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17/02/2010

Ninguém se importa como o Dono se importa.

Todo empresário diz a mesma coisa, "Ninguém se importa com a empresa como o dono se importa.  Ninguém trabalha duro como o dono trabalha.  Tome cuidado!  As pessoas vão roubar a empresa. As pessoas vão dar para trás quando a empresa mais precisar. ". Eu quero provar que essas pessoas estão erradas. Eu quero criar uma empresa onde todos trabalham duro e se importam com a empresa; onde as pessoas se sentem a vontade em trabalhar; e não se sentem motivadas a roubar ou faltar. Se eu não puder ter esse tipo de empresa, eu não quero ter empresa nenhuma. 

Ninguém se importa como o Dono se importa porque o Dono não deixa todos se importarem como ele se importa. 

Você já viu como uma mãe de primeira viagem trata a divisão entre o stress da carreira e a preocupação com os filhos? Ela simplesmente não consegue separar as coisas. Ela reclama da falta de envolvimento do maridão, da babá e da vovó no cuidado com os seus filhos , mas ela também não consegue delegar o simples ato de escolher a roupa dos filhos.

Quando a mãe de primeira viagem se sentir confortável ao ver os filhos usando roupas que ela não escolheu, ela terá superado um grande obstáculo em sua vida. 

O mesmo acontece com o empreendedor. 

Todas as escolas convencionais dizem que administração é sobre planejar, organizar, executar e controlar as coisas. As escolas dizem que se você fizer bem essas funções você terá uma grande empresa. 

Bullshit!

Quando você reune os seus diretores para PLANEJAR o futuro da empresa, os funcionários passam a acreditar que não tem que planejar nada, o chefe vai planejar tudo para eles. 

Quando você reune os seus funcionários para uma reunião onde todos tem que dizer o que cada um está fazendo, você está dizendo a todos que não confia em ninguém. Você está dizendo que o seu trabalho é CONTROLAR  a empresa porque acredita que eles não são ORGANIZADOS o suficiente para EXECUTAR o que tem que ser feito. 

Se você quer ter uma empresa onde todos se importam como o dono se importa, você precisa rasgar todos os manuais de administração que você conhece.  Nenhum deles ensina como construir uma cultura matadora em uma empresa, muito menos como conscientizar os funcionários sobre o que tem que ser feito, ou treiná-los a lidar com autonomia, ou atrair as melhores pessoas.  Todos os manuais de administração estão desatualizados, bem como seus professores e escolas. Pule fora imediatamente!

Antes que você comece a me xingar, olhe o quanto as seguintes afirmações parecem estúpidas, burras e imbecis:

"Eu quero controlar a minha empresa!",  Você quer controlar a sua empresa? O que você quer controlar? Você quer controlar as pessoas? Você quer controlar o horário que elas chegam, o que elas fazem e como fazem? Tá brincando! Você quer controlar os clientes e fornecedores?  Você só pode ter fumado alguma coisa! Você quer controlar o futuro, o clima e a vida das pessoas? Bebeu todas! Só imbecil vai trabalhar para alguém assim. 

Você não consegue nem fazer os seus funcionários trabalharem por livre e espontânea vontade durante esse pseudo-feriado chamado Carnaval mesmo tendo toneladas de trabalho para fazer, e você ainda quer controlar alguma coisa? Você acha mesmo que essa falta de comprometimento é consequência da falta de controle sobre as pessoas?

"Eu quero organizar a minha empresa!", O que você pensa que vai conseguir organizar?? O departamento de Organização e Métodos foi enterrado, morto e sepultado duas décadas atrás por falta de quórum.  Nem as máquinas você consegue organizar, quanto mais os seres humanos e suas emoções inesperadas. Você quer organizar o processo de vendas? Hahahaha. Você quer organizar o processo de marketing? Hahaha. Você quer organizar o processo de contratar pessoas? Hahaha, somente a Catho está com 180 mil vagas de trabalho abertas e não preenchidas. 

"Eu quero planejar a minha empresa!",  Tá zoando comigo? Você realmenta acredita que 150 pessoas vão seguir um plano de 20 páginas feito no final de semana pelos diretores e seus smartphones?  Seja sincero! Você mesmo sabe que não consegue seguir plano nenhum. O que a turma consegue mesmo seguir é o chicote da planilha eletrônica com as metas que ninguém sabe ao certo como consegue atingir.  Só o Padre Cícero sabe como. 

"Eu quero executar tudo que foi combinado na minha empresa!",  Agora você só pode ter ficado maluco.  Você realmente acha que vai rolar?  Não rola nem aí e nem aqui. A nossa cabeça é muito mais produtiva que os nossos braços. Papel aceita qualquer coisa. A realidade é diferente. Leva 20 anos para um grande sonho virar realidade; quanto mais a "idéia da semana" . 

Quem aqui não conhece alguma empresa que é movida pela "idéia da semana"? O diretor lê na Revista Exame que o Zé Mané tá fazendo Twitter, e manda a empresa inteira implementar o Twitter em 5 dias. 

Só tem maluco! 

Rasga tudo!!!

Vamos rebutar a "argh" Administração! 

Em novembro de 2009, uma pequena grande empresa de São Caetano do Sul em São Paulo rebutou tudo que você conhece sobre administração de pessoas e empresas. 

Você está pronto para conhecer uma das idéias mais malucas que você já ouviu na vida? Uma idéia fascinante que você JAMAIS irá ouvir da boca de um teórico da administração que acredita em planejar, controlar, executar e organizar.

Então lá vai. 

Em Novembro de 2009, Edson Pavoni e João Marcos de Souza, os dois sócios da pequena grande D3 Estúdio de Mídia Interativa, resolveram fechar o escritório da empresa em São Caetano do Sul em São Paulo e transferir tudo que eles tinham aqui + todos os funcionários com todas as despesas pagas para um apartamento no Harlem em Nova Iorque. Durante os 30 dias de Novembro, eles conviveram juntos, trabalharam juntos, experimentaram grandes sensações em Nova Iorque sem qualquer queda no rendimento do trabalho, pelo contrário. 

O experimento tinha alguns objetivos: (1) provar a todos que é possível trabalhar de qualquer lugar no planeta sem qualquer tipo de organização e métodos,  (2) proporcionar a equipe de profissionais uma experiência de vida única sem qualquer tipo de pré-controle sobre suas vidas, (3) estabelecer novos contatos e networking com a gringolândia sem qualquer tipo de planejamento prévio sobre onde poderiam chegar com tais parcerias, (4) aproximar o trabalho da agência do trabalho desenvolvido nos EUA sem qualquer tipo de paranóia sobre execução.

Eles atingiram todos esses objetivos. 

A experiência deu tão certo que eles já soltaram um desafio público para toda a comunidade que seguem os seus trabalhos: "Para onde vocês querem que a D3 se mude em 2010?".

Que tipo de cultura empresarial você pensa que o Edson e o João estão conseguindo criar em uma empresa que realiza tamanho empreendimento? 

Quem não gostaria de trabalhar em uma empresa que leva os seus funcionários para Nova Iorque por 30 dias para se entretar e trabalhar?  

Quem não confiaria na visão de negócios dos líderes de uma empresa como essa? 

Quem não se sentiria orgulhoso de fazer parte da equipe da D3 que foi para Nova Iorque e agora tem dezenas de belas histórias para contar para os novos funcionários que estão chegando?

Todos os funcionários que viveram essa experiência serão eternamente gratos ao Edson e ao João pela oportunidade.  Todos estão trabalhando duro como o Edson e o João trabalham. Todos se sentem em dívida, todos se sentem parte do sonho dos caras, todos se sentem reconhecidos, todos sentem que tem a oportunidade profissional de suas vidas nas mãos e não podem perdê-la. 

A D3 é diferente em tudo. A começar pelo nome. D3 significa Deus elevado a terceira potência: Pai, Filho e Espírito Santo. Edson e João são cristãos de carteirinha, e procuram aplicar nos negócios e nas pessoas que se relacionam com eles tudo que acreditam sobre como tratar os outros como gostariam de ser tratados. Você já viu algum consultor convencional de administração recomendar a um empresário que ele misture suas crenças com os negócios?  Eu imagino que não.  

Tá todo mundo obsoleto!

As "doideras" da D3 não param por aí. 

O trabalho dos caras é ajudar as empresas a criar web sites fantásticos que levem os seus visitantes a terem uma experiência web que nunca tiveram antes. Como você pode imaginar, com tantos web sites pipocando por aí, a realização de tal feito é meio difícil. A começar pela dificuldade de encontrar material humano capaz de criar maluquices fantásticas na web. Falta mãos e cérebros para realizar tal obra. 

Como a D3 resolveu esse problema?

Baseada no princípio que diz "Não é possível ser bem sucedido em um país que não é bem sucedido",  a D3 criou a D3 Academy. 

O que é a D3 Academy?

O D3 Academy é um estágio & treinamento onde os caras bancam três meses de aprendizado para os candidatos a funcionários. Durante 90 dias o cidadão aprende a ser um animador que programa e um hard coder avançado. Ao final do período,  se o cara foi bem, se a turma da D3 gostou do cara, o treinando tem a chance de ser efetivado como funcionário. 

A D3 não é uma grande empresa. Eles não tem dinheiro saindo pelo ladrão. O D3 Academy e os 30 dias em Nova Iorque são iniciativas tradicionalmente acessíveis apenas para as grandes empresas. Entretanto, a D3 prefere investir nas pessoas e em um método não convencional de administrar a empresa ao invés de investir em controles, organizações, planejamentos mil e execuções descabeladas.

Quem não gostaria de trabalhar em uma empresa que paga para te atualizar sobre técnicas avançadas que te farão necessário e útil no século 21?

Quem não gostaria de trabalhar em uma empresa que pensa na evolução da comunidade e não apenas na evolução do próprio umbigo?

Aposto que você gostaria. 

Aposto que você trabalharia por livre e espontânea durante o feriado de Carnaval se encontrasse um lugar assim. 

É ou não é?

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA.

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

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Comments

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Fiquei arrepiado!!! Quebra tudo

Bullshit!

Vamos ver até onde vai essa aventura!

Caro Ricardo,

Boa tarde! Espero que estejas bem!

Em relação ao seu artigo em referência, permita-me lembrá-lo que a gestão tradicional baseia-se em quatro pilares um pouquinho diferentes do que você destacou. São eles: PDCL - planejar, fazer, checar e aprender/corrigir.

De outro lado, percebo que você tem pouca experiência no comando de pessoas, ao vibrar com o exemplo da D3 e acreditar que todos seus funcionários estarão sempre comprometidos. Isso é pura ficção "cara pálida"! Você até deu uma pista mais sensata sobre o assunto em seus comentários sobre gestão de pessoas quando escreveu: "Eu não sou igual a você, e você não é igual a mim. Algumas pessoas são mais comprometidas que outras e ponto. Isso vem de berço, e pode ser melhorado - é claro - se o ambiente em que você está inserido ajudar".

Finalmente, ao destacar que "Você já viu algum consultor convencional de administração recomendar a um empresário que ele misture suas crenças com os negócios? Eu imagino que não", convido-o a ler meu artigo, acessando link: http://www.cenofisco.com.br/destaque/espiritualidade.asp

É isso aí companheiro!

Abraços e sucesso...sempre!"

Carlos

Carlos

Eu vibrei com a iniciativa dos caras, mas entendo que não existe preto no branco. É claro que nem todos estarão comprometidos. Entretanto, eu não sei falar sobre algo ficando em cima do muro. O artigo serve para as pessoas se mexerem e expressarem suas opiniões, excessões etc.

Eu ja tive 200 funcionários por um periodo de 10 anos.

GO!

Ricardo

Quero ajudar a "rebutar a Administração"!!!
Um consultor nos fez a seguinte pergunta em um workshop: "sua empresa deve depender de pessoas ou de processos?". Ele esperava a nossa resposta "certa": processos.
Eu pergunto: processos têm corpos para vestir a camisa da empresa? São capazes de aumentar as vendas? Alguém sabe o que podemos fazer para aumentar a motivação dos nossos processos? Do que eles gostam? Qual a média salarial de processos júnior, pleno e sênior?
Eu sou da opinião que esta famosa pergunta dos administradores e consultores já expirou. Empresas devem depender não de pessoas, mas das ações matadoras que as pessoas são capazes de fazer a favor dos negócios (e que nenhum processo é capaz de reproduzir). Processos, procedimentos, normas, planejamento etc. servem para tentarmos padronizar aquelas ações nas quais acreditamos porque as adquirimos aprendendo com os erros nossos de cada dia. Aprender COM ERROS é melhor do que não aprender nada, mas aprender COM ACERTOS é mais lucrativo!!!
Processos para diminuir os erros ou autonomia para aumentarmos os acertos?

Joelson - São Caetano do Sul (ainda não conheço Nova Iorque...)

Caro Jordão:

Agora você "peidou" alto e forte.
O "abalo" foi "sentido" lá em New York.
Se cuida "meu".
Este vai ser o argumento do web seminário da próxima semana?

Forte abraço

JOGRAL

PS - Até o Michael Bloomberg me ligou apavorado.

Em 30/09/2008, Ricardo Jordão Magalhães afirmava que:
“Presença do chefe.
Quando o chefe está na sala a produtividade dos funcionários é alta,
quando o chefe deixa a sala a produtividade cai”. Daí perguntava: “Como resolver?”

Em 02/10/2008 as at 01:33 AM, ele mesmo respondeu:

“Friends,
MUITO OBRIGADO pela participação de todos!!!
Não é a toa que o velho ditado "O olho do dono engorda o gado" (ou algo assim) é super atual. A grande maioria das pessoas não tem a auto-disciplina necessária para se manter produtiva sem qualquer líder por perto.
O quer fazer?
Primeiro, o que é Ética?
Ética é aquilo que a gente faz quando ninguém está olhando.
Infelizmente, as pessoas verdadeiramente éticas são muito poucas.
Qual é a melhor solução?
Eu recomendo que o CHEFE trabalhe duro para ser PERCEBIDO o mais rápido possível como o o REI DO FOLLOW-UP.
Se o funcionário perceber que o chefe COBRA na hora certa, que o chefe não deixa nenhuma ponta sem nó, que o chefe está sempre em cima da galera, e quando diz que vai cobrar algo ele realmente cobra, a turma tende a ficar esperta, e trabalhar com maior produtividade.
LIÇÃO DE CASA: SER O MR. FOLLOW-UP!
ARREBENTA!!
Ricardo Jordão Magalhães”

Hoje, ele critica as pobres mamães de primeira viagem por cobrar mais disciplina das "partes interessadas":

"Eu quero controlar a minha empresa!", Você quer controlar a sua empresa? O que você quer controlar? Você quer controlar as pessoas? Você quer controlar o horário que elas chegam, o que elas fazem e como fazem? Tá brincando! Você quer controlar os clientes e fornecedores? Você só pode ter fumado alguma coisa! Você quer controlar o futuro, o clima e a vida das pessoas? Bebeu todas! Só imbecil vai trabalhar para alguém assim".

tsc... tsc...

Forte abraço,

Gabriel Peixoto
Jordão, cala a boca, Please.

Jordão,

Acredito que não conseguimos mudar os valores de ningém. Nosso trabalho é contratar pessoas que tenham pré disposição aos nossos valores e manter um ambiente que os valorize.

Lou Holtz, famoso treinador de futebol americano, reconhecido por sua capacidade de gerar grande entusiasmo nos times que treinava, quando perguntado como conseguia ter todos tão entusiasmados e comprometidos em seu time, respondeu: “É muito simples. Eu elimino os que não são.”

Abs,

Leonardo

Para saber mais: http://www.nexocorporativo.com.br/blog/2010/02/quando-desistir-de-alguem-da-sua-equipe/

-
Professor Aloprado,

o Jordão mudou de opinião.

Eu não gostei muito do ensaio. Mas ele tem o direito de mudar de opinião.

Adriano Fernandes
até o Jordão pode mudar de idéia.
-

Olá Ricardo,

Muito bom o artigo. Compartilho de uma visão muito parecida em relação aos métodos da administração, e esse texto e o exemplo da D3 demonstram muito bem isso. Claro que não exatamente assim, mas acredito em compartilhar decisões importantes e também em dar o exemplo quanto à comprometimento.

Parabéns pelo trabalho que venho acompanhando há alguns anos.
Abraço e sucesso,
Matheus Zeuch

mto bom. Parabens jordao...

Prezado Carlos,

Li seu artigo e, na minha interpretação, encontrei certa relação com o artigo do Ricardo. A espiritualidade pode ser uma caminho para encarar o mundo dos negócios por outras perspectivas que transcendam à "razão" (ética, amor, respeito, cidadania, "planetania", ecologia etc.).
Não se trata de jogar as ciências no lixo, mas de entender que a "razão e a lógica" e seus derivados diretos (como controle, organização, planejamento, execução - bem expostos pelo Ricardo) não devem servir para oprimir e dominar o ser humano e seus empreendimentos. Ao contrário: esses devaneios da civilização - ciência, razão, lógica (e também religião, arte e técnica) - devem nos prestar auxílio, estar sob nossa direção, para que nós possamos servir ao mundo.

Joelson - Ateu e cético, mas que também acredita no ser humano

Ricardo,
Conheço seu site a bastante tempo, mas tinha parado de comentar a algum tempo. Abri a pouco tempo uma empresa que lida com embelezamento automotivo, e não consigo ver uma maneira de adotar esses métodos em uma equipe essencialmente operacional. Quero muito mudar essa visão e "peão" criada sobre esse tipo de profissional (inclusive por eles mesmos) mas ainda não encontrei a forma de fazer isso.

Artigo muito bom!

Gosto de ler coisas extremistas, são saudáveis para a análise, capacidade que os humanos dominam muito bem!

Enfim, o próprio RJ escreveu vários artigos que, se confrontados com este, se parecem contraditórios.

Mas, com um pouco de análise, podemos concluir que o segredo está no EQUILÍBRIO.

Vejo que não podemos e nem devemos tomar nenhum artigo como verdade absoluta mas sim TODOS os artigos mencionados como verdade.

Como fazer isto? sei lá, é problema nosso e por ser problema...

A mensagem que percebo é:

Delegar, Controlar, Acompanhar, Apoiar - apoiar?!! hum talvez este seja o segredo de tudo.

Obviamente ninguém motiva ninguém, as pessoas são responsáveis por se auto-motivar. O que podemos fazer é mostrar o caminho pois tem um negócio chamado livre arbítrio e isto está presente em tudo.

Certa vez lí que "ninguém gerencia ninguém, você gerencia sua conta bancária - e muito mal...".

É isto, creio que podemos misturar tudo e TENTAR equilibrar esta complexa equação - digo tentar pois esta tentativa deve ser feita O TEMPO TODO já que pessoas são imprevisíveis mas quando elas acreditam em algo, ninguém as segura e muito menos precisa ficar em cima controlando-as....

Falo por mim....

Adriano, o Jordão certa vez disse que nunca volta atrás! Que palhaçada é essa!

É por isso que frequento o blog... Na verdade, não tem tanta relevância para mim se o Jordão gosta ou não do que escreve, se tem coerência, se concorda hoje e ontem não... Ele não é meu pai, meu professor, nem ninguém que eu deva seguir de olhos fechados (se bem que esse ser não há, não é mesmo?).

O importante é que o cara mostra vez ou outra boas idéias, que me ajudam a pensar (algumas vezes a favor, outras contra)... se as idéias são dele ou não, que importa?

Assim como o ponto de vista do Zezim, do Peixoto e demais que fazem leituras mais críticas.. Tudo junto, as idéias todas me fazem refletir "fora do meu quadrado"...

A coisa de levar uma equipe para fora, e para trabalhar, achei demais! Se fosse apenas uma viagem de prêmio, por exemplo, não teria tanta valia...E não se trata de uma viagem de negócios "tradicional"...

Eu, gostei! Queria sim, trabalhar num lugar assim... Queria sim, poder ser o dono desse lugar!

Aqui, no meu escritório, por exemplo, tínhamos a política de toda quarta irmos ao cinema. No meio do dia, no meio do expediente - e, claro, com ingresso pago por mim. Era uma boa forma de confraternizarmos, de sairmos juntos para um ambiente que não fosse de negócios, e, mesmo assim, com foco no que fazíamos - temos uma revista de cinema. O pessoal gostava, até porque não era nada imposto, ia quem queria, e dependendo do filme, e da urgência de certos trabalhos, havia quem não fosse - de maneira espontânea.

Jordão, vc já mencionou que faz um trabalho numa empresa de SCSul. É essa? O que exatamente faz nela?

abs!

Jordão, esqueceu de mim, né?

-
Elton, ele também mudou de idéia sobre isso.

Adriano Fernandes
a musiquinha dele no momento é: "Eu prefiro ser uma..."
-

Fernandes,

O físico Marcelo Gleiser, certa vez explicando o porquê de ser ateu, resumiu todas as religiões no seguinte pensamento:

"As coisas vivam em harmonia... até que algo desfez a harmonia, e agora precisamos fazer um sacrifício enorme para voltar a harmonia".

Nesta primeira parte, quero destacar o comportamento dos comentáristas:

Uns tentam demonstrar que me ignoram (mesmo sabendo que estou certíssimo) , outros concordam comigo mas não acrescentam nada e sempre aparece aqueles que torturam os fatos para "aproximá-los" dizendo que não há incoerência em ser hetero e gostar de dar o r@bo.

Cara, uma coisa é passar 20 anos no PT e depois ir para o PSB, PC do B, PPS ou outro vermelho qualquer, outra é você ir do PT pro DEM.

Sabes o que é "FOLLOW-UP" ??? É escrever minuciosamente num papel o que cada um tem de fazer e cobrar segundo a segundo.

PORRA, num primeiro momento o cara VOCIFERA que PEÃO tem que ser tratado na rédea curta e em outro momento prega o "laissez faire, laissez aller, laissez passer" ???

Sabes porque isto? O Jordão é mais um daqueles manés apenas "sabrecado" no conhecimento pelas ESPM de plástico da vida. Por isto ele é tão raso.

O problema é que ele é bom de escrita. Não tens idéia da combinação explosiva que é "cérebro raso com boa oratória" (Jim Jones era assim por exemplo).


Meu jovem, me entenda: não crítico “O Jordão”, critico o “modelo Jordão”, sacou?

Certa vez assisti um debate sobre o porquê do império romano ter ruído e um jovem levantou-se e disse “deveríamos debater porque ele existiu! Os caras não sabiam contar, não tinham pólvora e eram péssimos navegadores”.

Fernandes, deveríamos estimular os jovens a pesquisar, a aprofundarem-se em diversos assuntos para eles analisarem tudo e tirarem suas conclusões, e não ovacionarmos estes Jordãos da vida, que tem tanta constância de propósitos como uma folha ao vento... Caras que lêem um artigo e acham bonitinho e enchem a cabecinha de alienados com idéias mirabolantes que não fazem o menor sentido no mundo real, e depois vão se chorar pro bispo...


Forte abraço,

Gabriel Peixoto
O que destruiu o império romano foi o chumbo. Isto mesmo: os intelectuais resolveram tomar café em canecas de chumbo e começaram a morrer. Sem cérebro, o império ruiu.

Gabirolaaaaaa....

sua resposta sobre a queda so império romano foi tão rasa quanto um pires... de chumbo...

msz

sz,


http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/5233

Forte abraço,

Gabriel Peixoto

Ricardo parabéns!!
Vc disse tudo que muitos empresários da minha cidade precisavam ouvir, e estou até encaminhando seu artigo para alguns deles. Vc me parece uma pessoa muito "forte", com palavras decididas e persuasivas, enfim adorei ler seu artigo. Mais uma vez parabéns!!!

Gabirolaaaaaaaaaa....

210 Reasons for the decline of the Roman Empire 210 razões para o declínio do Império Romano
Source: A. Demandt, Der Fall Roms (1984) 695 Fonte: A. Demandt, Roms Der Fall (1984) 695
See also: Karl Galinsky in Classical and Modern Interactions (1992) 53-73. Veja também: Karl Galinsky no clássico e interações Moderna (1992) 53-73.

Abolition of gods Abolição dos deuses

Abolition of rights Abolição dos direitos

Absence of character Falta de carácter

Absolutism Absolutismo

Agrarian question Questão agrária

Agrarian slavery Escravidão Agrária

Anarchy Anarchy

Anti-Germanism Anti-germanismo

Apathy Apatia

Aristocracy Aristocracia

Asceticism Ascetismo

Attack of the Germans Ataque dos alemães

Attack of the Huns Ataque dos hunos

Attack of riding nomads Ataque dos nômades a cavalo

Backwardness in science Atraso na ciência

Bankruptcy Falência

Barbarization Barbárie

Bastardization Abastardamento

Blockage of land by large landholders Bloqueio de terras por grandes proprietários de terras

Blood poisoning Envenenamento do sangue

Bolshevization Bolchevização

Bread and circuses Pão e circo

Bureaucracy Burocracia

Byzantinism Bizantinismo

Capillarite sociale Sociale capillarité

Capitalism Capitalismo

Capitals, change of Capitais, mudança de

Caste system Sistema de castas

Celibacy Celibato

Centralization Centralização

Childlessness Esterilidade

Christianity Cristianismo

Citizenship, granting of Cidadania, concessão de

Civil war A guerra civil

Climatic deterioration Deterioração climática

Communism Comunismo

Complacency Complacência

Concatenation of misfortunes Concatenação de infortúnios

Conservatism Conservadorismo

Corruption Corrupção

Cosmopolitanism Cosmopolitismo

Crisis of legitimacy Crise de legitimidade

Culinary excess Excesso de culinária

Cultural neurosis Neurose Cultural

Decentralization Descentralização

Decline of Nordic character Decline of Nordic caráter

Decline of the cities Declínio das cidades

Decline of the Italian population Declínio da população italiana

Deforestation Desmatamento

Degeneration Degeneração

Degeneration of the intellect Degeneração do intelecto

Demoralization Desmoralização

Depletion of mineral resources Esgotamento dos recursos minerais

Despotism Despotismo

Destruction of environment Destruição do meio ambiente

Destruction of peasantry Destruição do campesinato

Destruction of political process Destruição do processo político

Destruction of Roman influence Destruição da influência romana

Devastation Devastação

Differences in wealth Diferenças de riqueza

Disarmament Desarmamento

Disillusion with stated A desilusão com o declarado

Division of empire Divisão do império

Division of labor Divisão de trabalho

Earthquakes Terremotos

Egoism Egoísmo

Egoism of the state Egoísmo do Estado

Emancipation of slaves Emancipação dos escravos

Enervation Inervação

Epidemics Epidemias

Equal rights, granting of Igualdade de direitos, concessão de

Eradication of the best Erradicação do melhor

Escapism Escapism

Ethnic dissolution Dissolução Étnicas

Excessive aging of population Envelhecimento excessivo da população

Excessive civilization Civilização excessiva

Excessive culture Cultura excessiva

Excessive foreign infiltration Infiltração estrangeira excessiva

Excessive freedom Liberdade excessiva

Excessive urbanization Urbanização excessiva

Expansion Expansão

Exploitation Exploração

Fear of life Medo da vida

Female emancipation Emancipação feminina

Feudalization Feudalização

Fiscalism Fiscalismo

Gladiatorial system Sistema Gladiatorial

Gluttony Gula

Gout Gota

Hedonism Hedonism

Hellenization Helenização

Heresy Heresia

Homosexuality Homossexualidade

Hothouse culture Cultura Hothouse

Hubris Hubris

Hypothermia Hipotermia

Immoderate greatness Grandeza desmedida

Imperialism Imperialismo

Impotence Impotência

Impoverishment Empobrecimento

Imprudent policy toward buffer states Imprudente política para estados-tampão

Inadequate educational system Inadequado sistema educacional

Indifference Indiferença

Individualism Individualismo

Indoctrination Doutrinação

Inertia Inertia

Inflation Inflação

Intellectualism Intelectualismo

Integration, weakness of Integração, fraqueza

Irrationality Irracionalidade

Jewish influence Influência judaica

Lack of leadership Falta de liderança

Lack of male dignity Falta de dignidade masculina

Lack of military recruits A falta de recrutas militares

Lack of orderly imperial succession Falta de sucessão imperial ordenado

Lack of qualified workers Falta de trabalhadores qualificados

Lack of rainfall A falta de chuva

Lack of religiousness Falta de religiosidade

Lack of seriousness Falta de seriedade

Large landed properties Grandes propriedades desembarcados

Lead poisoning Intoxicação por chumbo

Lethargy Letargia

Leveling, cultural Nivelamento, cultural

Leveling, social Nivelamento social,

Loss of army discipline Derrota do exército de disciplina

Loss of authority Perda de autoridade

Loss of energy Perda de energia

Loss of instincts Perda dos instintos

Loss of population A perda de população

Luxury Luxo

Malaria Malária

Marriages if convenience Se os casamentos de conveniência

Mercenary system Sistema Mercenary

Mercury damage Danos Mercury

Militarism Militarismo

Monetary economy Economia monetária

Monetary greed Cobiça Monetária

Money, shortage of Dinheiro, falta de

Moral decline Decadência moral

Moral idealism Idealismo moral

Moral materialism Materialismo Moral

Mystery religions Religiões Mystery

Nationalism of Rome's subjects Nacionalismo de assuntos de Roma

Negative selection Seleção negativa

Orientalization Orientalização

Outflow of gold Saída de ouro

Over refinement Mais de refinamento

Pacifism Pacifismo

Paralysis of will Paralisia da vontade

Paralyzation Paralisação

Parasitism Parasitismo

Particularism Particularismo

Pauperism Pauperismo

Plagues Pragas

Pleasure seeking Busca do prazer

Plutocracy Plutocracia

Polytheism Politeísmo

Population pressure A pressão populacional

Precociousness Precocidade

Professional army Exército Profissional

Proletarization Proletarização

Prosperity Prosperidade

Prostitution Prostituição

Psychoses Psicoses

Public baths Banhos públicos

Racial degeneration Degeneração racial

Racial discrimination A discriminação racial

Racial suicide Suicídio Racial

Rationalism Racionalismo

Refusal of military service Recusa de serviço militar

Religious struggles and schisms Lutas religiosas e cismas

Rentier mentality Mentalidade Rentier

Resignation Renúncia

Restriction to profession Restrição a profissão

Restriction to the land Restrição à terra

Rhetoric Retórica

Rise of uneducated masses Ascensão das massas ignorantes

Romantic attitudes to peace Atitudes românticas para a paz

Ruin of middle class Ruína da classe média

Rule of the world Regra do mundo

Semieducation Semieducation

Sensuality Sensualidade

Servility Servilismo

Sexuality Sexualidade

Shamelessness Despudor

Shifting of trade routes Mudança de rotas de comércio

Slavery Escravidão

Slavic attacks Ataques Slavic

Socialism (of the state) Socialismo (do Estado)

Soil erosion A erosão do solo

Soil exhaustion Esgotamento do solo

Spiritual barbarism Barbárie Espiritual

Stagnation Estagnação

Stoicism Estoicismo

Stress Stress

Structural weakness Fraqueza estrutural

Superstition Superstição

Taxation, pressure of Tributação, a pressão de

Terrorism Terrorismo

Tiredness of life Cansaço da vida

Totalitarianism Totalitarismo

Treason Traição

Tristesse Tristesse

Two-front war Guerra de duas frentes

Underdevelopment Subdesenvolvimento

Useless eaters Comedores inúteis

Usurpation of all powers by the state Usurpação de todos os poderes do Estado

Vain gloriousness Gloriousness Vain

Villa economy Economia Villa

Vulgarization Vulgarização


Caramba!
Quanto espaço gasto inutilmente. E ainda repete!.
Julio

-
Professor,

quem disse que existem limites entre as mudanças?
de onde vc tirou que a mudança tem que ser gradual?
como voce pode determinar até onde a mudança deve acontecer?

Como eu disse, não gostei do ensaio. Acho que ele parte de lugar nenhum e afunda em lugar algum. (isso foi poético)

Mas as nossas opiniões são baseadas na nossa vivência. Até o "presente momento", o Jordão não tinha acesso a um modelo que rompesse com o seu pensamento escravagista. A D3 deu uma nova visão para ele. Ponto!

Claro que mais da metade do ensaio é viagem dele. Vc o conhece, é empolgadão. Com uma cx de fósforos normal ele acha que tem combustível para chegar a lua.

No mundo das idéias isso é bacana e alimenta o ego. Mas na vida real isso apenas aponta para alternativas, caso vc entenda que são apenas idéias.

Sem dúvida que temos pessoas aqui que acham que ele reinventou a roda, achou a polvora, introduziu o zero no pensamento, ... Paciência. O cara que filtre melhor as informações na vida dele.

E agente sabe que essa "grande idéia" é passageira, daqui a pouco ele coloca outra no lugar. Ele não se preocupa em ter um pensamento ontológico.

Claro que quando ele parou e viu o que tinha escrito ele teria mudado algum coisa. Mas esse não é o compromisso dele. Não é ser água... é ser fogo.

Sem dúvida, a combinação da qualidade escrita com a sua panaceia Jordaniana é uma bomba de 1000Mt.

Adriano Fernandes
cabe a cada um... decidir o que é bom.
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ps: o Imperio Romano caiu da mesma maneira que os outros, anteriores e posteriores. Claro, segundo sua época.

Perseguição as Judeus e rompimento com o Cristianismo Bíblico.

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Fernandes,

Xeque Mate. Gostei de sua sanidade. Parabéns mesmo.


Forte abraço,

Gabriel Peixoto
Entrastes pra lista de pessoas que preciso conhecer antes de morrer.

Olá,

Realmente o texto é bem interessante, tem idéias bem novas. Acho que é muito fácil para todo mundo falar o quanto os empresários (mesmos pequenos) são egoistas e exploram os funcionários.

Eu acho que de forma geral a maioria dos empregados não se esforça o quanto deveria e por mais que se dê execelentes condições de trabalho, eventualmente ele troca de emprego por R$300,00 a mais (ja vi acontecer várias vezes).

Acho que essas iniciativas são muito boas, mas e quando o empregado te deixa de uma hora pra outra, depois de ter sugado todo o conhecimento?

Acho que é importante investir nas pessoas, mas controle infelizmente ainda é necessário.

Abraços!

Parabéns pelo artigo!

gabriel então corre pro fernandes que tua cabeça tá a prêmio! rsrsrsrsr

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