel Peixoto
De quem é a face na nota de 100 dólares?
Posted by: Gabriel Peixoto | 02/10/2009 at 09:38 AM
Fiquei de cara com alguns comentários!
Quantas pessoas retrogradas. Por favor, continuem assim, pois terei muitos assuntos na sala de aula. Quando leio palavras escritas por Gabriel Peixoto (por que li, né? quanta perda de tempo), me pergunto: será se ele montar uma empresa vai passar do primeiro mês? No mínimo não acredita que o homem pisou na lua.
Comentários do Valter, Rodrigo e outros enriquecem um post deste.
Ricardo, obrigado por compartilhar conosco estas ricas informações. Nos faz pensar, e pensar diferente.
OBRIGADO!!!
Posted by: Cassio Henrique | 12/03/2010 at 08:39 PM