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13/01/2010

Filmes e Músicas de graça.

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PERGUNTA: Filmes e músicas deverão ser distribuídos gratuitamente no futuro? 

MINHA RESPOSTA: Não! Se o o conteúdo for de graça, os caras vão continuar a incentivar a existência da indústria da propaganda. Como eu sou contra a indústria da propaganda, eu torço para que o modelo de venda de "produtos digitais" prevaleça. 

As pessoas tem que pagar pelo que querem consumir. 

Além dos conhecidos modelos, novos modelos de venda de "produtos digitais" devem surgir. Nos EUA tem editora vendendo TODOS os seus livros por uma assinatura mensal de 30 dólares (esqueci o nome da editora que está fazendo isso). Você paga uma mensalidade e tem acesso eletrônico a todo seu acervo de livros. 

Isso não é uma grande novidade. A TV a cabo funciona assim, você paga uma mensalidade e recebe conteúdo por um mês. 

GO!! O Futuro é QUEBRA TUDO!

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Comments

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Truman,

Isto merece ser respondido???


Forte abraço,

Gabriel Peixoto
Depois eu sou o desocupado...

O grande problema dos arquivos digitais é que eles podem se multiplicar, você pode fazer outro sem perdetr o seu.

Hoje se compramos um livro, e emprestamos para um amigo ler, pedimos de volta apos ele ler pois ficamos sem o nosso. E nunca conseguimos emprestar o mesmo livro ao mesmo tempo para mais de uma pessoa. Sem contar o risco desse livro se estragar no meio do caminho.

Ja com arquivos digitais a situação muda completamente,pois podemos "emprestar" o nosso livro (ou qualquer arquivo digital) para nosso "amigo" e continuarmos com o nosso identico, intocado e com a mesma qualidade. O que dificulta o comercio como conhecemos hoje.

Um exemplo de como não funciona, imagina o ricardo vende os web seminarios pela internet se vangloriando de ser um comerciante 2.0, mas em alguns momentos ele não percebe que está pisando em areia movediça, pois se uma pessoa compra o arquivo ela pode disponibilizar gratuitamente na web sem perder seu arquivo, pode dar uma copia pra quem bem entender, o que diminuira drasticamente suas vendas.

Creio que o modelo de comercio terá que se reinventar, pois o modelo atual de arquivos digitais não se sustentara por muito tempo.

Permita-me humildemente discordar de vc e exigir uma explicação melhor para sua a teoria.

Não haverá cobrança por nenhum audio, video ou texto. Na verdade não existe mais, as pessoas o fazem por força do hábito ou por falta de tempo. Na medida que a troca de arquivos se tornar maids intensa do que já é o problema do tempo vai acabar e na medida que os adolescentes de hoje se tornarem adultos a força do hábito de comprar tb vai acabar.

Os músicos vão ganhar com shows e patrocínio, as gravadoras vão se tornar produtoras e empresariar os artistas.

Os estudios de cinema vão ter de incrementar o merchandising dentro dos filmes e a expriência de ir ao cinema (3d por exemplo), a receita virá da bilheteria e da publicidade.

Ser exclusivamente autor de livros não vai fazer mais sentido. Os livros serão espécies de trabalhos fechados que os profissionais vão usar para se auto-promover, no seu caso por exemplo, falar sobre empreendedorismo para que as pessoas contratem mais a sua consultoria. Um profissional de educação física fala em seu livro sobre qualidade de vida com o objetivo de buscar mais clientes. No caso dos romances, a única saída é o merchandising ou doações.

Antes que vc me pergunte. Os livros de papel serão usados no futuro, mas da mesma maneira que mantemos barcos a vela e relógio de ponteiro.

Como vc mesmo diz: Arrebenta!

Caio,

A iTunes é uma prova que dá para ganhar dinheiro cobrando pelo conteúdo. Os caras estão faturando bilhões.

Mas concordo com o que você disse. No lugar da propaganda a moda antiga (sem conteúdo algum), a própria propaganda da galera será um pedaço do produto que o cidadão faz. Exatamente como eu faço aqui. Eu não faço propaganda, eu dou parte do meu trabalho de graça e cobro pelo resto.

Mas teremos coisas novas muito em breve.

ARREBENTA!

Ricardo

Prezado Ricardo,

Acredito que a tendencia será atuar como no caso que você citou da cobrança mensal para ter acesso ao conteúdo todo de um artísta.

Este é um dos caminhos a trilhar.

Vejo desta forma ou a atuação com conteúdo de graça SIM.

Acredito muito na distribuição gratuita pois a quantidade de produtos em oferta ( livros, músicas e filmes) é cada vez maior.

Quantos livros são publicados anualmente apenas no Brasil? Quanto tempo de minha vida neste ano seriam necessários para eu poder ler ao menos 10% destes livros? Quanto tempo sobrará para eu ver filmes neste mesmo ano? E as demais atividades de lazer e recreação que tenho a disposição como eventos esportivos e teatro que disputam minha atenção?

Acredito que teremos amostras grátis destes produtos e se nos agradar,poderemos pagar pelos adicionais.

EX: Para que uma gravadora gasta dinheiro com jabá nas rádios se ela pode oferecer o produto básico de graça? O objetivo do jabá não é fazer com que as pessoas conheçam a música do artista para consumi-la depois? Então porque não disponibilizar o disco novo do artísta de graça via internete oferecer a este depois uma taxa para ter acesso aos produtos complementares como dvds, descontos em show, informações sobre o desenvolvimento do disco (detalhes da produção, comentários dos músicos participantes, espaço de entrevista para os fãs.)

Na música, talvez possa ocorrer.

Em filmes, nos custos de Hollywood, nunca.

Mas em livros onde o maior custo é a sua produção para o papel, por quê não? Se o custo de desenvolvimento de um livro é de 100.000,00 entre escritor, revisor, editor, ilustrador etc, porque não ter um patrocinador e distribuí-lo de graça e solicitar aos clientes uma doação espontânea para aqueles que gostaram do produto?

Bem, a quantidade de filmes, livros e músicas na atualidade é GIGANTESCA.

Se sou um cliente que lê livros que foram publicados a mais de 20 anos como os livros de Agatha Christie ou livros de filósofos que morreram a mais de 1000 anos, pois sei que corresponderão aos meus anceios, porque vou comprar um livro que acabou de sair da gráfica? Porque o autor é famoso, ou vou deixar os entusiastas lerem primeiro e depois ter uma posição sobre a qualidade do novo material?

SÓ SEI QUE NÃO VAI SER COM PROPAGANDA OFICIAL QUE TOMAREI A ATITUDE DE CONSUMIR UM LIVRO, OU UM FILME.

MÚSICA, SÓ SE TIVER CERTEZA DE QUE VAI AGRADAR AOS MEUS OUVIDOS.

abraços ao jordão.

Cara, é muito engraçado... eu meto um pau num post que até então não tinha despertado interesse algum. Daí aparecem um monte de pseudos entendidos no assunto e começam a comentá-lo na profundidade de um pires só pra socorrer o Jordão....

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Forte abraço,

Gabriel Peixoto
Eu sou uma figura...

Eu não entendi o seu comentário, Gabriel...

Caio,

Final do ano fizemos uma reunião pra definir a festa de final de ano. Como? Onde? Horário... quando de repente a conversa empacou num ponto: A Gorete queria saber quantos ingressos ela iria ter direito. A discussão "empacou" nisto e todos os outros temas relevantes foram deixado de lado. Agora, todas as vezes que um debate é disperso por um assunto menor, alguém grita "os ingressos da Gorete" e voltamos ao que realmente importa.
Cara... Angra, Haiti, 200 zeros nas redações de vestibulares, mão de obra desqualificada, eleições... enfim, milhares de assuntos relevantes e vcs perdendo tempo debatendo um assunto amplo e indefinido como "Filmes e músicas deverão ser distribuídos gratuitamente no futuro?"
VSF!

Forte abraço,

Gabriel Peixoto
Essas perguntinhas idiotas transformaram a Biz no "ingressos da Gorete"

Mas a Biz não é estatal nem vai salvar o mundo.
Realmente temos coisas perigosas e tristes acontecendo (O decreto dos "Direitos Humanos" que quer solapar a propriedade privada, a justiça e a liberdade de imprensa.
Tem razão Gabriel, os terroristas que vc idolatra que transformar o Brasil em Cuba e nós aqui discutindo o futuro digital.
Afinal, al´guém tem que trabalhar e pensar no futuro, senão os terroristas só vão nos ocupar com o passado e a tirania. Faz sentido.
No futuro vamos pagar no como o iTunes e no UOL Megastore.
Valeu.

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