Começa AMANHÃ a sabatina 1-a-1 organizada pela Endeavor com os três candidatos a presidente do Brasil. O primeiro candidato a aceitar a parada foi a Marina. O evento é AMANHÃ as 10:00hs em São Paulo.
O evento presencial é fechado mas todo mundo pode participar via internet, assista ao vivo.
Eu estarei presente fisicamente no evento, e estarei twitando tudo que rolar.
Se você tiver alguma pergunta sobre EMPREENDEDORISMO que deseja fazer a Marina, manda para mim no twitter ou aqui mesmo. A hashtag oficial do evento no Twitter será #papoempreendedor.
O Empreendedorismo não faz parte explicitamente do plano de governo de nenhum dos três candidatos. Vamos ver o que eles vão prometer durante a sabatina.
QUEBRA TUDO NA POLÍTICA!
Ontem a noite eu tive o imenso prazer de me reunir com uma galera do mal: os Blogueiros do Empreendedorismo Brasileiro. São eles: Sergio e Faustini do SuperEmpreendedores, Bob e Thomaz da ResultsON, Lucas do Saia do Lugar e Empreendemia, Rafel do AtitudeBR, Pedro Mello do Blog do Empreendedor da Exame Pequenas Empresas, Leo Kuba da Leo Kuba Empreendedorismo Ilimitado, Débora do Blog dos Empreendedores da Caixa Econômica Federal, o Daniel - empreendedor Endeavor - da MinhaVida, e Ludmilla e o Leandro da Endeavor, responsáveis pela organização da Semana do Empreendedorismo no Brasil e pela promoção da cultura empreendedora no Brasil respectivamente.
O encontro foi uma iniciativa da Endeavor. O objetivo era reunir blogueiros que estão falando sobre empreendedorismo na web brasileira e discutir juntos uma maneira de acelerar, promover, consolidar, martelar a cultura empreendedora na internet e além.
O encontro aconteceu na Casa da Cerveja, uma espécie de boutique da cerveja em São Paulo A Casa da Cerveja distribui cervejas importadas, exclusivas, algumas feitas a mão por monges que vivem em mosteiros do outro lado do mundo. Um negócio empreendedor, distribuindo produtos empreendedores de outros empreendedores.
O encontro começou com uma presentation do Daniel, empreendedor Endeavor, criador do web site MinhaVida.
A história do Daniel é show de bola. Ele perdeu dinheiro investindo na equipe errada, nos equipamentos errados, na idéia errada, no formato errado, tudo errado; levou alguns anos até perceber o que estava fazendo de errado e começar a acertar.
Como toda história empreendedora, a história do Daniel é feita de brilho nos olhos, paixão, determinação, erros, vitórias, e uma contínua vontade de fazer a diferença não importa o tamanho do obstáculo.
A MinhaVida começou no escritório do pai do Danel, e por dois anos não trouxe nenhuma receita para ele, e nem para os outros sócios envolvidos.
"Fizemos muitas coisas erradas, tivemos que refazer a plataforma 3x, começamos com pessoas muito juniores", diz Daniel sobre o começo do MinhaVida.
Outras frases do Daniel:
"Eu nunca tinha sentado na mesa com uma pessoa que quer apenas ajudar", sobre o trabalho da Endeavor
Daniel ficou realmente surpreso quando conheceu a Endeavor, e passou a se reunir com pessoas que não estavam pensando em bater a sua carteira, ou trabalhar solamente por dinheiro.
É claro que dinheiro é importante, mas não é tudo. Se fosse tudo, as pessoas mais ricas do mundo seriam as pessoas mais felizes do mundo, e isso não é verdade.
Receita e lucro fazem parte do negócio, mas não é tudo.
Além das metas tradicionais, a MinhaVida mede outras coisas.
"Nós temos várias metas relacionadas a qualidade de vidas dos clientes. A meta de 2010 é ajudar os clientes a reduzir 35 toneladas, aumentar a expectativa de vida das pessoas em 1 ano e meio, entre outras.", Daniel, sobre as metas da empresa.
Manter os funcionários também é um desafio, principalmente os mais jovens e talentosos.
"A melhor maneira de segurar a Geração Y é deixá-los empreender" Daniel da MinhaVida.com.br
O Daniel tem hoje 50 funcionários, tudo molecada, famintos por mudar o mundo, fazer a diferença e ter idéias. Na medida do possível, ele acredita em deixar a turma se virar, e decidir como as coisas devem ser feitas.
O modelo funciona porque o Daniel toca o MinhaVida baseado em Meritocracia a Métricas. Tudo é medido. A partir daí as pessoas sabem onde tem que chegar, qual é o papel de cada um, e tem autonomia para fazer o que imaginam que tem que ser feito para chegar lá.
"A Liberdade só é possível se tiver Métricas", sobre autonomia para funcionários
"50% dos negócios vem da receita da propaganda e 50% vem da venda das assinaturas" Daniel da MinhaVida.com.br
O MinhaVida é um web site sobre saúde para pessoas que precisam emagrecer. A partir de um assinatura mensal, o usuário tem acesso a nutricionistas, conteúdo, software que controle o peso e sugere pratos e muito mais.
"O brasileiro pensa que se existe um líder em um mercado não vale a pena empreender, e isso não tem nada a ver" Daniel, sobre empreender quando se tem concorrentes.
Finalizada a presentation do Daniel - depois da nona rodada de cervejas européias - começamos a falar sobre o que todos nós poderíamos fazer juntos para espalhar a cultura do empreendedorismo pela web e além.
Desafios:
1. A molecada quer trabalhar em grandes empresas (pesquisa recente aponta Petrobrás, Vale, Itaú e outros gigantes como locais preferidos da para trabalhar pela Geração Y, e não a garagem do pai para empreender).
2. A Endeavor tem um projeto bacana para estimular o empreendedorismo nas faculdades. Eles precisam de braços, espaços e muito mais para promover o projeto.
3. Todos os anos centenas de empreendedores concorrem pela oportunidade de se tornar um Empreendedor Endeavor. Poucos conseguem. Quem fica de fora tem excelentes histórias para contar, e precisa de ajuda para tocar seus negócios. Como ajudá-los? 4. A Endeavor tem acesso a centenas de profissionais de diferentes campos de atuação. Dezenas deles estão na videoteca do site da Endeavor. O que temos na mão e como potencializar isso? Enfim, existem algumas excelentes oportunidades de todos trabalharmos juntos para espalhar a mensagem empreendedora pelos quatro cantos do Brasil.Ontem a noite nasceu o MOVIMENTO EVIL, um movimento formado por pessoas apaixonadas por empreendedorismo, e dispostas a fazer de tudo para colocar minhoca na cabeça das pessoas para fazê-las QUEBRAR TUDO!
Para fechar, uma pérola do Bob da ResultsON:
"O Google criou a bolsa família da internet, o blogueiro ganha 200 reais no final do ano, e fica contente com os caras", @BobWollheim
Um INCRÍVEL filme sobre a História da Facebook está a caminho: "Você não consegue fazer 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos".
O filme é uma PORRADA EMPREENDEDORA na cabeça de todos. Eu tenho certeza que servirá de grande inspiração para os brasileiros que possuem uma centelha mínima de empreendedorismo.
Confira o trailler da PORRADA:
"Em 1996, a Pfizer aplicou doses não aprovadas da droga Trovan em crianças doentes que viviam nas favelas da Nigéria deixando 11 mortas e muitas seriamente comprometidas com efeitos colaterais de longo prazo. O Trovan foi banido da face da Terra, e a Pfizer eventualmente se safou com um acordo de 75 milhões de dólares.
Em 2004, a Pfizer foi forçada a pagar 430 milhões de dólares por praticar marketing ilegal do remédio Neurontin para usos inapropriados.
Em 2009, a Pfizer foi novamente obrigada a pagar 2.3 bilhões de dólares por recomendar suas drogas para usos perigosos - o maior acordo criminal da indústria farmacêutica equivale a três semanas de faturamento da gigante dos remédios, e tudo continuou igual, como se nada tivesse acontecido."
A campanha acima é uma iniciativa da AdBusters - OS CAÇADORES DA PROPAGANDA PILANTRA -, comunidade independente formada por pessoas com uma profunda vontade de reformar a sociedade e banir as mega-empresas que destroem o planeta.
No final do dia, a Pfizer é apenas uma empresa. Nem boa nem má. Empresas não tem alma - não as grandes empresas.
O que é ruim na Pfizer são os executivos errados que tomam decisões erradas para bater metas. FORA COM ESSA TURMA! Mas pelo jeito a Pfizer não fez nada com os executivos que pisaram na bola.
O que você poderia fazer para tirar a Pfizer do mundo dos negócios?
Comprar genéricos ao invés de comprar Pfizer, com certeza; Enviar essa campanha para os concorrentes da Pfizer, assim eles ajudam a promover a campanha contra a Pfizer; Espalhar essa mensagem dentro da Pfizer, para funcionários corretos, quem sabe eles ajudam a mudar alguma coisa lá dentro.
4 milhões de pessoas desaparecem das duas todos os anos na África do Sul. Elas são forçadas a se venderem para o trabalho escravo e prostituição. O objetivo da campanha é comunicar as maneiras que isso acontece, prevenir as pessoas dos perigos que existem, e engajar a comunidade na proteção dela mesma. QUEBRA TUDO!
O filme mais esperado da história dos EUA começou a ser filmado: Atlas Shrugged. Serão 5 semanas de filmagem ao custo de produção de 5 milhões de dólares. As filmagens começaram no dia 11 de junho de 2010.
Finalmente, depois de 50 anos de espera, os produtores independentes John Aglialoro e Harmon Kaslow mergulharam na aventura de filmar a obra de arte de Ayn Rand. Paul Johansson (”One Tree Hill”) é o diretor e vai fazer o papel de John Galt, Brian Patrick O’Toole’s escreveu o roteiro, Dagny Taggart será Taylor Schilling (”Mercy) e o papel de Henry Reardon será feito por Grant Bowler (”Ugly Betty”).
Nenhum deles é muito famoso ou mundialmente reconhecidos.
Fala-se que serão dois ou três ou até quatro filmes. Ainda não se sabe ao certo.
Atlas Shrugged é um livro de 1.200 páginas escrito por Ayn Rand em 1957. A história se passa em uma versão dos EUA onde a sociedade entrou em colapso devido a crescente intervenção do estado na economia e a mediocridade das pessoas. O declínio acontece enquanto as pessoas mais produtivas da sociedade, lideradas por John Galt, resolvem sair de cena e montar sua própria sociedade livres dos medíocres.
Atlas Shrugged é SENSACIONAL. O melhor livro de todos os tempos. Eu já escrevi algumas vezes sobre ele, confira "Atlas Shrugged mudou a minha vida", e aqui, e aqui, e aqui.
Atlas Shrugged é amado e odiado nos EUA porque fala-se que o livro influenciou o capitalismo americano como nenhum outro. É o livro de cabeceira dos titãs do capitalismo americano, e amplamente distribuido nas faculdades americanas há 50 anos. Para vocês terem uma idéia do poder do livro, nesse momento Atlas Shrugged encontra-se na 21a posição entre os livros mais vendidos na Amazon. Nunca se vendeu tanto Atlas Shrugged como agora, foram 2 milhões de cópias vendidas em 2009.
Isso acontece porque os seguidores de Ayn Rand estão espalhados por toda a sociedade americana e investem na promoção e distribuição do livro por todos os cantos. Credita-se as recentes crises econômicas americanas a pessoas que não leram Atlas Shrugged.
Atlas Shrugged defende o trabalho duro, a inovação e o empreendedorismo como saídas para um mundo melhor, ao contrário da complacência dos medíocres que estão satisfeitos com o pouco que ganham, ou com atalhos financeiros que muitos pilantras encontram para serem bem sucedidos sem trabalhar duro ou criar riqueza para o mundo.
Eu sou um fiel escudeiro e seguidor de tudo que a Ayn Rand escreveu e falou. Ayn Rand, Nietzsche e Ralph Waldo Emerson são meus filófosos preferidos e minhas eternas leituras de cabeceira. NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA. Se as vezes eu pareço um cara perturbado ou inquieto, é porque esses caras me deixam pilhados.
Eu tenho todos os tipos de versões do livro em casa, desde a primeira edição lançada décadas atrás no Brasil, até a mais recente 20 anos atrás, passando por paperback, hardcover, a réplica da primeira edição americana lançada em 1957, até as recentes versões Kindle de todos os livros de Ayn Rand.
O Brasil, definitivamente, seria um país MUITO MELHOR e MUITO MAIS EMPREENDEDOR do que é hoje se 1 milhão de brasileiros tivesse lido e entendido Atlas Shrugged.
A boa notícia é que uma versão brasileira em português de Atlas Shrugged está a caminho pela Sextante. O livro deve ser lançado em 2010. FINALMENTE!
Se você não quiser esperar por Atlas Shrugged em português, leia A NASCENTE, edição brasileira recente de THE FOUNTAINHEAD, o primeiro grande livro de Ayn Rand. THE FOUNTAINHEAD é igualmente sensacional, matador e audacioso, mas ATLAS é a grande obra prima da filosofia empreendedora e objetiva de Ayn Rand.
Eu escrevo essas linhas HOJE porque HOJE o Brasil vive um feriado nacional forçado devido ao jogo da seleção canarinho na Copa do Mundo.
Não existe nada mais ridículo do que ver a brazucada que nem se lembra em quem votou para deputado ou vereador sair as ruas vestida de verde e amarela dizendo que ama o Brasil Não existe nada mais medíocre do que ver as pessoas se posicionando como nacionalistas mas não fazem nenhum tipo de trabalho voluntário, nenhum tipo de distribuição de conhecimento, nenhum tipo de projeto inovador para melhorar o país.
Nunca se teve tanta gente procurando emprego público no Brasil como agora. Nunca se viu tantos processos trabalhistas como agora. Nunca pagamos tanto imposto como agora.
As empresas mais admiradas do Brasil vendem cerveja, dinheiro, sandália e petróleo.
O Brasil pode e merece mais
Todas as criações ou tentativas de empreender páram para assistir a um jogo de futebol promovido por uma entidade corrupta (FIFA) que consome recursos por onde passa. As máquinas páram para o povão assistir a uma peleja de futebol onde bilhões de dólares foram investidos em estádios faraônicos em um país miserável (África do Sul).
Atlas Shrugged é a bandeira do EMPREENDEDORISMO para aqueles que acreditam que precisamos ter muito mais CRIADORES do que CONSUMIDORES nesse mundo, muito mais PRODUTORES do que PESSOAS ENCOSTADAS na máquina do estado, muito mais RISCO do que a SEGURANÇA DO ESTADO.
Os críticos de Atlas Shrugged falam que é IMPOSSÍVEL vivermos em uma sociedade cheias de John Galt - o ser humano seria naturalmente preguiçoso, medíocre, a procura sombra e água fresca e um lugar seguro para se encostar.
Talvez, talvez; mas talvez o ser humano mude de atitude quando um cara que não tem nem metade do que ele tem, encostar uma arma na sua cara e o ameaçar de morte por R$ 130,00; talvez o ser humano mude quando for apresentado para coisas mais bonitas ou inspiradoras do que aquelas que ele tem na sua cidade ou vida.
De qualquer forma, CHEGA!
ATLAS SHRUGGED! NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!
Eu acabo de receber uma mensagem dos céus. Eu recebi agora há pouco uma carta do Santo Expedito dizendo que pode resolver todos os meus problemas. "É só uma questão de fé'.
Se eu depositar 20 reais na conta dele, ele me isenta das besteiras que fiz para clientes; se depositar 40 reais, ele me isenta dos pecados da carne; se depositar 70 reais, ele manda um certificado de santo junior para mim; e se eu depositar 100 reais, eu ganho um adesivo do santo para colar no carro e espantar os marginais.
O santo facilita, eu posso pagar tudo com cartão.
Que beleza! Vou dar o dinheiro para o santo e esperar a fé fazer alguma coisa por mim.
Amém.
Dias atrás, Susan Rice, embaixadora dos EUA na ONU, fez um fantástico discurso na formatura da Stanford University.
Stanford, para quem não sabe, é uma das melhores faculdades dos EUA ao lado de Harvard, MIT, Kellogg etc.
Por conta disso, a turma que aparece se formando nesse vídeo provavelmente terá os melhores empregos nas melhores empresas com os melhores salários do mundo.
Muito provavelmente os formandos em Stanford não terão que se preocupar com conforto ou qualidade de vida.
Muito provavelmente todos terão uma excelente qualidade vida nos EUA, no melhor estilo american way of life. Longe de terrorismo, violência, poluição etc.
Rice procura lembrar os estudantes de Stanford que o maior desafio da sua geração para os próximos anos é acabar com a pobreza do mundo.
Rice se refere a pobreza do mundo como um assunto de segurança nacional americana, e não meramente um ato moral e benevolente.
"Enquanto houver pobreza no mundo, os EUA estarão ameaçados. Nós temos que trabalhar para que todos tenham excelentes condições de vida levando em conta a necessidade de reverter o aquecimento global."
"Eu acredito que esse desafio não será um grande problema para vocês. 25 anos atrás, em 1986, quando eu me formei em Stanford, não existia o celular, a IBM havia lançado o primeiro computador pessoal, Mandela cumpria o seu 22o ano preso, o Apartheid era o regime vigente na África do Sul sem qualquer sinal de mudanças, o muro de Berlim era uma construção muito sólida, a União Soviética tinha milhares de ogivas nucleares prontas para disparar. Em 25 anos, tudo mudou."
"Por favor, não se acomodem. Saiam pelo mundo. Aprendam outros idiomas, conhecam outras culturas. Sejam Agentes de Mudanças. Os próximos 25 anos podem ser incríveis, se vocês quiserem!"
Rice fala sobre invadir o mundo com o American Way of Life, afinal, ela é embaixadora da coisa toda. Entretanto, eu não acredito que o mundo quer o que os EUA querem.
Ontem a noite, assistindo o bate-bola da ESPN lá pela meia-noite, o apresentador abriu o programa falando, "Cara, eu quero abrir o programa falando sobre a maneira que estamos vivendo. Todos os dias correndo para lá e para cá para ganhar dinheiro para pagar as contas, todos vivendo apressados, correndo pela cidade com seus carros blindados etc, para quê???? Hoje eu assisti ao jogo do Brasil em plena terça-feira a tarde em um bar aqui no Sumaré lotado de gente bebendo comemorando dando risadas, enfim, se divertindo. Sabe, o Brasil é isso mesmo. Diversão, risadas, sem stress de ficar trabalhando correndo se matando. Para quê viver essa vida de maluco?? Eu espero que o Brasil volte a ser um país divertido onde as pessoas não levam as coisas tão a sério, e possamos tomar uma cerveja no bar sem stress."
O apresentador terminou o seu discurso dizendo que o capitalismo é uma droga, que o jogador coreano que chorou na abertura do jogo do Brasil era sul-coreano, mas optou por morar na Córea do Norte por ideologia, por achar que o regime norte-coreano é o máximo.
O que esse apresentador brazuca não sabe é que nos EUA 80% das pessoas entram no trabalho as nove da manha e saem as cinco da tarde. Com exceção de Nova Iorque, e dos cabeças viciados em mover o mundo, o resto do país faz outras coisas além do trabalho.
A maluquice que temos em São Paulo não é culpa do capitalismo, mas da incompetência que temos em fazer as coisas funcionarem.
A diferença é que os EUA tem 50 milhões de cabeças criativas levando o país para frente, e o Brasil tem 50 milhões de cabeças batendo cabeças.
Eu soube há pouco que o Morumbi foi vetado para a Copa de 2014. O Morumbi, o maior estádio da maior e mais rica cidade do país não pode sediar jogo algum da copa que está por vir. Animal!
Enfim, o desafio dos próximos anos sem dúvida alguma é acabar com a pobreza - a incrível diferença de qualidade de vida entre quem tem muito e que não tem nada ou apenas o mínimo; MAS, eu acredito que o bicho vai pegar mesmo é na diferença cultural e ideológica que aumenta todos os dias.
Não existe mais uma única igreja, ou um único canal de televisão, ou um único formador de opinião formando a cabeça de todos. A cada ano que passa o número de alternativas de vida para as pessoas aumenta. Essas alternativas vão levar as pessoas a um conflito sem precedentes.
Mesmo nos EUA já há movimentos como o Tea Party querendo quebrar tudo na sociedade.
Eu acredito que em 25 anos algum maluco vai aparecer no planeta com a proposta de criação de um país completamente novo onde pessoas do mundo inteiro podem migrar para lá para viver uma vida completamente diferente da vida que vivemos hoje. E milhares de pessoas vão migrar. Algo completamente novo, baseado em uma nova cartilha de sociedade, não sei, mas vai rolar. Parece doidera, mas vai acontecer.
Quem é John Galt?
A PSFK, consultoria americana de varejo e inovação, soltou recentemente um estudo profundo sobre o Futuro do Varejo para os próximos anos.
O objetivo do estudo era identificar as tendências que estão mudando a cara do comércio nos principais centros de compras, e inspirar os varejistas a se mexer rapidamente para aproveitar as soluções e tecnologia que podem ajudá-los a se engajar com clientes, fornecedores e comunidade.
"Pense menos sobre localização, pessoas, e lojas virtuais, e comece a pensar mais sobre o mundo inteiro como uma loja; uma loja onde o cliente pode facilmente fazer compras instantâneas independente de tempo e espaço."
Comandado pela tecnologia, web, comunidade e busca constante de experiências de compra cada vez mais ricas, o mundo do comércio está passando por incríveis transformações.
Os principais achados do estudo da PSFK são:
1. O incrível crescimento da web móvel está libertando a experiência de compras do confinamento de uma loja física ou virtual tradicional, permitindo os clientes comprar virtualmente em qualquer lugar.
2. A criação de um ambiente in-store flexível através de design, oferta de produtos e promoções, assegura que cada visita irá fazer o cliente se sentir em uma nova experiência de marca.
3. Seja fisicamente ou virtualmente, o comércio continua a ser a melhor experiência social que existe.
4. Em um mundo conectado onde o acesso a informação é fluído e transparente, os varejistas precisam participar ativamente das conversas que estão rolando sobre os produtos e serviços, caso contrário o cliente vai fazer tudo sem o varejo.
5. A introdução de tecnologias conectadas no ambiente do varejo está mudando a maneira que as lojas são capazes de prover serviços de atendimento ao cliente.
6. Nesse novo cenário onde o Comércio Está Centrado no Cliente, o varejo precisa continuamente encontrar maneiras de reduzir as barreiras para o cliente comprar, e estar preparado para fazer a venda esteja ou seja onde o cliente estiver pronto para comprar.
7. O varejo precisa fornecer aos seus clientes todas as ferramentas que eles precisam para tomar decisões de compras bem informados.
As principais tendências são:
1. O mundo como uma experiência de varejo. Sistemas de pagamentos móveis e tecnologias de identificação de produtos permitem aos clientes interagirem com virtualmente qualquer produto em qualquer parte do mundo, independente de estarem disponiveis dentro de um ambiente de compras tradicional. A habilidade que um individuo tem nos dias de hoje de comprar quase qualquer coisa que ele encontrar a sua frente, diminui o caminho até a compra ao transformar qualquer encontro em uma oportunidade de fazer uma venda.
A Stripeylines usa um scanner de código de barras ou identificação de imagem para permitir as pessoas acessarem rapidamente informações sobre produtos, preços e disponibidade.
Square é um sistema de pagamento móvel que transforma qualquer iphone em uma máquina de cartão de crédito.
A Frog Design inventou um conceito chamado ThingBook onde todos os produtos que estiverem conectados a web apresentarão informações para ajudar o clientes a comprar.
2. A Pré-Visualização das Compras. Gadgets móveis e tecnologias GPS estão fornecendo aos compradores detalhes incríveis sobre o ambiente de compra, antes da visita a loja. Essas informações podem ser acessadas no formato de visualizações que ajudam o cliente a se orientar dentro da loja.
O Google também lançou uma iniciativa que ajuda os compradores a visualizarem a loja antes de sairem de casa. De maneira interativa, você consegue visualizar layout, produtos e a decoração da loja, conheça o Google Places, visite http://www.google.com/places
3.Loja no Tablet. O sucesso do iPhone e recentemente do iPad abriu uma nova fronteira para o varejo. A experiência dentro da loja pode agora fornecer informações em tempo real completando o trabalho da equipe de vendas e criando uma experiência de compras personalizada.
No esforço de melhor servir a seus clientes, a cadeia de Hotéis International anunciou recentemente o plano de equipar a sua equipe de concierges com iPads para fornecer informações atualizadas sobre recomendações locais, conteúdo, direção, fazer reservas em restaurantes e shows.
4. Loja como Bandeira Principal da Empresa. Os melhores varejistas estão repensando a maneira que utilizam o espaço da loja física, deixando para trás a simples idéia de ter um espaço para vender produtos e focando os seus esforços para criar uma experiência de marca que incorpora elementos de storytelling e entretenimento junto com demonstração de produtos e displays interativos. Esses detalhes trazem um novo nível de descoberta e educação para a experiência de compras, fazendo cada visita se parecer muito mais com um evento do que uma simples transação.
A loja MellowJohnnys do ciclista Lance Armstrong foi desenhada para ser um ponto de encontro para a comunidade que ama o ciclismo. Além dos produtos e serviços, a loja oferece Café, Chuveiro para os ciclistas tomarem Banho, e estacionamento para bicicleta.
5. Decoração Rotativa. Toda a decoração e design das melhores lojas estão sendo desenhados para serem removíveis e flexíveis o suficiente para serem de fáceis adaptação e atualização mantendo sempre o ambiente da loja relevante e novo.
Mobiliário com rodinhas, prateleiras que se transformam em bancos para sentar, e uma agressiva rotatividade de vitrines são alguns dos elementos usados pelos varejistas para manterem seus negócios relevantes.
6. Levando a Loja Até o Cliente. No esforço de se conectar melhor aos clientes fora do ambiente tradicional de uma loja, muitos varejistas estão indo até o cliente. Seja nas ruas ou visitando a residência dos clientes, o varejo está criando uma experiência única ao entregar produtos e serviços diretamente ao cliente em lugares inesperados.
O BLT Restaurante lançou o Go Burger Truck nas suas de Nova Iorque como maneira de promover a marca e vender sanduiches. O caminhão opera 7 dias por semana twitando a sua localização para os clientes que estão doidos atrás dos seus hamburgers.
7. Colaboração Instantânea entre Clientes. As redes sociais conectadas ao interior das lojas permitem que os compradores recebam feedback imediato dos amigos e gentis desconhecidos. A disponibilidade de opiniões instantâneas e conselhos de amigos está transformando a solitária visita ao varejo em uma experiência social.
Sugestão: experimente disponibilizar acesso wireless grátis no ambiente da loja permitindo aos clientes compartilhar informações com amigos.
A Diesel instalou quiosques nas suas lojas da Espanha para estimular os clientes a dizerem aos amigos o que eles estão comprando. Os clientes tiram fotos enquanto provam as roupas, e enviam via Facebook.
8. Compras em Grupo. As pessoas estão usando as redes sociais para colaborar e realizar compras em comunidade para ajudá-las a aumentar o poder das suas compras. Ao se conectar em massa, os compradores podem se beneficiar de descontos e influenciar a venda de produtos e serviços oferecidos pelas lojas.
Groupon.com oferece descontos diários especiais em uma grande variedade de cidades nos EUA e Canadá. As ofertas especiais se tornam válidas quando um número específico de pessoas se mostram interessadas. Dessa maneira a empresa estimula os próprios clientes interessados a promover os produtos que estão a venda.
Essas são as principais tendências apontadas pelo relatório da PSKF para o Futuro do Varejo.
O que você acha dessas tendências?
Você já implementou alguma delas?
Quais os resultados que encontrou?
Qual tendência esquecemos de mencionar?
Como essas tendências afetam o comércio eletrônico?
O que somente você está vendo?
O Futuro do Varejo é HOJE!
Para se aprofundar no estudo, confira a presentation completa a seguir:
View more presentations from PSFK.
A revista Veja publicou um artigo muito legal sobre o Brasil que está dando certo. Confira os melhores momentos logo abaixo.
A Receita dos Milionários.
Passado o breve soluço da crise internacional, o Brasil voltou a avançar com força renovada. O país iniciou 2010 em ritmo chinês. Diversos setores da economia crescem numa velocidade superior a 10% ao ano. A produção das indústrias, por exemplo, teve uma alta de 20% no primeiro trimestre. Nesse mesmo período, o comércio registrou uma expansão de 13% no volume de vendas. Mesmo consumindo mais, os brasileiros encontraram folga para poupar. Sinal disso é que o valor total de recursos captados pelos planos de previdência privada ganhou 28% nos três primeiros meses do ano. O desemprego recua aos menores níveis históricos, e a renda dos trabalhadores passa por uma recuperação paulatina mas constante. Se fosse possível medir a temperatura atual da economia, esse termômetro exibiria em seu visor o número de 12%. Foi nesse ritmo que o PIB (produto interno bruto, o total de mercadorias e serviços produzidos) avançou nos três primeiros meses do ano, de acordo com estimativas dos economistas do Itaú Unibanco. No ano como um todo, o crescimento do PIB deverá ficar ao redor de 7%, o que seria a maior taxa desde 1986, quando houve o Plano Cruzado. Esses números extraordinários representam uma primeira maneira de retratar o momento promissor, algo não visto em mais de uma geração. Outro indicativo da saúde do Brasil pode ser visto no interesse inédito despertado pelo país lá fora (veja a reportagem). Um modo mais palpável de sentir esse mesmo fenômeno é observar diretamente como os empreendedores brasileiros têm tirado proveito dessa fase de prosperidade.
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Na crise, surgem as melhores oportunidades de negócios, afirma o dito. A prática, no entanto, mostra que é na maré alta que as empresas singram novos mares e conquistam territórios. Para a fábrica de sorvetes Frutos do Cerrado, de Goiás, o boom econômico representou multiplicar por 20, na última década, a sua produção, hoje avaliada em 70.000 picolés por dia. Já a empresa de cosméticos mineira Kapeh conseguiu dobrar o número de lojas que vendem seus produtos no último ano. A Tramontini Implementos Agrícolas, do Rio Grande do Sul, multiplicou por 6 o seu faturamento desde 2006. A rede Óticas Diniz, nascida há dezoito anos em São Luís, no Maranhão, alcançou 450 lojas em todos os estados e se tornou a maior rede de vendas de óculos do país. Os exemplos acima, assim como as demais histórias de sucesso recente que ilustram esta reportagem, dão uma mostra real de como a riqueza se espalha pelo país, em diferentes setores e regiões. De cada um desses casos é possível extrair uma lição de empreendedorismo e de como tirar proveito da retomada econômica para impulsionar os lucros.
Graças à estabilidade e ao retorno do crescimento, colocar um projeto de pé, batalhar para fazê-lo deslanchar e transformá-lo em um negócio rentável voltou a ser um sonho realizável. E como. Estima-se que, no último ano, aproximadamente 50.000 brasileiros tenham ingressado no clube dos milionários. Milionárias, de acordo com o critério utilizado por instituições financeiras para identificar possíveis clientes de alta renda, são aquelas pessoas que possuem um patrimônio equivalente a 1 milhão de dólares, ou 1,8 milhão de reais, com recursos livres para investir (não se incluiu, portanto, o valor da residência própria). A cada dez minutos, em média, brota um novo milionário no país. "Hoje, o Brasil é o destaque do mundo. Tenho muitos clientes comprando seus concorrentes ou vendendo suas empresas para os estrangeiros. Isso só fortalece e consolida a estrutura empresarial do país", afirma Celso Scaramuzza, diretor da divisão de wealth management (ou gestão de fortunas) do Itaú Unibanco.
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LIÇÃO 2 |
Os cínicos poderão condenar o aumento do número de milionários no Brasil. Verão nele um jogo de soma zero, sob o prisma equivocado de que "o que é ganho por alguém é perdido por outrem". Esse não passa de um dos enganos típicos do senso comum descritos pelo economista americano Thomas Sowell em seu livro Economic Facts and Fallacies. Uma transação comercial quase sempre é benéfica para ambas as partes, argumenta Sowell. Tanto quem vende um produto (para ganhar dinheiro) como quem o compra (por necessidade) sai ganhando com o negócio. Afirma o autor: "Diversas versões dessa visão de soma zero, da Teoria de Imperialismo de Lenin à Teoria da Dependência na América Latina, alcançaram uma grande aceitação no século XX e revelaram-se bastante resistentes diante de evidências em contrário". Foi com base nessa ideia equivocada que o Brasil embarcou, nos anos 70, na reserva de mercado e se fechou ao comércio internacional. O resultado foi um crescimento insustentável, que legou uma economia ineficiente e incapaz de enfrentar a concorrência externa. Sob o dirigismo do capitalismo de estado, o país emergiu mais injusto e desigual.
No passado, a riqueza de uns só podia ser construída a expensas de outros. Não é, em absoluto, o que se vê hoje no país. Diz o economista Marcelo Neri, coordenador do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas: "O brasileiro está com mais dinheiro no bolso por causa de seu próprio esforço, beneficiado pela melhora no mercado de trabalho e no aumento do salário real. Esse avanço não se deve simplesmente a fatores como programas sociais, que não trazem um bem-estar efetivo e duradouro".
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LIÇÃO 3 |
Segundo um estudo recente do economista, enquanto o consumo aumentou 14,9% nos últimos cinco anos, a renda dos brasileiros aumentou praticamente o dobro: 28,6%. Isso dá a medida da sustentabilidade da atual fase de crescimento. Nos anos 90, o consumo explodiu, mas a média da renda das pessoas praticamente não mudou. O que aconteceu nesse período? Apenas o topo da pirâmide social estava gastando (e se endividando) mais. Agora todo o conjunto da população está com mais dinheiro no bolso (veja o quadro). Desde 2000, 23 milhões de pessoas ascenderam à classe C, deixando os estratos mais pobres (classes D e E). Projeções de Neri indicam que esse movimento continuará nos próximos anos. A fatia da classe AB será a que mais engordará até 2014. Já a classe E, em que estavam três em cada dez brasileiros em 2003, recuará para 8% da população. Essa transformação se deve à criação de empregos e à formalização de trabalhadores que antes viviam de bicos. Apenas em 2010 deverão ser criados 2 milhões de empregos com carteira assinada. Serão 2 milhões de consumidores em potencial a mais. "Se o empresário está contratando num país como o Brasil, com cargas tributárias altíssimas, é porque ele está otimista com o futuro da economia", afirma Rodrigo Teles, diretor do Instituto Endeavour, que apóia o empreendedorismo no país.
A maré, portanto, permanecerá em alta, impulsionando os negócios – e multiplicando ainda mais os milionários. Segundo um estudo conjunto da consultoria inglesa Economist Intelligence Unit e do banco inglês Barclays, em 2017 o clubinho das pessoas com uma conta bancária superior a 1 milhão de dólares deverá possuir 675 000 sócios brasileiros. Caso essas estimativas sejam confirmadas, nenhum outro país em desenvolvimento terá tantos milionários quanto o Brasil. Mas como ser um desses felizardos? Como aproveitar o aumento do consumo e da elevação da liquidez na economia para fundar um negócio? Como deixar de ser um simples assalariado, ainda que de vida estável e bem remunerado, e amealhar 1 milhão de dólares? Em primeiro lugar, deve-se não ser apenas mais um. Ofereça algo novo e exclusivo num mercado em expansão. A MMartan percebeu que as donas de casa buscavam jogos de cama e toalhas mais refinados. Tinha um ótimo produto disponível, e assim cresceu rapidamente quando a demanda ganhou força. Aqui cabe outra lição. Cedo ou tarde, a maré subirá. Esteja preparado para surfar na bonança, como a Schaefer Yatchs. "Dediquei toda a minha vida para ser o maior fabricante de iates do Brasil", afirma Marcio Schaefer.
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LIÇÃO 4 |
Atuar num mercado em rápida expansão é uma das características em comum de todas as histórias desta reportagem. Escolher bem um segmento, estudar quem são os seus principais concorrentes e, por fim, saber como se diferenciar (pela qualidade, pelo preço, pelo atendimento) são, contudo, requisitos vitais. "Empreender é correr riscos calculados. O verdadeiro empreendedor corre riscos quando sabe que tem grandes chances de acertar", afirma Renato Fonseca de Andrade, consultor do Sebrae. Além disso, por mais que os ventos soprem a favor, fazer negócios no Brasil ainda é um tormento. Quem escolhe se lançar nessa aventura precisa saber que o seu empreendimento exigirá uma dedicação obsessiva, sobretudo nos estágios iniciais. "As barreiras burocráticas e cargas tributárias são tão altas no Brasil que, se não tiver muita paixão e determinação, o negócio não vai dar certo", afirma Edgar Diniz, criador do canal Esporte Interativo. Segundo David Kallás, professor de gestão estratégica do Insper, o pequeno empresário precisa viver o seu negócio incessantemente: "Não há dias de descanso. O empreendedor trabalha enquanto assiste ao jogo de futebol no domingo à tarde e está conectado com tudo o que acontece ao seu redor. É assim que ele consegue ter novas ideias".
A boa e nova revelação é que hoje, no Brasil, o talento e a persistência têm grande chance de ser sobejamente recompensados. Vale a pena ousar e ir atrás de um sonho antigo, mesmo que existam dificuldades no início. "Nunca desista. Esteja disposto a mudar de tática, mas não desista de seu propósito essencial", afirma Jim Collins, um dos mais admirados consultores da atualidade, nos parágrafos finais de Como as Gigantes Caem (editora Campus), que acaba de ser lançado no Brasil. No livro, em que o autor americano analisa os motivos que levam empresas vitoriosas a entrar em declínio, Collins oferece lições primorosas de como manter um negócio em ascensão. A persistência em se manter fiel aos seus princípios e aos seus ideais originais, afirma ele, é essencial, assim como a dedicação e a humildade de rever estratégias quando a queda começa a se revelar. "O fracasso é menos um estado físico e mais um estado de espírito", afirma Collins. "O sucesso é cair e voltar a se levantar, vez após vez." Até conquistar o suado primeiro milhão.
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LIÇÃO 5 |
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LIÇÃO 6 |
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LIÇÃO 7 |
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LIÇÃO 8 |
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LIÇÃO 9 |
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LIÇÃO 10 |
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LIÇÃO 11 |
Foi-se o tempo em que o professor levava a criançada para aprender alguma coisa no museu. Hoje os professores levam a molecada na Apple Store.
A foto acima foi tirada por mim hoje na entrada da Apple Store da 5a Avenida em Nova Iorque. A molecada que você vê na foto foi na loja para conhecer o iPad de perto.
A loja estava lotada, e mesmo assim - Andy, um dos vendedores da loja, parou tudo que estava fazendo para fazer uma demonstração do iPad para a molecada.
No caixa a fila era gigante para comprar o iPad. Os modelos mais baratos estão em falta, devem chegar em uma ou duas semanas. Os acessórios também já eram.
Mas nada disso me impediu de comprar o meu iPad. Eu comprei o modelo com 64 gigas de disco.
Assim que possível vou fazer um post sobre o iPad VERSUS o Kindle VERSUS o Notebook, VERSUS o mundo.
A Apple Store é um show de varejo. Nas centenas de metros quadrados de loja, dezenas de vendedores 150% atenciosos e pacientes estão prontos para responder com calma e serenidade a mais estúpida das perguntas que um cliente tiver. .
No check-out da loja, os vendedores usam os seus iPhones como PDVs e máquinas de cartão de crédito. É isso mesmo, o vendedor da Apple passa o cartão de crédito do cliente pelo iPhone, e em segundos o iPhone pede para o cliente confirmar a compra usando o iPhone como coletor de assinatura digital.
Dois anos atrás, a Nokia abriu com fanfarra uma mega store em Londres para seguir os passos da Apple.Semana passada, devido ao resultado pífio, a Nokia fechou a loja de Londres.
E a Apple Store está bombando!
O vídeo a seguir mostra um exemplo claro de como o iPad, os tablets, e a próxima versão do Kindle vão arrasar com os livros impressos. Nostalgias a parte, o vídeo é um call-to-action para todos os livreiros do mundo, que precisam se mexer urgentemente para não perder o trem da inovação que acaba de passar pelas livrarias.
Eu leio livros no Kindle desde outubro do ano passado e posso afirmar que é melhor ler livros no Kindle do que ler livros no papel. A tecnologia embarcada na tela do Kindle é mais tranquila para os olhos do que o próprio papel tradicional. E não adianta nada os livreiros se recusarem a pegar o trem do e-book atrasando os lançamentos das versões eletrônicas dos seus produtos. Eu prefiro esperar pelo lançamento da versão eletrônica do que comprar a versão impressa. Eu fico inclusive muito p da vida com a editora e com o autor quando vejo um novo livro sendo lançado sem versão Kindle.
Porém, já era. Não tem volta. O livro impresso está morto. E olha que eu tenho milhares de livros em casa e sou tradicionalmente apaixonado pelo livro impresso.
Alice para iPad está a venda na iTunes por 9 dólares, você pode comprar aqui.
Está sendo lançado HOJE nos EUA uma empresa de comércio eletrônico muito bacana para ajudar os twitteiros a ganhar dinheiro através do ecommerce.
A empresa chama-se OpenSky e se propõe a funcionar como uma espécie de Mercado Livre para os twiteros que querem vender alguma coisa via Twitter mas não tem loja virtual própria.
O funcionamento do serviço é muito simples. Você seta o seu perfil na OpenSky, e ganha uma comissão por todos os produtos que forem vendidos na OpenSky a partir dos seus tweets. A OpenSky abriu HOJE, e já conta com centenas de twiteiros vendendo milhares de produtos. Você pode começar a brincadeira agora mesmo vendendo os seus próprios produtos, ou recomendando produtos que estão a venda no OpenSky. Experimente!
Se preferir, monte a sua própria loja virtual dentro do OpenSky. A Design2Share, por exemplo, é um pequeno blog americano sobre decoração de interiores que setou o seu canal na OpenSky.
Os caras começaram com o blog...
...abriram o Twitter... que nem tem tantos seguidores assim, apenas 512 até o momento...
...e agora partem para o ecommerce no OpenSky...
Um fantástico diferencial da OpenSky é que os vendedores que montam suas lojas por lá não precisam estocar produtos ou fazer a logística da entrega. A OpenSky e seus parceiros logísticos cuidam de toda a logística do ecommerce.
“Eu realmente acredito que o mundo seria um lugar melhor para viver se comprássemos produtos de pessoas que nós conhecemos e que nos conhecem" John Caplan, fundador da OpenSky e ex-presidente da Ford Models.
O OpenSky é mais um serviço show de bola capaz de ajudar os milhares de Exércitos de um Homem Só que tem por aí a multiplicar os seus braços e cérebros.
OpenSky é QUEBRA TUDO!!!
Durante um jogo de baseball, os técnicos das equipes tomam decisões sobre quem entra no campo ou quem fica no banco baseados em uma incrível quantidade de informações sobre os seus jogadores. Tudo é anotado, tudo é revisto, tudo é levado em consideração. Durante o jogo você percebe que os técnicos das equipes estão o tempo todo olhando as suas anotações e conferindo cadernos parrudos de anotações antes de tomar qualquer decisão.
Quando um novo arremesador da equipe adversária vai ao montinho, o técnico sabe exatamente qual é a probabilidade do jogador arremessar a bola rápida, lenta, por cima, por baixo etc. Baseado em uma montanha de dados, o cidadão escala determinado jogador para rebater a bolinha, e determina on-line a posição exata de meia dúzia de jogadores na defesa. O jogo é incrivelmente mapeado por todos, e a informação é utilizada para tomada de decisão como em nenhum outro esporte.
O mesmo, infelizmente, não acontece na guerra.
O vídeo abaixo mostra uma cena impressionante.
Durante a Guerra no Iraque, dois helicópteros americanos chegam para dar cobertura a tropas americanas que estão combatendo no solo de Bagdá.
Quarenta minutos depois da chegada dos helicópteros, nove pessoas aparecem mortas na rua, incluindo um fotógrado e um motorista da agência de notícias Reuters e duas crianças.
A cena aconteceu no dia 12 de Julho de 2007, e ganhou atenção mundial em função das mortes dos jornalistas da Reuters.
O vídeo mostra a conversa entre os pilotos dos helicópteros, e a vontade insana dos caras em atirar para matar independente de quem seja. Sem qualquer informação sobre quem são as pessoas, e imaginando que estão armados, os soldados americanos sentam a bala, e matam todo mundo.
A potência destruidora dos helicópteros americanos pode ser percebida ao final do vídeo quando os soldados americanos arrasam a big van preta que os sobreviventes (não por muito tempo) estacionam para socorrer as vítimas do ataque.
Até agora 139 jornalistas foram mortos por engano nos 7 anos de Guerra no Iraque.
E por engano, consequência da falta de informação, ou consequência da falta de um sistema de informação adequado, ou consequência da falta de perguntas adequadas, vamos tomando todo tipo de decisões erradas.
Qual sistema de informação deveríamos usar nas nossas empresas? O que deveríamos olhar?
(continua depois de uma noite de cinco horas de sono)
Eu escrevo essas linhas para vocês enquanto assisto a partida de abertura da temporada de baseball nos EUA. No campo, mais uma partida da mais famosa rivalidade de todos os esportes americanos: New York Yankees e Boston Red Sox. Nesse momento o jogo está empatado em 5 x 5 na parte debaixo do sexto inning.
Eu adoro baseball. Quem não conhece o esporte diz que baseball é monótono e chato, mas baseball é tudo menos monótono e chato. Baseball é fodástico!
A única coisa ruim do baseball é que não tem jogo o ano inteiro, a temporada vai de abril até novembro.
Baseball é um big business nos EUA. A temporada comandada pela MLB - Major League Baseball - faturou em 2009 mais de 15 bilhões de dólares em tickets e afins e deve crescer mais de 20% em 2010. O baseball está em franca expansão nos EUA devido a diversas inovações colocadas em prática nos últimos 10 anos.
Eu acredito que todas as federações brasileiras nacionais e regionais de todos os tipos de esportes tem muito a aprender com a MLB e a maneira que eles comandam o negócio nos EUA.
Aqui vão algumas lições para os cartolas brasileiros:
1. O jogo no campo é uma experiência de varejo e não apenas uma partida de baseball. Os campos dos times que fazem parte da MLB são impressionantes. O novo estádio do Yankees inaugurado em 2009, por exemplo, custou mais de 2 bilhões de dólares. O cuidado que cada equipe tem como seu campo é animal.
A MLB está apoiando, financiando, ajudando os times a encontrar parceiros para que todos as equipes possam oferecer a seus torcedores o que existe de mais fantástico em entretenimento nos seus estádios. 60% a 65% da receita dos times da MLB são gerados por atividades relacionadas aos estádios.
A experiência de assistir a um jogo no estádio é planejada nos mínimos detalhes para entreter a todos os membros de uma família durante as quase três horas de duração de um jogo de baseball. Você tem lojas de souveniers ultra sotisficadas do seu time favorito, shoppings, restaurantes sofisticados, museus, mascotes para brincar com a molecada, show de fogos de artifício, e todo tipo de tecnologia para apoiar os torcedores enquanto estão nas dependências dos estádios. TODOS os estádios americanos oferecem wi-fi GRÁTIS para a galera twitar, blogar, e, por que não, trabalhar de dentro do estádio enquanto assiste ao seu time preferido botar a bola para fora com um home run matador.
Bom, não preciso nem dizer o quanto é pobre a experiência de assistir a um esporte em qualquer estádio brasileiro. Eu sou corinthiano, já fui corinthiano roxo, e já fui - por baixo - em mais de 800 jogos do Corinthians em estádios do estado de São Paulo. Eu parei de contar os jogos que assisti em campo lá pelos anos 90. Eu devo ultrapassar os 1 mil jogos em estádio com o meu filho que já recebeu uma lavagem cerebral para ser corinthiano e está louco para ir aos estádios.
A experiência nos estádios da cidade de São Paulo continua uma tristeza. Você não tem certeza se o carro vai estar no lugar que você deixou quando a partida acabar, você NÃO consegue ir aos estádios via transporte público, os banheiros, restaurantes (restaurantes???) dos estádios são horríveis, as lojas (lojas???) são um lixo. Muitos chegam rápido para o jogo e não vêem a hora de sair, ao contrário do que rola em um jogo da MLB.
O que os cartolas estão fazendo pelos estádios??? Nicas, a não ser alguma alteração necessária para a Copa do Mundo. E quanto aos outros estádios de vôlei, handeball, ou atletismo??? Tristeza. Alguém tem alguma notícia boa sobre algum movimento bacana em pró dos estádios esportivos?
Os estádios americanos de baseball também eram fraquinhos dez anos atrás. O que aconteceu foi uma revolution que transformou os estádios em locais de machos metidos a besta a um show de entretenimento familiar que elevou o faturamento do negócio em centenas de vezes. O que antes era um negócio de hot dog e Coca-Cola, hoje é um negócio de restaurantes sofisticados e comida variada.
Tanto trabalho só poderia dar resultado. Em 2009 foram vendidos mais de 95 milhões de ingressos. São cinco anos consecutivos de crescimento com uma média de 35 mil pessoas por jogo, e olha que tem jogo TODOS os dias. É impressionante!!! E mais, o preço do ingresso aumentou 87% nos últimos dez anos, e o número de assentos foi reduzido. O número de assentos dos 20 novos estádios abertos nos últimos anos foi reduzido em 200 mil lugares. Foi uma década inteira de reposicionamento do negócio e de reinvenção de toda a experiência de assistir a um jogo de baseball no estádio.
2. O jogo na web é uma experiência 2.0, e não uma brochuware para cartola ver. Faz alguns anos que sou assinante lifetime da MLB.tv. Através da MLB.tv eu posso assistir todos os 2.200 jogos que rolam durante toda a temporada ao vivo diretamente do meu notebook ou iphone. É incrível e afficionadamente viciante.
Para assistir a um jogo no estádio você gasta em média 50 dólares por ingresso, para assistir toda a temporada pela internet através da MLB.tv, você paga apenas 120 dólares por ano. Para os fãs do esporte vale cada centavo investido.
Na MLB.tv eu escolho o ângulo que desejo assistir ao jogo, interajo com outros fãs do mundo inteiro que estão assistindo ao jogo ao vivo, volto para qualquer ponto que eu quiser para assistir aos melhores momentos e muito mais.
A MLB.tv nasceu a partir de um investimento feito por todas as equipes. Todos acreditavam no negócio e investiram o que puderam para fazer o negócio decolar. Durante a temporada, a MLB.tv recebe mais de 13 milhões de visitas de usuários únicos por dia!!! A MBL.tv tem assinantes em todas as partes do mundo.
A MLB.tv é uma idéia incrível para ser copiada pelas ligas brasileiras, principalmente aquelas que não tem espaço na televisão para transmitir seus jogos. Com tanta produtora de vídeos, e canais regionais de televisão, é incrível que ninguém ainda teve a idéia de fazer algo similar a MLB.tv no Brasil.
Quando alguém vai fazer isso?
Seria o máximo se houvesse a HandeballlBrasilTV.com.br, ou EsgrimaBrasilTV.com.br, ou BochaTV.com.br ou qualquer coisa do tipo. Quando??? Quando??? Quando???
3. O que interessa é o futuro do esporte. Se você colocar na ponta do lápis todo o investimento que o Yankees fez na sua folha de pagamento, eles teriam que ganhar 10x mais jogos que o Milwaukee Brewers, um dos times com a menor folha de pagamento da liga. O resultado não é bem assim, o Yankees ganha mais jogos, mas nem tanto assim.
O torneio é incrivelmente equilibrado, e você nunca sabe quem vai ganhar a temporada até que a temporada termine. As últimas dez temporadas foram vencidas por oito diferentes times. O Red Sox, uma das equipes mais amadas do baseball ganhou apenas 7 campeonatos em 100 anos de história!!!
Isso acontece porque a MLB investe em todos os times, e exige que todos os times invistam nas ligas menores, em estádios próprios, em infraestrutura necessária para a equipe estar competitiva para enfrentar as equipes que tem as maiores torcidas.
Desde 1995, com a criação do Wild Card, as equipes menores tem sempre um lugar garantido nas decisões do campeonato.
Baseball é FANTÁSTICO, e convido você a tentar assistir a um jogo de baseball quando tiver a oportunidade. Tenho certeza que você vai gostar!
Entretenimento é um dos negócios do século. Com a vida estressada que levamos, todos procuramos por momentos de completo mergulho em um mundo de fantasia onde possamos vivenciar - nem que seja por apenas duas ou três horas - um mundo melhor e mais positivo para o presente e futuro. Os esportes, sem dúvida, tem esse poder, e o baseball é fodástico para isso.
GO YANKEES GO!!!
A primeira vez que eu comprei online foi em 1996 na CDNow.com. A CDNow foi a primeira loja virtual da internet, e fez escola no final do século passado. Na Wayback Machine, uma espécie de máquina do tempo da internet, você tem algumas páginas web bem antigas da CDNow onde é possível ter uma boa idéia de como era a CDNow dez anos atrás.
Se você fizer essa pesquisa, você vai perceber que a CDNow de 1996 não é muito diferente da interface utilizada pelas operações de comércio eletrônico nos dias de hoje. O fato é que quase nada mudou nos últimos dez anos em comércio eletrônico. Por exemplo, as principais lojas do ecommerce dez anos atrás ainda são as principais lojas do comércio eletrônico dez anos depois - apesar dos 10 web sites mais visitados no mundo hoje serem completamente diferentes do que eram dez anos atrás.
O modelo tradicional de carrinho de compras continua idêntico, a Amazon continua com a mesma cara, o Submarino - maior loja brasileira - é a mesma. Entretanto, o comércio eletrônico está prestes a se transformar radicalmente. Nos últimos dez meses nós vivenciamos mais inovações no ecommerce do que tivemos nos últimos dez anos!
Confira algumas das inovações que devem transformar radicalmente o comércio eletrônico nos próximos meses, anos e décadas.
- M-Commerce. A sua loja virtual vai caber na mão do seu cliente! O "M-Commerce" ou comércio eletrônico mobile já é uma realidade. Segundo a ABI Research americana, vamos fechar 2010 com 2.4 bilhões de dólares em vendas no varejo via celular. A possibilidade de fazer compras em lojas virtuais através da interface do celular já é uma realidade para os milhões de usuários do iPhone, smartphones e até celulares convencionais. Na verdade, espera-se que o celular ultrapasse o computador como principal gadget de acesso a internet em 2012. Segundo a Juniper, as vendas do varejo no comércio eletrônico via celular irá ultrapassar os 12 bilhões de dólares em 2014. O Brasil não vai ficar atrás, “Nós acreditamos que o m-commerce vai vingar em breve, pois é uma tendência muito forte no mercado. Se hoje muitas ações já giram em torno do celular, por exemplo, por que não podemos fazer desse modelo a convergência de tudo?”, afirma Joaquim Dias Garcia Neto, diretor de TI do Grupo Pão de Açúcar.
- SNO (Social Network Optimization). A grande maioria dos marketeiros da internet já estão usando ou tentando utilizar as redes sociais como ferramentas de marketing para prospectar e promover suas empresas, marcas e produtos. As redes sociais começaram alguns anos atrás como uma maneira das pessoas fazerem amigos e manterem contato com pessoas que possuem interesses comuns via internet. Com o passar do tempo, as redes sociais se transformaram em uma excelente maneira para as empresas atingirem seus mercados e contatar os seus clientes diretamente. Social Network Optimization é uma rápida e efetiva maneira de fazer marketing viral e construir uma boa reputação.
Recentemente o Google lançou o Google Buzz e o Google Wave para tentar barrar o crescimento da Facebook e do Twitter tamanho a relevância que essas ferramentas tem hoje no mundo quando o assunto é a busca por informações para ajudar as pessoas a tomarem decisões.
- Conteúdo Gerado pelos Clientes. Como eu já falei, as mídias sociais estão bombando. Entretanto, as operações de comércio eletrônico ainda não conseguiram fazer os clientes perceberem as lojas virtuais como locais onde podem compartilhar a suas opiniões pessoais sobre os produtos que compram. Isso acontece porque o comércio é tradicionalmente percebido como local de compras e não como local onde podemos conversar com os vendedores e trocar experiências sobre aquilo que compramos. A grande maioria das pessoas ainda vêem o comércio como um local para irmos apenas se quisermos comprar algo e não aprender algo. As lojas virtuais tem que conquistar a confiança dos clientes para mudar essa percepção. As lojas tem que se mostrar transparentes, honestas, abertas, éticas, e se posicionarem como empresas que estão ao lado do consumidor, e não apenas ao lado do fornecedor.
- Lojas Virtuais Privadas. Toda grande marca precisa eventualmente"queimar" os preços de determinados produtos mas não pode fazê-lo a céu aberto porque não quer torrar a imagem do produto construida depois de pesados investimentos de marketing. Uma bela solução para esse problema são as "lojas virtuais privadas" que funcionam como se fossem clubes privados e disponíveis apenas para pessoas qualificadadas e cadastradas. Nos EUA as "lojas virtuais privadas" tiveram uma taxa de crescimento quatro vezes maior do que as lojas tradicionais em 2009.
- Produtos virtuais. Os seus problemas com estoque acabaram, chegaram os produtos virtuais! Nos últimos anos nós experimentamos a incrível explosão de vendas de produtos virtuais como jogos, customização de avatars, presentes virtuais, mídia digital, software, livros, aplicativos para iphone e muitos outros produtos que só existem na forma digital. A tendência deve se acentuar nos próximos anos com a entrada pesada das tecnologias de Realidade Aumentada e a crescente oferta dos computadores tablets e o contínuo crescimento das vendas de smartphones.
- Tecnologias Alternativas de Pagamentos. Todo comerciante sabe que quanto maior a diversidade de formas de pagamento que ele oferece em sua loja, maiores são as chances da loja vender mais. Com o advento da PayPal, as maiores lojas de comércio eletrônico começam a pensar na possibilidade de oferecer aos seus clientes alternativas às formas tradicionais de pagamento. A Amazon já pisou fundo nessa iniciativa faz alguns anos, e com a crescente digitalização dos sistemas financeiros no Brasil, abre-se a oportunidade para as grandes operações de comércio eletrônico criarem suas próprias formas de pagamento, e assim reduzir os custos atuais que possuem com cartão de crédito e boleto bancário de terceiros.
Os próximos 10 anos tem tudo para se transformarem na década mais fascinante da história do comércio.
Nós estamos super empolgados com o futuro do comércio eletrônico! E você?
Eu já falei sobre o SXSW em posts anteriores. O SWSW é um evento anual doido de pedra que rola nos EUA há algum tempo. É uma espécie de TED para a indústria da música, cinema e interatividade. A cada ano que passa o SWSW tá mais doido do que tudo. Só perde mesmo para o Burning Man, o mais crazy dos craziest eventos ever.
O SXSW tá ganhando corpo, ficando conhecido mundialmente, e portanto, os caras tão ganhando uma cara mais profissá. Confira o vídeo promocional feito pelo SXSW para explicar para os marinhos de primeira viagem do que se trata o SXSW.
Evento louco para tempos malucos... EPICENTRO 2... porra loka!
Foi lançado hoje nos EUA a versão DVD do mais novo filme de Michael Moore sobre as "trapalhadas" do capitalismo conduzido pelas grandes empresas. O filme chama-se "Capitalism: A Love Story" e fala sobre o quanto as grandes empresas controlam absolutamente tudo, do político em Washington ou Brasília, até a lei e a ordem em uma pequena cidade do interior de qualquer lugar.
Michael Moore não é comunista nem socialista, ele simplesmente acredita - como eu acredito - que Capitalismo é sobre livre mercado, empreendedorismo e inovação, e não deve e não pode ficar refém das grandes empresas e suas práticas de "mercado" corruptas e terroristas.
"Escutem, deixe eu ser direto: eu sou apaixonado por esse filme. Ele não é apenas o mais pessoal de todos os filmes que eu já fiz, mas é o mais vital e necessário filme que já fiz em 20 anos de carreira como cineasta. Eu falei para a minha equipe no começo das filmagens, "Vamos fazer um filme tão honestamente brutal que NINGUÉM com qualquer dinheiro nunca mais irá escrever um cheque para fazermos um novo filme!". Então nós fizemos o documentário mais perigoso que poderíamos ter feito". Michael Moore, 9 de Março de 2010.
Eu AMO o Michael Moore! Eu ainda não assisti ao filme, mas acabo de encomendar o meu DVD via Amazon.
O que nós podemos fazer para lutar contra as grandes empresas e manter vivo o Verdadeiro Espírito do Capitalismo?
Algumas idéias:
1. Compre seus alimentos em feiras públicas, ou em mercados locais.
2. Se você for um estudante, escolha trabalhar nas pequenas empresas. Dane-se as grandes empresas! O Capitalismo e o Empreendedorismo precisam de você!
3. Nas próximas eleições VOTE em políticos que abertamente apoiam as Pequenas Empresas. Vote em Políticos que são financiados pelas Pequenas Empresas, ou associações que ajudam as pequenas empresas a se desenvolver. Afaste-se dos políticos que são financiados pelas grandes empresas.
4. Faça negócios com pequenas empresas locais, compre livros em livrarias que nasceram na sua cidade, e não em megastores pertencentes a multinacionais.
5. Se você trabalha em grandes empresas, compre de pequenas empresas!
80% das pequenas empresas são bacanas, oferecem atendimento, suporte, produtos e serviços muito superiores a qualquer megalópolis do capitalismo moderno.
De fato, toda megalópolis do capitalismo moderno terceiriza, quarteiriza, quinteiriza, sexteiriza a execução de qualquer projeto para pequenas empresas porque são incompetentes para fazer qualquer coisa.
As grandes empresas dependem das pequenas empresas, e não o contrário! Não deixe nenhuma megalópolis tocada por jagunços corporativos subirem em cima de você ou te pressionarem contra a parede. Você, pequeno empresário, é muito mais importante para o capitalismo e a nossa sociedade do que qualquer grande megalópolis do capitalismo moderno.
Todos os produtos que você consome são feitos em máquinas e entregues por pessoas e embalados por empresas e desenhados por profissionais que trabalham em pequenas empresas que trabalham para as grandes empresas. 80% do lucro fica com a grande empresa, 20% é dividido entre 20 pequenas empresas. Por que tem que ser assim? Vamos lutar contra isso e mudar isso!
O capitalismo ditado pelas grandes empresas está fora do controle. No capitalismo das grandes não há espaço para sonho, talento, inovação, risco e motivação; o Verdadeiro Espírito do Capitalismo não é sobre dinheiro, mas sobre liberdade para todos construirem seus negócios e prosperar.
O Capitalismo é a sociedade que precisa, deve e tem que construir o cenário que permita as pessoas:
1. Serem remuneradas pelo que fazem estejam onde estiverem trabalhando.
2. Ganhar o suficiente para se alimentar e se entreter culturalmente.
3. Ter a sua própria empresa, e vender o produto ou serviço da sua própria criação, sem qualquer impedimento imposto por leis feitas pelas grandes empresas e seus políticos corruptos.
4. Ter uma casa decente para acomodar suas famílias.
5. Ter acesso a um sistema de saúde e educação excelente para todas as pessoas.
Taí um filme que as pessoas precisavam ver! Taí um filme mais importante do que os blockbusters do cinema como Avatar.
NÓS PRECISAMOS DE UMA REVOLUÇÃO!
Faz 48 horas que eu estou sem Speedy da Telefonica. Eu pago 2 megas e recebo 9 kbs. É mole? O pior é que eu moro em uma região que não tem opção. É slow-speedy ou nada. A tela abaixo foi capturada em um software que o atendente da telefonica usa para testar a conexão. 9 kbs!!!! 200 reais por mês para 9 kbs???!!! Estamos falando aqui de uma taxa PIOR do que internet discada de 1999.
O que fazer? Eles vão mandar um técnico,mas o bicho não aparece. Eu liguei na central de atendimento para ter abatimento das horas que estou fora do ar, mas a menina disse que vai checar a veracidade da coisa toda etc. Ela acha que eu tô brincando. Passei por picareta que tem tempo para ficar ligando nas operadores telefônicas para se safar de pagar conta.
9 Kbs??? Que raiva!
E olha que eu sou usuário desse lixo desde que o speedy nasceu. Nunca pedi nenhum desconto, nunca troquei de plano, sempre usei essa droga, e de tempos em tempos tenho que passar por isso.
O TED 2010 tá rolando na Califórnia! O evento começou efetivamente hoje. Você pode seguir o blog do evento aqui, ou no Twitter com #ted, ou seguir a turma do TEDxSP que está por lá acompanhando o evento, confira o diário de bordo do Raphael Vasconcellos aqui.
Hoje a meia-noite (horário de Brasília), a CNN vai transmitir o discurso do TED Wish ao vivo pela web, você pode assistir aqui.
Assim que possível vou fazer um post sobre o que está rolando por lá.
GO TED GO!
A Campus Party é REALMENTE um evento QUEBRA TUDO, um evento ÚNICO que não tem similar em nenhuma parte do mundo. Um novo estilo de evento para um novo tipo de gente: os fanáticos (como eu) por tecnologia e novos negócios relacionados. É de ARREPIAR! Imperdível! Durante 7 dias serão 700 eventos que integram 6.000 campuseiros e 10 mil visitantes em uma arena que acomoda bancadas de trabalho, ambientes de palestras e barracas para dormir (se você conseguir).
Meses atrás um dos diretores do Campus Party estava me falando sobre a dificuldade de explicar para as grandes empresas do mundo analógico o que é o evento. Enquanto a turma de eventos das grandes empresas se mostravam preocupadas com a metragem do stand, a localização dos banners e outros detalhes cosméticos, ele tentava explicar a eles que o CP é uma grande oportunidade para as marcas CONVERSAREM com a nova geração.
"Não adianta", dizia ele, "poucos entendem o que eu tô falando. Os caras ainda tem cabeça de empresa de eventos. Eles pensam que colocar gostosa em stand, distribuir sacolinha e brindes irá sensibilizar os campuseiros. A verdade é que o campuseiro vai até o stand do cara, pega o brinde, e compra de outra empresa que demonstra BOA VONTADE em DIALOGAR".
Um novo mundo, um novo formato de evento, uma nova geração de empreendedores.
Com tanta gente programando, desenvolvendo, falando de robótica, mídias sociais, debatendo modelos de negócios etc, quando o país irá produzir o próximo Google?
O curta metragem a seguir "Chicken a la Carte" venceu recentemente um concurso de curtas na Alemanha. O filme mostra a problemática da falta de comida que milhares de pessoas experimentam todos os dias nesse mundo.
View this movie at cultureunplugged.com
Ontem eu estava lendo um artigo no New York Times sobre o número de americanos que não tem qualquer tipo de receita mensal e que precisam da ajuda do estado para sobreviver: 16 milhões de americanos!Se nos EUA são 16 milhões de pessoas sem qualquer conhecimento sobre como se sustentar, quantos são no Brasil? 30 milhões? 30 milhões de pessoas totalmente excluídas de qualquer maneira de ganhar algum dinheiro para sobreviver?
Por que isso acontece?
Por que elas não conseguem descobrir alguma maneira de ganhar dinheiro para viver com dignididade?
Por que falta educação para compreender as oportunidades que estão a sua volta?
Por que faltam oportunidades de trabalho?
Eu acredito que tudo isso e mais um pouco.
E eu acredito que a solução para esse tipo de problema chama-se EMPREENDEDORISMO.
O vídeo começa mostrando as marcas do McDonalds e afins com a clara intenção de jogar a culpa da falta de comida na globalização.
Eu não culpo as grandes marcas pela fome dos pobres, mas eu responsabilizo os pequenos negócios pela falta de criatividade para se posicionar frente aos grandes.
A fila anda, e se você não se mexer, é varrido.
O mundo caminha para uma completa digitalização de tarefas. Muitos de nós terão uma grande dificuldade para justificar sua existência. Advogados, contadores, designers, decoradores, administradores, vendedores, médicos, serão substituidos por formulários eletrônicos simuladores e configuradores inteligentes que vão dizer o que as pessoas tem que fazer sem a necessidade de pedir ajuda para ninguém.
A violência no Brasil não diminui na mesma proporção que a aparente riqueza desse país aumenta.
A solução para a fome, e violência - consequência da fome - é o empreendedorismo inovador. Nós que temos alguma coisa precisamos encontrar uma maneira de mentorizar meia dúzia de pessoas excluidas para ajudá-las a perceber como se posicionar, se virar, e construir riqueza para sentir orgulho de si mesmas e faturar o dinheiro necessário para viver com dignidade.
Eu vou fazer alguma coisa para transformar todos os meus escritos eletrônicos em versões impressas baratas para todos aqueles que desejam progredir e se sentir incomodados possamprosperar. Esse é um dos meus desafios para 2010.
E o seu, qual será?
Vamos que vamos!
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