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31/10/2011

4 Heróis do Atendimento ao Cliente.

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As dificuldades não criam heróis, revelam. 

Os heróis do passado eram aqueles que faziam das tripas coração para salvar vidas, exércitos, castelos, princesas, o cachorro, enfim, alguma coisa. 

Os heróis do presente são aqueles que fazem das tripas coração para salvar os clientes da indiferença, da apatia e do desprezo das próprias empresas em que trabalham. 

Os heróis dos dias de hoje são os seres humanos que quebram as regras burras das empresas em que trabalham para resolver o problema do cliente. 

Eu vou rankear agora uma série de situações onde eu poderia ter sido tratado com desprezo, apatia e indiferença, mas para a minha felicidade eu dei de cara com quatro heróis modernos que me salvaram dos meus problemas colocando os seus cargos na reta para me ajudar. 

Todas as situações a seguir foram vividas pessoalmente por mim. 

4o Herói. Atendente do Check-in da AZUL. Depois de 40 minutos de fila, chega a minha vez de ser atendido pelo atendente da AZUL no balcão de check-in da empresa no Aeroporto de Viracopos em pleno final de tarde tumultuado em Campinas.

"Meu senhor, a sua passagem está errada", disse a atendente, "mas não se preocupe, eu vou resolver. Espere aqui alguns instantes".

Para minha surpresa, a menina pula o balcão do check-in e sai correndo até a loja da AZUL que fica a 50 metros do local para resolver o meu problema. Alguns minutos depois a menina volta para o check-in com o meu problema resolvido. 

Eu já perdi a conta do número de vezes que eu fui obrigado a fazer alguma correção na minha passagem na loja da empresa depois de ter passado um tempão na fila de embarque. 

Em todas essas situações eu tive que sair da fila, ir até a loja, e depois voltar para a fila do check-in para ter o meu problema resolvido. 

Essa foi a primeira vez que eu vi uma funcionária de companhia áerea sair do seu ritual de trabalho para resolver o meu problema. 

3o Herói: Vendedor de uma Empresa Revendedora de produtos APPLE. Meses atrás eu comprei um sistema de armazenamento de dados de 1 terabyte nos EUA. Quando cheguei em São Paulo o bicho não funcionou. Eu fui então a uma loja revendedora de produtos da Apple no Brasil para tentar resolver o meu problema.

Na loja o sistema de armazenamento de dados funcionou sem problemas. O vendedor então me falou, "Meu Senhor, o produto está perfeito. Talvez seja alguma incompatibilidade do cabo do produto com a rede elétrica da sua casa".

"O quê???", disse incrédulo, "Você tem certeza disso???", eu achei a resposta do vendedor uma viagem, um completo absurdo, "Sim, eu acredito que o problema seja uma incompatibilidade do cabo com a energia elétrica da sua casa, mas eu tenho uma solução"; o vendedor foi então até uma prateleira da loja, pegou um cabo de força, e me deu. "Leva para a sua casa, testa esse cabo com o produto, e se funcionar, o senhor volta para pagar". 

Incrível, certo?

Eu levei o cabo para casa, pluguei no produto, liguei, e não é que funcionou?

O problema era alguma incompatibilidade da corrente elétrica, sei lá, o cabo de força gringo tinha algo diferente dos padrões brasileiros "da minha casa". 

Alguns dias depois eu voltei para a loja e efetuei o pagamento do cabo. Me sentindo na obrigação de retribuir o favor que o vendedor me fez, eu comprei outros dois produtos na mão dele.

2o Herói: Atendente da Loja da DryWash do Shopping Villa Lobos. As palestras da série HollywoodCEO que eu faço em São Paulo são um excelente momento para colocar a conversa em dia com alguém que não vejo há tempos. Eu sempre termino a palestra em algum restaurante do shopping com a conversa rolando solta até a meia-noite.

Em uma dessas investidas, eu esqueci que tinha deixado o carro para lavar no DryWash do shopping que fecha as 21:00hs. Quando me toquei do caso, já era 23:30 h, pensei, "dancei, vou ter que voltar para casa de taxi". 

Ainda assim, para dar uma descarga na minha consciência, eu desci até o DryWash do shopping. Para a minha grande surpresa, a loja ainda estava aberta, o meu carro todo lindão, brilhante e solitário me aguardava, e o Zé atendente da loja me recebeu todo sorridente.

"Ué, você ainda está aqui?", perguntei. 

"Sim, eu estou. Eu não gostaria de chegar na loja onde eu deixei o meu carro para lavar e dar de cara com a porta fechada. Eu não faço aos outros o que eu não gostaria que fizessem comigo, então decidi esperá-lo até a hora que fosse. 

Eu nunca fechei a loja com um carro dentro e hoje não seria a primeira vez. Eu imaginei que você estivesse em alguma reunião incomunicável e impossibilitado de pegar o carro, então resolvi esperar. Mas olha, não diz para o meu chefe que eu fiquei até esse horário. Ele vai ficar bravo se souber que eu não fechei a loja no horário esperado".

Depois desse dia, eu passei a lavar o meu carro com o Zé da DryWash duas vezes por mês. 

E agora, para a sua surpresa, o maior herói do dia trabalha em uma das empresas mais atacada nos Procoms, Reclame Aqui e outros sistemas de defesa do consumidor. Confira:

1o Herói: Atendente do Telemarketing da TIM. Doze meses atrás eu estava a caminho dos EUA quando resolvi ligar para a TIM para tirar algumas dúvidas sobre o uso do serviço de roaming e dados no exterior. 

Depois de conversar uns trinta minutos com a atendente da TIM sobre as minhas necessidades e os serviços dos caras, na hora H da coisa toda, a ligação caiu.

Frustrado, eu pensei, "Caramba, eu vou ter que ligar de novo na TIM e começar a conversa do zero com outro cara".

Mas para a minha surpresa, antes de completar a ligação, o meu celular toca, e adivinha quem é?

A menina da TIM!

A menina da TIM me ligou. A menina da TIM retornou a ligação que havia caído!

A menina da TIM me li-gou!

A bichinha pegou o meu fone no cadastro e me ligou. 

Caraca!

Eu pensei, "Caramba, grande idéia da TIM, permitir que as atendentes retornem as ligações para os clientes quando as ligações caem."

Engano meu, de lá para cá eu tive que resolver diferentes problemas com a TIM via celular e as ligações cairam e ninguém nunca me retornou. 

Ou seja, a proatividade da atendente da TIM não era política da empresa.

A menina simplesmente se colocou no meu lugar, e resolveu quebrar as regras burras da corporação-sem-alma para resolver o problema do cliente.

Nunca mais encontrei outro soldadinho da TIM que tivesse o mesmo respeito pelo cliente que a tiazinha do roaming teve comigo meses atrás. 

Uma pena. 

O mundo do trabalho seria um lugar completamente diferente se as pessoas tratassem os outros como gostariam de ser tratados independente do que está escrito nas bíblias burras que comandam as empresas.

O que existe em comum entre esses quatro casos?

A atitude isolada, solitária e heróica de quatro cidadãos que decidiram fazer a coisa certa para servir ao cliente ao invés de seguir os livros obsoletos das empresas.

Eu não estou pedindo para você reinventar a roda, investir pesado em treinamento, criar processos absurdos para mapear a qualidade do atendimento ao cliente. Eu peço apenas que você permita que os seus funcionários pulem os balcões, emprestem os produtos da empresa, fiquem até depois do horário, e retornem as ligações. 

Pode ser?

Com tanta empresa engessada por ai, com tantos manuais desatualizados, gerentes commodities e processos maçantes, a salvação da coisa toda está na mão individual das pessoas. 

Existe uma luz no fim do túnel no mundo do atendimento ao cliente, e para a nossa felicidade ela não depende das empresas, mas dos indivíduos. 

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA. 

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

28/10/2011

Os Filhos da Revolução.

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Quanto mais cedo você tratar o seu filho como homem, mais cedo ele será. 

Eu sempre quis ser empreendedor. Eu sempre quis ter a minha própria empresa para mandar no meu próprio futuro. 

Eu não tenho respeito algum pelo mundo corporativo. Eu não tenho saco para ser funcionário de ninguém. Eu nunca tive paciência para receber ordens via vídeo conferência de algum panaca localizado no outro lado do planeta.

Eu sempre quis ser empreendedor para realizar os meus próprios sonhos e mudar o mundo.

Eu sempre quis ser empreendedor porque não existe chance de ficar milionário trabalhando para os outros. Como empreendedor eu tenho uma chance.

Mas agora, eu quero ser empreendedor por uma razão completamente diferente de todas essas. Uma razão que é de longe muito mais importante para mim do que todas essas razões juntas.

Eu quero ser empreendedor porque eu quero trabalhar junto com os meus filhos. 

Eu quero ter a minha própria empresa para que os meus filhos possam trabalhar ao meu lado, para que eu possa vê-los todos os dias, das oito as oito, de segunda a sexta-feira. 

Eu não quero ser pai de final de semana. Eu não quero ser aquele tipo de pai que recebe ligação de filho apenas quando ele precisa de dinheiro. Eu não quero ser um pai que não entende bulufas sobre o que o filho faz.

Eu quero ver os meus filhos todos os dias. Eu quero trabalhar com eles. Todos os dias. 

A minha filha de sete anos e o meu filho de três anos já sabem o que é a BIZREVOLUTION. 

Eles sabem que o pai deles tem uma empresa. Eles sabem que existe um escritório, eles sabem o que é dinheiro e que é muito difícil ganhar dinheiro. Eles sabem o que são clientes e que é muito difícil ganhar clientes. Eles sabem que a única maneira de ganhar dinheiro nessa vida é trabalhar duro, colocar a cabeça para pensar, e o coração para amar. 

Eles sabem que eu quero que eles trabalhem comigo. Eles sabem que existe algo esperando por eles quando crescerem.

Dez anos atrás, um empreendedor que eu admiro muito me chamou para dar alguns pitacos no marketing da sua empresa. 

Naquele momento ele já contava com mais de 250 funcionários e um histórico de tremendo sucesso. Ainda assim, sempre inquieto, ele queria a minha opinião sobre como fazer mais, como avançar mais rápido, como se posicionar no mercado. 

Depois de um passeio de mais de duas horas por todas as instalações da empresa, terminamos no andar da diretoria. 

Nesse momento eu percebo um moleque com os seus dezoito anos de idade ocupando sozinho a maior das salas dedicadas a diretoria. 

O empreendedor, percebendo que o moleque chamou a minha atenção, vira para mim e fala, "Ricardo, eu quero que você me ajude a revolucionar essa empresa. Eu quero que você me ajude a mudar muitas coisas, mas uma coisa você não pode fazer: me pedir para mandar o meu filho embora. Independente do que vamos fazer, ele vai ficar ali. Ele vai trabalhar comigo. Eu sei que ele não sabe nada de nada, eu sei que ele é muito jovem, arrogante, ingênuo, mas eu quero ele ali. Eu quero ele do meu lado para que eu possa ensinar a ele tudo que eu sei. Eu quero ele do meu lado para que eu possa vê-lo crescer e tocar essa empresa para frente". 

Ao ouvir aquilo, dez anos atrás, o meu lado "resultados a todo custo & senso de urgência agora" pirou. 

A minha primeira reação foi: "Nunca conseguiremos profissionalizar essa empresa. Nunca conseguiremos chegar a algum lugar decente se o próprio dono da empresa acredita que alguns dos departamentos mais importantes da empresa devem se reportar a um moleque que até pouco tempo atrás usava fralda. Nunca conseguiremos maximizar os lucros".

Foi ai que caiu a ficha. "Por que precisamos maximizar os lucros?". 

A empresa já tinha um lucro absurdo. Por que precisamos ganhar R$ 3,4 milhões se já ganhamos R$ 3 milhões de lucro por mês? Por que precisamos maximizar os lucros se a empresa já tem mais de 50 milhões de reais guardados no banco e nenhuma dívida? 

Qual é o preço dessa maximização de lucros? A minimização dos conceitos de humanidade, amizade e família dentro das empresas? 

Não, obrigado. 

Hoje aquele moleque de 18 anos virou um mega empreendedor de 28 anos de idade que toca a empresa que o pai criou com uma pegada cinco vezes mais moderna  e mais ágil sem perder a cultura familiar que existe entre todos os atuais 350 funcionários da empresa. 

O dia em que o mundo dos negócios abandonar os conceitos de família, o mundo dos negócios vai terminar. O dia em que apenas a "maximização dos lucros" for a motor de tudo, o mundo dos negócios vai para o saco. 

Família é tudo. Família de funcionários, família de clientes, família de fornecedores, família de parceiros. 

Família. 

O mundo não precisa de escolas, o mundo precisa de famílias. 

Ponto. 

Trate os seus filhos como clientes, e os seus clientes como filhos. 

Ponto. 

Coloque todos os conceitos de família no centro da cultura da sua empresa e não deixe que a maximização dos lucros estrague o almoço de domingo com a família. 

Ponto. 

Amanhã nasce o meu terceiro filho, Gabriel, o anjo, o rebelde, o conciliador. 

Desde o dia zero, eu vou falar para ele as mesmas coisas que eu venho falando para os meus outros filhos: eu quero que você trabalhe comigo, eu quero ver você dentro da BIZREVOLUTION, eu quero trabalhar com você, eu quero mudar o mundo ao seu lado!

Como bom marketeiro que eu sou, eu tenho certeza que eu conseguirei convencer pelo menos dois dos meus três filhos a trabalhar comigo na BIZ. 

Agora, se daqui 15 anos, um deles virar para mim e falar, "Pai, eu quero trabalhar com você. MAS esse negócio de cursos, livros, consultoria da BIZ não está com nada. Eu trabalho com você com uma condição: eu quero transformar a BIZREVOLUTION em uma lavanderia. Pode ser?"

Cara, se isso acontecer, eu vou ser o primeiro a botar fogo na BIZREVOLUTION. Eu vou ser o primeiro a queimar os livros, e destruir tudo que construi. Eu vou ser o primeiro a apertar o botão "deletar" e apagar o site inteiro que eu construi por mais de 30 anos. 

Eu não quero que os meus filhos vivam o meu sonho. 

Eu quero viver ao lado dos meus filhos para vê-los construir os seus próprios sonhos. 

Eu quero apenas ter a oportunidade de presenciar uma reunião onde eles comandam e inspiram com ética, coragem e inovação dezenas de pessoas. 

Eu quero estar ali, e aplaudí-los de pé, quando depois de muito esforço, eles conseguirem construir suas próprias marcas. 

Eu quero ser estagiário na lavanderia do meu filho!

Amanhã nasce o meu terceiro filho, e a garantia que a revolução não vai terminar comigo. 

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

Slides do Steve Jobs.

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MUITO OBRIGADO a todos que estiveram presentes na Livraria Cultura agora há pouco para assistir a minha palestra sobre o Steve Jobs na série HollywoodCEO. MUITO OBRIGADO também a todos que assistiram a palestra pela web.

Confira os slides. 

Stay Hungry, Stay Foolish!

 

27/10/2011

Como lidar com o funil de vendas no Século 21.

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Resenha do web site da Finiti.

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Em todos os DIRETOS DA TRINCHEIRAS eu faço uma resenha sobre alguma atividade de marketing e vendas de alguém que assite o programa. 

Se você quiser a minha opinião sobre as coisas que você faz ai, manda um e-mail para queroarrebentar@bizrevolution.com.br

Quem sabe você aparece no próximo programa...

Como usar a Foursquare para fidelizar clientes.

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5 palestras que você deve fazer na sua empresa.

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25/10/2011

Direto das Trincheiras - Episódio 22.

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Tá no ar o Episódio 22 do DIRETO DAS TRINCHEIRAS!

Nesse episódio (1) As 5 palestras que deveriam rolar na sua empresa, (2) Foursquare como ferramenta de fidelização de clientes no varejo, (3) A reinvenção do funil de vendas, (4) Resenha do web site da Finiti. 

Confira. 

 

Meta: Dobrar de tamanho a cada 3 meses.

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Uma das grandes problemáticas de uma pequena e média empresa é atrair e reter grandes talentos. 

Nenhum jovem crânio que eu conheço no auge dos seus 18 anos de idade está pensando em passar a sua juventude trabalhando em uma empresa com menos de 50 funcionários. 

A molecada está pensando em trabalhar na Coca-Cola, na Vale do Rio Doce, no Banco do Brasil, no Itau, no Google, Ambev, IBM etc. 

Nem a mulher do sócio ou o filho do gerente comercial da pequena empresa com menos de 50 funcionários tem vontade de trabalhar na pequena empresa com menos de 50 funcionários. 

Por que isso acontece? 

Por que a molecada dinâmica e cheia de energia NÃO QUER trabalhar em uma pequena empresa com menos de 50 funcionários?

Porque eles tem a percepção que a pequena empresa não tem a mínima vontade de crescer. 

Ou melhor, as vezes até existe vontade de crescer, crescer 20% ao ano, como todo mundo. 

Divide aí 20% por 12 meses....você terá um crescimento bem deprê de 1,6% ao mês.

1,6% ao mês!!!!

Você acha que um jovem cheio de energia e vontade de crescer e aprender vai ficar em uma empresa que tem o objetivo de crescer 1% ao mês????

Nem a pau!

Apenas os encostados na vida, sem estudo, sem vontade de crescer e cheios de medo e problemas pessoais e profissionais permanecem por mais de dois anos (que seja) em uma pequena empresa com ambições de formiga. 

Se você quer atrair e reter as melhores pessoas para a sua pequena empresa, você tem que ser MUITO MAIS agressivo na formulação das suas metas. 

Se você quer atrair e reter as melhores pessoas, você tem que dobrar de tamanho a cada três meses. 

Você tem que dobrar o número de clientes, o número de notas fiscais faturadas, o número de pedidos enviados, o número de chamadas via fone, o número de visitas no web site, o número de sistemas de tecnologia que você usa. 

Se você quer atrair pessoas talentosas você tem que crescer de verdade. 

O ritmo alucinante do crescimento energiza as pessoas e contagia até o mais passivo e sem graça dos funcionários. 

Sai fora dessa história de crescer 20% ao ano quando se tem 50 funcionários ou menos!

Você tem que dobrar de tamanho a cada três meses. 

Ponto. 

24/10/2011

O Credo da BIZREVOLUTION.

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Eu acredito em CREDOS, eu acredito em muita coisa, e duvido de tudo. 

Há muito tempo atrás em uma galáxia muito muito distante, eu escrevi o CREDO da BIZREVOLUTION, um conjunto de idéias que eu acredito com todo o meu coração e alma, e falava todos os dias para todo mundo ouvir. 

Faz tempo que eu não falo sobre esse CREDO. 

Se você precisa de uma ORAÇÃO para começar TODOS os seus dias, confira o meu CREDO:

"Eu Acredito!

Eu acredito em mim mesmo.

Eu acredito na relevância dos produtos e serviços que eu ofereço aos meus clientes.

Eu acredito na empresa em que eu trabalho.

Eu acredito em produtores, criadores, distribuidores, vendedores e todos os trabalhadores industriais e intelectuais que possuem um trabalho e se esforçam para mantê-lo.

Eu acredito na verdade como nosso maior patrimônio.

Eu acredito no pôr-do-sol, no ar fresco, nos sorrisos e nas crianças.

Eu acredito que quando eu faço uma venda, eu faço um amigo.

Eu acredito nos braços que trabalham, nos cérebros que pensam e nos corações que amam.

Nada menos que isso interessa!"

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